"Desafios da Inovação" é uma série de vídeos desenvolvida pela Agência UFRJ de Inovação que busca contribuir com um maior entendimento sobre as questões relacionadas ao tema. Inicialmente estão sendo disponibilizados três vídeos em nosso canal no Youtube. Ao longo do próximo mês, todas as segundas-feiras serão disponibilizados novos episódios.

No primeiro episódio, empreendedores e profissionais da UFRJ e da swissnex Brazil, uma plataforma para o intercâmbio de conhecimentos e ideias relacionadas a educação, pesquisa e inovação, falam sobre os principais desafios para inovar.

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Gravado durante o workshop “Redação de Patentes”, ocorrido em fevereiro na UERJ, o segundo episódio traz dois depoimentos de alunos do PROFNIT (Mestrado Profissional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação) e um depoimento de um especialista em redação de patentes (e inventor) sobre os desafios para se inovar no país hoje.

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O terceiro episódio trata sobre a XI edição do evento Sabores e Saberes, que trouxe para debate com pesquisadores/profissionais e alunos do ensino médio e superior de diversas áreas o tema “Do campo à mesa: orgânicos, agrotóxicos e tecnologias na produção de alimentos”.

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Não deixe de se inscrever no canal da Agência para acompanhar a série.

 

 

 

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Pelo segundo ano seguido, o Prosur (Foro de Cooperação sobre Aspectos de Informação Operacional e de Propriedade Industrial) irá realizar um concurso para destacar as melhores invenções da América Latina que foram protegidas como Patente de Invenção ou Modelo de Utilidade. O anúncio foi feito em Genebra, durante a 59ª Assembleia Geral da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), que apoia a iniciativa.

As inovações que poderão participar do concurso devem encontrar-se em etapa de comercialização e/ou apresentar projeção de crescimento no âmbito internacional.

Além destes critérios, um júri de especialistas terá a missão de avaliar os projetos segundo o potencial para geração de benefícios sociais, de impacto ambiental e de benefícios econômicos. Também haverá uma pontuação adicional para a participação de uma ou mais mulheres na equipe de desenvolvimento. O prazo para inscrição no concurso vai de 30 de setembro até 29 de outubro. O INPI indicará os representantes do Brasil até o dia 8 de novembro. Os resultados finais serão divulgados no dia 22 de janeiro de 2020, por meio dos canais oficiais do Prosur.

O invento vencedor será exibido na Feira Internacional de Invenções de Genebra, que será realizada em março de 2020, organizada pela OMPI, assim como ocorreu no primeiro concurso, quando o prêmio foi para uma inovação desenvolvida na Argentina, que permite neutralizar os efeitos nocivos do rotavírus.

Para mais informações, os interessados podem acessar o edital do concurso ou escrever para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. A inscrição deverá ser feita com o preenchimento do formulário online abaixo, segundo o tipo de participante:

- Pessoa física 

- Equipe de pessoas 

- Pessoa jurídica

 

 

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Popularizar a ciência e divulgar pesquisas e experimentos desenvolvidos na UFRJ, especialmente para estudantes da Educação Básica. Essa é a principal missão da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), que ocorre entre os dias 22 e 24 de outubro, junto com a Semana de Integração Acadêmica.

Serão mais de 60 oficinas no Ginásio Verdão, no Prédio da Escola de Educação Física e Desportos, além de mais de dez oficinas no Hangar Náutico. O tema da SNCT deste ano será "Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável".

Qualquer pessoa pode participar das atividades gratuitamente, sem necessidade de inscrição. A UFRJ disponibilizou ônibus para trazer 30 escolas. No momento, há vagas abertas para a lista de espera: bit.ly/EscolasSNCTUFRJ.

Acesse a programação completa da SNCT.

 

 

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A 11ª edição do Encontro Sabores e Saberes, ocorrida entre os dias 12 e 13 de setembro e promovida pelo Instituto de Nutrição Josué de Castro (INJC) e pela Agência UFRJ de Inovação, teve como tema central em 2019, “Do campo à mesa: orgânicos, agrotóxicos e tecnologias na produção de alimentos”. O evento ocorre anualmente, desde 2009, e tem como escopo o debate sobre temas como alimentação, meio ambiente e sustentabilidade.

Aumentar a produtividade da agricultura e torná-la menos dependente de insumos químicos são alguns dos principais desafios que o setor enfrentará para tornar a produção de alimentos mais sustentável, exigindo da ciência propostas de novas tecnologias e caminhos para a conciliação entre agricultura e proteção ambiental. O Encontro ofereceu atividades pré-evento no dia 11/09: oficina culinária sobre alimentação vegetariana e visita guiada ao espaço Ocupação Verde do projeto Capim Limão, no campus Fundão.

No dia 12 de setembro, após a mesa de abertura (que contou com a presença da Assessora Especial da Pró-Reitoria de Extensão, Prof.ª Ana Inês Sousa, representando a Pró-Reitora, Prof.ª Ivana Bentes; da diretora do INJC, profa Avany Fernandes; da Coordenadora da Agência UFRJ de Inovação, Prof.ª Flávia Lima do Carmo; da representante discente e membro da rede de agroecologia da UFRJ, Marina Pellegrini; e do agricultor da feira agroecológica da UFRJ Domingos Benevides), foi iniciada a programação científica.

A mesa redonda “Agrotóxicos- aspectos técnicos e impactos sobre a saúde humana” abordou questões relacionadas às características dos agrotóxicos, os impactos sobre a saúde do agricultor e os efeitos desses produtos químicos sobre a saúde materno-infantil. Ainda no dia 12, a mesa sob o título “Relato de Experiências” revelou vivências sobre as feiras orgânicas no RJ, restaurantes orgânicos, agricultura urbana e sobre esforços para mudar a cultura de produção de alimentos pela educação.

No dia 13, a conferência “O uso da tecnologia na produção de alimentos”, tratou dos avanços da ciência na área de tecnologia alimentar e dos desafios na produção de alimentos seguros para o consumo humano. O evento contou, também, com as exposições “Tenda da Felicidade”, na qual foi apresentada aos visitantes uma simulação da produção de refrigerante para demonstrar o tipo e quantidade de açúcar e outros ingredientes utilizados; a tenda da rotulagem, que enfatizou a importância da leitura e compreensão dos rótulos de alimentos; e a oficina “Os mistérios da extração do café”, atividade do projeto de Extensão "Transgarçonne" na qual os visitantes puderam conhecer diferentes tipos de grãos de café e saborear a bebida preparada com grãos orgânicos. 

O evento teve, também, uma seção de apresentação de trabalhos, na modalidade pôster, com um total de 49 trabalhos aprovados para exposição e apresentação à comissão científica do Encontro, além de quatro trabalhos premiados com menção honrosa.

Ao Encontro Sabores e Saberes, desde sua criação, integra-se a feira agroecológica, que reúne produtores da agricultura familiar e cooperativas de artesanato produzido de forma sustentável que, habitualmente, expõem seus produtos às quintas-feiras, no prédio do Centro de Ciências da Saúde e em outros pontos da Cidade Universitária.

A equipe organizadora foi composta por docentes e alunos dos cursos de Nutrição e Gastronomia do INJC e uma aluna do curso de Ciências Biológicas, além de um representante do Sistema de Alimentação da UFRJ e de Iris Guardatti, da Agência UFRJ de Inovação.

O Sabores e Saberes foi contemplado pelo edital PROFAEX 2019/PR5, com concessão de bolsas evento, recebeu o apoio da Coordenadoria de Comunicação - COORDCOM UFRJ para a produção da identidade visual e concepção das peças de divulgação do Encontro, da Diretoria de Acessibilidade - DIRAC/UFRJ, que disponibilizou profissionais para tradução/interpretação de língua de sinais e da Pró-Reitoria de Planejamento, Desenvolvimento e Finanças/PR3.

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O professor Vicente Ferreira é o novo diretor executivo do Parque Tecnológico da UFRJ. Vicente sucede a José Carlos Pinto, que ocupou o cargo de novembro de 2015 até setembro deste ano, conduzindo o relacionamento entre as empresas instaladas no Parque, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e demais agentes promotores de inovação e empreendedorismo. 

Professor e ex-diretor do Instituto COPPEAD de Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Vicente Ferreira entende que seu principal desafio é dar continuidade à trajetória de relevância ascendente que o Parque teve nas gestões anteriores e garantir que a comunicação com os stakeholders seja a mais efetiva possível. 

“É importante garantir que o Parque continue crescendo em relevância e caminhando em direção à realização da sua visão. O Parque tem uma equipe técnica madura e dar continuidade ao desenvolvimento dessa equipe também faz parte da minha missão como gestor.  O segundo ponto importante é promover a comunicação com todos os stakeholders, de forma que consigamos agir de forma integrada e otimizada. Em resumo, cuidar para que o Parque Tecnológico seja sempre, e sobre todos os ângulos, um ambiente inspirador”, avalia Vicente.

Para o novo Diretor, o Parque Tecnológico da UFRJ é um dos canais que a Universidade Federal do Rio de Janeiro tem para entregar benefícios à sociedade. “ A Universidade existe para promover o Bem e o Parque é uma das ferramentas que a sua Administração dispõe para isto”, diz. 

Do ponto de vista pessoal, ele considera uma ótima oportunidade para sua carreira.

“Estou muito feliz em poder estar à frente desse projeto que considero de enorme relevância. Uma oportunidade ímpar para meu crescimento como gestor e também uma enorme satisfação pessoal. O Parque, além de ser para mim uma oportunidade única de aprendizado, está me proporcionando conhecer pessoas admiráveis dentro e fora da equipe. Estou muito motivado” afirma.  

Doutor em Economia, mestre, especialista e bacharel em Administração, professor do Instituto COPPEAD de Administração, onde além de ter ministrado diversas disciplinas na área de Finanças Corporativas, foi vice-diretor de Educação Executiva e Diretor do Instituto. Atualmente é coordenador dos cursos de especialização lato sensu Executive MBA e COPPEAD Finanças. Já desenvolveu pesquisas nas áreas de Avaliação de Desempenho Empresarial e Sistemas Contábeis para Tomada de Decisão Gerencial. Atualmente seus maiores interesses são relacionados ao tema de Valuation de Empresas nascentes. Experiência profissional nas áreas de compras, planejamento, controle gerencial e avaliação de desempenho empresarial em empresas multinacionais, públicas e privadas.

Sobre o Parque Tecnológico da UFRJ

O Parque Tecnológico da UFRJ é um ambiente de inovação da UFRJ que permite a interação entre a universidade – alunos e corpo técnico-acadêmico – e as empresas, transformando conhecimento em emprego e renda e oferecendo produtos e serviços inovadores para a sociedade. Inaugurado em 2003, o Parque abriga, atualmente, mais de 60 instituições. Hoje estão instalados no Parque centros de pesquisas grandes empresas nacionais e multinacionais, pequenas e médias empresas, startups e laboratórios da UFRJ.

 

 

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A UFRJ permanece no topo da lista das melhores universidades do Brasil. Segundo o Ranking Universitário Folha (RUF) 2019, divulgado nesta segunda-feira, 7/10, a UFRJ é a terceira melhor do país, atrás apenas da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que ficaram com 98,02 e 97,09 pontos, respectivamente, enquanto a Federal do Rio se classificou com 97 pontos, com apenas 0,09 ponto a menos que a segunda colocada.

O RUF 2019 avaliou 197 universidades brasileiras e usa dados nacionais e internacionais, além de duas pesquisas de opinião do Datafolha, considerando cinco critérios: pesquisa (42% do total), ensino (32%), mercado (18%), internacionalização (4%) e inovação (4%). A UFRJ caiu uma posição, em comparação com o ano passado, mas segue na liderança do ranking em inovação, além de ser a melhor entre as federais.

UFRJ em pesquisa, ensino, mercado, internacionalização e inovação

Em pesquisa, nove componentes são avaliados: total de publicações, total de citações, citações por publicação, publicações por docente, citações por professor, publicações em revistas nacionais, recursos recebidos por instituição, bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e teses. Neste quesito, a UFRJ figurou na quinta posição, com 40,54 pontos. Em primeiro lugar, ficou a USP, com 41,63 pontos.

Em ensino, quatro critérios são observados: opinião de docentes do ensino superior (pesquisa Datafolha), professores com doutorado e mestrado, professores em dedicação integral e parcial, além da nota no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Neste item, a Federal do Rio conquistou o quarto lugar, empatada com a USP, com 31,10 pontos. A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) liderou a lista, com 31,47 pontos.

No quesito mercado, o RUF 2019 considera a opinião de empregadores sobre preferências de contratação. A UFRJ figurou na quarta posição, empatada com a Universidade Presbiteriana Mackenzie, com 17,72 pontos. A USP encabeça a lista, com 18 pontos.

Em internacionalização, dois critérios são analisados: citações internacionais por docente e publicações em coautoria internacional. A UFRJ também ficou na quarta posição, com 3,78 pontos, enquanto a Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) conduz a classificação, com 3,91 pontos.

Já em inovação, a UFRJ lidera o ranking pelo segundo ano consecutivo, desta vez com 3,86 pontos. São observados o número de patentes pedidas pela instituição e a quantidade de estudos da universidade em parceria com o setor produtivo. Para a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Denise Freire, o resultado que posiciona a UFRJ em lugar de destaque neste critério tem motivo.

“A história da inovação na UFRJ confunde-se com a própria história da Universidade. Atualmente, contamos com um Parque Tecnológico – referenciado como um dos melhores do mundo –, uma incubadora de empresas, uma incubadora tecnológica de cooperativas populares, uma agência de inovação (Núcleo de Inovação Tecnológica e Social) e diversas outras microestruturas, tais como os laboratórios de pesquisa e as atividades de fomento à inovação e ao empreendedorismo hospedadas nas unidades acadêmicas e que possuem efetiva interação com o mercado e a sociedade. Essas ações refletem os elevados índices obtidos no ranking de inovação”, afirma a pró-reitora, que adianta que a Universidade seguirá na busca por aperfeiçoamento na área: “A UFRJ constituiu um comitê de inovação, com professores e funcionários especialistas nessa área, oriundos de diferentes campos do saber, com o propósito de construir a política de inovação da UFRJ em conformidade com o Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação. Iremos fomentar e organizar atividades de inovação e empreendedorismo e estimular a criação de novas estruturas dentro do ecossistema, assim como dar suporte técnico-científico às decisões da Agência de Inovação”, completa.

Protagonismo no ensino superior brasileiro

A reitora da UFRJ, Denise Carvalho, também comemorou o resultado: “A UFRJ continua entre as melhores instituições de ensino superior do país. Somos a instituição mais inovadora, o que muito nos orgulha. A UFRJ atua com excelência na transformação da sociedade brasileira, rompendo barreiras e contribuindo para diminuir a desigualdade social”, afirma. Denise, porém, destaca a vontade do aperfeiçoamento de desempenho no ranking: “Precisamos melhorar na área de ensino, pesquisa e internacionalização para retornarmos ao primeiro lugar. Vamos avançar!”, conclui.

 

Bandeira da UFRJ - foto: Marco Fernandes (Panorama UFRJ)

 

 

 

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O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançaram nova chamada pública para o programa Inova Talentos. O edital é voltado para empresas, institutos de ciência e tecnologia (ICTs), órgãos de governo e entidades do terceiro setor interessados em contar com bolsistas para projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I). Os projetos poderão ser apresentados a partir do dia 7 de outubro, no site http://www.portaldaindustria.com.br/inovatalentos.

Os projetos aprovados serão contemplados com bolsas do CNPq a serem custeadas pelas instituições proponentes. O objetivo é que graduandos e graduados, mestres e doutores, realizem atividades de PD&I nas instalações dessas instituições. Dessa forma, os interessados serão responsáveis pelo custeio do bolsista durante o período de capacitação supervisionada. Os recursos serão captados e centralizados pelo IEL/NC e repassados ao CNPq. Assim, o CNPq não disponibilizará recursos financeiros próprios na execução deste Programa.

Ao longo de três anos, a chamada permanecerá aberta em fluxo contínuo para interessados em contar com a parceria do Inova Talentos em projetos de PD&I. As empresas aprovadas receberão bolsistas selecionados e capacitados pelo IEL, que levará em conta o perfil de cada projeto no momento da escolha do talento. O programa é voltado para universitários, graduados, mestres e doutores.

Todos os detalhes constam neste edital.

 

 

 

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A Johnson & Johnson acaba de lançar um novo desafio de inovação para startups da área de saúde de toda a América Latina. O vencedor poderá contar com mentoria dos experts da J&J e uma vaga para incubação no JLabs. O desafio busca tecnologias ou soluções altamente inovadoras área da saúde que avancem os campos da pesquisa em diagnósticos, medicina personalizada, terapias digitais, cirurgia robótica, ingredientes naturais, small molecules, moléculas biológicas, terapia gênica, terapia celular, novos materiais, materais sustentáveis e microbioma.

Tais soluções devem estar aplicadas a pelo menos uma das seguintes áreas: Saúde da Pele, Proteção Solar, Acne, Dor, Alergia, Cessação do Tabagismo, Saúde da Mulher, Oncologia, Neurociência, Cardiologia, Doenças Infecciosas, Vacinas, Imunologia, Hipertensão Pulmonar, Doenças Metabólicas, Obesidade, Osteoartrite e Osteoporose.

As inscrições ocorrem até até 10 de dezembro de 2019.

Apesar de voltado para startups latinas, a empresa disponibilizou as regras e regulamentos do desafio apenas no idioma inglês. O endereço é: http://jnj.openstartups.net.

 

 

Nos dias 9, 10 e 11 de outubro, o CCS sediará o III Workshop dos Pós-doutores do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho/UFRJ. Trata-se de um evento gratuito, abrangente e multidisciplinar que abordará temas como: Importância da Universidade Pública; Impacto da Maternidade na Carreira; Violência contra a Mulher e contra as Minorias; Saúde Mental na Universidade, entre outros. Mais informações em: https://workshoppd.wixsite.com/iiiwspdibccf

 

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O Parque Tecnológico da UFRJ irá realizar no próximo dia 20 de agosto o encontro O Futuro da Inovação da UFRJ.  A ação tem como objetivo abordar a construção do futuro da Política de Inovação da UFRJ. Serão discutidos temas como o modelo implementado e as melhores práticas implementadas em instituições brasileiras.

O evento faz parte do programa Encontros no Parque e contará com a presença de Denise Freire, Pró-Reitora de Pós-graduação e Pesquisa (PR2); José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ; Juliana Crepalde, da UFMG; Patrícia Leal, da UNICAMP e Marco Krieger, da Fiocruz.

O encontro será realizado no auditório do Parque Tecnológico da UFRJ, das 10h às 13h.

Inscrições aqui.

 

 

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XI Encontro Acadêmico de Propriedade Intelectual, Inovação e Desenvolvimento (ENAPID) será realizado de 03 a 05 de setembro no Rio de Janeiro, na sede do Instituto Militar de Engenharia (IME). O tema será "Propriedade Intelectual, Geração de Negócios e Ambientes de Inovação".

Um dia antes do evento, em 2 de setembro, no mesmo local, acontecerá o II Encontro de Grupos de Pesquisa em PI das Instituições de Ensino Superior do Rio de Janeiro (II GPPI-RJ). A inscrição para o ENAPID dá direito à participação neste evento.

A organização do XI ENAPID está a cargo da Academia do INPI, em conjunto com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), contando com o apoio do IME e do Escritório Dinamarquês de Marcas e Patentes (DKPTO).

Confira a página do XI ENAPID.

Conheça a programação do evento.

 

 

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O mês de julho foi marcado por renovações estruturais na Agência UFRJ de Inovação. Desde o dia 11, conforme a portaria 7045, a direção do setor passou a ficar a cargo da professora Flávia Lima do Carmo. Esta é a primeira vez, desde sua criação, em outubro de 2007, que a Agência passa a contar com um docente da UFRJ em sua direção.

Mestre e doutora em Biotecnologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Flávia é professora adjunta do Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes, e membro da Câmara Técnica de Ética em Pesquisa, unidade da Pró-reitoria de Pós-graduação e Pesquisa (PR-2), onde está envolvida nas discussões relativas à Biodiversidade e Acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado.

Sua trajetória na Universidade também é marcada pelos esforços para a implementação do ponto focal do Mestrado Profissional em Rede Nacional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação (PROFNIT), tanto como professora permanente quanto como coordenadora.

Por sua vez, sua atuação na Agência UFRJ de Inovação teve início em 2014, sendo que já no ano seguinte, assumiu o cargo de coordenadora adjunta do setor. Flávia enfatizou a importância de um ambiente de inovação dentro da universidade que seja efetivamente voltado ao desenvolvimento socioeconômico. Em suas palavras, "é necessário criar um ecossistema de inovação na UFRJ, isto é, um ambiente interligado que favoreça a relação da universidade com os demais atores deste ecossistema com intuito de fomentar o desenvolvimento econômico e social".

 

 

 

 

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O HackaTruck MakerSpace é um projeto de capacitação profissional no formato de um laboratório móvel itinerante financiado pela IBM Brasil e pela Flextronics Internacional, por meio da Lei de Informática, em parceria com o Instituto de Pesquisas Eldorado, e em colaboração com a Apple, destinado a estudantes universitários de qualquer área que se interessam por programação, desenvolvimento de aplicativos e Internet das Coisas (IoT, sigla em inglês para Internet of Things). A Universidade Federal do Rio de Janeiro é uma das instituições de ensino parceiras do projeto. As atividades para alunos de seus cursos têm início este mês e vão até 25 de outubro.

A seletiva para participar do projeto abriu as inscrições no começo de agosto, incluindo um curso à distância (EAD) gratuito, com certificado de participação, que acontecerá entre os dias 13 de agosto e 15 de setembro. Os alunos selecionados terão aulas presenciais no laboratório móvel, entre 23 de setembro e 25 de outubro, no campus do Fundão. Ao final, os participantes receberão um certificado de 100 horas-aulas. 

As atividades de capacitação têm como principal objetivo estimular os alunos a buscarem soluções através da linguagem de programação Swift, incorporadas a práticas de Cloud Services, Serviços Cognitivos e Internet das Coisas (IoT), e a desenvolverem protótipos de aplicativos relacionados a um dos sete temas de grande importância para a sociedade: saúde, educação, indústria 4.0, varejo, segurança, mobilidade urbana e sustentabilidade. 

No dia 13, a IBM fará uma série de palestras destinada aos alunos interessados em obter mais informações e esclarecer eventuais dúvidas sobre o projeto, de 8h até 19h, no Auditório André Rebouças (CT-D220). As inscrições podem ser feitas através do link a seguir: www.poli.ufrj.br/hackatruck-alunosufrj.

Mais informações: www.hackatruck.com.br

Serviço:

Palestras de divulgação do projeto: 13/08 às 8:00; 10:00; 13:00, 15:00, 17:00 e 19:00 – auditório André Rebouças (CT-D220);

Período de inscrições: 01/08 a 12/09 - Inserir o seguinte promocode no site oficial: UFRJ19HTMS;

Período do curso à distância (EAD): 13/08 a 15/09;

Período do curso presencial (caminhão): 23/09 a 25/10; turma manhã (8:00-12:00), turma tarde (13:00-17:00).

Site oficial para inscrição: www.hackatruck.com.br

Inscrição para a palestra de abertura: www.poli.ufrj.br/hackatruck-alunosufrj

 

 

Em 15 de agosto, a advogada da Agência UFRJ de Inovação, Gabriela Santos, apresentará uma palestra que terá como tema os "Aspectos jurídicos da integração academia-empresa". O evento ocorrerá às 12h no auditório Hélio Fraga, no segundo andar do bloco K do CCS.

 

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Os servidores da UFRJ interessados em aprender mais sobre a temática da Inovação poderão realizar o curso de capacitação "Inovação e Empreendedorismo Universitário". As aulas serão realizadas no período de 04/09 a 23/10 e deverão ser ministradas no CCS, às quartas-feiras, das 13h às 17h. Serão oferecidas 20 vagas e as inscrições ficam abertas até 03/09.

Segue o conteúdo programático:

- Introdução à inovação: conceitos, definições e modelos;
- Aspectos legais da inovação e empreendedorismo no Brasil;
- Inovação e e empreendedorismo no Estado do Rio de Janeiro;
- Fundamentos de propriedade intelectual;
- Fundamentos de empreendedorismo, spin-offs e startups;
- Empreendedorismo social;
- Relacionamento com a iniciativa privada e captação de recursos;
- Difusão de inovação e empreendedorismo na UFRJ.

Mais detalhes aqui.

 

 

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Projeto tem como objetivo o desenvolvimento de pesquisas sobre mudanças climáticas e questões relacionadas ao Oceano Atlântico. Evento também marcará lançamento de programa Living Lab, do Parque Tecnológico da UFRJ

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), por meio do Parque Tecnológico da UFRJ e do Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia (LAMCE) da COPPE/ UFRJ, inaugura no próximo dia 9 de agosto o AIR Centre – Rio de Janeiro, projeto que tem como objetivo promover novos conhecimentos sobre mudanças climáticas e questões relacionadas ao Atlântico, conectando tecnologias de águas profundas a tecnologias espaciais por meio da cooperação global. A inauguração acontecerá a partir das 9h, no auditório do Parque Tecnológico da UFRJ, e contará também com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, Manuel Heitor, e da Reitora da UFRJ, Denise Pires.

A implementação da parceria foi conduzida pelo Parque Tecnológico da UFRJ e pelo Laboratório de Métodos Computacionais em Engenharia da COPPE / UFRJ, trazendo para a UFRJ a instalação de uma unidade de referência do AIR Centre. O objetivo do programa é identificar áreas de interesse científico e tecnológico mútuo que abordem as prioridades regionais e os desafios globais. A agenda científica do AIR Centre também está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. A iniciativa contribuirá para transformar o Parque, com o suporte do LAMCE, em um living lab (laboratório vivo) para a criação e demonstração de soluções inovadoras para o Oceano Atlântico.

Para José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, a inauguração do AIR Centre – Rio de Janeiro é uma iniciativa extremamente relevante, pois ela concretiza a estratégia da Universidade e do Parque de desenvolvimento de parcerias internacionais. “Esta inauguração realiza a estratégia de participarmos de forma plena e intensa em todas as atividades de pesquisa relacionadas ao Oceano Atlântico. Essas atividades são muito relevantes para a UFRJ porque a universidade abriga laboratórios de pesquisa de excelência nas áreas relacionadas ao estudo dos oceanos, à engenharia naval, às telecomunicações, dentre muitas outras, que podem ser associadas futuramente ao projeto. Além disso, a inauguração cristaliza uma rede de intercomunicações da UFRJ com o resto do mundo. Estamos muito contentes com a oportunidade de inaugurar o escritório do AIR Centre no Rio de Janeiro, no Parque Tecnológico, e convidar as empresas e a Universidade a colaborarem com esse projeto”, afirma.

Para Luiz Landau, diretor do LAMCE, a iniciativa é muito importante para que a UFRJ possa contribuir efetivamente com o desenvolvimento sustentável do ecossistema marinho. “O AIR Centre - Rio de Janeiro é uma iniciativa espetacular, sendo uma rede mundial para compartilhar conhecimento científico e tecnológico para responder aos desafios em torno do Oceano Atlântico, com foco na Agenda da ONU 2030. Será um enorme incremento para que a UFRJ possa efetivamente contribuir na busca de um desenvolvimento sustentável para o ecossistema marinho que nos banha e principalmente para as pessoas”, diz Landau.

Evento também marcará lançamento de programa Living Lab, do Parque Tecnológico da UFRJ.

Na ocasião, também será apresentado o Programa Living Lab Rio, do Parque Tecnológico. O Living Lab Rio é um laboratório urbano aberto, voltado para aplicação, uso e estudo de soluções inovadoras que contribuem para tornar as cidades mais inclusivas, seguras e sustentáveis.  Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e concebido em parceria com a Prefeitura e com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, o programa busca implementar soluções inovadoras para o desenvolvimento urbano da cidade do Rio de Janeiro. O objetivo é avaliar técnica e economicamente os impactos observados e possibilitar que seja replicado nas demais cidades do país.

Sobre o AIR Centre

Com sede física nos Açores (Portugal), o AIR Centre é um projeto que congrega governos, universidades, centros de investigação e empresas internacionais. Os países fundadores são Portugal, Espanha, Brasil, Angola, Cabo Verde, Nigéria, Uruguai, São Tomé e Príncipe, juntamente com o governo regional dos Açores. São ainda observadores, nesta fase, o Reino Unido e a África do Sul. O AIR Centre vai reunir cientistas e pesquisadores de diversos países, incluindo o Brasil, para desenvolver estudos sobre clima, biodiversidade, correntes marinhas e outros aspectos do oceano, que possam ser usados com o objetivo de gerar desenvolvimento econômico.

 

 

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Em julho, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial deferiu mais um pedido de patente de modelo de utilidade da Universidade. Trata-se do Sistema de embalagens para acondicionamento de frutas in natura, desenvolvido através de uma parceria de pesquisadores do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da UFRJ.

Os esforços conjuntos entre as três instituições culminaram com o desenvolvimento de um sistema de embalagens para frutas e hortaliças desenhado de modo a acomodar e proteger anatomicamente vegetais como manga, mamão, caqui, morango e palmito, entre outros. Resultantes de um processo de escaneamento 3D que determina a melhor forma de armazenar estes alimentos, as embalagens são compostas por uma bandeja reciclável de geometrias variadas, e uma base articulada e retornável que se dobra e arma com um simples movimento, o que reduz o tempo de montagem. Além disso, seus formatos são compatíveis com os pallets utilizados tanto no Brasil quanto na Europa, viabilizando a sua utilização tanto no mercado doméstico quanto nos países que importam estes produtos do Brasil.

 A iniciativa visa principalmente a solucionar parte do desperdício de alimentos que acontece por questões de inadequação e ineficiência logística. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), aproximadamente 40% dos vegetais produzidos em todo o mundo para a alimentação acabam não chegando ao prato do consumidor final por conta de sua deterioração. Curiosamente, esta porcentagem é observada tanto em países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento. A diferença é que nos primeiros o desperdício ocorre durante a fase de comercialização, enquanto nos países em desenvolvimento isso acontece durante os processos de transporte e armazenamento. Esse dado alarmante pode ser atribuído, em grande parte, à utilização de embalagens inadequadas. Daí a importância deste produto inovador.

Não é à toa que as embalagens obtiveram reconhecimento nacional, ganhando o Prêmio Brasil Design Award 2013 na categoria Embalagens para Alimentos. Internacionalmente, a condecoração veio através do International Forum Design Award, um dos mais prestigiados prêmios de excelência em desenho industrial. O projeto resultou também em 39 depósitos de patentes, sendo dois pedidos de patente de invenção, três pedidos de modelo de utilidade e 34 registros de desenho industrial junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

Este vídeo produzido pela Embrapa, bem como este documento trazem mais detalhes sobre as embalagens.

 

 

 

laboratorio de desenvolvimento e otimizacao de processos organicos

A Agência UFRJ de Inovação anuncia abertura de edital de licenciamento de patentes na área de Biotecnologia. O objetivo é selecionar empresas ou grupos interessados em explorar comercialmente criações protegidas. A oferta é feita com base na legislação que regulamenta a transferência de tecnologia no Brasil (Leis n° 8.666/93, 10.973/2004, 13.243/2016 e Decreto n° 9.283/2018).

Nesse certame, dois objetos registrados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) serão licenciados: Método de Promoção do Aumento Exacerbado da Biomassa Vegetal e Método para Promover um Aumento da Biomassa e Produtividade Vegetal e da Tolerância à Seca. Ambos foram desenvolvidos pelo Laboratório de Biologia Molecular de Plantas (LBMP), vinculado ao Instituto de Bioquímica Médica (IBQM) da UFRJ.

O LBMP tem como objetivo geral de suas pesquisas a identificação de mecanismos de controle que integram a regulação do ciclo celular com sinais ambientais endógenos e exógenos. Uma dessas pesquisas, iniciada há 25 anos, culminou na identificação de dois reguladores do ciclo celular – AIP10 e APC7 – que, quando têm sua expressão modificada, aceleram o crescimento de plantas, produzem maior biomassa vegetal e mais sementes. Os resultados também mostram que as plantas modificadas adquirem maior tolerância a estresses ambientais, como seca e doenças.

O edital fica aberto até 21 de agosto e está disponível e pode ser baixado aqui. Já os anexos podem descarregados aqui: arquivo 1; arquivo 2. Mais informações sobre o processo de seleção podem ser obtidas diretamente na Agência UFRJ de Inovação, situada à Rua Hélio de Almeida, s/n°, Incubadora de Empresas, prédio 2, sala 29. Telefones: (21) 3733-1793 e (21) 3733-1797.

 

 

Producao de enzimas por fermentacao em estado solido de residuo agroindustrial

A Agência UFRJ de Inovação está com mais uma tecnologia disponível para licenciamento. Trata-se da "Produção de enzimas por fermentação em estado sólido de resíduo agroindustrial". A oportunidade é voltada para empresas interessadas em fazer uso da mesma no setor produtivo. Os interessados em maiores informações devem entrar em contato com a Agência UFRJ de Inovação.

A tecnologia consiste num novo processo de produção de peptidases por fermentação em estado sólido utilizando resíduos agroindustriais como substrato. O processo inclui a produção de peptidases e uma etapa otimizada de extração dessas enzimas com o uso de surfactantes. As enzimas produzidas podem ser aplicadas nas mais diversas áreas de interesse, em especial na formulação de detergentes.

Desafios e objetivos

No Brasil, 86% das enzimas utilizadas são importadas. Nossa produção industrial de enzimas é limitada, principalmente, devido aos custos dos substratos utilizados. Avalia-se que cerca de 40% do custo na produção de enzimas é referente ao substrato. Considerando a importância crescente da tecnologia enzimática, o país pode se tornar ainda mais dependente da importação de enzimas nos próximos anos, gerando prejuízos à sua balança comercial. O Brasil possui uma grande produção agroindustrial que gera toneladas de resíduos e coprodutos agroindustriais ricos em nutrientes. A fermentação em estado sólido permite o uso de resíduos agroindustriais como substrato para produção de enzimas, sendo uma alternativa para diminuir a dependência internacional e os custos de produção.

Solução

Através desse processo é possível reduzir o custo da produção das enzimas, já que o substrato utilizado é um resíduo ou coproduto agroindustrial de baixo custo. Além disso, há uma diminuição dos problemas de disposição desses resíduos na natureza, empregando-os em novos processos industriais. Por fim, novos processos de produção de enzimas podem levar à descoberta de enzimas com diferentes características e novos potenciais de aplicação.

 

 

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A Galeria Curto Circuito de Arte Pública, do Parque Tecnológico da UFRJ, é um dos dez projetos finalistas do prêmio Inspiring Solutions, da Associação Internacional de Parques Tecnológicos e Áreas de Inovação (IASP).

A Galeria é um projeto do Parque em parceria com a Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro e vem transformando o Parque em um laboratório vivo para a experimentação da arte unindo tecnologia e inovação. Criada em 2017, já expos 58 trabalhos e intervenções urbanísticas de mais de 200 artistas convidados, alunos e professores da universidade. “Nossa ideia é unir pensamento científico e pensamento criativo, fazendo com que tecnologia e arte andem de mãos dadas. A gente acredita que um Parque Tecnológico é também um local de encontros e conexões e queremos que este seja ambiente inspirador”, diz José Carlos Pinto, diretor executivo do Parque. O objetivo do Parque, ao espalhar arte por suas ruas e fachadas de forma gratuita e aberta ao público, é também aproximar a ciência da sociedade.

Mais informações sobre a Galeria estão no site www.parque.ufrj.br  e no vídeo https://www.youtube.com/watch?v=EbNDFA9YygE&t=19s

O Programa de Soluções Inspiradoras da IASP é uma iniciativa que tem como objetivo o compartilhamento de conhecimento, ideias, soluções e projetos inovadores no mundo dos parques científicos e áreas de inovação.

Conheça aqui todos os 10 finalistas.

 

 

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Até o dia 2 de agosto, o INPI estará com inscrições abertas para o Curso Geral de Propriedade Intelectual à Distância (DL 101P BR). Este curso abrange os aspectos fundamentais de propriedade intelectual, incluindo a legislação e estudos de caso brasileiros. O conteúdo nacional foi desenvolvido por especialistas do INPI. Os temas apresentados são: direitos autorais, patentes, marcas, indicações geográficas, desenhos industriais, proteção de novas variedades vegetais/cultivares, concorrência desleal, informação tecnológica, contratos de tecnologia e tratados internacionais.

Link para inscrições: https://bit.ly/2pdo7Aq

Mais informações:  https://bit.ly/2JoWrS9

 

 

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Apoiado pela Agência UFRJ de Inovação, o projeto Alunos Contadores de Histórias é uma ação realizada pelo Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, que relaciona a atividade de humanização da saúde com os conceitos de Inovação Social. A cada semestre, esse projeto de extensão universitária capacita uma nova turma de alunos. Munidos de jalecos coloridos e sacolas repletas de livros infantis, eles dedicam duas horas semanais ao projeto, doando e recebendo sorrisos ao contar histórias infantis para as crianças atendidas no IPPMG, Instituto de Pediatria da UFRJ, localizado na Ilha do Fundão. Desde 2008 o projeto incentiva o hábito da leitura e ajuda a amenizar o sofrimento das crianças e adolescentes no ambiente hospitalar.

Os interessados em fazer parte desta história devem ler o edital de inscrição onde é possível encontrar mais informações sobre o projeto, esclarecimentos acerca do funcionamento do processo seletivo para a turma de 2019.2 e o intuito da Palestra de Apresentação do projeto. As inscrições se encerram em 30/07. Mais informações através do email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

Obtencao de microesferas de poliacetato de vinila PVAC radioiodadas para uso em radioembolizaca

A Agência UFRJ de Inovação está com mais uma tecnologia disponível para licenciamento. Trata-se da "Obtenção de microesferas de poliacetato de vinila (PVAC) radioiodadas para uso em radioembolização SPECT". A oportunidade é voltada para empresas interessadas em fazer uso da mesma no setor produtivo. Os interessados em maiores informações devem entrar em contato com a Agência UFRJ de Inovação.

A invenção apresenta uma metodologia de inserção do radioisótopo iodo 123 em micropartículas poliméricas usadas como agentes de embolização. O material radioiodado permite a obtenção de imagens com a técnica SPECT, que apresentam alta resolução e assim melhoram a eficácia do procedimento de embolização. A embolização consiste em promover a oclusão de vasos sanguíneos alimentadores de tumores para causar sua morte por desnutrição. Miomas uterinos, por exemplo, são tratados por embolização.

Desafios e objetivo

Atualmente, técnicas de obtenção de imagens que utilizam raios-X são utilizadas para monitorar a distribuição do agente de embolização em vasos sanguíneos. No entanto, para efetivamente localizar estas partículas durante a inserção das mesmas com auxílio de cateter, é necessário realizar exames patológicos, o que demanda mais tempo e custo, além de gerar maior desconforto ao paciente. Dessa forma, a tecnologia tem como objetivo obter um agente de embolização que forneça imagens de qualidade superior à atual, tornando o procedimento de embolização mais eficaz, seguro e confortável.

Solução

A radioiodação do ácido salicílico e subsequente polimerização do produto radioiodado com acetato de vinila fornece microesferas poliméricas radiomarcadas que podem ser usadas como agente de embolização. A presença do iodo 123 possibilita o uso da técnica SPECT, que fornece imagens de alta resolução quando comparadas às imagens obtidas com as técnicas de fluorescência de raios-X, angiografia e tomografia computadorizada. Dessa forma, a tecnologia agrega valor ao procedimento de embolização.

 

 

Sintese de nanoparticulas de prata utilizando o extrato da folha de goiabeira

A Agência UFRJ de Inovação está com mais uma tecnologia disponível para licenciamento. Trata-se da "Síntese de nanopartículas de prata utilizando o extrato da folha de goiabeira". A oportunidade é voltada para empresas interessadas em fazer uso da mesma no setor produtivo. Os interessados em maiores informações devem entrar em contato com a Agência UFRJ de Inovação.

Resumo

A invenção consiste num processo de síntese de nanopartículas de prata que ocorre a partir do extrato da folha de Psidium guajava L. (goiabeira) com o uso de nitrato de prata. O processo possui características singulares de sustentabilidade, baixo custo, elevada eficiência e é considerado um procedimento tecnológico limpo por ser amigável ao meio ambiente. As nanopartículas de prata são utilizadas para diversos fins tecnológicos e a presente invenção é qualificada para estes propósitos bem como diversas possíveis inovações tecnológicas.

Desafios e Objetivos

O Brasil é o maior produtor de goiabas vermelhas do mundo e na agricultura há necessidade de poda das árvores para a manutenção dos cultivos e rendimentos frutíferos, tornando a folha da planta um rejeito do agronegócio que pode ser utilizado, a baixo custo, para a síntese dasnanopartículas. As aplicações desta tecnologia abrangem desde a nanoeletrônica até as indústrias de tintas, têxteis, alimentícias, dentre outras relacionadas aos bens intermediários e bens de consumo.

Solução

O processo de síntese de nanopartículas em escala comercial geralmente ocorre através do uso de rotas químicas que utilizam solventes tóxicos ou biorreatores de alto custo, tornando a presente invenção uma rota alternativa interessante para o mercado. Além disso, as nanopartículas de prata também são capazes de serem antimicrobianas contra patógenos multirresistentes e estabelecem-se, assim, como uma tecnologia fundamental no combate à disseminação e proliferação de micro-organismos causadores de infecções.

 

 

saboresesaberes2019Em 2019 o Encontro Sabores e Saberes comemorará sua 11ª edição. O evento foi lançado em 2009 e, desde então, faz parte do calendário de eventos da UFRJ. Neste ano o tema central será “Do campo à mesa: orgânicos, agrotóxicos e tecnologias na produção de alimentos”. Ele ocorre nos dias 12 e 13 de setembro no Auditório do Bloco N, CCS UFRJ.

A recente aprovação em massa de novos defensivos agrícolas vem reacendendo a polêmica em torno do uso desses produtos na lavoura e seus impactos sobre a saúde e o meio ambiente. Deste modo, o evento pretende promover um ambiente para reflexão sobre os assuntos a serem abordados, apresentando argumentos a favor e contra as distintas formas de produção de alimentos de modo a contribuir com a formação de opinião crítica sobre a temática abordada.

A programação do evento incluirá debates científicos, apresentação de trabalhos, a participação da feira agroecológica da UFRJ. Haverá também um pré-evento oferecendo visita guiada ao espaço agroecológico no campus Fundão e uma oficina culinária. Os interessados em submeter trabalhos podem fazê-lo até o dia 26 de julho.

O Encontro é uma realização do Instituto de Nutrição Josué de Castro e da Agência UFRJ de Inovação, com o apoio do Sistema de Alimentação da UFRJ.

Incrições e maiores detalhes através deste link.

 

 

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