Aditivos biocidas para tintas anti incrustantes

 

A incrustação biológica constitui um dos maiores problemas encontrados pelo homem em suas atividades no mar. Seu aparecimento provoca danos nas estruturas submersas das embarcações e causa prejuízos econômicos uma vez que eleva o seu consumo de combustível. É fácil entender o motivo: a incrustação torna irregular a superfície dos cascos dos navios, o que aumenta o arrasto e, por sua vez, reduz as velocidades que podem ser alcançadas.

Deste modo, a necessidade de proteger das incrustações os cascos dos barcos existe desde que o homem começou a utilizá-los como meio de transporte para percorrer longas distâncias. Periodicamente essas embarcações tinham que ser varadas e tombadas de modo que seus fundos pudessem ser raspados para que fosse então removido este acúmulo de cracas, permitindo assim a manutenção normal de uma velocidade comercial aceitável.

A necessidade de realizar viagens em menos tempo e de otimizar os gastos com combustível fez com que não demorassem a aparecer os primeiros produtos anti-incrustantes navais. Inicialmente fazia-se uso de compostos de substâncias naturais como cera, piche e betume para revestir os cascos de madeira dos navios. Depois o cobre também passou a ser utilizado. Registros históricos indicam que foram os fenícios e os cartagineses os primeiros povos a utilizarem o metal para este propósito.

No século XIX, surgiram as primeiras tintas voltadas especificamente a este fim, baseadas na ideia de dispersão de uma substância tóxica potente em um aglutinante polimérico. Nesta mesma época, o óxido cuproso passou a ser utilizado como biocida em tintas anti-incrustantes. No entanto, as tintas à base de cobre se tornavam ineficientes em pouco tempo, o que gerou uma demanda por biocidas mais efetivos.

Na década de 1960, foi desenvolvida a primeira tinta incorporando um composto organoestânico como biocida. Devido a sua grande eficácia como agente anti-incrustante, o uso dessas tintas aumentou drasticamente nas décadas seguintes. Contudo, no início dos anos 80 começaram a surgir os primeiros indícios de contaminação do ambiente marinho por tais compostos. A partir de então, as preocupações quanto ao uso de produtos contendo este tipo de biocidas levaram alguns países a restringirem sua comercialização, resultando no banimento completo, em escala global, em janeiro de 2008.

Por conta disso, desde então, o desenvolvimento de sistemas anti-incrustantes que causem baixo impacto ambiental tem sido uma meta perseguida por vários grupos de pesquisa.

 

Nova tecnologia desenvolvida pela UFRJ

Com o intuito de desenvolver uma alternativa comercial viável e que cause baixo impacto ecológico, um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro desenvolveu a tecnologia “Síntese de 1-O-alquilgliceróis naturais: potenciais aditivos biocidas para serem usados em tintas anti-incrustantes”. Ela já se encontra protegida por um pedido de patente realizado pela Agência UFRJ de Inovação junto ao INPI e atualmente está disponível para licenciamento. Os interessados em obter mais informações devem contactar a Agência. Seguem as informações técnicas sobre a nova tecnologia:

RESUMO: A invenção descreve a síntese de compostos 1-O-alquilgliceróis, potenciais biocidas no combate à bioincrustação marinha, especificamente os álcoois quimílico, batílico e selaquílico. A estratégia sintética pode ser realizada empregando-se reações independentes ou reações sequenciais em um único recipiente, denominadas “reações em um único pote”. A tecnologia utiliza como matéria-prima a epicloridrina, um produto de baixo custo industrial, fator que torna sua reprodução em larga escala mais viável e compromete-se com a reprodutibilidade, redução no número de etapas, e condições que proporcionem práticas tecnológicas de menor impacto ambiental.

DESAFIOS E OBJETIVO: A bioincrustação marinha afeta vários serviços desenvolvidos em alto-mar, pois, diversas superfícies podem servir de substrato para a adesão de organismos aquáticos e assim danificar essas estruturas. Em embarcações, a acumulação de organismos marinhos em sua superfície pode gerar alto consumo de energia/combustível, e consequentemente diminuir a velocidade operacional destes. Uma solução para esta problemática tem sido o uso de tintas anti-incrustantes com aditivos biocidas na prevenção e controle do processo de bioincrustação em cascos de navios, plataformas e estruturas submersas.

SOLUÇÃO: Alguns efeitos benéficos relacionados aos 1-O-alquilgliceróis já estão descritos na literatura, além disso, experimentos desenvolvidos com o objetivo de avaliar as atividades biológicas dos 1-O-alquilgliceróis sugerem que eles podem ser incorporados em fosfolipídios de membranas celulares, causar modificações em suas propriedades físicas, e assim impedir a formação da bioincrustação em sua forma consolidada.

TITULAR DO PEDIDO: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

INVENTORES: Claudio Cerqueira Lopes; Rosangela Sabbatini Capella Lopes; Thiana Santiago Nascimento

NÚMERO DO PEDIDO: BR1020200122100

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Complexo de inclusao no tratamento de leishmaniose

 

É possível que muitos brasileiros que possuam cães em casa e se preocupem com seus animais de estimação já tenham em algum momento ouvido falar sobre os perigos da leishmaniose. Infelizmente também é provável que nem todos saibam sobre os reais perigos que esta doença - ou grupo de doenças - pode representar não só para os bichos mas também para os humanos.

Ao contrário de enfermidades mais conhecidas, sua causa não é um vírus nem uma bactéria, mas protozoários do gênero leishmania. Sua transmissão ocorre por meio da picada do inseto popularmente conhecido como mosquito-palha, sendo que suas manifestações variam de lesões ulceradas simples e autolimitadas na pele até uma doença visceral com manifestações graves.

No caso da leishmaniose cutânea, os sintomas podem variar segundo o tipo de parasita transmitido pela picada do mosquito e as condições imunológicas da pessoa. O primeiro sinal costuma ser uma única ou várias lesões, quase sempre indolores na pele. Inicialmente, são feridas pequenas, com fundo granuloso e purulento, e bordas avermelhadas, que vão aumentando de tamanho e demoram para cicatrizar. Também podem ocorrer metástases nas mucosas da nasofaringe que destroem a cartilagem do nariz e do palato provocando deformações graves. Ainda mais perigosa, a leishmaniose visceral, por sua vez, é uma zoonose de evolução crônica, com acometimento sistêmico e que, se não tratada, pode levar a óbito até 90% dos casos.

É importante ressaltar que a leishmaniose não é uma doença contagiosa nem se transmite diretamente de uma pessoa para outra, nem de um animal para outro, nem dos animais para as pessoas. A transmissão do parasita ocorre apenas através da picada do mosquito fêmea infectado, de modo que o principal método de combate à doença são os cuidados para evitar a proliferação do transmissor. Ou seja, os mesmos métodos sanitários e de higiene empregados no combate ao Aedes aegypti (vetor da dengue, zika, chikungunya e febre amarela).

 

Nova terapia desenvolvida pela UFRJ

Com o intuito de desenvolver uma nova proposta terapêutica para o tratamento da leishmaniose a ser empregado na área humana e veterinária, um grupo composto por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Instituto de Tecnologia e Pesquisa, da Universidade de Sorocaba, da Universidade Federal da Paraíba e da Universidade Tiradentes somou esforços e desenvolveu a tecnologia “Processo de preparação de um complexo de inclusão no tratamento da leishmaniose”. A tecnologia já se encontra protegida por um pedido de patente realizado pela Agência UFRJ de Inovação junto ao INPI e atualmente está disponível para licenciamento. Os interessados em obter mais informações devem contactar a Agência.

Seguem as informações técnicas sobre a nova tecnologia:

RESUMO: Trata-se de um processo de obtenção de um complexo de inclusão obtido a partir do polímero β-ciclodextrina incorporando o composto fenólico cafeato de isopentila visando à atividade anti-leishmania frente a duas diferentes formas de leishmaniose (visceral e tegumentar). A formulação proposta melhora as características biofarmacêuticas do ativo e favorece a liberação controlada. O processo e produto desenvolvidos destinam-se preferencialmente à área de formulações farmacêuticas e veterinárias, representado assim uma importante estratégia tecnológica para o tratamento da Leishmaniose.

DESAFIOS E OBJETIVOS: Os tratamentos comercialmente disponíveis para o tratamento da leishmaniose apresentam efeitos colaterais elevados, quimiorresistência pelo parasito e elevada toxicidade. Com isso, o objetivo foi desenvolver uma nova proposta terapêutica para tratamento da leishmaniose para ser empregado na área humana e veterinária. Assim, o produto desenvolvido buscou melhorar a eficácia do tratamento e a qualidade de vida dos pacientes.

SOLUÇÃO: O desenvolvimento de complexo de inclusão incorporando cafeato de isopentila representa uma alternativa inédita às formas farmacêuticas já desenvolvidas, apresentando maior eficiência terapêutica frente aos promastigotas da L. amazonensis e L. chagasi comparado com os tratamentos convencionais descritos na literatura. O complexo de inclusão produzido é composto de polímero natural biocompatível, biodegradável, de baixo custo, liberação controlada e aumento da biodisponibilidade. O processo de obtenção é prático, seguro, associado a baixo custo e aplicação de processos/etapas simplificadas, e pode ser aplicado em escala industrial tornando uma alternativa altamente promissora para o mercado consumidor. É um produto de preço potencialmente acessível, de forma que pode ser adquirido pelas empresas farmacêuticas e veterinárias para tratamento de portadores de leishmaniose mais seguro e eficaz.

TITULARES: Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto de Tecnologia e Pesquisa; Universidade de Sorocaba; Universidade Federal da Paraíba; Universidade Tiradentes

INVENTORES: Alini Tinoco Fricks; André Luis Souza dos Santos; Carine Santana Ferreira Marques; Damião Pergentino de Sousa; Eliana Barbosa Souto; Luciana Nalone Andrade; Marco Vinícius Chaud; Matheus Mendonça Pereira; Patrícia Severino; Simone Santiago Carvalho de Oliveira; 

NÚMERO DO PEDIDO: BR1020200051512

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equipe quimica

A UFRJ desenvolveu uma tecnologia para filtragem de impurezas do etanol de modo a transformá-lo em álcool hospitalar. O projeto nasceu a partir do Grupo de Trabalho do Álcool da UFRJ, que envolve a Escola de Química, o Instituto de Química, a Faculdade de Farmácia e a Coppe, e busca suprir a demanda dos hospitais da Universidade pelo produto durante a pandemia.

A iniciativa do projeto se deu a partir de uma doação de etanol como insumo, recebida pelo Grupo de Trabalho. A partir de então, os pesquisadores criaram um kit com filtros para retirar as impurezas do álcool combustível. Bombeado para o módulo, o líquido passa por duplas filtragens de carvão ativado e resinas poliméricas, seguidas de uma filtragem adicional em membranas de microfiltração, transformando-se em álcool puro. Após esse processo, ele pode ser diluído e receber os aditivos químicos para virar álcool 70% em líquido, gel ou glicerinado.

Seleção em edital

O projeto foi escolhido, dentre 1.858 propostas, no Desafio Vale COVID-19, iniciativa da mineradora para selecionar tecnologias que tragam soluções para o enfrentamento da COVID-19. Com o apoio da Vale, foram produzidos seis sistemas de purificação para serem doados a instituições federais que também produzem álcool farmacêutico, sem onerar os beneficiados. Esse era um dos requisitos necessários para os inscritos.

O recurso permitirá a produção de aproximadamente 150 mil litros de álcool por mês. A avaliação técnica coube ao Hospital Israelita Albert Einstein e à Rede Mater Dei de Saúde.

Para a Professora Fabiana Valéria da Fonseca (EQ/UFRJ), coordenadora do projeto, “é importante destacar a relevância de editais como esse que foi lançado pela Vale, especialmente neste momento tão crítico para o país que, além de sofrer com o avanço da pandemia, tem visto os recursos para a ciência sendo cada vez mais limitados”.

Os sistemas de purificação produzidos na UFRJ já foram doados a outras instituições públicas parceiras, como o IFRJ (Instituto Federal do Rio de Janeiro), a Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro), a UFRRJ (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro), a UFTPR (Universidade Federal Tecnológica do Paraná) e a UFMA (Universidade Federal do Maranhão). Todo o álcool produzido por esses grupos será doado para uso nos hospitais e clínicas locais.

 

 

finep

A Finep, Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), anunciou um novo edital de subvenção econômica, no valor de R$50 milhões, para apoio à projetos de inovação envolvendo tecnologias 4.0. Os recursos serão destinados a empresas brasileiras de pequeno, médio e grande portes que tenham interesse em desenvolver produtos, processos e serviços inovadores em quatro áreas temáticas: Agro 4.0 (agricultura, pecuária de precisão e sistemas transversais à agricultura e pecuária), Cidades Inteligentes (logística urbana, segurança pública, saneamento ambiental, e monitoramento e desastres naturais); Indústria 4.0 (processos 4.0, virtualização de ambientes, e máquinas e equipamentos 4.0); e Saúde 4.0 (sistemas de predição, monitoramento remoto, telemedicina, gestão hospitalar, e prevenção e controle de epidemias).

As propostas deverão contemplar ao menos uma tecnologia habilitadora, tais como 5G, Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial, Robótica Avançada, Computação em Nuvem, Realidade Aumentada ou Manufatura Aditiva.

“O trabalho da Finep tem sido extremamente importante, não só nas ações de combate à covid-19, em áreas de reposicionamento de medicamentos e desenvolvimento de vacinas, como na melhoria da infraestrutura de pesquisa científica do País", disse o ministro Astronauta Marcos Pontes.

"Esse aporte de R$50 milhões é o maior já destinado pela Finep à essa indústria 4.0, cujo desenvolvimento é fundamental para a retomada da nossa economia, pois faz com que o Brasil se posicione no mesmo patamar de países desenvolvidos", disse o presidente da Finep/MCTI, general Waldemar Barroso.

Serão apoiados projetos que apresentem níveis de maturidade tecnológica de 3 a 7, os chamados TRLs (Technology Readiness Levels). Serão aplicados R$ 15 milhões nos temas Agro 4.0, Indústria 4.0 e Saúde 4.0, e R$5 milhões nos temas relativos a Cidades Inteligentes. Será obrigatória a apresentação de uma contrapartida financeira, que poderá variar entre 5% e 100% do valor a ser subvencionado, dependendo do porte da empresa.

Poderão se candidatar empresas brasileiras com Receita Operacional Bruta (ROB) superior a R$ 360 mil. O valor mínimo da subvenção, por projeto, é de R$ 500 mil e, o máximo, R$5 milhões. As Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs) poderão participar do projeto como prestadoras de serviços.

As propostas de submissão de projetos de inovação referentes às tecnologias 4.0 devem estar acompanhadas de um Plano de Negócios contemplando o planejamento em todas as suas fases, considerando a sua estratégia, descrição, planejamento e execução dos investimentos produtivos, desde as etapas de pesquisa e desenvolvimento, até a inserção no mercado e comercialização de produtos.

Essas propostas deverão ser encaminhadas à Finep/MCTI por meio eletrônico até o dia 27 de julho quando se encerra a chamada do edital. Para isso, é necessário preencher o Formulário de Apresentação de Proposta (FAP), disponível no sítio da Finep. O resultado preliminar está previsto para meados de outubro desse ano, ao passo que o resultado final, considerando a análise de recursos, a partir de novembro próximo.

“Esse edital tem por objetivo financiar, via subvenção econômica, projetos de inovação em tecnologias 4.0 nos temas transversais da indústria brasileira e integra as políticas públicas do governo federal de fomento à manufatura avançada e à internet das coisas”, afirma o diretor de Inovação da Finep/MCTI, Alberto Dantas.

Ainda segundo executivo, as tecnologias apoiáveis nesta chamada pública são importantes para a retomada e para o futuro da economia nacional. “A crescente digitalização e o uso de tecnologias, como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial, big data e robótica avançada, têm elevado potencial de aumento de produtividade, de impulsionar inovações em modelos de negócios e de alterar a competitividade relativa dos países”, ressaltou Dantas.

 

 

coronaviruseditalfinep

Em mais uma iniciativa destinada ao enfrentamento do novo coronavírus, a Finep – Financiadora de Inovação e Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) acaba de disponibilizar, por meio deste edital, R$132 milhões para o desenvolvimento de três linhas de pesquisa que ajudem no combate à pandemia. Os recursos, de subvenção econômica, serão destinados a empresas brasileiras de todos os portes que atuem, preferencialmente, em parceria com uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT).

Do total a ser investido, R$80 milhões vão apoiar soluções inovadoras em ventiladores pulmonares mecânicos e equipamentos suplementares de suporte a vida de pacientes acometidos pela doença; R$35 milhões serão aplicados no desenvolvimento de testes diagnósticos e biosensores, reagentes e insumos associados; e os R$17 milhões restantes vão financiar máscaras de proteção, equipamentos e sistemas de descontaminação, desinfecção e esterilização.

“O nosso foco é a proteção de equipes da cadeia de atendimento médico-hospitalar, a redução da dependência internacional e o desenvolvimento de equipamentos para a retomada das atividades pós-pandemia”, disse o diretor de Inovação da Finep-MCTIC, Alberto Dantas.

Com o novo edital, a Finep-MCTIC espera apoiar a incorporação de novas soluções tecnológicas, baseadas em nanotecnologia, materiais avançados, indústria avançada, inteligência artificial, Internet das Coisas, biologia sintética, além de outras que se mostrarem promissoras para adição de funcionalidades aos equipamentos, partes, peças e insumos específicos para a covid-19.

“Apenas com investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação em componentes críticos para ventiladores pulmonares - válvulas proporcionais, sensores de fluxo, sensores de pressão e filtros trocadores de calor e umidade, vamos conseguir reduzir a dependência do Brasil por tecnologias desenvolvidas em outros países”, afirmou o diretor.

A empresa interessada poderá solicitar à Finep-MCTIC o valor mínimo de R$500 mil e o máximo de R$ 5 milhões. Será obrigatória a apresentação de uma contrapartida financeira, que poderá variar entre 10% e 100% do valor a ser financiado, dependendo do porte da empresa.

Na análise do mérito, o Comitê de Avalição levará em conta o grau de inovação da proposta, o risco tecnológico, o impacto esperado e o tempo previsto para disponibilização do produto no mercado.

As propostas deverão ser encaminhadas à Finep-MCTIC por meio eletrônico até o dia 21 de junho próximo. Para isso, deverão preencher o Formulário de Apresentação de Proposta (FAP), que estará disponível no site da Finep-MCTIC a partir do dia 5 de junho. O resultado preliminar está previsto para o dia 1º de julho e o resultado final, no dia 31 de julho.

Para mais informações entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente no email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

campanhaashoka1

 

campanhaashoka

A UFRJ, em parceria com a Ashoka, está promovendo uma campanha solidária com o objetivo de apoiar populações em condições de vulnerabilidade social e econômica do Rio de Janeiro frente à pandemia da covid-19 e do isolamento. São diversas ações e oportunidades de apoio às famílias e pessoas em situação de rua coordenadas por organizações sociais experientes nos territórios, com estratégias seguras de distribuição de recursos. Veja o vídeo.

 

O que doar?

Alimentos não perecíveis, água mineral, materiais de higiene e limpeza ou doações financeiras

 

Onde doar?

Posto de coleta 1

Prefeitura UFRJ - Praça Jorge Machado Moreira, 100, Cidade Universitária. Entre 10h00 e 16h00.

Posto de coleta 2

Refetorio Gastromotiva - Rua da Lapa 108, Centro. Entre 9h00 e 18h00.

Posto de coleta 3

Centro de Artes da Maré - Rua Bittencourt Sampaio, 181, Nova Holanda. Entre as passarelas 9 e 10 da Avenida Brasil. Entre 9h00 e 18h00.

 

Como doar?

Associação Saúde Criança Renascer

https://doe.saudecrianca.org.br/coronavirus/people/view

CNPJ 40.358.848/0001-01

Itaú:  Agência 0532 , conta corrente 18096-5 

Associação Incubadora Social Gastromotiva

www.gastromotiva.org

CNPJ 08.505.223/0002-01

Itaú: Agência 0619, conta corrente 35732-0

Asplande

www.asplande.org.br

CNPJ68.623,982/0001-01

 Itaú: Agência: 0706, Conta Corrente: 09586-6

Associação Redes de Desenvolvimento da Maré

http://redesdamare.org.br/br/quemsomos/coronavirus

CNPJ: 08.934.089/0001-75

Itaú: Agencia 0023, conta corrente 54338-2

Luta pela Paz

www.lutapelapaz.org

CNPJ: 09.300.383/0001-98

Bradesco: Agência: 0814 - Conta: 0295-0 

Viva Rio

http://vivario.org.br/sosfavela_pessoa_cadastro

Observatorio de Favela

http://abre.ai/observatoriodefavelascampanhacontracoronavirus

CNPJ 06.055.395/0001-06

Itaú: Agência, 8467, Conta Corrente: 35845-6

 

 

 

laboratoriocatalogo

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR-2) da UFRJ lançou o Catálogo de Projetos e Ações “A Ciência no Combate à COVID-19 e aos seus Efeitos Diretos e Indiretos”, que reúne atividades de laboratórios de diferentes unidades e áreas do saber da Universidade em busca de respostas para as consequências da pandemia provocada pelo vírus Sars-Cov-2, as formas de enfrentar as manifestações da doença no organismo humano e os efeitos diretos e indiretos da pandemia na sociedade.

O objetivo da elaboração do catálogo é angariar apoio financeiro para desenvolvimento e implementação de pesquisas na área. Na publicação, são apresentados os coordenadores e uma descrição sucinta dos projetos. Há também informações sobre a situação atual em que as pesquisas se encontram e suas estimativas de custo e conclusão. Um questionário online foi direcionado aos e-mails dos 1.456 laboratórios de pesquisa que compõem a base de dados da Universidade para que todas as informações pertinentes ao trabalho fossem incluídas no catálogo.

Nos últimos dias, a PR-2 tem recebido novos projetos para inclusão na publicação, de modo que em breve sairá uma lista atualizada, que será divulgada no site institucional da UFRJ. O catálogo foi apresentado pelo Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da COVID-19, instituído em fevereiro pela Reitoria da UFRJ e que se subdividiu em 25 frentes de atuação. Todos os dias, inclusive aos fins de semana, o GT discute soluções que possam ser aplicadas pela maior universidade federal do país.

Acesse aqui o catálogo.

 

 

capesbolsas

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) lançou em 01/06, o Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG) – Parcerias Estratégicas nos Estados que oferecerá 1.800 bolsas para a formação de recursos humanos altamente qualificados e desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação do País. Em parceria com as Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (FAPs), a iniciativa fortalece Programas de Pós-Graduação (PPGs) criados a partir de 2013 que passaram por apenas um processo avaliativo da CAPES. As informações constam na Portaria 68, publicada no Diário Oficial da União (DOU) de 01 de junho de 2020.

Serão apoiados PPGs emergentes que sejam estratégicos nos estados e atuem em áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento científico e tecnológico nas regiões onde se encontram. “Este programa vai contribuir de forma significativa para o desenvolvimento regional, reduzindo assimetrias, e possibilitando alavancar potencialidades específicas existentes nos estados da Federação", argumenta  Benedito Aguiar, presidente da CAPES.

A CAPES lançará edital específico, restrito às áreas previamente consideradas prioritárias para o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação. A definição será feita em conjunto pelas FAPs e as instituições de ensino superior nos estados que, também, vão propor os indicadores para acompanhamento dos resultados. As parcerias serão firmadas por acordo de cooperação entre a Coordenação e a Fundação de Amparo à Pesquisa que tiver a proposta de Plano de Desenvolvimento devidamente aprovada na seleção.  O convênio poderá envolver, também, entidades privadas ou do terceiro setor.

Os valores a serem investidos pela CAPES levarão em conta, por exemplo, a contrapartida de cada Fundação e a localização geográfica do projeto. No mínimo 30% dos recursos serão aplicados nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com exceção do Distrito Federal.

O programa prevê ainda a concessão de bolsas e pagamento de auxílios financeiros pela CAPES. As FAPs, por sua vez, além de oferecerem bolsas, darão uma contrapartida que deverá ser, prioritariamente, em valores que correspondam a um percentual mínimo do total financiado pela Coordenação para a execução dos respectivos Planos de Desenvolvimento.

 

 

 

visualizacovid19

O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF/UFRJ) desenvolveu um painel de indicadores para o monitoramento dos casos atendidos pela unidade durante a pandemia de covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.

O painel é atualizado automaticamente a cada três horas por meio de ferramentas digitais de automação desenvolvidas pela Coordenação de Informática e Rede (CIR) do HUCFF. A fonte de dados do dashboard é o sistema de informação para vigilância epidemiológica da covid-19 (VisualizaCOVID-19), também desenvolvido pela CIR, que permite a sinalização dos casos suspeitos de covid-19 no prontuário eletrônico (ProntHU), a notificação ao Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica (SVS-SUS) e o monitoramento desses casos até a alta hospitalar.

Aberto ao público, o site permite acompanhar o número de casos confirmados, suspeitos e descartados e a quantidade de altas ou óbitos no HUCFF. Os interessados podem, ainda, verificar as ocorrências por gênero, faixa etária e região da residência desses pacientes. Além disso, é possível calcular as Taxas de Mortalidade Hospitalar (TMH) e Institucional (TMI). É uma ferramenta dinâmica, que permite a interação por meio de filtros de seleção contidos em cada gráfico.

A propagação da covid-19 no Brasil exige da vigilância epidemiológica mecanismos que garantam informação de forma ágil, para subsidiar a tomada de decisão nos diferentes níveis de gestão. No caso do HUCFF, o maior hospital do estado do Rio de Janeiro em número de consultas, o uso de tecnologia digital e de informação tem permitido o acompanhamento em tempo real das informações sobre os atendimentos aos pacientes suspeitos ou confirmados com covid-19 na unidade, fornecendo subsídios para o planejamento das ações na instituição.

Eis o endereço do site: https://tinyurl.com/visualizacovid19

 

Parcerias

O Serviço de Epidemiologia e Avaliação (Seav) do HUCFF integra uma rede nacional de monitoramento das doenças e agravos que põem em risco a população humana e é responsável pelos indicadores hospitalares de desempenho. Em parceria com a CIR, o Seav integra o Laboratório de Informação para Gestão Hospitalar (LaBIGh), ambiente físico e virtual de atuação multidisciplinar orientado à resolução de problemas relacionados à análise de dados. Por meio dessa parceria, foi possível construir o painel em Power BI, uma ferramenta de modelagem de dados multidimensionais (cubo de dados) e seus componentes (Business Intelligence – BI).

 

 

cientistaempreendedor

Durante a primeira semana de junho, a Cientista Empreendedor, empresa especializada em criação de negócios para projetos científicos, oferecerá um curso online e gratuito que terá como foco principal a criação de empresas de base tecnológica (EBT). Ao longo de três aulas serão explorados temas como buscas de patentes, modelagem de negócios e outros assuntos relacionados com a geração de spin-offs acadêmicas.

Segundo Mariana Bottino, responsável pelo curso: "Não é tradição das Universidades brasileiras criar spin-offs acadêmicas. Isso começou a mudar após a Lei 10.973/2004, que estimula a inovação no ambiente acadêmico por meio de parcerias com empresas. Mas criar uma EBT não é fácil. Requer tempo, paciência e estudo. A ideia do curso é justamente mostrar o que é preciso fazer para começar a estruturar um projeto científico mais competitivo no mercado".

Os interessados em participar podem se inscrever através do endereço a seguir: tinyurl.com/ybmlqfxy.

 

 

desafiosdainovacao17

Neste novo episódio da série Desafios da Inovação, a Profa. Kathleen Teresa da Cruz, médica sanitarista que coordena o GT Covid-19 UFRJ Macaé, esclarece alguns conceitos importantes para que se possa entender melhor o que é uma pandemia, além de discorrer sobre o panorama de desafios impostos durante o enfrentamento do novo coronavírus.

O GT Covid-19 UFRJ Macaé realiza um trabalho multidisciplinar com participação de mais de 100 docentes, técnicos e alunos da UFRJ-Macaé e outras instituições da região, e desenvolve análises que acompanham o comportamento da Pandemia no Norte Fluminense e Baixada Litorânea. Este grupo também tem dialogado com os municípios dessas regiões ofertando apoio técnico e científico para o enfrentamento da pandemia.

Assista aqui.

 

 

plugue

O MJV Lab, laboratório de design, ciência de dados, tecnologia e arte da empresa MJV, instalada no Parque Tecnológico da UFRJ, desenvolveu o Plugue, plataforma que tem o objetivo de conectar grupos de trabalho de universidades a voluntários, inventores e empresas para combater a pandemia do novo coronavírus.

Em versão beta, o Plugue já cadastrou 14 iniciativas de instituições do Rio de Janeiro, como as universidades federais e a Fundação Oswaldo Cruz. Entre as iniciativas, estão o grupo SOS 3D Covid-19, que une voluntários para produzir equipamentos de proteção individual para profissionais de saúde, e o Laboratório de Engenharia Pulmonar e Cardiovascular da Coppe/UFRJ, que desenvolve o VexCo, um ventilador usado em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) para salvar pacientes com insuficiência respiratória grave. A ideia é permitir que esses grupos atuem em rede para enfrentar a covid-19 de forma mais efetiva, promovendo o intercâmbio de materiais, como peças para equipamentos ou reagentes químicos, por exemplo, e o trabalho voluntário.

Glauber Guimarães, consultor de Inovação Aberta do MJV Lab, explica que a plataforma é um desdobramento de projeto anterior, o Mapa do Conhecimento, que visa integrar pesquisadores, laboratórios e publicações das mais diversas áreas da Universidade. Segundo Glauber, o Plugue é uma forma de concretizar ações de impacto positivo para a sociedade. “Na plataforma, os responsáveis pelas iniciativas podem buscar auxílios, que vão desde conhecimento e equipamentos até tecnologia e outros tipos de assistência. O objetivo do Plugue é somar esforços e potencializar soluções reais por meio da colaboração em rede”, afirma, acrescentando que a plataforma está em desenvolvimento contínuo por uma equipe formada por designers, desenvolvedores e uma jornalista.

O endereço da plataforma é plugue.io. O cadastro é gratuito e não há limite ao número de iniciativas.

 

 

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Palestra online tem como objetivo arrecadar doações para estudantes da Faculdade de Direito da UFRJ que vivem situação de vulnerabilidade extrema


“A Covid-19 e o futuro das cortes e do Direito” é o tema da palestra online, organizada pela Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI) e a Faculdade Nacional de Direito da UFRJ (FND). O evento ocorrerá no dia 27 de maio, às 10h (horário de Brasília), com objetivo de arrecadar fundos para mais de 200 estudantes de graduação, em situação vulnerável, agravada pela pandemia.


O debate será composto pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, os Ministros Luis Felipe Salomão e Benedito Gonçalves, formados pela FND, do Superior Tribunal de Justiça, e mediado por Cezar Augusto Rodrigues Costa, Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e professor da Faculdade de Direito da UFRJ.


Devido à quarentena, o evento será realizado na plataforma digital Zoom, nos moldes de webinar (conferência online) com captação de recursos. Todo valor arrecadado será revertido para os estudantes vulneráveis da Faculdade de Direito da UFRJ.


A iniciativa tem o apoio das principais entidades jurídicas do país, dentre as quais: Ordem dos Advogados do Brasil Seção Rio de Janeiro (OAB/RJ), Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Intelectual (ABAPI), Instituto Brasileiro da Insolvência (IBAJUD), Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L), Instituto Brasileiro do Direito da Empresa (IBDE) e Instituto e Revista Justiça & Cidadania.


Webinar - Tema: A Covid-19 e o futuro das cortes e do Direito
Quando: 27 de maio às 10h (Brasília)
Onde: Zoom
Palestrantes: Ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal; Ministros Luis Felipe Salomão e Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça

Clique aqui para efetuar sua inscrição/ doação.

 

 

petrobrasconexoesparainovacao

 

Na primeira quinzena de maio, a Petrobras lançou, em parceria com o Sebrae, o segundo edital do Programa Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups, voltado a atrair soluções tecnológicas para bens e serviços de startups e pequenas empresas de todo país. O novo edital disponibilizará até R$ 10 milhões para viabilizar a geração de inovações com implantação efetiva nas operações da companhia. O processo seletivo será conduzido ao longo deste ano com previsão de finalização em setembro.

“Diante do atual cenário atípico, continuamos investindo e buscando soluções inovadoras para superar desafios, com foco em eficiência, aumento de produtividade e segurança das operações. Co-criar com startups é uma decisão natural para uma empresa que olha para o futuro, que agrega valor ao seu negócio e promove sua transformação cultural. Queremos, por meio dessa segunda onda, continuar incentivando o empreendedorismo, para que as empresas se tornem parte integrante da cadeia de valor da Petrobras e contribuam com a evolução tecnológica da indústria de energia” diz Nicolás Simone, diretor de Transformação Digital e Inovação da empresa.


Quem pode participar?

Poderão se inscrever projetos nas seguintes áreas: tecnologias digitais, robótica, eficiência energética, catalisadores, corrosão, redução de carbono, modelagem geológica, tecnologias de inspeção e tratamento de água. Cada proposta poderá receber recursos da ordem de R$ 500 mil, podendo chegar ao limite de R$ 1 milhão, a depender do potencial que apresentar para agregar valor à indústria de óleo e gás. Os empreendedores contarão com assessoria de especialistas da Petrobras e do Sebrae, durante e após o processo de seleção, para que suas soluções possam ser implantadas e gerar valor no curto prazo.  

As inscrições estarão abertas até o dia 28 de junho no site do Sebrae.


Webinars

Também está programada uma série de webinars – seminários online - para tirar dúvidas dos empreendedores interessados em participar da segunda edição do Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups. Clique aqui para fazer sua inscrição e participar dos eventos. Segue a programação:


Bloco I - Tecnologias Digitais e Modelagem aplicadas a Exploração, Reservatórios, Poços e Elevação e Escoamento
Dia 1º de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Caracterização e Modelagem, Tecnologias de Subsuperfície (Geologia, Geofísica e Engenharia), Petrofísica Digital, Analytics, Data Science, Digital Twins, Inteligência Artificial, IoT e Sensores e Nanossensores.
 
Bloco II - Tecnologias Digitais aplicadas à Segurança
Dia 2 de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Automação, Sistemas Instrumentados de Segurança, Big Data, IoT, Realidade Aumentada, Inteligência Artificial, Wearables, Tecnologias Imersivas
 
Bloco III - Aplicações de Robótica
Dia 3 de Junho de 2020 às 18h
Áreas de aplicação: Logística, Pintura, SMS, Sistemas Submarinos, Inspeção
 
Bloco IV - Tecnologias Digitais Transversais
Dia 4 de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Big Data, Data Lake, Machine Learning, Inteligência Artificial, Analytics, Blockchain, Regulatory Mapping, IoT, Machine Learning, Tecnologias Imersivas, Sensores, Tecnologia de Inspeção Submarina
 
Bloco V - Desafios de Inspeção, Eficiência Energética, Corrosão, Redução de Carbono, Catalisadores e Tratamento de Água
Dia 5 de Junho de 2020 às 18h
Áreas Tecnológicas: Wearables, IoT, Analytics , Captação de Energia Submarina, Robótica, Físico-química, Proteção e Revestimento, Combustíveis líquidos, Redução de Emissões, Engenharia Naval, Inspeção de Equipamentos Submarinos, Integridade, Integração de Sistemas, Engenharia de Processamento, Tecnologia de Inspeção Submarina

 

Sobre o Módulo Startups

O Petrobras Conexões para Inovação – Módulo Startups prevê o lançamento de cinco editais, totalizando R$60 milhões de recursos provenientes da cláusula de Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação, uma contrapartida legal pela operação das petrolíferas. O primeiro edital do programa, lançado em julho de 2019, atraiu candidatos de todo o país e selecionou sete startups, entre 261 inscritas.

 

 

desafiosdainovacao16

Este novo episódio da série Desafios da Inovação tem como tema as atividades no Campus Macaé - UFRJ, assunto que é discutido com o Diretor Geral Substituto em exercício Leonardo Cinelli. Além da sua fala institucional, a Profa. Kathleen da Cruz (médica sanitarista e integrante do GT Covid-19 UFRJ Macaé) traz informações mais detalhadas acerca das ações desenvolvidas pelos diversos grupos da instituição no município. Assista.

 

 

modleopreditivocovid

Os pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) Carolina Naveira-Cotta e Renato Cotta e o especialista em simulação de epidemias Pierre Magal, da Universidade de Bordeaux (França), desenvolveram um modelo matemático que permite traçar previsões para o número de casos da covid-19, reportados e não reportados, bem como o pico da pandemia em cenários com diferentes medidas de saúde pública.

Produzido com apoio da Marinha do Brasil, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), o estudo foi publicado no site MedXriv, no final de março, e será publicado em um número especial da revista Biology, em maio.

Por solicitação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), os cientistas da Coppe têm fornecido simulações demandadas para diferentes cenários e regiões do Brasil. O artigo chamou a atenção da Abin, que havia formado um grupo de trabalho interdisciplinar para avaliar diferentes ferramentas de simulação da evolução da covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus.

O trabalho é baseado em modelo epidemiológico que lida com a pandemia introduzindo casos não reportados na modelagem e avalia as consequências das intervenções de saúde pública.

“Os casos reportados são apenas uma fração do número total de indivíduos com os sintomas. É preciso considerar também os casos não reportados. Usamos como referência o modelo já utilizado em previsões relacionadas a outras doenças/epidemias, como casos recentes de epidemias de influenza (gripes), cujo número de infectados não reportados é grande, assim como no caso da covid-19”, explicou Carolina.

Segundo ela, a intenção da pesquisa é suprir, com uma ferramenta complementar, aquelas ferramentas já empregadas pelos órgãos responsáveis pelo controle da epidemia, seja regional, seja nacionalmente.

Os dados disponíveis acerca dos casos confirmados no Brasil, entre 25/2 e 29/3, foram usados para estimar parâmetros e prever a evolução da epidemia. Os pesquisadores consideraram 25/2, data do primeiro caso reportado no país, o marco temporal para prever o pico da doença no Brasil. Em seguida, simularam as intervenções de saúde pública, tanto para o controle da taxa de transmissão do vírus, quanto para a fração do número total de indivíduos reportados com os sintomas.

Até a data de fechamento do estudo, os autores traçaram cinco cenários hipotéticos com medidas de saúde pública para controle da doença no Brasil.

“Os cenários estudados incluem variações em parâmetros que resultam de fatores como distanciamento social, hábitos de higiene e proteção individual, intensificação de testes para isolamento de infectados e outras medidas de reorganização social. A sensibilidade do modelo a esses parâmetros foi então avaliada por meio de cinco cenários: 1º) manter-se as medidas de contenção e mitigação no nível atual; 2º) intensificar progressivamente o distanciamento social; 3º) reduzir progressivamente o distanciamento social; 4º) intensificar o isolamento de infectados pela testagem mais numerosa da população; 5º) combinar a testagem ampliada com a intensificação do distanciamento social”, explica a pesquisadora.

Sobre o modelo e sua confiabilidade

De acordo com o artigo assinado pelos pesquisadores, intitulado Parametric identification and public health measures influence on the COVID-19 epidemic evolution in Brazil, cada país ou região requer uma combinação específica de medidas, devido à distribuição espacial de sua população, estrutura etária, capacidade do sistema de saúde e características socioeconômicas. “Essas especificidades exigem um modelo matemático que permita, com urgência e agilidade, simular as intervenções possíveis para controle da epidemia”, destacou.

Os autores aperfeiçoaram um modelo epidemiológico chamado SIRU para traçar prognósticos do avanço da covid-19 no Brasil, analisar a efetividade das medidas de saúde pública e simular o controle da doença. SIRU é o acrônimo para indivíduos suscetíveis (S), infectados assintomáticos (I), infectados sintomáticos reportados (R) e infectados sintomáticos não reportados (U).

O novo coronavírus, SARS-CoV2, causou os primeiros casos de contaminação humana no final de 2019, em Wuhan, na China, e, no dia 11/3, a covid-19 foi considerada uma pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Os países e cidades atingidos implementaram uma série de medidas para conter o avanço da doença, incluindo distanciamento social, quarentena e testes em massa. A China, por ser o local de origem do vírus, oferece as séries de dados mais longas tanto em relação ao avanço da doença, quanto aos efeitos das intervenções de saúde pública.

Carolina Naveira-Cotta, Renato Cotta e Pierre Magal utilizaram os dados chineses, considerando que a epidemia estava na fase final de sua evolução, para “treinar” o modelo. “Usamos um terço dos dados disponíveis da China para estimar os parâmetros do modelo e depois fazer a previsão dos outros dois terços dos dados. Ao compararmos a nossa previsão com esses dois terços restantes, observamos uma excelente concordância do modelo com os dados reais da China. Isso foi bastante animador e, por isso, passamos para a análise dos dados do Brasil. Cerca de 30 dias depois de termos realizado as estimativas, obtinha-se ainda uma boa concordância com os dados de casos reportados fornecidos diariamente pelo Ministério da Saúde, como no exemplo da China, com um desvio médio inferior a 5%. Esse modelo só precisou ser reestimado a partir do final de abril, com a intensificação da testagem no país, um cenário de intervenção em saúde pública anteriormente previsto pelo modelo no estudo original”, avalia a professora do Programa de Engenharia Mecânica (PEM) da Coppe.

“Nossa ideia inicial não foi disponibilizar a ferramenta ao público porque, para isso, teríamos o desafio de criar uma interface amigável em um espaço de tempo muito curto, mas, voluntariamente, oferecemos o nosso conhecimento para implementar quaisquer cenários planejados pelos órgãos responsáveis. Continuamos à disposição para colaborar e, mais recentemente, fomos contatados pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde”, complementa Carolina Naveira-Cotta.

Os cientistas da Coppe fizeram contato com diferentes colaboradores, dentro e fora da UFRJ, para colher críticas e sugestões, estimular iniciativas similares e oferecer melhoramentos e comparações, visando reforçar a confiança no uso dessas simulações pelos gestores em diferentes níveis.

 

 

alimentoshigienizacao

Diante do atual quadro de pandemia global de covid-19, surgem muitas dúvidas acerca de questões higiênicas, bem como sobre a adoção de novos hábitos que normalmente não faziam parte de nossa velha rotina.

Qual é a correta forma de efetuar a higienização dos alimentos? Quais são os produtos adequados para uso? Qual é o tempo indicado para sua sanitização? Visando justamente a esclarecer tais dúvidas, o projeto de extensão Farmalimentos, do Campus UFRJ - Macaé, elaborou o manual "Higienização de alimentos em tempos de covid-19". Com informações práticas e sucintas, o material é uma ótima fonte de consulta sobre o tema.

Criado pelas professoras Jessica Rivas e Juliana Latini, ambas da área de alimentos do curso de Farmácia da UFRJ - Macaé, o projeto Farmalimentos conta ainda com os professores Francisco Teixeira e Analy Leite, além dos graduandos Amanda Balduce, Erika Schultz, Igor de Souza, Juliana Ayala, Keila de Andrade e Laiza Souto.

Acesse o material em: https://tinyurl.com/higienizacaodealimentos.

 

 

 

 

hidrogelantitumoraldeviscumalbum

 

Uma nova tecnologia da UFRJ está disponível para licenciamento. Trata-se de um hidrogel de uso tópico com atividade antitumoral feito a base da planta Viscum album. Os interessados em obter mais informações sobre a pesquisa podem Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com a professora Carla Holandino.

RESUMO: A presente invenção consiste em um hidrogel de liberação tópica ou transdérmica, com indicação para o tratamento de doenças superficiais ou sistêmicas. A formulação utiliza como princípio ativo o extrato aquoso ou seco do derivado vegetal de Viscum album, o qual é amplamente utilizado para o tratamento complementar do câncer na forma injetável. O desenvolvimento deste produto – hidrogel contendo o extrato vegetal - visa substituir ou complementar o tratamento padrão injetável já existente.

DESAFIOS E OBJETIVOS: O câncer é a segunda principal causa de morte no mundo, promovendo um impacto econômico significativo. O tratamento oncológico baseia-se principalmente no uso de quimioterapia, radioterapia ou cirurgia. Comprovadamente, o uso do Viscum album reduz os efeitos colaterais dos tratamentos padrão como também aumenta a qualidade de vida dos pacientes. Entretanto, seu uso é baseado no uso de injeções, principalmente subcutâneas, as quais são desconfortáveis para os pacientes. Novas tecnologias abrangem formulações com aplicação tópica e absorção transdérmica, com o intuito de aumentar a adesão ao tratamento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes pelo uso de medicamentos por vias de administração menos invasivas e igualmente eficazes.

SOLUÇÃO: O uso de formulações tópicas com propriedades transcutâneas vem sendo amplamente estimulado pois resultam em efeito sistêmico dos fármacos, possibilidade de redução das doses farmacológicas, importante redução dos custos e também dos efeitos colaterais. O desenvolvimento deste hidrogel, objeto da presente invenção, com o uso de polímeros compatíveis com a pele, permite uma ampla superfície de administração da formulação, além de outras vantagens, como: tecnologia simples de produção, menor custo, ausência de dor e menores riscos ao paciente.

TITULARES:
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
UFF
ISCADOR AG

INVENTORES:
Carla Holandino Quaresma
João Vitor da Costa Batista
Adriana Passos Oliveira
Stephan Michael Moses Baumgartner
Elisabete Pereira dos Santos
Leandro Machado Rocha

Número do pedido: BR1020200036009

 

 

remdesivirinpi

O INPI publicou o primeiro estudo de uma série sobre os medicamentos em pesquisa para tratamento da covid-19, iniciando pelo Remdesivir, o qual foi liberado, no dia 1º de maio de 2020, pela Food and Drug Administration (FDA), para tratamento emergencial da covid-19 nos Estados Unidos.

O estudo, produzido pelo Observatório de Tecnologias Associadas à covid-19, apresenta os mecanismos de ação do Remdesivir e um resumo dos ensaios clínicos, além de indicar os pedidos de patente relacionados ao fármaco depositados no INPI.

No banco de patentes, foram identificados seis pedidos de patente da empresa norte-americana Gilead Sciences: dois estão em exame técnico no Instituto, três foram encaminhados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para anuência prévia e um pedido aguarda o exame de admissibilidade do PCT.

Cabe destacar que o INPI publicou, no dia 7 de abril de 2020, a Portaria n° 149/2020, que permite a priorização dos pedidos de patente relacionados a inovações que possam ser usadas no combate à pandemia do novo coronavírus.

Confira o estudo completo.

 

 

macaecovid19

O Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da covid-19 da UFRJ-Macaé realizou um estudo no qual traça um panorama de cenários epidemiológicos da COVID-19 para o município de Macaé e para estado do Rio de Janeiro. O documento foi elaborado a partir dos resultados referentes ao Brasil obtidos na pesquisa sobre o impacto global da doença causada pelo novo coronavírus, feita pelo Imperial College London.

Para o estudo realizado pela Universidade, foram explorados quatro cenários: sem isolamento social; com isolamento moderado; com isolamento moderado para a população em geral e aumentado para idosos; e com restrição intensa e precoce da circulação de pessoas. Nesse sentido, foram feitas estimativas do número de infectados, de hospitalizações, de casos graves e de óbitos. 

Segundo Antonio Guimarães, professor de Física da Universidade e membro do GT, um dos principais objetivos da pesquisa é evidenciar de forma mais próxima, em nível municipal, as possíveis consequências da pandemia e mostrar a importância da adoção de políticas públicas e comportamentos individuais para a redução de danos. “‘Não fazer nada e deixar o novo coronavírus correr solto é algo extremamente danoso para a saúde da população. Poderíamos ter, somente no município de Macaé, mais de mil mortes. Adotando medidas de higiene e saneamento, bem como distanciamento social, os infectados que precisarem de cuidados médicos poderão ser minimamente atendidos pelo sistema de saúde. Caso contrário, corremos o risco de não poder cuidar de todas as pessoas doentes”, enfatizou. 

De acordo com Karla Santa Cruz Coelho, professora de Saúde Coletiva da UFRJ-Macaé e uma das coordenadoras do GT, a compreensão dos diferentes cenários é fundamental para uma ação mais eficaz em situações complexas como a pandemia. "A Universidade deve auxiliar o poder público na tomada de decisões, com base na ciência para proteger os cidadãos macaenses", afirma. O grupo de trabalho ressalta que, por serem incertas, as características e dinâmica da covid-19 requerem muitas pesquisas. Por isso, modelos e simulações são essenciais para fornecer estimativas e noções do comportamento do vírus.

Sobre o Grupo de Trabalho:

O Grupo de Trabalho (GT) Multidisciplinar para Enfrentamento da covid-19 da UFRJ-Macaé tem objetivo de subsidiar o planejamento e a coordenação das ações conjuntas que serão realizadas entre a UFRJ e a Prefeitura Municipal de Macaé para enfrentamento do covid-19 no município. Pretende-se desenvolver estratégias conjuntas para subsidiar decisões da prefeitura e ações no território.

Para acessar a nota informativa, clique aqui.

*Do Setor de Comunicação da UFRJ Macaé (com adaptações)

 

 

farmacologia informa

 

Diante da epidemia de covid-19 e das inúmeras informações veiculadas através da mídia, redes sociais e aplicativos de mensagem sobre os possíveis tratamentos medicamentosos da doença, o grupo de professores de Farmacologia do Campus UFRJ-Macaé lançou o site “Farmacologia Informa”. O objetivo do site é informar a sociedade a respeito dos avanços farmacológicos para o tratamento da covid-19 com base na literatura científica e em órgãos de saúde nacionais e internacionais. No site podem ser encontrados informes redigidos pelo grupo, artigos científicos relevantes na área de farmacologia e documentos oficiais sobre o tratamento medicamentoso da covid-19.

 

O site pode ser acessado através do link https://grupofarmacoufrjma.wixsite.com/farmacologiainforma.

A iniciativa também está no Instagram e Facebook.

 

 

softexmctic

No dia 4 de maio, às 16h, será lançado o Edital de Startups do Programa IA² MCTIC, fruto de uma parceria envolvendo o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex). O programa em questão objetiva apoiar projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados a buscar novas soluções na área de Inteligência Artificial. A ideia é possibilitar que projetos de grupos de pesquisa, empresas de TI e/ou startups sejam acelerados em um programa com investimentos de até R$ 500 mil. Maiores detalhes serão divulgados na ocasião do lançamento do edital.

Link de inscrição: bit.ly/EditalDeStartupsIAMCTIC.

 

 

Profa. Juliany Rodrigues

Em mais um episódio da série Desafios da Inovação sobre as ações e atividades que estão sendo desenvolvidas na UFRJ durante a pandemia do covid-19, a futura Diretora Geral do Campus Duque de Caxias, Profa. Juliany Rodrigues, fala sobre o funcionamento do campus. Ver no Youtube.

 

 

casafirjancovid19

A Casa Firjan apresenta semanalmente as principais oportunidades de recursos e investimentos para empresas e startups brasileiras, com foco em combater a pandemia do novo coronavírus. Confira as próximas transmissões ao vivo, fique por dentro dos desafios e tire suas dúvidas.

 

1) BNDES – Linhas Emergenciais de Crédito para pequenas e médias empresas
Quinta-feira | 30/4 | 17h30

A iniciativa do BNDES oferece apoio ao enfrentamento dos efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus, por meio da oferta de capital de giro de linhas de crédito para negócios ou grupos econômicos com faturamento anual de até R$ 300 milhões até 30/9, com limite de financiamento de até R$ 70 milhões por ano. A transmissão conta com a participação de Marcus Vinicius Macedo Alves, gerente do Departamento de Clientes e Relacionamento Institucional do BNDES. Participe, saiba mais e tire suas dúvidas.

Assista à transmissão ao vivo

 

2) Edital Furnas X covid-19 - Desafio das Startups

Confira a transmissão da semana passada, voltada para setor elétrico e respondeu dúvidas dos empresários. O edital se encerra no dia 30/4.

Assista ao vídeo

 

 

programastartupbio

O Startup Bio é uma parceria entre o Parque Tecnológico da UFRJ e o Sebrae que terá um mês de duração e será voltada para o desenvolvimento de ideias na área de Bioeconomia. O programa vai contemplar até 30 projetos. O Startup Bio tem como foco projetos na área de meio ambiente e nos setores de saúde, energia, cosméticos, moda, alimentos, agrícola e construção civil. A ideia é oferecer suporte às propostas de inovação que podem ser instrumentalizadas para lidar com os desafios do mundo diante de uma pandemia global. O programa é gratuito e todas as atividades (workshops e mentorias) serão realizadas online. Graduandos, pesquisadores e empreendedores podem se inscrever até 5 de maio.

Inscreva-se aqui: https://bit.ly/StartupBio-Inscrições.
Confira o regulamento: https://bit.ly/RegulamentoStartupBio.

 

 

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