webinarfnd

Palestra online tem como objetivo arrecadar doações para estudantes da Faculdade de Direito da UFRJ que vivem situação de vulnerabilidade extrema


“A Covid-19 e o futuro das cortes e do Direito” é o tema da palestra online, organizada pela Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI) e a Faculdade Nacional de Direito da UFRJ (FND). O evento ocorrerá no dia 27 de maio, às 10h (horário de Brasília), com objetivo de arrecadar fundos para mais de 200 estudantes de graduação, em situação vulnerável, agravada pela pandemia.


O debate será composto pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, os Ministros Luis Felipe Salomão e Benedito Gonçalves, formados pela FND, do Superior Tribunal de Justiça, e mediado por Cezar Augusto Rodrigues Costa, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e professor da Faculdade de Direito da UFRJ.


Devido à quarentena, o evento será realizado na plataforma digital Zoom, nos moldes de webinar (conferência online) com captação de recursos. Todo valor arrecadado será revertido para os estudantes vulneráveis da Faculdade de Direito da UFRJ.


A iniciativa tem o apoio das principais entidades jurídicas do país, dentre as quais: Ordem dos Advogados do Brasil Seção Rio de Janeiro (OAB/RJ), Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Intelectual (ABAPI), Instituto Brasileiro da Insolvência (IBAJUD), Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L), Instituto Brasileiro do Direito da Empresa (IBDE) e Instituto e Revista Justiça & Cidadania.


Webinar - Tema: A Covid-19 e o futuro das cortes e do Direito
Quando: 27 de maio às 10h (Brasília)
Onde: Zoom
Palestrantes: Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal; Ministros Luis Felipe Salomão e Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça

Clique aqui para efetuar sua inscrição/ doação.

 

 

petrobrasconexoesparainovacao

 

Na primeira quinzena de maio, a Petrobras lançou, em parceria com o Sebrae, o segundo edital do Programa Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups, voltado a atrair soluções tecnológicas para bens e serviços de startups e pequenas empresas de todo país. O novo edital disponibilizará até R$ 10 milhões para viabilizar a geração de inovações com implantação efetiva nas operações da companhia. O processo seletivo será conduzido ao longo deste ano com previsão de finalização em setembro.

“Diante do atual cenário atípico, continuamos investindo e buscando soluções inovadoras para superar desafios, com foco em eficiência, aumento de produtividade e segurança das operações. Co-criar com startups é uma decisão natural para uma empresa que olha para o futuro, que agrega valor ao seu negócio e promove sua transformação cultural. Queremos, por meio dessa segunda onda, continuar incentivando o empreendedorismo, para que as empresas se tornem parte integrante da cadeia de valor da Petrobras e contribuam com a evolução tecnológica da indústria de energia” diz Nicolás Simone, diretor de Transformação Digital e Inovação da empresa.


Quem pode participar?

Poderão se inscrever projetos nas seguintes áreas: tecnologias digitais, robótica, eficiência energética, catalisadores, corrosão, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologias de inspeção e tratamento de água. Cada proposta poderá receber recursos da ordem de R$ 500 mil, podendo chegar ao limite de R$ 1 milhão, a depender do potencial que apresentar para agregar valor à indústria de óleo e gás. Os empreendedores contarão com assessoria de especialistas da Petrobras e do Sebrae, durante e após o processo de seleção, para que suas soluções possam ser implantadas e gerar valor no curto prazo.  

As inscrições estarão abertas até o dia 28 de junho no site do Sebrae.


Webinars

Também está programada uma série de webinars – seminários online - para tirar dúvidas dos empreendedores interessados em participar da segunda edição do Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups. Clique aqui para fazer sua inscrição e participar dos eventos. Segue a programação:


Bloco I - Tecnologias Digitais e Modelagem aplicadas a Exploração, Reservatórios, Poços e Elevação e Escoamento
Dia 1º de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Caracterização e Modelagem, Tecnologias de Subsuperfície (Geologia, Geofísica e Engenharia), Petrofísica Digital, Analytics, Data Science, Digital Twins, Inteligência Artificial, IoT e Sensores e Nanossensores.
 
Bloco II - Tecnologias Digitais aplicadas à Segurança
Dia 2 de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Automação, Sistemas Instrumentados de Segurança, Big Data, IoT, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, Wearables, Tecnologias Imersivas
 
Bloco III - Aplicações de Robótica
Dia 3 de Junho de 2020 às 18h
Áreas de aplicação: Logística, Pintura, SMS, Sistemas Submarinos, Inspeção
 
Bloco IV - Tecnologias Digitais Transversais
Dia 4 de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Big Data, Data Lake, Machine Learning, Inteligência Artificial, Analytics, Blockchain, Regulatory Mapping, IoT, Machine Learning, Tecnologias Imersivas, Sensores, Tecnologia de Inspeção Submarina
 
Bloco V - Desafios de Inspeção, Eficiência Energética, Corrosão, Redução de Carbono, Catalisadores e Tratamento de Água
Dia 5 de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Wearables, IoT, Analytics , Captação de Energia Submarina, Robótica, Físico-química, Proteção e Revestimento, Combustíveis líquidos, Redução de Emissões, Engenharia Naval, Inspeção de Equipamentos Submarinos, Integridade, Integração de Sistemas, Engenharia de Processamento, Tecnologia de Inspeção Submarina

 

Sobre o Módulo Startups

O Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups prevê o lançamento de cinco editais, totalizando R$60 milhões de recursos provenientes da cláusula de Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação, uma contrapartida legal pela operação das petrolíferas. O primeiro edital do programa, lançado em julho de 2019, atraiu candidatos de todo o país e selecionou sete startups, entre 261 inscritas.

 

 

desafiosdainovacao16

Este novo episódio da série Desafios da Inovação tem como tema as atividades no Campus Macaé - UFRJ, assunto que é discutido com o Diretor Geral Substituto em exercício Leonardo Cinelli. Além da sua fala institucional, a Profa. Kathleen da Cruz (médica sanitarista e integrante do GT Covid-19 UFRJ Macaé) traz informações mais detalhadas acerca das ações desenvolvidas pelos diversos grupos da instituição no município. Assista.

 

 

modleopreditivocovid

Os pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) Carolina Naveira-Cotta e Renato Cotta e o especialista em simulação de epidemias Pierre Magal, da Universidade de Bordeaux (França), desenvolveram um modelo matemático que permite traçar previsões para o número de casos da covid-19, reportados e não reportados, bem como o pico da pandemia em cenários com diferentes medidas de saúde pública.

Produzido com apoio da Marinha do Brasil, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), o estudo foi publicado no site MedXriv, no final de março, e será publicado em um número especial da revista Biology, em maio.

Por solicitação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), os cientistas da Coppe têm fornecido simulações demandadas para diferentes cenários e regiões do Brasil. O artigo chamou a atenção da Abin, que havia formado um grupo de trabalho interdisciplinar para avaliar diferentes ferramentas de simulação da evolução da covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.

O trabalho é baseado em modelo epidemiológico que lida com a pandemia introduzindo casos não reportados na modelagem e avalia as consequências das intervenções de saúde pública.

“Os casos reportados são apenas uma fração do número total de indivíduos com os sintomas. É preciso considerar também os casos não reportados. Usamos como referência o modelo já utilizado em previsões relacionadas a outras doenças/epidemias, como casos recentes de epidemias de influenza (gripes), cujo número de infectados não reportados é grande, assim como no caso da covid-19”, explicou Carolina.

Segundo ela, a intenção da pesquisa é suprir, com uma ferramenta complementar, aquelas ferramentas já empregadas pelos órgãos responsáveis pelo controle da epidemia, seja regional, seja nacionalmente.

Os dados disponíveis acerca dos casos confirmados no Brasil, entre 25/2 e 29/3, foram usados para estimar parâmetros e prever a evolução da epidemia. Os pesquisadores consideraram 25/2, data do primeiro caso reportado no país, o marco temporal para prever o pico da doença no Brasil. Em seguida, simularam as intervenções de saúde pública, tanto para o controle da taxa de transmissão do vírus, quanto para a fração do número total de indivíduos reportados com os sintomas.

Até a data de fechamento do estudo, os autores traçaram cinco cenários hipotéticos com medidas de saúde pública para controle da doença no Brasil.

“Os cenários estudados incluem variações em parâmetros que resultam de fatores como distanciamento social, hábitos de higiene e proteção individual, intensificação de testes para isolamento de infectados e outras medidas de reorganização social. A sensibilidade do modelo a esses parâmetros foi então avaliada por meio de cinco cenários: 1º) manter-se as medidas de contenção e mitigação no nível atual; 2º) intensificar progressivamente o distanciamento social; 3º) reduzir progressivamente o distanciamento social; 4º) intensificar o isolamento de infectados pela testagem mais numerosa da população; 5º) combinar a testagem ampliada com a intensificação do distanciamento social”, explica a pesquisadora.

Sobre o modelo e sua confiabilidade

De acordo com o artigo assinado pelos pesquisadores, intitulado Parametric identification and public health measures influence on the COVID-19 epidemic evolution in Brazil, cada país ou região requer uma combinação específica de medidas, devido à distribuição espacial de sua população, estrutura etária, capacidade do sistema de saúde e características socioeconômicas. “Essas especificidades exigem um modelo matemático que permita, com urgência e agilidade, simular as intervenções possíveis para controle da epidemia”, destacou.

Os autores aperfeiçoaram um modelo epidemiológico chamado SIRU para traçar prognósticos do avanço da covid-19 no Brasil, analisar a efetividade das medidas de saúde pública e simular o controle da doença. SIRU é o acrônimo para indivíduos suscetíveis (S), infectados assintomáticos (I), infectados sintomáticos reportados (R) e infectados sintomáticos não reportados (U).

O novo coronavírus, SARS-CoV2, causou os primeiros casos de contaminação humana no final de 2019, em Wuhan, na China, e, no dia 11/3, a covid-19 foi considerada uma pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os países e cidades atingidos implementaram uma série de medidas para conter o avanço da doença, incluindo distanciamento social, quarentena e testes em massa. A China, por ser o local de origem do vírus, oferece as séries de dados mais longas tanto em relação ao avanço da doença, quanto aos efeitos das intervenções de saúde pública.

Carolina Naveira-Cotta, Renato Cotta e Pierre Magal utilizaram os dados chineses, considerando que a epidemia estava na fase final de sua evolução, para “treinar” o modelo. “Usamos um terço dos dados disponíveis da China para estimar os parâmetros do modelo e depois fazer a previsão dos outros dois terços dos dados. Ao compararmos a nossa previsão com esses dois terços restantes, observamos uma excelente concordância do modelo com os dados reais da China. Isso foi bastante animador e, por isso, passamos para a análise dos dados do Brasil. Cerca de 30 dias depois de termos realizado as estimativas, obtinha-se ainda uma boa concordância com os dados de casos reportados fornecidos diariamente pelo Ministério da Saúde, como no exemplo da China, com um desvio médio inferior a 5%. Esse modelo só precisou ser reestimado a partir do final de abril, com a intensificação da testagem no país, um cenário de intervenção em saúde pública anteriormente previsto pelo modelo no estudo original”, avalia a professora do Programa de Engenharia Mecânica (PEM) da Coppe.

“Nossa ideia inicial não foi disponibilizar a ferramenta ao público porque, para isso, teríamos o desafio de criar uma interface amigável em um espaço de tempo muito curto, mas, voluntariamente, oferecemos o nosso conhecimento para implementar quaisquer cenários planejados pelos órgãos responsáveis. Continuamos à disposição para colaborar e, mais recentemente, fomos contatados pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde”, complementa Carolina Naveira-Cotta.

Os cientistas da Coppe fizeram contato com diferentes colaboradores, dentro e fora da UFRJ, para colher críticas e sugestões, estimular iniciativas similares e oferecer melhoramentos e comparações, visando reforçar a confiança no uso dessas simulações pelos gestores em diferentes níveis.

 

 

alimentoshigienizacao

Diante do atual quadro de pandemia global de covid-19, surgem muitas dúvidas acerca de questões higiênicas, bem como sobre a adoção de novos hábitos que normalmente não faziam parte de nossa velha rotina.

Qual é a correta forma de efetuar a higienização dos alimentos? Quais são os produtos adequados para uso? Qual é o tempo indicado para sua sanitização? Visando justamente a esclarecer tais dúvidas, o projeto de extensão Farmalimentos, do Campus UFRJ - Macaé, elaborou o manual "Higienização de alimentos em tempos de covid-19". Com informações práticas e sucintas, o material é uma ótima fonte de consulta sobre o tema.

Criado pelas professoras Jessica Rivas e Juliana Latini, ambas da área de alimentos do curso de Farmácia da UFRJ - Macaé, o projeto Farmalimentos conta ainda com os professores Francisco Teixeira e Analy Leite, além dos graduandos Amanda Balduce, Erika Schultz, Igor de Souza, Juliana Ayala, Keila de Andrade e Laiza Souto.

Acesse o material em: https://tinyurl.com/higienizacaodealimentos.

 

 

 

 

hidrogelantitumoraldeviscumalbum

 

Uma nova tecnologia da UFRJ está disponível para licenciamento. Trata-se de um hidrogel de uso tópico com atividade antitumoral feito a base da planta Viscum album. Os interessados em obter mais informações sobre a pesquisa podem Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com a professora Carla Holandino.

RESUMO: A presente invenção consiste em um hidrogel de liberação tópica ou transdérmica, com indicação para o tratamento de doenças superficiais ou sistêmicas. A formulação utiliza como princípio ativo o extrato aquoso ou seco do derivado vegetal de Viscum album, o qual é amplamente utilizado para o tratamento complementar do câncer na forma injetável. O desenvolvimento deste produto – hidrogel contendo o extrato vegetal - visa substituir ou complementar o tratamento padrão injetável já existente.

DESAFIOS E OBJETIVOS: O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo, promovendo um impacto econômico significativo. O tratamento oncológico baseia-se principalmente no uso de quimioterapia, radioterapia ou cirurgia. Comprovadamente, o uso do Viscum album reduz os efeitos colaterais dos tratamentos padrão como também aumenta a qualidade de vida dos pacientes. Entretanto, seu uso é baseado no uso de injeções, principalmente subcutâneas, as quais são desconfortáveis para os pacientes. Novas tecnologias abrangem formulações com aplicação tópica e absorção transdérmica, com o intuito de aumentar a adesão ao tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes pelo uso de medicamentos por vias de administração menos invasivas e igualmente eficazes.

SOLUÇÃO: O uso de formulações tópicas com propriedades transcutâneas vem sendo amplamente estimulado pois resultam em efeito sistêmico dos fármacos, possibilidade de redução das doses farmacológicas, importante redução dos custos e também dos efeitos colaterais. O desenvolvimento deste hidrogel, objeto da presente invenção, com o uso de polímeros compatíveis com a pele, permite uma ampla superfície de administração da formulação, além de outras vantagens, como: tecnologia simples de produção, menor custo, ausência de dor e menores riscos ao paciente.

TITULARES:
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
UFF
ISCADOR AG

INVENTORES:
Carla Holandino Quaresma
João Vitor da Costa Batista
Adriana Passos Oliveira
Stephan Michael Moses Baumgartner
Elisabete Pereira dos Santos
Leandro Machado Rocha

Número do pedido: BR1020200036009

 

 

remdesivirinpi

O INPI publicou o primeiro estudo de uma série sobre os medicamentos em pesquisa para tratamento da covid-19, iniciando pelo Remdesivir, o qual foi liberado, no dia 1º de maio de 2020, pela Food and Drug Administration (FDA), para tratamento emergencial da covid-19 nos Estados Unidos.

O estudo, produzido pelo Observatório de Tecnologias Associadas à covid-19, apresenta os mecanismos de ação do Remdesivir e um resumo dos ensaios clínicos, além de indicar os pedidos de patente relacionados ao fármaco depositados no INPI.

No banco de patentes, foram identificados seis pedidos de patente da empresa norte-americana Gilead Sciences: dois estão em exame técnico no Instituto, três foram encaminhados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para anuência prévia e um pedido aguarda o exame de admissibilidade do PCT.

Cabe destacar que o INPI publicou, no dia 7 de abril de 2020, a Portaria n° 149/2020, que permite a priorização dos pedidos de patente relacionados a inovações que possam ser usadas no combate à pandemia do novo coronavírus.

Confira o estudo completo.

 

 

macaecovid19

O Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da covid-19 da UFRJ-Macaé realizou um estudo no qual traça um panorama de cenários epidemiológicos da COVID-19 para o município de Macaé e para estado do Rio de Janeiro. O documento foi elaborado a partir dos resultados referentes ao Brasil obtidos na pesquisa sobre o impacto global da doença causada pelo novo coronavírus, feita pelo Imperial College London.

Para o estudo realizado pela Universidade, foram explorados quatro cenários: sem isolamento social; com isolamento moderado; com isolamento moderado para a população em geral e aumentado para idosos; e com restrição intensa e precoce da circulação de pessoas. Nesse sentido, foram feitas estimativas do número de infectados, de hospitalizações, de casos graves e de óbitos. 

Segundo Antonio Guimarães, professor de Física da Universidade e membro do GT, um dos principais objetivos da pesquisa é evidenciar de forma mais próxima, em nível municipal, as possíveis consequências da pandemia e mostrar a importância da adoção de políticas públicas e comportamentos individuais para a redução de danos. “‘Não fazer nada e deixar o novo coronavírus correr solto é algo extremamente danoso para a saúde da população. Poderíamos ter, somente no município de Macaé, mais de mil mortes. Adotando medidas de higiene e saneamento, bem como distanciamento social, os infectados que precisarem de cuidados médicos poderão ser minimamente atendidos pelo sistema de saúde. Caso contrário, corremos o risco de não poder cuidar de todas as pessoas doentes”, enfatizou. 

De acordo com Karla Santa Cruz Coelho, professora de Saúde Coletiva da UFRJ-Macaé e uma das coordenadoras do GT, a compreensão dos diferentes cenários é fundamental para uma ação mais eficaz em situações complexas como a pandemia. "A Universidade deve auxiliar o poder público na tomada de decisões, com base na ciência para proteger os cidadãos macaenses", afirma. O grupo de trabalho ressalta que, por serem incertas, as características e dinâmica da covid-19 requerem muitas pesquisas. Por isso, modelos e simulações são essenciais para fornecer estimativas e noções do comportamento do vírus.

Sobre o Grupo de Trabalho:

O Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da covid-19 da UFRJ-Macaé tem objetivo de subsidiar o planejamento e a coordenação das ações conjuntas que serão realizadas entre a UFRJ e a Prefeitura Municipal de Macaé para enfrentamento do covid-19 no município. Pretende-se desenvolver estratégias conjuntas para subsidiar decisões da prefeitura e ações no território.

Para acessar a nota informativa, clique aqui.

*Do Setor de Comunicação da UFRJ Macaé (com adaptações)

 

 

farmacologia informa

 

Diante da epidemia de covid-19 e das inúmeras informações veiculadas através da mídia, redes sociais e aplicativos de mensagem sobre os possíveis tratamentos medicamentosos da doença, o grupo de professores de Farmacologia do Campus UFRJ-Macaé lançou o site “Farmacologia Informa”. O objetivo do site é informar a sociedade a respeito dos avanços farmacológicos para o tratamento da covid-19 com base na literatura científica e em órgãos de saúde nacionais e internacionais. No site podem ser encontrados informes redigidos pelo grupo, artigos científicos relevantes na área de farmacologia e documentos oficiais sobre o tratamento medicamentoso da covid-19.

 

O site pode ser acessado através do link https://grupofarmacoufrjma.wixsite.com/farmacologiainforma.

A iniciativa também está no Instagram e Facebook.

 

 

softexmctic

No dia 4 de maio, às 16h, será lançado o Edital de Startups do Programa IA² MCTIC, fruto de uma parceria envolvendo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). O programa em questão objetiva apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados a buscar novas soluções na área de Inteligência Artificial. A ideia é possibilitar que projetos de grupos de pesquisa, empresas de TI e/ou startups sejam acelerados em um programa com investimentos de até R$ 500 mil. Maiores detalhes serão divulgados na ocasião do lançamento do edital.

Link de inscrição: bit.ly/EditalDeStartupsIAMCTIC.

 

 

Profa. Juliany Rodrigues

Em mais um episódio da série Desafios da Inovação sobre as ações e atividades que estão sendo desenvolvidas na UFRJ durante a pandemia do covid-19, a futura Diretora Geral do Campus Duque de Caxias, Profa. Juliany Rodrigues, fala sobre o funcionamento do campus. Ver no Youtube.

 

 

casafirjancovid19

A Casa Firjan apresenta semanalmente as principais oportunidades de recursos e investimentos para empresas e startups brasileiras, com foco em combater a pandemia do novo coronavírus. Confira as próximas transmissões ao vivo, fique por dentro dos desafios e tire suas dúvidas.

 

1) BNDES – Linhas Emergenciais de Crédito para pequenas e médias empresas
Quinta-feira | 30/4 | 17h30

A iniciativa do BNDES oferece apoio ao enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus, por meio da oferta de capital de giro de linhas de crédito para negócios ou grupos econômicos com faturamento anual de até R$ 300 milhões até 30/9, com limite de financiamento de até R$ 70 milhões por ano. A transmissão conta com a participação de Marcus Vinicius Macedo Alves, gerente do Departamento de Clientes e Relacionamento Institucional do BNDES. Participe, saiba mais e tire suas dúvidas.

Assista à transmissão ao vivo

 

2) Edital Furnas X covid-19 - Desafio das Startups

Confira a transmissão da semana passada, voltada para setor elétrico e respondeu dúvidas dos empresários. O edital se encerra no dia 30/4.

Assista ao vídeo

 

 

programastartupbio

O Startup Bio é uma parceria entre o Parque Tecnológico da UFRJ e o Sebrae que terá um mês de duração e será voltada para o desenvolvimento de ideias na área de Bioeconomia. O programa vai contemplar até 30 projetos. O Startup Bio tem como foco projetos na área de meio ambiente e nos setores de saúde, energia, cosméticos, moda, alimentos, agrícola e construção civil. A ideia é oferecer suporte às propostas de inovação que podem ser instrumentalizadas para lidar com os desafios do mundo diante de uma pandemia global. O programa é gratuito e todas as atividades (workshops e mentorias) serão realizadas online. Graduandos, pesquisadores e empreendedores podem se inscrever até 5 de maio.

Inscreva-se aqui: https://bit.ly/StartupBio-Inscrições.
Confira o regulamento: https://bit.ly/RegulamentoStartupBio.

 

 

respirador 2

Pesquisadores da Coppe/UFRJ concluíram, com sucesso, os testes in vitro de um ventilador de exceção produzido com baixo custo a fim de ser usado no tratamento de pacientes vítimas do novo coronavírus. Em 27/4, os resultados foram encaminhados para aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O equipamento também será submetido à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) para testagem em pacientes no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF).

Especificamente com o objetivo de ajudar na produção do Ventilador de Exceção para covid-19 – UFRJ (VExCo), também foi iniciada uma campanha de doações realizada pela Fundação Coppetec. Os recursos doados serão  direcionados à compra das peças necessárias para fabricação dos ventiladores. Cada um  deverá custar cerca de R$ 5 mil.

Segundo Jurandir Nadal, professor titular da Coppe e coordenador do projeto, a estimativa é de que ainda nesta semana o equipamento possa ser testado em pacientes. “Esperamos arrecadar R$ 5 milhões para produzir até 1.000 ventiladores. Eles não serão comercializados, serão distribuídos para as Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) por meio de um grande estudo de aplicação clínica”, afirma. Posteriormente os ventiladores serão doados ao Sistema Único de Saúde (SUS).

O VExCo foi desenvolvido por pesquisadores do Laboratório de Engenharia Pulmonar e Cardiovascular (LEP) da Coppe, juntamente com uma grande equipe de colaboradores. O equipamento, concebido para atender, de modo excepcional, a necessidade de ventilação de pacientes em locais e situações em que não se disponha de um ventilador comercial padrão, foi desenhado para produção em massa, de forma simples, rápida e barata, com recursos disponíveis no mercado nacional.

A iniciativa tem o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Para viabilizá-la em tempo recorde, a equipe do LEP também conta com a colaboração voluntária de outros pesquisadores da UFRJ e de várias instituições do país. Algumas empresas têm se prontificado a ajudar no desenvolvimento, distribuição e financiamento do VExCo.

“O Ventilador de Exceção para covid-19 não pretende ser mais completo e versátil que os ventiladores de última geração disponíveis nas UTIs. Pelo contrário, é um recurso simples e seguro, porém emergencial, que deve ser utilizado somente quando não houver um equipamento padrão disponível, como já vem acontecendo em vários locais durante a pandemia global”, explica Nadal.

Participe da campanha e faça a sua doação

As doações deverão ser efetuadas, por depósito bancário, em nome da Fundação Coppetec. Criada pela Coppe/UFRJ, ela gerencia projetos e recursos destinados à ciência, tecnologia e inovação. Será a responsável por publicar, no site, os valores das doações recebidas e onde foram aplicados, como já tem sido feito pela campanha de captação de recursos para os hospitais da UFRJ. Para mas informações acesse o site http://www.coppetec.coppe.ufrj.br/site/transparencia/hospitais.php.

Dados para depósito:

Destinatário: Coppetec
Banco do Brasil
Agência: 2234-9
Conta: 55.622-X
CNPJ: 72.060.999/0001-75

Ajude os hospitais da UFRJ

A UFRJ também abriu campanha de doação para os hospitais da Universidade. Acesse coronavirus.ufrj.br/doe e enfrente a COVID-19 em parceria com a maior universidade federal do país.

 

 

A Agência de Inovação da UFRJ e o Parque Tecnológico da UFRJ convidam para o próximo Encontros no Parque - IP Day na UFRJ em tempos de covid-19. Em comemoração ao Dia Mundial da Propriedade Intelectual, vamos discutir o papel que a Inovação e a Propriedade Intelectual desempenham em momentos de crise, como o da pandemia do coronavírus. A programação contará com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) apresentando o monitoramento de tecnologias sobre covid-19, cases de empresas e instituições e, por fim, um debate sobre a apropriação de valor pós covid-19.

O encontro online será no dia 30/04, às 16h. Faça a sua inscrição em https://tinyurl.com/inscricaoipday e receba o link de transmissão do evento.

 

Convite Encontros no Parque IP Day WhatsApp

 

 

campuscaxias

Em recente entrevista à Agência UFRJ de Inovação, a professora Juliany Cola Fernandes Rodrigues, futura Diretora Geral do Campus UFRJ Duque de Caxias, deu um panorama do funcionamento do campus durante a pandemia de Covid-19, bem como sobre as principais iniciativas que lá estão sendo desenvolvidas para o enfrentamento do coronavírus. Confira:

 

  1. 1. Como o Campus Duque de Caxias recebeu a notícia e se preparou para lidar com essa nova realidade imposta pelo novo coronavírus?

 

Quando recebemos a notícia da suspensão das atividades acadêmicas, estávamos nos preparando para realizar a compra de álcool gel para distribuir pelo campus. Durante o fim de semana, a direção do campus decidiu que a reunião para organização das nossas atividades seria virtual, porque boa parte do nosso corpo técnico-administrativo depende de transporte público e coletivo. Colocamos em primeiro lugar a saúde do nosso corpo social.

Após várias reuniões virtuais, organizamos a escala de trabalho home office de todos os setores do campus, definindo a continuidade das atividades, mas de forma remota. Prontamente foi colocado por todos que, precisando de atendimento presencial para solucionar problemas surgidos ao longo dos dias, os servidores estariam todos à disposição e com rápido acesso por parte da direção geral do campus. Todas as informações do trabalho home office dos nossos setores foram enviadas para a reitoria e suas pró-reitorias, circulado entre todo o corpo social por email e colocadas na página principal do nosso website (www.caxias.ufrj.br).

Em relação às atividades de pesquisa, o campus hoje tem dois laboratórios em funcionamento pleno. O Laboratório de Computação (NUMPEX-Comp) tem suas atividades todas podendo ocorrer por home office, então foi rapidamente fácil eles se organizarem. Já o Laboratório de Biologia (NUMPEX-Bio), que hoje tem um contingente grande de alunos de iniciação científica e pós-graduação (em torno de 100 alunos), alguns dos projetos estão em andamento mediante justificativa do orientador da essencialidade de manutenção dos experimentos. Por exemplo, temos um grupo que trabalha com Biotecnologia Vegetal e que estava numa fase de acompanhamento de plantas diárias por um tempo aproximado de seis meses e que se parasse, ia interromper uma análise funcional que colocaria mais de ano de projeto a perder. Quer dizer, é algo que não pode parar. Também temos um banco de células que são cultivadas em laboratório que precisamos manter congelada em nitrogênio líquido e a cada 15-21 dias é preciso completar o volume com nitrogênio para mantê-lo.

Ainda temos nossos administradores de prédio que têm ido praticamente todos os dias ao Campus para se certificar que tudo está sob controle e em segurança.

 

  1. 2. Existe alguma atividade sendo realizada para auxiliar as ações desenvolvidas pela instituição?

 

Apesar do campus ter apenas 11 anos de existência e se encontrar em fase de consolidação, também com um corpo docente de jovens pesquisadores, nós já temos contribuído significativamente para a produção científica da UFRJ e da Ciência Brasileira. E dentro do cenário que estamos vivendo neste momento, vários docentes do campus já estão em diferentes frentes de trabalho junto à UFRJ, startups e Instituições de Pesquisa atuando no enfrentamento da pandemia de coronavírus.

Com certeza o grupo de colegas que provavelmente vem articulando ideias para concorrer aos editais especificamente abertos no combate ao coronavírus é grande, mas vou citar alguns que já estão bem definidos e em andamento:

 

- Os professores Fabiana Carneiro, Lucio Caldas e Leandra Baptista estão participando de um projeto coordenado pelo prof. Wanderley de Souza que contará com apoio da FAPERJ para estudar os mecanismos de entrada do vírus e o curso da infecção em diferentes tipos celulares, usando tanto cultivo 2D, quanto cultivo 3D, neste caso utilizando a estrutura da startup Gcell coordenada cientificamente pela profa. Leandra e que está incubada no Inmetro em Xerém.

 

- A profa. Fabiana Carneiro em associação com a startup Magtech está envolvida na fabricação de kit diagnóstico reutilizável para COVID-19, utilizando nanopartículas magnéticas recobertas, sendo essa uma solução mais econômica em comparação aos kits disponíveis hoje e, além disso, gerando menos lixo para o meio ambiente.

 

- O prof. Ronaldo Pedro da Silva, líder do grupo ConvergeLab, também incubado no Inmetro, em parceria com este e a COPPE, está atuando na impressão 3D para produção de componentes das máscaras de acrílico. As impressoras do professor, que também são patrimônio da UFRJ, já estão produzindo 20 máscaras por dias e eles estão buscando a expansão para aumentar a produção, bem como componentes dos ventiladores pulmonares desenvolvidos pela equipe do colega Jurandir Nadal. Estes projetos contam com a participação de alunos de iniciação científica do campus, bem como outros docentes e técnicos da UFRJ. O prof. Ronaldo também vem trabalhando em cooperação com a PUC-Rio em busca de novos tecidos e materiais que poderiam ser usados na fabricação de máscaras N95, bem como métodos diagnósticos que fazem parte da monografia de final de curso de dois dos nossos estudantes do curso de Biotecnologia.

 

- O prof. William Correa Tavares está trabalhando em parceria com o Laboratório de Diversidade e Doenças Virais do Instituto de Biologia da UFRJ para a identificação de viromas em morcegos do Rio de Janeiro para identificar possíveis novos vírus que existam nestes seres que são muito frequentes nos ambientes urbanos e rurais no Brasil. É conhecido que os morcegos hospedam uma grande quantidade de vírus de 26 famílias virais, alguns com grande potencial zoonótico, isto é, de ser transferido para nós. O vírus da raiva é um destes. Agora sabemos que o coronavírus SARS-Cov2 originou a partir de uma linhagem de morcegos asiáticos. É importante conhecer possíveis vírus que estejam circulando entre a população de morcegos no Brasil para identificar quais deles poderiam ter potencial de salto zoonótico. Isto nos dará mais velocidade de reposta em caso de um surto zoonótico futuro.

 

- O prof. Adriano Cortes, pesquisador da área da Matemática, está começando um estudo para desenvolver estratégias ótimas de testagem em grupo via RTq-PCR como uma forma de compensar a problemática de não termos capacidade de testagem maciça individual. Através de modelos matemáticos e rodagem de simulações você busca o ótimo para obter números confiáveis a partir de testagem em grupo.

 

- A profa. Bianca Pizzorno, da área de Química e Ciências de Materiais, começou a realizar um estudo de avaliação da estrutura microscópica de diferentes tecidos que já vêm sendo utilizados para fazer máscaras caseiras (como jeans, algodão, tricoline, TNT, Oxford, meia, camisa de malha etc) de forma a identificar quais poderiam ser melhor barreira física para o vírus de acordo com o estudo de superfície do tecido. O vírus tem um tamanho entre 70 a 90 nm. Ela classificou o jeans, algodão 100% e Oxford, como os tecidos de trama mais fechada para o vírus. Ela já vem estudando tecidos com ação antimicrobiana e acredita que esta pode ser uma linha interessante de pesquisa pensando em alternativas para nos proteger do vírus.

 

- Temos duas professoras, a profa. Carolina Braga e Luiza Ketzer, que fazem parte da equipe do projeto de divulgação científica Ser Cientista que estão trabalhando com alunos de graduação na divulgação de trabalhos e informações relacionadas à Pandemia de COVID-19 e também sobre a biologia do coronavírus.

 

  1. 3. Quais foram e quais estão sendo os desafios?

 

Os desafios são gigantescos porque a universidade pública e a ciência brasileira já vêm há alguns anos vivendo um sucateamento com cortes cada vez maiores de recursos financeiros para nossas atividades acadêmicas de ensino, pesquisa e extensão. Nos últimos anos, houve também uma política de desvalorização do nosso trabalho e críticas infundadas sobre nossa atuação e importância.

Esta pandemia chegou na pior fase da ciência brasileira. Estamos vendo nos telejornais que muitos colegas que poderiam estar atuando, especialmente em diagnóstico, não têm recursos para isso. Vemos uma universidade do porte da UFRJ fazer um fundo para investir em infraestrutura para dar conta de atender os pacientes que chegarão em número cada vez maior no seu complexo hospitalar que tem nove unidades de saúde, incluindo o Hospital Universitário Clementino Fraga Filho.

Mas por outro lado, ao final deste momento, que provavelmente vai demorar mais que esperamos com resultados muito negativos para a sociedade quando falamos de vidas humanas, acredito que vai ficar claro para os governantes e a sociedade como um todo a importância e essencialidade do desenvolvimento científico e tecnológico, da ciência para o nosso país. Como disse Sócrates, “a vida sem ciência é uma espécie de morte”. Não existe vida sem ciência. Absolutamente tudo que está ao nosso entorno tem a ciência como base para existir; tudo que conhecemos, que usamos, a forma de prevenir, diagnosticar e tratar doenças.

Para o Campus de Duque de Caxias é um desafio grande também. Vou tomar posse como diretora do campus na última semana de maio e é possível que ainda estejamos em quarentena (não sabemos ainda quanto tempo ficaremos assim) e em meio à fase mais difícil que já passamos em todos os sentidos. O campus vinha com uma perspectiva muito positiva, pois conseguimos recursos extra-orçamento participativo através da reitoria e emendas parlamentares para reformar prédios e ampliar nosso espaço de Laboratórios de Pesquisa para atender diferentes áreas do conhecimento como Nanotecnologia e ampliação das áreas de Biologia Geral e Biotecnologia.

Mas acredito que sairemos muito mais fortes e melhores, mais resilientes. Também mais organizados e com uma visão muito mais ampla e sólida por parte da sociedade e governos do que significa a universidade e a ciência para a sociedade.

A vida tem me ensinado que é na crise que mais crescemos e evoluímos. Assim venho tentando ser otimista, pensando que nunca mais seremos os mesmos. Nós seremos muito melhores.

 

A professora Juliany Rodrigues também falou mais sobre o funcionamento do campus Duque de Caxias no episódio 15 da série Desafios da Inovação. Assista no Youtube no link a seguir: https://youtu.be/LX1ZEdSwXRs.

 

 

Profa. Cassia Turci horizontal

Neste novo episódio da série Desafios da Inovação, a professora Cássia Turci, decana do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza, dá notícias sobre o funcionamento do CCMN em meio à pandemia do coronavírus.

Veja o vídeo.

Veja a playlist completa.

 

 

cnpq

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) concluiu a digitalização de serviços voltados para a importação de bens destinados à pesquisa científica e tecnológica. Além do serviço de credenciamento de pessoas físicas e jurídicas, o órgão finalizou agora, o serviço de operacionalização de importação de bens no processo de transformação digital, ganhando mais agilidade e transparência. 

Realizados, até então, por meio de solicitação por e-mail, esses serviços passam a ser oferecidos por meio do portal GOV.BR, dentro da estratégia do Plano de Transformação Digital do Governo do Brasil. Esse plano é orientado pela perspectiva dos cidadãos e empresas, buscando a simplificação e a oferta de serviços por canais digitais, possibilitando o acompanhamento da solicitação diretamente pela internet.

O primeiro serviço transformado digitalmente no CNPq foi o Serviço de Credenciamento (SECIF) que credencia pesquisadores, instituições de ciência, tecnologia e inovação (ICT), entidades sem fins lucrativos e empresas para importar bens destinados à pesquisa científica e tecnológica com isenção de impostos. Esse credenciamento é realizado exclusivamente pelo CNPq, agência vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

O segundo serviço transformado digitalmente é o Serviço de Importação do CNPq (SEIMP), que atua na operacionalização de todo processo de importação para os pesquisadores e instituições credenciadas no CNPq - Lei 8.010/90. 

A importação via CNPq

O CNPq presta assistência aos pesquisadores e instituições na operacionalização da importação de bens para pesquisa cientifica tanto para projetos de pesquisa cientifica do CNPq, como também para projetos cuja fonte de recursos não seja do CNPq. 

O pesquisador ou Instituição solicitante serão os responsáveis  pelo repasse ao CNPq dos recursos necessários para pagamento da importação e suas despesas acessórias na importação (transporte internacional e nacional da carga, seguro, armazenagem e outras relativas à nacionalização da carga junto a alfândega brasileira). O CNPq não cobra pelos serviços prestados.

A logística consiste no pagamento do bem no exterior (fechamento de câmbio), transporte internacional, seguro, desembaraço aduaneiro/nacionalização do bem, armazenagem e transporte nacional. Ou seja, o CNPq pega o bem no exportador e entrega diretamente no laboratório do solicitante da importação.

O credenciamento para importação

O credenciamento oferecido pelo CNPq tem como diretrizes as leis 8.010/1990 (para pessoas físicas e jurídicas sem finalidades lucrativas) e 8.032/1990 (para pessoas jurídicas) e consiste em uma análise feita pela equipe técnica da agência para validar o pesquisador ou a instituição como apto a receber os benefícios fiscais previstos.

Cada credenciamento tem validade de cinco anos e possibilita aos habilitados a isenção dos impostos de importação, de produtos industrializados e a isenção do adicional ao frete para renovação da marinha mercante nas importações de máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos, bem como suas partes e peças de reposição, acessórios, matérias-primas e produtos intermediários, destinados à pesquisa científica e tecnológica.

As pessoas físicas e pessoas jurídicas sem fins lucrativos também são dispensadas do exame de similaridade, da emissão de guia de importação ou documento de efeito equivalente e controles prévios ao despacho aduaneiro.

O CNPq já credenciou 1279 instituições e mais de 7 mil pesquisadores por meio desse serviço. O credenciamento digital amplia a capacidade de atendimento, facilita o acesso dos usuários, apresenta novas funcionalidades, como o acompanhamento do processo e do pedido, e confere mais transparência ao serviço.

Para acessar o credenciamento de Pessoas Físicas, clique aqui.

Para acessar o credenciamento de Pessoas Jurídicas, clique aqui.

Para acessar o serviço de Importação, clique aqui

 

 

covidsoftware

Pesquisadores do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação (Pesc) do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) e do Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais (NCE), ambos da UFRJ, desenvolveram um sistema georreferenciado para o acompanhamento on-line da evolução da pandemia causada pelo novo coronavírus. A tecnologia foi implantada no Rio de Janeiro, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, e se encontra no ar o site para acompanhamento dos casos de infecções em todo o território fluminense: https://dadoscovid19.cos.ufrj.br.

Uma versão restrita do sistema está sendo utilizada pelo Gabinete Ampliado de Crise para assessoramento ao Governo Estado do Rio de Janeiro no enfrentamento da pandemia, e pelo Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da covid-19 para apoiar a tomada de decisões estratégicas relativas ao combate ao vírus SARS-COV-2.

Aberto ao público, o site permite acompanhar o número de casos confirmados, suspeitos, recuperados e a quantidade de óbitos, desde 1/3. A tecnologia do sistema, desenvolvida sob a coordenação do professor da Coppe/UFRJ e do NCE, Claudio Miceli de Farias, e do professor da Coppe/UFRJ, Guilherme Horta Travassos, permite também que os gestores da área de medicina acompanhem toda a evolução da epidemia, a partir do tratamento e da análise de dados realizados automaticamente pela ferramenta, o que facilitará na tomada de decisão. Os interessados podem ainda verificar as ocorrências por gênero e faixa etária, além de selecionar cada um dos municípios do Rio que desejar.

O sistema também está estruturado para consolidar dados coletados juntos às secretarias municipais e estaduais e ao Ministério da Saúde. Como parte da ferramenta, foi criado outro sistema voltado para a notificações de eventos que auxiliará os profissionais da saúde cadastrarem as ocorrências.

Essas tecnologias fazem parte de um conjunto de sistemas computacionais e modelagens desenvolvido por pesquisadores da UFRJ, em parceria com outras universidades. Muitas das ferramentas serão utilizadas por profissionais, gestores e tomadores de decisão que estão atuando na "linha de frente" para reduzir os efeitos da pandemia. As iniciativas incluem sistemas de software e tecnologias que possibilitam acompanhar a evolução do estado dos pacientes; facilitar a comunicação entre as equipes de saúde, e viabilizar a modelagem de equipamentos usados para proteger profissionais da área da Saúde que estão trabalhando em hospitais e postos de saúde.

foto: Artur Moês (Coordcom/UFRJ)

 

 

SeloVallourec.jpg

 

A Vallourec Tubos do Brasil, empresa do ramo de soluções tubulares para os mercados de energia, está em busca de ideias para o combate à epidemia de Covid-19. A empresa está em busca de soluções para atuar na prevenção e higienização de ambientes compartilhados e assegurar a higiene pessoal e segurança de todos os seus empregados e parceiros.

A solução precisa ser aplicada com facilidade e rapidez, garantindo que o ambiente esteja livre de qualquer vírus. Os ambientes a serem esterilizados são fábricas, restaurantes, banheiros, vestiários e transporte coletivo. Conforme explica a emrpesa, "necessitamos que a tecnologia a ser desenvolvida não seja tóxica ao contato humano e que preferencialmente possa ser aplicada na presença de pessoas".

O processo de seleção terá apenas duas etapas. A primeira consiste na análise das propostas enviadas pelo comitê julgador, que irá selecionar aquelas que apresentarem maior compatibilidade com aquilo que a empresa busca. Na segunda fase, as startups selecionadas participarão de uma entrevista técnica para avaliar a solução proposta e se o escopo é compatível com as atividades da empresa e aplicável em todas as plantas da Vallourec no Brasil. A startup vencedora, além de atuar como fornecedora da Vallourec, contará com a divulgação de suas soluções para todos os parceiros e unidades da empresa no mundo. As inscrições podem ser realizadas através do link http://bit.ly/desafiovallourec20.

 

inpicovid

 

Com foco no estímulo à produção e licenciamento de novas tecnologias, o INPI irá priorizar o exame de pedidos de patentes relativos a inovações que possam ser usadas no combate à pandemia do novo coronavírus. A medida foi oficializada por meio da Portaria n° 149/2020, publicada no dia 7 de abril, na Revista da Propriedade Industrial (RPI).

A concessão de uma patente pelo INPI atesta que seu objeto é novo e garante ao detentor a exclusividade para utilização e licenciamento no Brasil (a patente tem validade nacional). Portanto, com uma patente concedida, os inventores ganham mais segurança para iniciar a produção ou licenciar para um parceiro que possa produzi-la.

Entre as modalidades de trâmite prioritário de patentes, uma delas é voltada para tecnologias de saúde, especialmente as estratégicas para o Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, as tecnologias relativas ao combate do novo coronavírus passam a fazer parte deste exame acelerado. 

Acesse aqui para mais informações sobre os procedimentos relativos ao trâmite prioritário de patentes e suas modalidades, que também incluem micro e pequenas empresas e instituições de ciência e tecnologia, entre outras.

Estímulo à inovação nacional

Além das ações realizadas no exame das patentes, o INPI também está trabalhando no incentivo ao patenteamento de inovações no País, também com foco no combate a Covid-19. Na semana passada, por exemplo, o INPI realizou atividades de mentoria, que forneceram as informações necessárias para viabilizar dois pedidos de patentes de ventiladores pulmonares, a partir de tecnologias desenvolvidas, respectivamente, nas Universidades Federal e Estadual da Paraíba.

Observatório de Tecnologias

Ainda no contexto da pandemia, o INPI criou, em março, o Observatório de Tecnologias Relacionadas à covid-19. O objetivo é divulgar as tecnologias que possam contribuir no enfrentamento da situação, incluindo vacinas, medicamentos, testes para diagnóstico, máscaras e equipamentos de saúde. Também estão sendo divulgadas iniciativas sobre financiamento e incentivo para pesquisa nessa área.

Entre as atualizações recentes, o Observatório apresenta um estudo sobre patentes depositadas no INPI a respeito de métodos de diagnóstico para a covid-19 e outras viroses respiratórias.   

Deste modo, contribui-se com informação relevante para os agentes públicos e integrantes do Sistema Nacional de Inovação que estão diretamente ligados ao combate à doença. Para mais informações, acesse o Observatório

 

 

dl101pbr

Estão abertas, até 20 de abril, as inscrições para a segunda edição anual do Curso Geral de Propriedade Intelectual a Distância – DL101P BR, que acontece no período de 28 de abril a 26 de junho.

Promovido pelo INPI em parceria com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o curso é gratuito e abrange os aspectos fundamentais de propriedade intelectual, englobando temas como: direitos autorais, patentes, marcas, indicações geográficas, desenhos industriais, proteção de novas variedades vegetais/cultivares, concorrência desleal, informação tecnológica, contratos de tecnologia, tratados internacionais e propriedade intelectual e desenvolvimento.  

Adaptado à legislação brasileira e de nível básico, o DL 101P BR é oferecido totalmente na modalidade ensino a distância, possui carga horária de 75h e conta com a tutoria de especialistas nacionais. Para mais informações, acesse a página de cursos da Academia do INPI.

 

 

desafiosdainovacao13

Apesar do desmonte econômico do qual tem sido alvo, a UFRJ segue, de forma inovadora, superando obstáculos e dando continuidade a sua missão de ajudar a sociedade brasileira. Os novos vídeos da série "Desafios da Inovação" abordarão com mais detalhes esta questão ao longo de 2020. Este episódio aborda a iniciativa da UFRJ envolvendo o Instituto de Química, a Escola de Química, a Coppe, a Faculdade de Farmácia, a Decania do CCMN e a Decania do CT para a produção de álcool 70% e álcool glicerinado para o enfrentamento do coronavírus. Assista no Youtube.

 

 

ventilador pulmonar

Uma parceria firmada entre a Coppe/UFRJ e a Petrobras contribuirá no desenvolvimento e produção de protótipos de ventiladores pulmonares mecânicos para atender à demanda crescente desse tipo de equipamento no tratamento do Covid-19. A companhia não só mobilizou suas impressoras 3D, instaladas em seu centro de pesquisas (Cenpes) para produzir os componentes dos protótipos, como também está acionando seus especialistas para prestar consultoria técnica. A intenção é testar os protótipos nos próximos dias, para depois produzi-los em larga escala, de forma mais simplificada e barata.

A cooperação técnica da Petrobras abrange conhecimento em impressão 3D, em propriedade intelectual, além de conhecimento especializado em transição da fase de prototipagem para produção do produto. A companhia cedeu, também, um sensor de oxigênio à Coppe-UFRJ, que está sendo usado nos testes para garantir o nível correto de oxigenação dos aparelhos. "A ideia é agir o mais rápido possível para colaborar com o trabalho não só de prototipagem, mas com a etapa seguinte de produção em massa dos ventiladores, com ajuda da impressão 3D. Os ventiladores convencionais são mais sofisticados e exigem um tempo de produção maior.

Em apenas uma semana, já concluímos o primeiro protótipo e os testes de eficácia ficarão prontos em poucos dias", disse o gerente executivo do Cenpes, Juliano Dantas.

Esta iniciativa integra uma ampla frente científica da Petrobras, que reúne especialistas da companhia na geração de ideias e soluções de combate ao Covid-19 - em parceria com universidades, empresas, organizações sociais e instituições do Brasil e do exterior. O objetivo é propor soluções que possam utilizar a estrutura de tecnologia, equipamentos e consultoria técnica da companhia para auxiliar no trabalho de combate à pandemia, nas frentes de prevenção ao coronavírus, bem como no tratamento e suporte hospitalar.

Segundo o diretor da Coppe/UFRJ, professor Romildo Toledo, a Petrobras é uma parceira da Coppe de longa data, e esse apoio é fundamental para viabilizar a produção do ventilador pulmonar. “Esperamos que, com essa ação, possamos contribuir para salvar vidas nesse combate ao Coronavírus”, ressaltou.

"Esse equipamento não pretende ser mais completo e versátil que os ventiladores de última geração disponíveis nas UTIs. Pelo contrário, é um recurso simples e seguro, porém emergencial, que deve ser utilizado somente quando não houver um equipamento padrão disponível, como pode acontecer em alguns locais durante a pandemia global”, explica o professor Jurandir Nadal, coordenador do Laboratório de Engenharia Pulmonar e Cardiovascular da Coppe.

Confira o vídeo do protótipo em teste.

 

 

capescorona

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) lançou nesta quinta-feira, 02/04, o Programa de Combate às Epidemias. A ação vai destinar R$ 200 milhões pelos próximos quatro anos para projetos que lidam direta ou indiretamente com trabalhos envolvendo o estudo da COVID-19. Serão concedidas 2.600 bolsas de estudo, além do quantitativo já previsto pelo modelo de concessão de bolsas, e recursos de custeio e de capital de até R$ 345 mil, por projeto, para até 30 pesquisas selecionadas.

O Combate às Epidemias oferece apoio a projetos de pesquisas e formação de recursos humanos qualificados, direcionados ao enfrentamento da pandemia do novo coronavírus e temas relacionados às endemias e epidemias típicas no país. Para Benedito Aguiar, presidente da CAPES, o potencial das universidades brasileiras precisa ser aproveitado e valorizado: "Neste momento de grande apreensão na sociedade brasileira, a CAPES intensifica o seu apoio aos programas de pós-graduação”.

Principais responsáveis pela pesquisa científica e tecnológica no país, os programas de pós-graduação agora contam “com um programa estratégico emergencial que poderá contribuir de forma imediata à mitigação dos problemas ocasionados pela atual pandemia e contribuir para prevenção e combate de endemias e epidemias que assolam o país há anos", afirmou Aguiar.

Com isso a CAPES pretende incentivar pesquisas focadas no desenvolvimento de estudos inovadores de prevenção, diagnóstico e estratégias terapêuticas, além de um melhor entendimento de doenças infecciosas, agentes e vetores. Os demais objetivos do programa são voltados ao desenvolvimento de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para profissionais de saúde e de tecnologias e mecanismos para monitoramento, mapeamento e controle de surtos, endemias, epidemias e pandemias.

O Programa de Combate às Epidemias, cujo investimento previsto para este ano é de R$30,8 milhões, está estruturado em três ações emergenciais. Na primeira delas, já iniciada, serão concedidas 900 bolsas de mestrado e doutorado para os programas com nota 5, 6 e 7 da área de saúde, dentro da grande área do conhecimento dos Colégios da Vida. As bolsas serão concedidas por 36 meses que podem ser prorrogados por mais 12. Em 2020, o investimento será de R$ 14,5 milhões.

Na segunda ação, a CAPES lançará um edital para selecionar até 30 projetos nas áreas abrangidas pelo Programa, que são: epidemiologia, infectologia, microbiologia, imunologia, bioengenharia e bioinformática. Aqui serão concedidas 900 bolsas de doutorado e pós-doutorado destinadas à execução dos projetos de pesquisa selecionados. Cada projeto receberá 30 bolsas – 18 de pós-doutorado, com duração de 12 meses, e 12 de doutorado, com 36 meses de duração – renováveis por um ano. As iniciativas receberão R$ 345 mil de verba de custeio, sendo R$ 95 mil para a aquisição de bens. Em 2020, o investimento será de R$ 16,3 milhões.

A terceira ação, última etapa do Programa de Combate às Epidemias, terá início nos próximos meses e vai conceder mais 800 bolsas de pesquisa para cursos das áreas de Exatas e Saúde, ambas fundamentais no desenvolvimento conjunto de insumos para enfrentar crises como a atual.

Recursos
Os recursos alocados este ano no Programa de Combate às Epidemias seriam destinados a outros editais da CAPES, suspensos devido à pandemia. Do Programa Brafitec, cooperação internacional com a França para alunos de graduação, serão aplicados R$ 18,5 milhões. Outros R$ 6,6 milhões vieram do Programa de Doutorado-Sanduíche no Exterior (PDSE) e pelo Programa Nacional de Pós-Doutorado no País (PNPD) foram aportados R$ 3 milhões.

A propósito do PNPD, o Programa está sendo reformulado para atuar em programas estratégicos de ações induzidas, como o CAPES Entre Mares e o Combate às Epidemias.

O Programa Combate às Epidemias se soma aos esforços do governo federal na contenção da disseminação do vírus pelo país. Com o investimento atual será possível preparar a comunidade científica para trabalhar em soluções para situações-limite.

Confira o edital nº 09/2020.

 

 

AGÊNCIA UFRJ DE INOVAÇÃO
Rua Hélio de Almeida, s/n - Incubadora de Empresas - Prédio 2 (2º andar)
Cidade Universitária | Ilha do Fundão | Rio de Janeiro - RJ | 21941614
agenciadeinovacao@inovacao.ufrj.br | 21 3733-1788 | 21 3733-1797

              facebook       instagram   pr2 
 
 
UFRJ Agência UFRJ de Inovação - PR2 - UFRJ
Desenvolvido por: TIC/UFRJ