SOBRE A AGÊNCIA

agenciaCriada em 2001, a antiga Coordenação de Atividades de Propriedade Intelectual (Capi) foi um primeiro esforço para gerenciar os pedidos de patentes da UFRJ, até então realizados de maneira independente por setores isolados da universidade. Em 2004, a Capi mudou de nome e transformou-se na Divisão de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia (DPITT). No mesmo ano, era promulgada a Lei de Inovação, estabelecendo que toda Instituição de Ciência e Tecnologia deveria ter um Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT). Finalmente, em outubro de 2007, a Agência UFRJ de Inovação foi criada a partir de uma portaria emitida pela Reitoria da UFRJ para desempenhar o papel de NIT da universidade.

Vinculada à Pró-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR2), a Agência UFRJ de Inovação é uma iniciativa voltada para a aplicação e difusão dos múltiplos aspectos da Inovação dentro da UFRJ, ficando responsável pelas atividades de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia. Entre as atribuições da Agência estão a difusão da Inovação em toda a universidade, o gerenciamento dos processos de proteção do conhecimento oriundos de pesquisas acadêmicas, a organização de processos de licenciamento de tecnologias, e a articulação de parcerias entre empresas e a UFRJ de modo que o conhecimento produzido na instituição possa, de fato, chegar à sociedade. Também é atribuição da Agência articular projetos inovadores nas áreas de Empreendedorismo e Inovação Social, promovendo convergências que mostram que a Inovação pode acontecer em qualquer área de atuação, e não apenas quando se fala em tecnologia de ponta.

 

PROPRIEDADE INTELECTUAL: O gerenciamento dos pedidos de patentes é uma das atividades mais importantes da Agência. Além de impedir o uso não autorizado da invenção, patentear um novo produto ou processo incentiva a divulgação de resultados de pesquisas na fronteira do conhecimento. Depois de um ano e meio, o órgão responsável pelos depósitos de patentes divulga todos os resultados, o que garante que outros cientistas possam acessar o conteúdo e dar prosseguimento às pesquisas na área. Cerca de 70% do conteúdo dos bancos de patentes está disponível somente nessas publicações. Nem toda pesquisa realizada na Universidade justifica o patenteamento, porém quando a invenção tem um potencial de mercado, é fundamental que se realize a proteção da propriedade intelectual. A Agência conta com uma equipe técnica especializada, responsável pelos depósitos de patentes e outros tipos de proteção intelectual. Saiba mais sobre propriedade industrial aqui.

 

TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA: Transferir tecnologias é o objetivo final de grande parte das ações da Agência UFRJ de Inovação, principalmente as relacionadas à proteção do conhecimento. É por meio de mecanismos de TT (licenciamentos, contratos de parcerias etc.) que a Agência contribui para que os produtos e processos pesquisados na Universidade cheguem de fato à sociedade. Por meio de catálogos com as principais informações e vantagens de cada produto, a Agência busca os parceiros mais adequados para desenvolver ou licenciar cada produto ou processo.

 

COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DA INOVAÇÃO (CDCI)

“A inovação tem sido uma meta de diferentes tipos de organizações, assim, em cada realidade, aspectos devem ser observados a fim de fomentá-la ou eliminar as barreiras que podem dificultá-la. Trata-se de um construto complexo, com diferentes concepções, dimensões e contextos de aplicação que, por conseqüência, é compreendido sob diferentes abordagens teóricas em vários campos do conhecimento, ramos de atividade e setores industriais”. (M. de F. Bruno-Faria, M. V. de Araujo Fonseca, 2014)¹

A Coordenação de Desenvolvimento da Cultura da Inovação – CDCI - é o setor da Agência UFRJ de Inovação que se dedica a fomentar ambientes que promovam a reflexão crítica e a experimentação, como exercícios práticos e constantes em torno da temática da inovação.

Em essência, o trabalho da Agência neste setor, se dá na forma de articulação entre os atores envolvidos em torno de uma ideia ou projeto. Esta articulação ganha distintas formas de atuação, uma vez que se adequa a cada empreendimento apoiado, alterando, assim, o tipo de papel exercido. Ora direcionando os caminhos institucionais a seguir. Ora contribuindo no planejamento de um projeto já existente. Ora auxiliando no desenvolvimento de ideias em construção.

 

EQUIPE DA AGÊNCIA

COORDENAÇÃO
Flávia Lima do Carmo

ADMINISTRATIVO
Alexandre Cruz de Moura
Cintia da Silva Cavalcante
Marlúcia dos Santos Cavalcante de Alencar Pinto

AGENTES DE INOVAÇÃO
Giselle Barbosa Godinho
Marcela Mariana de Almeida Ribeiro
Sabrina Dias

COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO DA CULTURA DA INOVAÇÃO (CDCI)
Paulo Reis
Frederico Reis
Sandra Korman Dib

COMUNICAÇÃO
Julio Longo

DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA E ATIVIDADES CULTURAIS
Raphael da Silva Cavalcante

JURÍDICO
Gabriela da Silva Santos

 

 


 

AGÊNCIA UFRJ DE INOVAÇÃO
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