pastas

No dia 26 de abril é celebrado o Dia Mundial da Propriedade Intelectual. A data comemorativa visa a promover a discussão sobre o papel da PI no encorajamento à inovação e criatividade. Em 2018, a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) escolheu como tema “Alimentando a Mudança: Mulheres na Inovação e Criatividade”.

Nada mais pertinente então do que dar voz a uma mulher que tece uma reflexão altamente crítica sobre algumas peculiaridades que atualmente envolvem a seara da Propriedade Intelectual. O texto a seguir é de autoria de Sibelle de Andrade Silva, assessora da Diretoria de Inovação e Tecnologia da Embrapa. Ao tocar em pontos nevrálgicos do setor patentário, a provocação feita por Sibelle também é bastante útil para pensar, por analogia, a lógica de produção industrial compulsiva - e muitas vezes narcisista - que ronda hoje o meio acadêmico.

 

Patentes: Quantidade, Qualidade e Oportunismo

“Números de pedidos de patente vem sendo notadamente perseguidos por várias instituições. Por outro lado, o grande número de pedidos de patente abandonados ou indeferidos de instituições nacionais e pessoas físicas demonstra que pode haver uma falha no sistema: os usuários podem estar utilizando-o para obter vantagem aparente numa negociação, numa parceria, numa relação de trabalho, que, na prática, termina por não se concretizar. Outra possibilidade é a existência de um desconhecimento bastante sério sobre as reais finalidades e fragilidades do sistema de patentes.

Números crescentes sobre novos pedidos de patentes são propagados, por exemplo, por universidades. Um exercício de busca simples traz algumas indagações relevantes. Considerando pedidos de patente depositados no Brasil entre 01 de janeiro de 1996 e 31 de dezembro de 2004 (considerando que tais pedidos de patente depositados até 2004 já tiveram seu exame concluído, o que é uma consideração razoável) e uma busca pelo nome do depositante contendo a palavra “universidade”, encontram-se 249 patentes concedidas em meio a 1077 pedidos de patente depositados. Isso indica um aproveitamento, em termos de qualidade de um pedido de patente de cerca de apenas 23%. Os 77% restantes, independentemente de não terem sido deferidos, estão nas bases de dados de patentes e frequentemente aparecem como indicadores em estudos de prospecção tecnológica que não atentam para o status efetivo dos pedidos de patente.

Especialistas em propriedade industrial, ao avaliarem a qualidade da redação de um pedido de patente, bem como a análise quanto ao potencial de deferimento de uma proposta de pedido de patente frequentemente enfrentam um grave problema: eles só podem comprovar sua tese, sua razão, sobre a fragilidade ou eficácia da proteção de um pedido após os muitos anos que leva o Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI para efetivar o exame substantivo. Mas isso não devia ser um entrave e essa está longe de ser uma crítica ao INPI. A disseminação de conhecimentos sobre o mundo da propriedade industrial poderia, inclusive, jogar a favor do próprio INPI. O tempo vem mostrando que é possível haver um uso oportunista do desconhecimento do sistema de patentes e das diferenças entre se ter um pedido de patente e uma patente concedida.

Contudo, existe ainda outro gargalo, mais apertado. Entre os 23% que são as patentes de fato, será que houve licenciamento ou uso efetivo? Será que foram inovações?

Depositar um pedido de patente é fácil. Obter o simples número de protocolo de um pedido de patente é tarefa irrisória. Difícil é esse mesmo pedido traduzir uma redação adequada à práxis da propriedade industrial, que configure segurança jurídica a um licenciamento e/ou transferência de tecnologia e que termine por ser deferido pelo órgão responsável e por fim utilizado no mercado. Aí reside o desafio.

Essas são apenas algumas indagações para refletir sobre o sistema de patentes e sobre os usuais rankings que são divulgados, seja no Brasil, seja no exterior. É fato que o exercício de busca aqui realizado é superficial e limitado, mas é um indício preocupante.

Patentes podem ser catalisadores, jamais reagentes e muito menos produtos do processo de inovação. As informações sobre números de patentes não devem ser as únicas consideradas nessa equação. São necessárias reflexão e crítica, além de foco na inovação per se e não em sua moldura.

Sibelle de Andrade Silva, Eng. Química, MSc em Propriedade Intelectual e Inovação

 

 

biomakerbattle

 

O HUB de Inovação na UFRJ, a Biominas Brasil e o Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) firmaram uma parceria para implementar, no Rio de Janeiro, uma edição do Biomaker Battle, competição científica em Ciências da Vida que tem o propósito de gerar visibilidade para a qualidade do trabalho científico desenvolvido nas universidades e centros de pesquisa brasileiros. O objetivo é criar oportunidade para a aplicação prática de ideias de negócio, projetos e pesquisas no desenvolvimento de soluções inovadoras nas áreas de Saúde Humana, Digital Health, Saúde Animal, Meio Ambiente e Agronegócio.

O Biomaker Battle - Edição Rio de Janeiro acontecerá no dia 18 de maio no Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino, na Rua Diniz Cordeiro, 30, Botafogo, Rio de Janeiro. Neste dia, os estudantes, professores, pesquisadores e profissionais selecionados participarão de palestras, workshops e mentorias de curta duração. Em paralelo, eles serão desafiados a utilizar o conteúdo e ferramentas aprendidas para construir um modelo de aplicação de suas ideias de negócio, projetos ou pesquisas que demonstrem potencial na resolução de problemas reais da sociedade. No final do dia, todos os estudantes e pesquisadores farão a apresentação dos resultados de seus trabalhos para uma banca de avaliadores que escolherá a equipe vencedora.

São consideradas elegíveis inscrições individuais ou de equipes de estudantes, professores, pesquisadores e profissionais vinculados aos cursos de Graduação e Pós-Graduação de Instituições de Ensino Superior brasileiras (por exemplo, Universidade, Faculdades, Centros Universitários) e demais pesquisadores que comprovem experiência em Saúde Humana, Digital Health, Saúde Animal, Meio Ambiente, Agronegócio ou outras áreas de conhecimento.

Maiores detalhes sobre a competição constam neste endereço.

As inscrições devem ser realizadas até 10 de maio através deste link.

O que significa Biomaker?

O termo foi criado numa clara referência ao Movimento Maker, a versão tecnológica da cultura Faça-Você-Mesmo (Do It Yourself). Esta cultura tem em sua base a convicção de que qualquer pessoa pode criar, construir, fabricar e encontrar soluções para consertar coisas simples do dia-a-dia ou até mesmo resolver grandes problemas do mundo atual. O prefixo “bio” faz alusão à área de Ciências da Vida.

 

 

lorealcentro

 

A Ilha do Fundão como hoje a conhecemos foi criada a partir de uma grande obra de aterro em um arquipélago de oito ilhas no início da década de 1950. Até então, as três ilhas maiores da região eram: a Ilha da Sapucaia, que corresponde agora à área da Reitoria, Parque Tecnológico e Vila Residencial; a Ilha do Fundão original, que abriga o Hospital Universitário; e a menos conhecida Ilha do Bom Jesus da Coluna, local onde, em 1705, foi erguida uma igreja homônima no estilo pós-barroco, atualmente tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) por conta de sua importância cultural.

Mas o destino reservava ainda outro marco digno de prestígio à Ilha de Bom Jesus. Em outubro de 2017, o bucólico local acabaria por se tornar a sede do mais importante centro de pesquisa e inovação da L’Oréal na América Latina, um dos sete hubs regionais que a empresa possui espalhados pelo mundo – os demais ficam no Japão, China, Índia e África do Sul e EUA, além da sede, na França.

A localização de um centro de pesquisa deste porte no Brasil é algo estratégico para a empresa. Além de ser o quarto maior mercado consumidor de cosméticos do mundo (atrás apenas de EUA, China e Japão), o Brasil também conta com um diferencial que é a riqueza da miscigenação de sua população. Diferentes tons de pele e diversos tipos de cabelos reunidos em um só local, por motivos óbvios, representam um valioso ativo para um centro de pesquisa do ramo de beleza. A proximidade geográfica com os principais institutos e laboratórios da maior universidade do Brasil completa o rol de vantagens do ambiente que abriga o imponente centro de pesquisa da L’Oréal.

A arquitetura do local, que ocupa 15 mil metros quadrados, por si só, já impressiona. Fruto de um projeto altamente compromissado com a sustentabilidade, a instalação faz reuso de água e em breve contará com geração própria de energia advinda de painéis solares. O centro também valoriza ao máximo a iluminação natural, o que acaba rendendo aos funcionários que ali trabalham uma vista privilegiada da Baía de Guanabara.

Conforme frisou Cristina Garcia, diretora científica da L’Oréal Brasil, que guiou recentemente uma visita da equipe da Agência UFRJ de Inovação à empresa, toda a estrutura foi meticulosamente pensada para criar o ambiente mais propício possível para a inovação. "O modelo flexível de trabalho e a estrutura com poucas paredes também favorecem a interação entre os diversos setores da equipe formada por cerca de cem pesquisadores. Até as bancadas dos laboratórios são móveis e com rodízios, o que permite o seu rápido deslocamento e rearrumação conforme a necessidade das pesquisas que estejam sendo desenvolvidas no momento”, explicou.

O esforço para promover a interação entre a equipe, aliás, parece ser um esforço constante por parte da empresa. Segundo a diretora de pesquisa avançada da L’Oréal Brasil, Fabiana Munhoz, apesar do grupo que atua especificamente na área de pesquisa avançada ainda ser relativamente pequeno, estes funcionários trabalham de maneira colaborativa e aberta, integrando-se a uma rede global composta por 23 centros de pesquisa ao redor do mundo. “Na verdade, este é um centro muito inovador até para os padrões internacionais da L’Oréal, porque nós nos preocupamos em trazer para cá esta questão da colaboração, da transversalidade, das diversas áreas trabalhando em conjunto. O objetivo final é desenvolver produtos e inovações disruptivas cada vez mais pensando naquilo que pode realmente mudar a vida do consumidor brasileiro, mas que tenham também um potencial global”, comentou.

 

DNA inovador

A inovação, por sinal, é algo que está profundamente arraigado na história da L’Oréal. “A empresa já conta com mais de cem anos de existência e desde o seu início tem a inovação em seu DNA”, ressaltou Fabiana remontando às origens da gigante dos cosméticos francesa. Em 1909, Eugène Schueller, um jovem químico com espírito empreendedor, fundou a empresa que se tornaria o Grupo L’Oréal. Tudo começou com as primeiras colorações capilares que ele formulou em sua garagem e vendeu para cabeleireiros parisienses.

Pouco mais de um século depois, a companhia conta com cerca de 4000 pesquisadores espalhados por todo o mundo. São eles os principais responsáveis por números como os do ano retrasado, quando a L’Oréal registrou impressionantes 472 pedidos de patentes. Ainda de acordo com Fabiana, os bons resultados têm uma razão de ser: “Nós temos o maior investimento da indústria cosmética em pesquisa e desenvolvimento. Aproximadamente 3,5% do faturamento do grupo são reinvestidos em P&D”.

Dentre os resultados práticos desta preocupação contínua com a pesquisa científica destaca-se, por exemplo, o surgimento da spin-off Episkin, que também dá nome ao modelo de pele humana reconstruída desenvolvido pelo grupo de cosméticos. “A Engenharia de Tecidos figura como um novo ramo do conhecimento que já se tornou praticamente uma ciência em si. Este é um dos principais eixos de pesquisa em que a L’Oréal tem investido nos últimos 30 anos, buscando substituir a experimentação animal e reforçar o compromisso da empresa com a segurança de seus produtos e seus consumidores”, explicou Rodrigo de Vecchi, gerente de pesquisa avançada da L’Oréal Brasil.

 

loreal

Aproximação com a UFRJ

Sobre a interação com instituições científicas e tecnológicas e, mais especificamente, a prospecção de novas tecnologias em universidades, a equipe da L’Oréal explicou que não existe um modelo rígido de mapeamento. Segundo Fabiana Munhoz: “A nossa forma de prospecção não é processual. Atualmente, conforme as necessidades da empresa vão despertando interesse em determinados eixos de pesquisa, são realizadas buscas bibliográficas para encontrar as respectivas soluções. Mas muitas vezes a própria proximidade com os pesquisadores acaba sendo um importante atalho”.

Justamente por conta disso, a aproximação com a UFRJ é vista como algo importante para a empresa. “Nós já tivemos algumas interações mais pontuais com a UFRJ. E neste momento em que estamos de mudança para cá, gostaríamos de potencializar ao máximo esta proximidade física, desdobrando isso em uma proximidade científica. Estar aqui conversando com o núcleo de inovação tecnológica da Universidade é um passo muito grande para reforçarmos esta interação”, comentou Fabiana.

“É uma via de mão dupla. Tanto para que nós possamos conhecer melhor as potenciais pesquisas desenvolvidas nos laboratórios da UFRJ quanto para que os laboratórios da Universidade tomem conhecimento das nossas linhas de pesquisa e das nossas necessidades. Tenho certeza de que este encontro será um importante pontapé inicial neste sentido”, reforçou Cristina Garcia.

 

13ª edição do prêmio L’Oréal-UNESCO- ABC Para Mulheres na Ciência oferece bolsa de R$ 50.000 reais a sete jovens cientistas brasileiras

Buscando reconhecer a participação das mulheres na ciência e favorecer o equilíbrio de gênero na pesquisa brasileira, a L’Oréal organiza anualmente, desde 2006, o “Pra Mulheres na Ciência”. Neste ano, sete jovens cientistas brasileiras das áreas de Física, Química, Ciências da Vida ou Matemática serão premiadas com bolsas no valor de R$ 50 mil cada. De acordo com relatório da UNESCO, atualmente as mulheres correspondem a somente 30% dos pesquisadores do mundo.

As candidatas interessadas em participar da 13ª edição do prêmio devem se inscrever até 4 de maio através do site https://goo.gl/srU3vj . Para participar, é necessário ter concluído o doutorado a partir de 2011, ter residência estável no Brasil e desenvolver projetos de pesquisa em instituições nacionais. A cerimônia de premiação será realizada em outubro, no Rio de Janeiro. O regulamento completo consta em https://goo.gl/smQaLF.

Mais detalhes sobre o programa em:

www.facebook/paramulheresnaciencia

www.paramulheresnaciencia.com.br

 

 

paramulheresnaciencia

Foram prorrogadas até o dia 04 de maio as inscrições para a 13ª edição do prêmio L’Oréal-UNESCO- ABC Para Mulheres na Ciência. As candidatas podem se inscrever através do site https://goo.gl/srU3vj . Sete jovens cientistas brasileiras das áreas de Física, Química, Ciências da Vida ou Matemática serão premiadas com bolsas no valor de R$ 50 mil cada. Para participar, é necessário ter concluído o doutorado a partir de 2011, ter residência estável no Brasil e desenvolver projetos de pesquisa em instituições nacionais (confira o regulamento completo: https://goo.gl/smQaLF). A cerimônia de premiação será realizada em outubro, no Rio de Janeiro.


Realizado desde 2006, o programa tem como objetivo promover e reconhecer a participação da mulher na ciência, favorecendo o equilíbrio dos gêneros no cenário brasileiro.


Saiba mais sobre o programa:
www.facebook/paramulheresnaciencia
www.paramulheresnaciencia.com.br

 

 

5afeiragastronomicaparque

Nos dias 8, 9 e 10 de maio, de 11h às 20h, o Parque Tecnológico da UFRJ promove a 5ª edição de sua Feira Gastronômica e Cultural. Vinte empreendedores do curso Gastronomia da UFRJ farão parte do evento, que contará com lanches, doces, refeições salgadas, culinária vegetariana e bebidas artesanais. A feira terá um happy hour, a partir das 16h, com bandas independentes da UFRJ.

 

 

anestesiaodontologica

 

Estudantes da UFRJ criaram um aplicativo de celular que auxiliará profissionais a melhorarem a qualidade das anestesias nos consultórios odontológicos. Com interface e recursos simples, o Anestesia do Bem indica, em poucos segundos, a dosagem exata que deve ser aplicada a cada paciente. No dia a dia, o cálculo é feito à mão ou por meio de uma dosagem padrão. 

Edgar Souza, Kaíque Guerra e Eduardo Fernandes, estudantes da Faculdade de Odontologia, desenvolveram o aplicativo em parceria com a Empresa Júnior de Consultoria e Desenvolvimento Web da UFRJ (EJCM). Segundo eles, o projeto inovador ajudará a garantir mais segurança e rapidez nos procedimentos. 

“No caso de mepivacaína 3%, por exemplo, segundo a dosagem máxima permitida pelo fabricante, podem-se usar sete tubetes. Porém, em um paciente de 40kg, segundo o cálculo correto, utilizaríamos quatro tubetes. Levando em consideração um paciente com algum comprometimento sistêmico, este tipo de erro pode ser perigoso”, explicam.

“A anestesiologia é uma área que gera muitas dúvidas e estou certo de que este aplicativo vai se tornar uma ferramenta importante na prática clínica dos profissionais e no ensino de Odontologia”, afirma Jônatas Caldeira Esteves, professor adjunto do departamento de Cirurgia Oral da UFRJ. Segundo ele, o aplicativo “é uma ideia inovadora dentro da Odontologia” e beneficiará os profissionais no dia a dia, nas situações clínicas que precisam ser resolvidas imediatamente”. 

Fatores considerados

“Os tipos de anestésicos estão diretamente ligados à condição sistêmica que o paciente possui. O Anestesia do Bem cruza as informações das condições físicas, encontrando a melhor solução anestésica para cada caso”, destaca Eduardo.

Idade, peso e ASA (escala da Sociedade Americana de Anestesiologistas) são algumas das informações preenchidas pelo usuário do aplicativo. A escala leva em conta fatores como gravidez, hipertensão e diabetes, entre outros, para determinar a dosagem a ser utilizada. 

Os estudantes afirmam que, em geral, o profissional que precisa escolher um anestésico pouco comum acaba encaminhando o paciente para outro consultório ou recorrendo à bibliografia de anestesiologia para descobrir qual substância usar. 

“Já aquele que busca realizar o cálculo corretamente, deveria lançar mão de papel e caneta, além de informações do fabricante do anestésico e fazer a conta manualmente, o que levaria alguns minutos, além de não ser agradável ao paciente que presencia essa situação”, diz Kaíque.

Recomendações a quem vai ao consultório

“Profissionais que testaram o novo recurso se mostraram extremamente receptivos e reconhecem o valor do uso, tanto no consultório, quanto no meio acadêmico”, afirmam. Os estudantes da UFRJ alertam, entretanto, que cada paciente deve se lembrar de contar ao dentista sobre seu histórico médico. 

“O principal alerta seria contar ao dentista se possui algum comprometimento sistêmico, como hipertensão arterial, quadro de imunossupressão, ou se está grávida”, diz Edgar. “Muitas vezes, a anamnese é subjugada no atendimento odontológico, então o paciente pode atentar-se a este fato a fim de se prevenir contra possíveis complicações em anestesia local, ou até mesmo em outros procedimentos”, completa Kaíque. 

Lançamento

Anestesia do Bem fica disponível para download a partir da segunda-feira (9/4), com lançamento durante a 27ª Jornada Acadêmica da Faculdade de Odontologia (Jafo) da UFRJ. Começa operando em Android e no dia 16/4 poderá ser usado no sistema iOS.

“Anestesia local pode ser feita de forma rápida e segura, quando existe inovação e muito amor pelo que se faz”, afirmam os criadores.

 

 

vaidadeeadoecimentonavidaacademica

 

No dia 25 de abril, a cientista social Rosana Pinheiro Machado apresentará a palestra "Vaidade e adoecimento na vida acadêmica", às 11h30min, no hall da biblioteca da Faculdade de Letras da UFRJ. O evento marca o lançamento do Fórum de Mulheres na UFRJ. Trata-se de uma iniciativa do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (PACC) da Faculdade de Letras em articulação com várias acadêmicas da instituição e com o apoio da Agência UFRJ de Inovação.

Rosana Pinheiro Machado é cientista social, professora da Universidade Federal de Santa Maria, no programa de pós-graduação de Ciências Sociais, foi professora de Desenvolvimento Internacional na Universidade de Oxford de 2013 a 2016, e recentemente escreveu o artigo "Precisamos falar sobre a vaidade na vida acadêmica", na revista Carta Capital.

 

 

IP DayNo dia 24 de abril, o Parque Tecnológico da UFRJ vai promover o evento “Agentes da Mudança: as Mulheres na Inovação e na Criatividade” em comemoração ao Dia Mundial de Propriedade Intelectual.  O encontro será realizado no auditório do Parque, às 8h, e também irá abordar a importância da propriedade intelectual e de um ambiente regulatório adequado no fomento às parcerias público-privadas.

O evento contará, entre outros, com a presença do presidente da ABAPI (Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial), Ricardo Pinho; do executivo da Halliburton e representante das empresas do Parque, Márcio Spínola; do diretor regional da OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual) no Brasil, José Graça Aranha; do sócio do escritório Di Blasi, Parente e Associados, Paulo Parente Marques Mendes; da presidente da Licensing Executives Society (LES) Brasil, Marcela Trigo; do diretor da ABESpetro (Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo), Telmo Ghiorzi; da vice-presidente do Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC), Shirley V. Coutinho; e do consultor em Petróleo e Gás da ONIP (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), Alfredo Renault. Também estarão presentes representantes de outras organizações e entidades relacionadas ao tema como ABPI (Associação Brasileira da Propriedade Intelectual), INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) e o consulado dos Estados Unidos.

O evento é gratuito e aberto ao público. Clique aqui para fazer sua inscrição. Em caso de dúvidas, entre em contato com a equipe do Parque Tecnológico da UFRJ através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

acessibilidadecultural

Ficam abertas até 22 de maio, as incrições para o III Curso de Especialização em Acessibilidade Cultural, fruto de uma parceria entre a UFRJ, através do Laboratório de Arte, Cultura, Acessibilidade e Saúde, do Curso de Terapia Ocupacional, e o Ministério da Cultura, através da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

A proposta é implementar a formação em acessibilidade cultural para gestores e trabalhadores da área da cultura, com o objetivo de sensibilizar, estimular, capacitar e criar processos inclusivos de fruições estética, artística e cultural nas ações, gestões e políticas culturais para o público de pessoas com deficiência como produtores ou plateia.

O curso abordará temas como a gestão de políticas culturais, passando pelo campo das deficiências e suas especificidades no contexto da legislação, a formação nas diferentes linguagens e nas tecnologias de acessibilidade cultural, bem como a experiência e aplicabilidade dos conteúdos apreendidos. A ideia é desenvolver parcerias com espaços culturais para proporcionar aos alunos o desenvolvimento de novas soluções para a garantia da acessibilidade, além de praticar as tecnologias de acessibilidades já conhecidas.

Mais detalhes em: http://www.medicina.ufrj.br/acessibilidadecultural/sitenovo.

 

 

experienciachangemaker

Quer descobrir como gerar mudanças positivas no mundo a partir da inovação social? A Experiência Changemaker, iniciativa do Choice, é uma vivência de dois dias desenhada para profissionais do futuro que querem vivenciar a inovação social na prática. A edição do Rio de Janeiro será nos dias 19 e 20 de maio, das 8h às 18h, no Studio 512 - Rua Jardim Botânico, 512, Jardim Botânico.

Saiba mais e inscreva-se em: https://www.movimentochoice.com/educacao

 

 

101inpi2018

 

Até 26 de abril, o INPI estará com inscrições abertas para o Curso Geral de Propriedade Intelectual à Distância (DL 101P BR). Este curso abrange os aspectos fundamentais de propriedade intelectual, incluindo a legislação e estudos de caso brasileiros. O conteúdo nacional foi desenvolvido por especialistas do INPI. Os temas apresentados são: direitos autorais, patentes, marcas, indicações geográficas, desenhos industriais, proteção de novas variedades vegetais/cultivares, concorrência desleal, informação tecnológica, contratos de tecnologia e tratados internacionais.

Inscrições e maiores detalhes neste link.

 

 

metodoparalimpezadeaguaesolo800

Devido ao seu crescimento e à grande utilização que faz do transporte marítimo, não raramente a indústria do petróleo registra acidentes ambientais envolvendo navios, portos, terminais, oleodutos e refinarias, entre outras fontes. Nos ambientes naturais, o petróleo é de difícil remoção porque os hidrocarbonetos se adsorvem a superfícies, causando sérios danos ao meio ambiente. Dessa forma, tecnologias que removam os vazamentos de óleo se tornam atrativas.

Estratégias biotecnológicas e sustentáveis apresentam-se como um grande desafio e um vasto campo para a pesquisa de novas soluções para a remediação destes casos. A remediação e biorremediação de solos e águas impactados por petróleo caracterizam-se como tecnologias limpas, embora ainda de alto custo, que permitem a recuperação de locais contaminados. O emprego de micro-organismos naturais (biorremediação) ou a administração de biossurfactantes, geralmente produzidos em regime de contenção, promove a remoção eficiente dos contaminantes adsorvidos ao solo. A produção de surfactantes biológicos é, portanto, uma importante alternativa aos produtos existentes.

A inovação ora proposta diz respeito à Burkholderia kururiensis geneticamente modificada (LMM21) e a um método de utilização da engenharia genética como ferramenta para a produção de biossurfactantes do tipo raminolipídeo em uma cepa não patogênica, B. kururiensis KP23, como hospedeira heteróloga, através da inserção de plasmídeos contendo os genes rhlAB, oriundos da cepa de Pseudomonas aeruginosa PA01, responsáveis pela produção das enzimas componentes da Rhamnosiltransferase 1 (RhlA e RhlB), envolvidas na produção de mono-raminolipídeos a serem utilizados em biorremediação de solos e águas, que apresentam contaminação por hidrocarbonetos.

Atualmente a Agência UFRJ de Inovação está em busca de empresas interessadas em adotar esta tecnologia em seus processos produtivos. Os interessados podem entrar em contato através do email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

A Coppe/UFRJ e o Consulado Geral da Alemanha no Rio de Janeiro inauguram, em 11 de abril, às 10 horas, a exposição Germany’s Energiewende, que apresenta a transição energética sustentável da Alemanha. A solenidade de abertura, que contará com a presença do diretor da Coppe, Edson Watanabe, e do Cônsul-Geral da Alemanha em exercício, Johannes Bloos, será realizada no hall do bloco H do Centro de Tecnologia da UFRJ, na Avenida Horácio Macedo, 2030, Cidade Universitária.

A exposição integra a programação que celebra os 55 anos da Coppe, e ficará aberta ao público, de 11 a 19 de abril, das 10 às 16h. Organizada pela empresa pública alemã de serviço de cooperação internacional Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmBh, conta com a parceria do  Fundo Verde da UFRJ.

A transição energética é um dos projetos de longo prazo mais importantes da Alemanha. O país decidiu reestruturar toda a sua matriz optando por energias renováveis, com o objetivo de garantir um abastecimento energético seguro, de custo moderado e sustentável. A transição é vista como uma oportunidade para a criação de novas áreas de negócios, geração de empregos e crescimento econômico, concomitantemente reduzindo a dependência do país em relação à importação de petróleo e gás.

O tema da exposição converge com pesquisas e tecnologias desenvolvidas pela Coppe, maior centro de ensino e pesquisa em engenharia da América Latina, que vem contribuindo com soluções e iniciativas sintonizadas com as novas necessidades nacionais e globais. Seus pesquisadores buscam conciliar o crescente consumo de energia com a urgência de conter o aquecimento global; atender o aumento da demanda por matérias-primas e água sem esgotar os recursos ambientais; conciliar a necessidade de reduzir as pressões sobre o meio ambiente com um desenvolvimento econômico equitativo e justo.

As tecnologias desenvolvidas na Coppe incluem alternativas mais eficientes para a mobilidade nas grandes cidades; a produção de energia a partir das ondas do mar; o reaproveitamento de resíduos agrícolas, industriais e urbanos para produção de biocombustíveis e biomateriais; construções sustentáveis; e metodologias criativas para incluir no universo do trabalho e do empreendedorismo parcelas da população historicamente excluídas.

 

exposicaocoppe2018

 

 

brasilreinounidoexamepatentes

 

Durante a 10ª reunião do Comitê Econômico e de Comércio Conjunto Reino Unido-Brasil (JETCO, na sigla em inglês), realizada em Londres, o diretor-executivo do INPI, Mauro Maia, e o diretor-executivo e controlador-geral do Escritório de Propriedade Intelectual do Reino Unido (UKIPO, na sigla em inglês), Tim Moss, assinaram um acordo que vai acelerar a análise de pedidos de patentes. O acordo prevê a colaboração entre o INPI e o UKIPO através de um projeto-piloto de Patent Prosecution Highway (PPH). Neste modelo de parceria entre dois países ou regiões, o solicitante da patente poderá solicitar que o exame de seu pedido seja priorizado em um dos países, após ter sido concedido pelo outro.

Deste modo, um pedido de patente já concedido no Brasil poderá ter seu exame acelerado no Reino Unido, ao mesmo tempo em que uma solicitação deferida no instituto britânico poderá ser agilizada no INPI. Em média, o prazo é reduzido de cerca de 10 anos (tramitação completa) para nove meses (tempo até o exame após entrada no PPH).  

Segundo o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge, é importante destacar que “patentes concedidas com agilidade são essenciais para estimular a inovação e a competitividade das empresas, inclusive para as que pretendem investir no mercado externo. Também contribuem para atrair investimentos para o Brasil”.

Neste PPH entre o INPI e o UKIPO, que entrará em vigor no terceiro trimestre de 2018, poderão ser incluídos até 100 pedidos de patentes por ano. Os campos tecnológicos ainda serão definidos pelos dois institutos.

Atualmente, o Brasil possui projetos de PPH com os Estados Unidos, o Japão, a China, o Escritório Europeu de Patentes e os países latino-americanos que fazem parte do projeto denominado Prosur.

Acordos 

Durante a reunião, Marcos Jorge e Liam Fox, secretário de Estado para o Comércio Internacional do Reino Unido, assinaram um memorando de entendimento para fomentar temas importantes no comércio bilateral, como facilitação de comércio, cooperação regulatória e promoção da cultura exportadora, com estímulo para maior participação das micro, pequenas e médias empresas no comércio exterior. 

Além disso, o memorando alcança ainda o apoio para reestruturação do INPI e para a implementação de instrumentos de compliance para permitir o acesso do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), candidatura oficializada em maio de 2017. 

Marcos Jorge ressaltou a importância da parceria com o Reino Unido. “Acredito que uma das características mais importantes de nosso relacionamento tem sido a capacidade de inovar na identificação de meios de fomentarmos projetos de desenvolvimento associado, como é o caso da cooperação no contexto do Fundo da Prosperidade, o Prosperity Fund”, declarou o ministro. 

O Prosperity Fund é o fundo de cooperação do Governo Britânico financiado pelo Foreign and Commonwealth Office (Ministério das Relações Exteriores Britânico). Entre 2011 e 2016, o fundo britânico o investiu mais de 14 milhões de libras em projetos no Brasil, com o intuito de melhorar o ambiente de negócios, bem como atrair novos investimentos em infraestrutura com melhorias no ambiente regulatório e capacitação em parcerias público-privadas.

 

(FONTE: MDIC)

 

 

engiebrasil2018

Em 2015, a ONU aprovou uma agenda de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) para incentivar ações no intuito de diminuir desigualdades, proteger o meio ambiente e promover a prosperidade. A tarefa não é fácil: são 17 metas que devem ser alcançadas nos próximos anos. A única maneira de tornar isso possível é unindo governo, setor privado, sociedade civil e, principalmente, as pessoas com boas ideias e soluções para os problemas do mundo.

Buscando cooperar com este movimento mundial, a ENGIE Brasil lançou a 4ª edição do Prêmio de Inovação Engie Brasil para premiar as soluções inovadoras em impacto social com potencial para transformar o Brasil.

Podem participar empresas, startups e empreendedores com soluções inovadoras, comerciais ou tecnológicas. As iniciativas serão avaliadas de acordo com o impacto social, caráter inovador e viabilidade. O projeto, serviço ou solução inovadora deve ter sede no Brasil, ser implementável em nosso país e abordar um ou mais dos seguintes objetivos:

– Saúde e bem-estar;

– Água limpa e saneamento;

– Energia acessível e limpa;

– Indústria, inovação e infra-estrutura;

– Cidades e comunidades sustentáveis;

– Consumo responsável e produção;

– Ações Climáticas.

De acordo com o CEO da ENGIE Brasil Maurício Bähr “o prêmio ENGIE Brasil Inovação é uma ponte aberta pela companhia para uma nova abordagem de inovação. A ENGIE busca start-ups e instituições para construir em conjunto as soluções de energia do amanhã, permitindo que empreendedores proponham projetos dentro do conceito de inovação social, com benefícios para todos”.

Segundo Bähr, o foco é buscar projetos não apenas mais eficientes e mais inteligentes, mas também mais sustentáveis em prol do bem estar da população. “O prêmio é boa oportunidade para criar novos negócios para a companhia”, completa.

O vencedor será premiado durante o Engie Brasil Innovation Day 2018, que ocorrerá no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, no dia 2 de maio. Ele também participará do Engie Innovation Week, um evento internacional de inovação em Paris, e pode até efetuar uma parceria com a ENGIE para aplicar o projeto. As inscrições podem ser feitas até 14 de abril neste link.

 

 

oceanawards2018

O projeto Amazon Reef Science, coordenado pelo professor Fabiano Thompson, do Programa de Engenharia de Produção do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (COPPE/UFRJ), foi escolhido como finalista do prêmio Ocean Awards 2018, na categoria Ciência. O trabalho levou à descoberta de um extenso sistema de recifes na foz do Rio Amazonas, ampliando o conhecimento acerca da riqueza da biodiversidade amazônica e mudando a compreensão sobre a formação de recifes em condições subótimas. Os vencedores das cinco categorias da premiação serão anunciados em julho, na edição da revista Boat International.

O professor Thompson lidera uma equipe que pesquisa uma das maiores – e menos conhecidas – riquezas da Amazônia brasileira, o enorme recife de corais localizado na foz do rio Amazonas. Em 2016, os pesquisadores brasileiros conseguiram descrever este extenso sistema de recifes, após uma expedição que contou com financiamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e colaboração do Greenpeace. O bioma, recém-descoberto, tem uma área estimada em 56 mil km².

Como afirmava o professor à época da descoberta, a margem equatorial é uma das regiões menos estudadas do ambiente marinho brasileiro, apesar do crescente interesse industrial pela região nos últimos anos. “Grandes petroleiras estão prospectando óleo e gás na região nas proximidades do novo bioma recifal marinho. O estudo traz conhecimento básico e aplicado para ser considerado pela indústria (ex. óleo e gás), agências de proteção ambiental, comunidades locais e academia, visando o uso sustentável dos recursos marinhos.”

O projeto faz parte do programa International Ocean Drilling Program (IODP) que tem como objetivo investigar a história e a estrutura da Terra, a partir de pesquisas oceanográficas.

Além de Thompson, a equipe conta com Eduardo Siegle, da Universidade de São Paulo (USP); Ronaldo Francini, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e Nils Asp, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Também contribuíram para o projeto os professores Carlos Rezende, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e Alberto Figueiredo, da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Os outros finalistas da categoria Ciência do Ocean Awarads são os pesquisadores Ben Halpern (do National Centre for Ecological Analysis and Synthesis - NCEAS); David Obura, (Coastal Oceans Research and Development in the Indian Ocean - Cordio); e Ove Hoegh-Guldberg (Global Change Institute, University of Queensland). Confira neste link.

 

IODP/CAPES
O IODP é um programa internacional de pesquisas marinhas que investiga a história e a estrutura da Terra a partir do registro em sedimentos e rochas do fundo do mar, além de monitorar ambientes de sub-superfície.

Parte significativa da comunidade científica atuante em ciências do mar de águas profundas de diversos países está envolvida no programa. Desde 2013, o Brasil, por meio de financiamento viabilizado pela CAPES, é membro do consórcio JOIDES Resolution e colabora com o IODP. Para executar as atividades previstas no Programa, a CAPES conta com o apoio de um Comitê Científico e um Comitê Executivo.

Expedições do IODP usam avançada tecnologia de perfuração oceânica, de modo a permitir disseminação de dados e amostras a partir de arquivos globais, particularmente para os países membros do programa.

O sistema de perfuração é apoiado por um parque analítico a bordo do Navio de Pesquisa JOIDES Resolution, composto por equipamentos de última geração voltados a pesquisa geofísica, geoquímica, microbiológica e paleoclimática. Além da infraestrutura a bordo, o IODP conta com apoio de numerosas instituições de pesquisa e formação de recursos humanos nos diferentes países que atualmente compõem o programa.

Conheça a página do Programa CAPES/IODP
Acompanhe o Diário de Bordo CAPES/IODP

(FONTE: CCS/CAPES)

 

 

greenrio2018

 

Nos dias 24, 25 e 26 de maio, acontecerá a sétima edição do Green Rio, na Marina da Glória do Rio de Janeiro. Desde 2012, o evento vem se firmando como uma plataforma de negócios que reúne expositores, palestrantes e representantes da Economia Verde, dos setores orgânico e sustentável. O tema central deste ano será a Bioeconomia.

Além de conhecer produtores comprometidos com alimentação saudável e desenvolvimento sustentável, o público terá acesso à Conferência Green Rio, com palestrantes do Brasil e de outros países, que abordarão temas como: Bioeconomia, bioenergia e biodiversidade; Boas práticas e objetivos do desenvolvimento sustentável; Gastronomia e moda como agentes transformadores; Alimentação escolar – primavera saudável de novas gerações; Cosméticos e patrimônio genético; Mercados verdes e consumo sustentável; Alimentos orgânicos e indústrias alimentícias: qual é o futuro?; Tecnologias e startups para agricultura sustentável;

No âmbito deste último tema, haverá um estande destinado a biostartups e/ou projetos que apresentem soluções sustentáveis voltadas para: Agronegócios, Alimentos, Bebidas, Cosméticos, Moda, Construção Civil, Energia e Meio Ambiente. Os interessados em participar devem realizar inscrições até 31 de março através deste link. A seleção fica a cargo do Sebrae/RJ.

Outro destaque da programação será a segunda edição do German-Brazilian Bioeconomy Workshop, com a presença de uma delegação alemã. Na última edição do Green Rio, o diretor de Bioeconomia e Florestas do Ministério da Agricultura da Alemanha, Clemens Neumann, apresentou a estratégia nacional “Bioeconomia 2030”, que já resultou em investimentos de 2,4 bilhões de euros na área. Na ocasião, também foram apresentadas e discutidas potenciais parcerias entre Brasil e Alemanha.

Mais detalhes sobre o evento em www.greenrio.com.br.

 

 

parqueyoutube

O Parque Tecnológico da UFRJ foi destaque no jornal O Globo desse domingo, dia 18 de março, em matéria sobre a criação do Centro Internacional de Pesquisa do Atlântico (AIR CENTER). O AIR CENTER vai reunir cientistas e pesquisadores de diversos países, incluindo o Brasil, para desenvolver estudos sobre clima, biodiversidade, correntes marinhas e outros aspectos do oceano que possam ser usados com o objetivo de gerar desenvolvimento econômico. O centro irá conectar tecnologias de águas profundas a tecnologias espaciais através de uma cooperação global entre América Latina, Europa, África e EUA.

Um dos eventos preliminares para a criação da instituição, o Workshop Rio 2018 Atlantic Interactions, foi realizando no final de fevereiro no Parque Tecnológico e contou com a presença do Ministro da Ciência, Tecnologia e Educação Superior de Portugal, Manuel Heitor. Durante o evento, o Presidente da FAPERJ, Ricardo Vieiralves de Castro e o Presidente da Fundação para Ciência e Tecnologia de Portugal, Paulo Ferrão, assinaram um protocolo com o objetivo de financiar recursos humanos no Rio de Janeiro e Portugal para a realização de um intercâmbio de pesquisadores nos dois países. A iniciativa assinada pela FAPERJ e pela Fundação para Ciência e Tecnologia de Portugal é o primeiro passo para a instalação de um polo do Centro de Investigação Internacional do Oceano Atlântico no Estado do Rio de Janeiro.

 

 

osiris2

Osíris era o mais popular de todos os deuses do Egito Antigo. Ser bondoso que sofre uma morte cruel e que por ela assegura a vida e a felicidade eterna a todos os seus protegidos, Osíris encarna a terra egípcia e a sua vegetação, destruída pelo sol e a seca, mas sempre ressurgida pelas águas do Nilo. Seu mito aborda a temática da ressurreição, regeneração e transição. Não à toa este foi o nome escolhido para batizar a primeira equipe de Biologia Sintética da UFRJ.

A Biologia Sintética é uma área emergente que busca a construção de novas vias biológicas artificiais, organismos ou dispositivos, ou o redesenho de sistemas biológicos naturais existentes. O interesse pelo tema e o amplo leque de aplicações possíveis motivou estudantes de diferentes áreas (Biotecnologia, Nanotecnologia, Biofísica, Microbiologia) a fundarem, com a mentoria da professora Mônica Montero Lomeli, do IBqM (Instituto de Bioquímica Médica – UFRJ), a Osiris.

Atualmente, através de uma parceria com o HUB de Inovação na UFRJ, a equipe Osiris está promovendo uma série de workshops intitulada “Máquinas Biológicas”, voltada aos interessados em adquirir mais conhecimentos sobre o ramo da Biologia Sintética. As oficinas ocorrem entre o final de março e o início de abril e têm um custo simbólico de R$ 30. As inscrições podem ser feitas através deste link. Os recursos serão utilizados para custear a participação da Osiris no iGEM (International Genetically Engineered Machine), competição internacional de engenharia de sistemas biológicos.

A competição foi criada em 2003 pelo MIT e, anualmente, promove o encontro de equipes de universidades de todo o mundo, que apresentam seus projetos de Biologia Sintética. O objetivo das equipes é a criação de dispositivos biológicos inovadores que permitam a solução de problemas humanos relevantes, seja na área da saúde, de biocombustíveis, preservação ambiental, produção de alimentos, manufaturas e outros. Inicialmente, a competição era exclusivamente para alunos de graduação, mas hoje conta também com divisões especiais para alunos do ensino médio, empreendedores e programadores de software.

O universitário João Gabriel da Cruz e Silva, aluno da UFRJ que cursa o 4º período de Biotecnologia e integra a equipe Osiris, em entrevista, fala com mais detalhes sobre vários aspectos que envolvem esta iniciativa pioneira:

 

1) Poderia dar exemplos práticos do impacto social que o desenvolvimento da Biologia Sintética pode proporcionar?

A biologia sintética atua diretamente na produção de ferramentas que otimizam ou proporcionam melhorias às tarefas humanas. Assim, há uma grande variedade de campos em que ela pode ser empregada. Um deles, por exemplo, é a produção de insulina por microrganismos transgênicos. Existem também projetos mais ambiciosos, como a geração de animais transgênicos que produzam proteínas para o tratamento de hemofílicos. Outra possibilidade são os processos biotecnológicos que se utilizam de organismos modificados por técnicas de biologia sintética, sendo inseridos em meios de produção industriais para otimização do processo. Um desses processos é o utilizado pela Braskem para produção de alguns de seus polímeros, produzidos via rotas biotecnológicas. Além disso, há também o caso da GranBio, empresa de Biotecnologia e Biologia Sintética que desenvolveu uma rota biológica para produção de etanol a partir de folhagens secas residuais dos canaviais, aumentando assim o leque de fontes possíveis para produção deste combustível. Os dois últimos casos têm grande impacto social, pois transformam o processo produtivo de indústrias em processos mais sustentáveis, com menor poluição e descarte de resíduos, além de viabilizarem uma maior rentabilidade, fruto de um melhor aproveitamento de todos os substratos.

 

2) Existe um debate ético acerca dos usos da Biologia Sintética, principalmente no tocante a possíveis alterações no equilíbrio ambiental. Como vocês enxergam isso?

A equipe procura focar seus projetos em dois vieses importantes: a utilização da Biologia Sintética e todas suas ferramentas a fim de interagir de forma sustentável com a sociedade; e assegurar a divulgação do conhecimento científico a todas as camadas sociais. Uma maior discussão sobre o tema, guiado pelas ferramentas científicas, proporcionaria a desmistificação sobre alguns medos relacionados à Biologia Sintética e levaria a um aproveitamento muito mais direto e democrático da Biologia Sintética na sociedade.  Há uma grande discussão na comunidade de Biologia Sintética sobre a ética a ser empregada para que eventos como o desequilíbrio ambiental não ocorram. Normalmente, graças a essa discussão, em todos os projetos que envolvem o tema, há mecanismos de controle para evitar tais eventos.

 

3) Especificamente sobre a Osiris, pode explicar como e quando surgiu esta iniciativa?

No final do mês de novembro de 2017, houve uma reunião no HUB com o embaixador do iGEM na qual se discutiu acerca da a importância da criação da primeira equipe de Biologia Sintética da UFRJ para disputar um torneio internacional do iGEM. Lucas Santos (8º período de Nanotecnologia, UFRJ), que hoje integra a Osiris, participou da reunião e decidiu unir uma equipe constituída por alunos que já se interessava pelo tema. Ele e outros dois integrantes já haviam realizado tentativas sem sucesso de criar uma equipe de Biologia Sintética, mas após o evento realizado pelo HUB, esta nova equipe foi finalmente formada.

 

4) Além da disciplina oferecida pela professora Mônica Lomeli, existem outras focadas em Biologia Sintética aqui na UFRJ?

Muitas disciplinas utilizam dos conceitos de Biologia Sintética indiretamente, entretanto não há iniciativas que evidenciem o tema diretamente.

 

5) Pode comentar um pouco mais sobre o dispositivo que estão desenvolvendo para o diagnóstico de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti?

O objetivo da equipe era fazer uso da Biologia Sintética com o intuito de atingir diretamente pontos fracos da sociedade. Doenças transmitidas por Aedes Aegypti são comuns no Brasil e podem ter picos alarmantes em certos períodos do ano, superlotando hospitais e, consequentemente, dificultando o atendimento correto aos pacientes. Um diagnóstico preciso e rápido poderia ser utilizado a fim de reduzir o tempo de espera do resultado de exames e diminuir a concentração em prontos atendimentos. Assim, nosso dispositivo estará focado em diagnosticar as doenças de dengue, zika e chikungunya para um melhor atendimento em hospitais e centros médicos.

 

6) Que benefícios a participação no iGEM poderia trazer à Osiris e à própria UFRJ?

Através do iGEM buscamos interação com o MIT, um grande polo de pesquisa tecnológica, e com o desenvolvimento científico de outros países, bem como a internacionalização da equipe e da própria UFRJ.


7) O que os interessados podem esperar das oficinas que serão realizadas no HUB? Poderia passar mais detalhes sobre esta parceria?

O HUB está conosco desde o começo e tem nos ajudado muito, viabilizando desde contatos para parcerias até o espaço para realização das oficinas, que serão realizadas em cinco dias de atividades. As oficinas ocorrem entre o final de março e o início de abril. As inscrições podem ser feitas através deste link. Mais detalhes: https://www.facebook.com/osirisigemufrj

 

osiris1

 

 

profnit2018

No mês de março teve início mais um semestre letivo do Mestrado Profissional em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (PROFNIT) no ponto focal da UFRJ. O programa é voltado ao aprimoramento da formação profissional dos interessados em atuar nas competências dos Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) e demais ambientes promotores de inovação. A ideia é atender à necessidade das Instituições Científicas, Tecnológicas e de Inovação (ICTs) de capacitarem seus gestores para a difícil tarefa de conduzir as questões relacionadas aos NITs.

O curso foi elaborado pela Associação Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (FORTEC), contando com a participação de dezenas de docentes e pesquisadores do tema em várias instituições a ela associadas. Criado em 2006, o FORTEC é uma associação de representação dos responsáveis pelo gerenciamento das políticas de inovação e das atividades relacionadas à propriedade intelectual e à transferência de tecnologia nas universidades, institutos de pesquisa e demais instituições gestoras de inovação.

A UFRJ integra, desde 2016, o PROFNIT, sendo que grande parte desta articulação envolvendo a Universidade foi fruto do esforço da professora Flávia Lima do Carmo, coordenadora adjunta da Agência UFRJ de Inovação e coordenadora do Ponto Focal PROFNIT na UFRJ. Segundo ela: “Por ser um mestrado profissionalizante de âmbito nacional, é inestimável a contribuição do PROFNIT nesta área estratégica e de extrema importância para o desenvolvimento do país. O aumento de profissionais capacitados para trabalhar com propriedade intelectual e transferência de tecnologia irá contribuir de forma efetiva para acelerar o processo de inovação”.

A grade curricular do programa conta com cinco disciplinas obrigatórias e treze optativas/eletivas. As obrigatórias são: Conceitos e Aplicações de Propriedade Intelectual (PI); Conceitos e Aplicações de Transferência de Tecnologia (TT); Prospecção Tecnológica; Políticas Públicas de Ciência, Tecnologia e Inovação e o Estado Brasileiro; e Metodologia da Pesquisa Científico-Tecnológica e Inovação. Já as disciplinas eletivas são: Indicadores Científicos e Tecnológicos; Projetos em Ciência, Tecnologia e Inovação; Pesquisa Tecnológica Qualitativa e Quantitativa; Indicações Geográficas e Marcas Coletivas; Propriedade Intelectual e suas vertentes em Biotecnologia Fármacos e Saúde; Propriedade Intelectual nas Indústrias Alimentícia e Química; Propriedade Intelectual nas Engenharias e nas Tecnologias da Informação e Comunicação; Propriedade Intelectual no Agronegócio; Gestão da Transferência de Tecnologia em Ambientes de Inovação; Valoração Sistêmica de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia; Negociação Contratos e Formalização de Transferência de Tecnologia; Empreendedorismo em Setores Tecnológicos; e Ambientes de Inovação e suas interações sistêmicas.

 

 

 inpilogo

 

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) está com inscrições abertas para os cursos a seguir:

Curso Oficina de Software

Data: 6 de abril de 2018

Horário: das 08h30min às 17h30min (carga horária: 8 horas)

Local: Rua Mayrink Veiga, 09 – Centro – Rio de Janeiro/RJ.

Objetivo: Aprofundar o conhecimento sobre a proteção dos programas de computador, o registro de software como forma de assegurar ao autor direitos de exclusividade na produção, no uso e na comercialização de sua criação e a patente de invenções implementadas por programas de computador.

Pré-requisito: 

  1. a) Curso Geral de Propriedade Intelectual (DL-101P BR): curso básico a distância em PI em parceria com a OMPI (edições a partir de 2012) ou
  1. b) Curso de Propriedade Industrial básico, presencial, com carga horária de 40 horas, oferecido por algum dos parceiros do INPI (com instrutores do INPI)

Taxa de inscrição: Gratuito

Vagas: Serão oferecidas 40 vagas distribuídas por ordem cronológica das inscrições.

Período de inscrições: Até preencher o limite de vagas e formar um cadastro de reserva de 30% do total de vagas.

Inscrições:  http://epesquisa.inpi.gov.br/index.php/253345/lang-pt-BR

 

 

Curso Oficina de Indicações Geográficas e Marcas Coletivas

Data: 12 de abril de 2018

Horário: das 08h30min às 17h30min (carga horária: 08 horas)

Local: Rua Mayrink Veiga, 09 – Centro – Rio de Janeiro/RJ.

Objetivo: O participante deverá, ao final do curso, ser capaz de identificar o que são indicações geográficas diferenciando-as das marcas coletivas; reconhecer as diferenças entre a indicação de procedência e a denominação de origem identificando corretamente os usos delas em casos concretos; além disso, deverá ter noções do que consistem os pedidos de registro de marcas coletivas e de indicações geográficas.

Pré-requisito: Ter concluído algum destes eventos:

  1. a) Curso Básico de P.I., modalidade presencial, promovido pelo INPI; OU 
  2. b) Curso Geral de Propriedade Intelectual [ DL 101 P BR ] , modalidade à Distância, promovido pelo INPI & OMPI a partir do ano de 2012.

Taxa de inscrição: Gratuito

Vagas: Serão oferecidas 40 vagas distribuídas por ordem cronológica das inscrições.

Período de inscrições: Até 30 de março ou o preenchimento das vagas e formação de cadastro de reserva.

Inscrições:  http://epesquisa.inpi.gov.br/index.php/968485/lang-pt-BR

 

 

cnpqcapesForam prorrogadas até 30 de abril as inscrições para a chamada pública do Programa Talentos para Inovação, que recebe propostas para capacitação e inserção de profissionais especializados em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação a serem executados em unidade e polos da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).

O programa financiará até três bolsas por projeto aprovado, nas modalidades Bolsa Jovens Talentos (BJT), nível A, no valor de R$ 7.000,00 mensais, e BJT, nível B, no valor de R$ 4.100,00 mensais, por até 12 meses. As propostas serão submetidas por representante da unidade ou polo Embrapii, apresentando os candidatos às bolsas vinculadas aos projetos em desenvolvimento.

O programa busca pesquisadores com produção científica e tecnológica excepcional ou profissional com experiência notável em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Interessados a bolsas do programa devem se cadastrar por meio de formulário. O cadastro no formulário não implica processo de inscrição oficial, mas tem o objetivo de criação de um banco de dados de talentos para possíveis oportunidades nas unidades e polos Embrapii.

Programa ­– O Programa Talentos para Inovação é fruto da parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Nível Superior (Capes) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), com apoio da Embrapii e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL).

A iniciativa abrange 27 áreas de competência e totaliza o investimento em R$ 5,5 milhões. A divulgação do resultado da chamada está prevista para junho deste ano.

Para o diretor-presidente da Embrapii, Jorge Guimarães, o edital vai estimular a inserção no mercado de trabalho de profissionais com experiência em desenvolvimento de projetos tecnológicos e de inovação e fortalecer os laços entre os setores produtivo e acadêmico.

“Queremos estimular a participação de egressos de programas de formação de áreas tecnológicas da Capes e do CNPq em projetos de pesquisa aplicada das unidades Embrapii, aproveitar a capacidade intelectual desses pesquisadores, que têm muito a contribuir no fomento à inovação”, destacou à época do lançamento.

Acesse o edital da chamada pública

Conheça o programa Talentos para Inovação

Preencha o formulário

 

 

tecnobrega

 

A Agência UFRJ de Inovação convida todas e todos para a exibição gratuita do documentário BREGA S/A, de Gustavo Godinho e Vladimir Cunha, que acontecerá na próxima sexta-feira (09/03), às 18 horas, no Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF).

O filme retrata a cultura do tecnobrega de Belém do Pará, suas músicas, seus artistas e sua cadeia produtiva. Conforme sua sinopse: "No filme, vemos qual a relação entre o tecnobrega e a popularização da tecnologia a partir do final da década de 90, bem como a maneira como esse estilo musical se associou à pirataria para criar uma rede de distribuição alternativa ao modelo proposto pelas grandes gravadoras".

Para conversar sobre as relações entre manifestações musicais brasileiras e a Justiça, particularmente os Direitos Autorais, ocorrerá um debate após a sessão com a advogada Daniela Colla e a antropóloga Elizete Ignácio.

A entrada será gratuita, com distribuição de senhas uma hora antes da sessão. 

Serão emitidos certificados de participação para quem ficar para o debate.

A exibição marca a segunda edição do Ciclo de Cinema, Cultura e Direitos Intelectuais, que leva diversos filmes sobre direito e cultura para o CCJF. O Ciclo é promovido pela Comissão de Direitos Autorais, Direitos Imateriais e Entretenimento (CDADIE) da OAB/RJ, em pareceria com o CCJF, e conta com o apoio do Instituto Brasileiro de Direitos Culturais (IBDCult) e da Agência UFRJ de Inovação.

Evento no facebook: https://www.facebook.com/events/132600047566277

Serviço:
BREGA S/A (60 min)
Sexta-feira, 09/03, 18 horas
Centro Cultural da Justiça Federal
Av Rio Branco, 241. Saída do Metrô da Cinelândia

 

 

incubadora2011

 

A Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ está entre as 20 melhores incubadoras do mundo, segundo o ranking da UBI Global. A instituição competiu com centenas de outras incubadoras em todo o mundo na categoria “World Top Business Incubator – Managed by University”, que leva em consideração quesitos como postos de trabalho gerados pelas empresas residentes e graduadas, taxa de sobrevivência das empresas, faturamento, atração de investimento e número de graduadas e incubadas.

Para Regina Faria, coordenadora da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, o reconhecimento internacional reflete o trabalho e os resultados conquistados pela instituição. "O reconhecimento internacional do trabalho da Incubadora é muito importante para nós, principalmente porque ele foi alcançado através da avaliação dos resultados conquistados pelas empresas: grau de inovação dos produtos e serviços, faturamento, número e qualificação dos empregos gerados e contribuição para o desenvolvimento ambiente de inovação local", afirma Regina.

A UBI Global é uma Instituição de pesquisa sueca especializada na análise de incubadoras e aceleradoras de todo o mundo.  Ela tem como objetivo ajudar as incubadoras e aceleradoras ligadas a universidades a se tornarem mais eficientes e competitivas através de insights de dados, melhores práticas e serviços de rede.

Confira a lista completa neste link.

 

 

jovensempreendedoressociais

 

O programa Laureate Global Fellowship 2018 está com inscrições abertas para jovens empreendedores sociais com interesse em integrar a International Youth Foundation. Os interessados têm até o dia 6 de março para se candidatarem através do site http://www.youthactionnet.org/apply.

É necessário ter fluência em inglês, ter idade entre 18 e 29 anos, além de  ser fundador ou co-fundador de um negócio social existente há pelo menos um ano.

A iniciativa da Laureate e da International Youth Foundation seleciona 20 jovens empreendedores sociais de vários países a cada ano.

Os selecionados receberão imersão de uma semana em treinamentos, suporte incluindo aconselhamento/tutorial, advocacia e oportunidades de networking, entre outras atividades.

 

 

AGÊNCIA UFRJ DE INOVAÇÃO
Rua Hélio de Almeida, s/n - Incubadora de Empresas - Prédio 2 (2º andar)
Cidade Universitária | Ilha do Fundão | Rio de Janeiro - RJ | 21941614
agenciadeinovacao@inovacao.ufrj.br | 21 3733-1788 | 21 3733-1797

              facebook       instagram   pr2 
 
 
UFRJ Agência UFRJ de Inovação - PR2 - UFRJ
Desenvolvido por: TIC/UFRJ