galeriacircuito

 

A Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ) lançou edital de seleção para artistas que desejam participar da terceira etapa da Galeria Curto Circuito de Arte Pública do Parque Tecnológico da UFRJ. Além dos alunos que estão cursando a graduação da EBA, poderão participar também ex-alunos que tenham colado grau entre 2016 e 2108 e que queiram expor seus trabalhos no ambiente de inovação do Parque.

Os artistas interessados devem realizar a pré-inscrição e enviar suas propostas artísticas para a Galeria Curto Circuito, exposição a céu aberto localizada na área externa do Parque, para o email  Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 05 de agosto. Serão selecionadas as obras que possam interagir com o espaço urbano através de intervenções e interações com o público e que consigam trabalhar as esferas artísticas, científicas e tecnológicas. Os artistas selecionados farão uma visita técnica ao Parque no dia 07 de agosto com o objetivo de conhecer a galeria, as atividades do Parque e os locais disponíveis para a instalação das obras. As informações completas do edital estão neste link.

 

 

mathforchange

Novas soluções tecnológicas, plataformas digitais e aplicativos têm sido desenvolvidos para combater desigualdades sociais e promover a inclusão. Grande parte destas inovações são baseadas em algoritmos, representados por fórmulas matemáticas em linguagens de programação. No evento Math for Change: The Impact of Algorithms on Social Inclusion, um grupo de especialistas, educadores e mobilizadores sociais trocarão ideias, com a participação do público, sobre o papel da matemática para transformação social, inclusão e democratização de tecnologias.

O evento ocorre em 6 de agosto, das 19h30 às 22h, na swissnex Brazil Rua Cândido Mendes 157, térreo, Glória.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através deste link.

Sobre os palestrantes

Peter Bühlmann (ETH Zurich)
Professor de Matemática na ETH Zürich, onde recebeu seu doutorado. Trabalhou no pós-doutorado no Departamento de Estatística e foi professor assistente na Universidade da Califórnia, Berkeley. Sua principal pesquisa é no campo da estatística, relacionado a machine learning, bioinformática e biologia computacional. Suas áreas de atuação são estatística de alta dimensão, métodos computacionais para modelagem em grande escala e inferência causal.

Silvana Bahia (Olabi)
Diretora da Olabi, organização focada em inovação social, tecnologia e diversidade, onde coordena o Pretalab. Integra o Grupo de Pesquisa em Políticas e Economia Política da Informação e Comunicação no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ e é mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF. Silvana é colaboradora da plataforma Afroflix e recebeu o Prêmio Destaques da Cultura Digital: Inovação Social e Tecnologia, concedido pelo Centro Cultural Banco do Brasil e pelo Programa Avançado de Cultura Contemporânea da UFRJ em 2017.

Fábio Ferrentini (Tércio Pacitti Institute)
Graduado em Ciências da Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mestre em Engenharia de Sistemas e Computação (Coppe/UFRJ), Ph.D. em Tecnologias e Educação Científica (Universidade de Londres) e pós-doutorado pela Universidade de Oxford – Learning Technologies Group. Atua no Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Lucas Dominique da Silva (Instituto Maria João Aleixo)
Vive no Rio de Janeiro desde os 8 anos de idade na comunidade do Juramentinho. Ele trabalha com a criação de materiais pedagógicos acessíveis, tecnologia e inovação, no Instituto Maria João Aleixo. O instituto dedica-se à formação, criação e difusão de conhecimentos sobre espaços populares para superar a visão hegemonicamente negativa das periferias e das favelas. Iniciou uma pesquisa sobre como atrair mais negros e moradores das periferias para o campo da tecnologia, buscando a criação produtos que traduzam e contenham a essência da periferia e da favela promovendo, assim, a inclusão social.

Rita Afonso (Rede Desis)
Professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro na Escola de Administração de Empresas. É pesquisadora associada do Laboratório de Tecnologia e Desenvolvimento Social e da Rede DESIS – Design para a Inovação Social e Sustentabilidade, ambos do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Como pesquisadora, trabalha na Rede de Inovação Social LASIN-Latinoamericana em diversos projetos. Suas áreas de interesse são novas formas de produção e consumo, inovação social, gestão de iniciativas sociais e humanidades digitais.

Mediação: Samuel Senti
Mestre em Matemática pela ETH Zürich e doutor pela Université de Paris-Sud, Orsay. Atualmente é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, trabalhando principalmente em sistemas dinâmicos e teoria ergódica.

 

 

parqueilha

 

O Parque Tecnológico da UFRJ vai realizar, no dia 25 de julho, às 10h, no auditório do Parque, o evento de lançamento do Relatório de Sustentabilidade 2017. O documento apresenta os indicadores de desempenho econômico-financeiro, social e ambiental da organização no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2017 e segue as orientações da Global Reporting Initiative (GRI).

Um dos marcos do período foi o lançamento do Planejamento Estratégico 2016-2045. “Em abril, lançamos o Planejamento Estratégico do Parque para os próximos 30 anos, uma atividade de extrema importância que pensou o futuro da instituição, levando em conta os rumos da pesquisa e do desenvolvimento tecnológico, além da relação com a universidade e a contribuição ao desenvolvimento socioeconômico do Brasil”, afirma José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ.

Até o dia 31 de dezembro de 2017, o Parque Tecnológico contabilizava 56 empresas residentes e 9 laboratórios. O Relatório de Sustentabilidade mostra que no ano passado as empresas residentes contrataram junto à universidade 55 projetos no valor de mais de R$ 63 milhões em cooperação, sendo cerca de R$ 61 milhões em investimentos em pesquisa e desenvolvimento. Já o Parque, através do programa Parque Investe, apoiou 11 projetos institucionais totalizando R$ 323 mil em patrocínio. Outros indicadores relevantes apontados são o depósito de 18 pedidos de propriedade intelectual, a geração de R$ 6,8 milhões em recursos para a UFRJ provenientes da concessão de uso do solo e o recolhimento de R$ 1,6 milhão em impostos por parte das instituições residentes. Além disso, as 25 startups da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ tiveram um faturamento aproximado de R$ 9 milhões.

Entre os projetos institucionais mais relevantes de 2017 estão a Feira Gastronômica e Cultural, o projeto Recicla Parque e a Galeria Curto Circuito de Arte Pública. Foram promovidos ainda 26 eventos que abordaram temas do interesse das empresas residentes e seus respectivos setores de atuação.

 

 

neuroengenhariaemmacaiba

 

Localizado em Macaíba-RN, o Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra desenvolve pesquisas científicas inovadoras em duas linhas principais: Interface Cérebro-máquina e Neuromodulação. Para falar mais sobre como o Instituto tem atuado em Macaíba utilizando a ciência e a educação como ferramentas para a transformação social, Edgar Morya estará, no dia 3 de agosto (das 10h às 12h), no auditório do Parque Tecnológico da UFRJ. O evento é gratuito e as inscrições devem ser realizadas através deste link.

Edgard Morya é coordenador de pesquisas do Instituto Internacional de Neurociências Edmond e Lily Safra do Instituto Santos Dumont, localizado em Macaíba, Rio Grande do Norte. Professor do Curso de Mestrado em Neuroengenharia, desenvolve pesquisas em neuroreabilitação, interface homem-máquina e eletrofisiologia. Possui graduadação em Fisioterapia pela USP com doutorado e pós-doutorado em Neurofisiologia pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

Realização: HUB de Inovação na UFRJ

Apoio: Agência UFRJ de Inovação e Parque Tecnológico da UFRJ

 

 

Nos dias 2 e 3 de agosto, a Associação Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia (Fortec) vai realizar, em Belo Horizonte, o Encontro Fortec Sudeste 2018, que terá como tema Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação: desafios e oportunidades para empresas e instituições de ciência, tecnologia e inovação.

A programação do evento conta com palestras, mesas de debate, oficinas, entre outras atividades que vão apresentar os principais impactos do Marco Legal de CT&I no cotidiano dos diversos agentes do ecossistema de inovação brasileiro.

Além disso, o encontro será uma excelente oportunidade para quem busca ampliar a rede de contatos e conhecer o trabalho de instituições ligadas à inovação em Minas Gerais e no país.

As inscrições são gratuitas e as vagas são limitadas. Para garantir sua participação no Encontro Fortec 2018, clique aqui.

 

fortec2018

 

 

universidadedasquebradas2017

 

Você é produtor, artista, ativista cultural ou atua em movimentos sociais engajados com a (ou na) periferia?

Então venha para a Universidade das Quebradas (UQ) – Laboratório de Tecnologias Sociais da UFRJ, em parceria com o Museu de Arte do Rio (MAR), onde o conhecimento da periferia se encontra com a academia.

Nesta edição, o Programa Universidade das Quebradas, em parceria com o Museu de Arte do Rio (MAR), busca investigar, a partir da mostra “O Rio do samba: resistência e reinvenção”, a emergência de uma cidade catalisadora que se constitui com o complexo sociocultural do samba. Serão estudados os processos de resistência, reinvenção, urgências e suas dimensões atuais. Além disso, nesta edição, as aulas e atividades do Programa Universidade das Quebradas terão acessibilidade em LIBRAS, permitindo que a comunidade surda possa participar do curso.

O curso é gratuito, com 80 vagas, sem burocracias de acesso e sem exigências de escolaridade mínima. O processo seletivo tem o seguinte cronograma:

  • Inscrições abertas: até 30 de julho de 2018
  • Resultado preliminar: 02 de agosto de 2018
  • Entrevistas: 06 e 07 de agosto (previsão)
  • Resultado final: 08 de agosto (previsão)

As aulas serão às terças-feiras, de 13h às 18h, no Museu de Arte do Rio (MAR), Praça Mauá, 5, Centro – RJ.

Calendário UQ no MAR – 2018.2:

  • Início: 14 de agosto (previsão)
  • Término: 04 de dezembro (previsão)

Critérios para certificação:

  • Mínimo de 75% de frequência
  • Trabalho final

Mais informações: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

FICHA DE INSCRIÇÃO

ANTIGO Quebradeiro – https://goo.gl/forms/jrPcW7iOz2mu0Ebf1

NOVO Quebradeiro – https://goo.gl/forms/3cyym9xwvIqKpt3k2

 

 

alunoscontadores2018

 

Apoiado pela Agência UFRJ de Inovação, o projeto Alunos Contadores de Histórias é uma ação realizada pelo Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, que relaciona a atividade de humanização da saúde com os conceitos de Inovação Social. A cada semestre, esse projeto de extensão universitária capacita uma nova turma de alunos. Munidos de jalecos coloridos e sacolas repletas de livros infantis, eles dedicam duas horas semanais ao projeto, doando e recebendo sorrisos ao contar histórias infantis para as crianças atendidas no IPPMG, Instituto de Pediatria da UFRJ, localizado na Ilha do Fundão. Desde 2008 o projeto incentiva o hábito da leitura e ajuda a amenizar o sofrimento das crianças e adolescentes no ambiente hospitalar.

Os interessados em fazer parte desta história devem ler o edital de inscrição onde é possível encontrar mais informações sobre o projeto e esclarecimentos acerca do funcionamento do processo seletivo para a turma de 2018.2. As inscrições se encerram às 12h do dia 28 de julho. Mais informações através do email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

BiodiversidadeAs mudanças foram propostas a partir de sugestões dos pesquisadores e aprovadas pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen) entre março e junho deste ano

Atendendo a demandas da comunidade científica, o plenário do Conselho de Gestão do Patrimônio Genético (CGen), presidido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), aprovou entre março e junho de 2018 uma série de medidas que simplificam o cumprimento da Lei de Acesso à Biodiversidade e Conhecimentos Tradicionais (Lei 13.123/2015) e o preenchimento do cadastro no Sistema Nacional de Gestão do Patrimônio Genético e do Conhecimento Tradicional Associado (SisGen) para pesquisas em Biodiversidade.

As medidas foram encaminhadas pela Câmara Setorial da Academia do CGen, composta por cientistas que fazem a interface entre a academia e o Conselho.

No total, sete resoluções e uma orientação técnica foram elaboradas em consonância com as sugestões e contribuições vindas da comunidade científica. O objetivo é mitigar o impacto causado em algumas áreas de pesquisa que foram abarcadas pela Lei e em um primeiro momento não foram contempladas de forma adequada no SisGen.

Uma dessas resoluções (Nº 10 de 19 de junho de 2018) permite aos pesquisadores das áreas de Filogenia, Taxonomia, Sistemática, Ecologia, Biogeografia e Epidemiologia, fazer o cadastro de suas pesquisas por meio de um formulário simplificado, que estará disponível na próxima versão do SisGen. Esse novo formulário dá ao pesquisador a opção de indicar os números de registro, indicadores únicos ou do localizador padrão de recursos (URL) ou equivalentes em que estejam registradas estas informações nos bancos de dados, repositórios ou sistemas de informação de acesso aberto ao Estado brasileiro. Ou seja, por exemplo, ao invés de incluir no SisGen as informações sobre cada um dos exemplares estudados e sobre a procedência deles, o pesquisador poderá indicar apenas o localizador padrão de recursos (URL) do banco de dados, no qual estas informações estão disponíveis.

Outras resoluções também simplificam o preenchimento do SisGen. Como a que estabelece o nível taxonômico mínimo exigido para a identificação de cada grupo de organismos da biodiversidade nos casos de pesquisas em taxonomia e filogenia (Resolução CGen Nº 6 de 20 de março de 2018), em: I – Domínio (Archaea, Bacteria e Eukarya), no caso de bactérias, fungos microscópicos, e demais micro-organismos, com exceção de vírus; II – Classe, no caso de algas macroscópicas; III – Ordem, no caso de fungos macroscópicos e animais; e IV – Família, no caso de vírus e plantas. Ou seja, o pesquisador que estuda fungos macroscópicos ou insetos poderá indicar apenas a ordem destes organismos, sem precisar indicar as espécies de cada amostra estudada. Isso dá ao pesquisador a oportunidade de fazer apenas um registro para uma determinada ordem no lugar de 1000 registros de diferentes exemplares da mesma ordem.

Ainda sobre o nível taxonômico mínimo exigido para a identificação do patrimônio genético, o pesquisador de qualquer área, inclusive envolvido com desenvolvimento tecnológico, estudando micro-organismos não isolados de amostras de substratos, por exemplo, por meio de metagenômica (técnica que permite estudar os genomas de micro-organismos de um nicho ecológico sem necessidade de fazer culturas individuais), poderá indicar o Domínio como nível taxonômico (Resolução CGen Nº 8 de 20 de março de 2018). Com isso, o pesquisador precisará fazer, no máximo, três registros: para Archaea, Bacteria e Eukarya.

Outra demanda contemplada é a resolução que simplifica a exigência de indicação da localização geográfica (Resolução CGen Nº 7 de 20 de março de 2018). Nos casos em que o acesso seja exclusivamente para fins de pesquisa e quando é necessário o registro de mais de cem localidades diferentes, a indicação do munícipio onde foi obtido o patrimônio genético é a informação mínima exigida.

Mudanças importantes também foram aprovadas para remessa de patrimônio genético. Foi aprovado novo modelo de Termo de Transferência de Material (TTM). Agora, por meio dessa resolução (Resolução CGen Nº 5 de 20 de março de 2018), a instituição brasileira poderá firmar um único TTM com uma mesma instituição estrangeira, com prazo de validade de até 10 anos, e renováveis. Ou seja, a cada remessa o pesquisador fará o cadastro no SisGen, anexará o TTM único com a instituição estrangeira e uma guia de remessa numerada de forma sequencial, com descrição das amostras a serem remetidas. As remessas das amostras do patrimônio genético serão acompanhadas pelo comprovante de cadastro de remessa (que deve ser realizado previamente à remessa), pela cópia do TTM assinado e pela guia de remessa. Nesse modelo de TTM foi ainda retirada a exigência de incluir informações pessoais do representante legal da instituição destinatária.

Quanto ao trânsito de patrimônio genético brasileiro, uma resolução aprovada em 19 de junho (Resolução CGen Nº 11 de 19 de junho de 2018) estabelece que a devolução de amostras de patrimônio genético brasileiro emprestadas às instituições nacionais por instituições estrangeiras mantenedoras de coleção biológica, uma atividade rotineira e muito particular a estas coleções, não configura remessa. Nestes casos, as amostras deverão estar acompanhadas de cópia dos TTMs, ou das Guias de Remessa, ou, ainda, de outros documentos legalmente constituídos à época que formalizaram o empréstimo, e que contenham a identificação das amostras.

Conforme a orientação técnica aprovada (Orientação Técnica CGenNº 3 de 19 de junho), a data da disponibilização do cadastro pelo CGen será a data de disponibilização de versão do SisGen que contenha estas funcionalidades. Sendo assim, as pesquisas que estão no escopo das Resoluções Nº 6, 7, 8, e 10, terão um ano após a disponibilização da nova versão do SisGen para serem cadastradas.

É importante ressaltar que essas recentes simplificações só foram possíveis porque contamos com a colaboração dos cientistas e suas representações, que levaram suas dificuldades e propuseram caminhos nas discussões sobre a implementação da nova Lei da Biodiversidade.

As atividades da Câmara Setorial da Academia podem ser acompanhadas por meio das memórias de reuniões, propostas de minutas de resoluções e orientações técnicas e links/documentos importantes para a academia, na página da CSAcademia.

As normas do CGen estão disponíveis neste link. As resoluções Nº. 10 e 11 e a Orientação técnica Nº. 3 de 19 de junho de 2018 serão publicadas em breve.

Manuela da Silva, pesquisadora da Fiocruz/Rio de Janeiro e coordenadora da Câmara Setorial da Academia do CGen

Laila S Espindola, professora da Universidade de Brasília, conselheira da SBPC e conselheira do CGen

Mercedes Bustamante, professora do Departamento de Ecologia da Universidade Brasília, representante da SBPC no CGEN

Luciane Marinoni, professora Titular na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e membro da Câmara Setorial da Academia do CGen

 

FONTE: Jornal da Ciência

 

 

smartcities

 

O Parque Tecnológico da UFRJ e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) deram início a uma parceria que tem como objetivo estabelecer um ambiente de demonstração de novas tecnologias e soluções para a melhoria do dia a dia das cidades. O Parque passa a integrar o conselho consultivo do Ambiente de Testes de Tecnologias para Cidades Inteligentes da ABDI/Inmetro, que está sendo montado em Xerém (RJ). Este projeto tem como objetivo reunir empresas e organizações que desenvolvem novas tecnologias para as chamadas cidades inteligentes e que poderão ter, no local, um espaço de teste para suas soluções. Os 350 mil metros quadrados do Parque e o campus da própria UFRJ poderão ser também uma das extensões do ambiente montado em Xerém. O Parque passa a ser um living lab (laboratório vivo) associado.

“Este tipo de parceria é fundamental para elevar o debate sobre o tema. Traz experiência prática sobre inovação e pode ajudar a desenvolver o ecossistema de cidades inteligentes”, destaca Carlos Frees, líder do projeto pela ABDI. Para o projeto, a participação do Parque é de extrema relevância: “O que eventualmente não puder ser testado dentro do Inmetro, nós poderemos colocar em prática aqui na Universidade. Questões que exijam adensamento populacional podem ser um exemplo. Passam cerca de 100 mil pessoas por dia aqui no campus”, relata Leonardo Melo, gerente de desenvolvimento Institucional do Parque.

Sobre o ambiente de Testes de Tecnologias para Cidades Inteligentes da ABDI/Inmetro

O ambiente de testes está sendo montado no campus do Inmetro em Xerém (RJ). No local, empresas que desenvolvem tecnologias para cidades inteligentes vão poder instalar suas soluções e testá-las. A ABDI e o Inmetro vão validar o funcionamento. As tecnologias com eficácia comprovada serão disponibilizadas em um showroom para apreciação de prefeitos. Caso o gestor municipal se interesse por alguma, ele poderá negociar a instalação diretamente com a empresa. No momento inicial serão testados dez cenários, entre eles iluminação inteligente, mobilidade urbana e segurança. Estão inscritas mais de 130 empresas no projeto.

Sobre o Parque Tecnológico da UFRJ

O Parque Tecnológico da UFRJ é um ambiente de inovação dentro da UFRJ que permite a interação entre a universidade – alunos e corpo técnico-acadêmico – e as empresas, transformando conhecimento em emprego e renda e oferecendo produtos e serviços inovadores para a sociedade. Inaugurado em 2003, o Parque ocupa uma área de 350 mil metros quadrados e abriga centros de pesquisa de empresas inovadoras, laboratórios da UFRJ, uma incubadora de empresas e espaços para desenvolvimento do empreendedorismo e integração. Hoje estão instaladas no Parque, 66 instituições, sendo 16 empresas de grande porte nacionais e multinacionais, 9 pequenas e médias, 5 startups do programa CrowdRio, o HUB de inovação na UFRJ, 27 residentes da Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, além de 9 laboratórios da própria UFRJ.

 

 

anpei2018novadata

 

Devido à paralisação dos caminhoneiros e bloqueios que ocorreram em todo o país no final do mês de maio, não foi possível realizar a Conferência ANPEI de Inovação 2018 no cronograma previsto. O evento, contudo, já tem uma nova data e irá ocorrer entre os dias 15 e 17 de agosto, no ExpoGramado, Gramado – RS.

Com o tema central “Novas Alavancas de Criação de Valor”, o evento abordará o desenvolvimento e o fortalecimento do ecossistema de inovação diante das mudanças socioeconômicas que aconteceram nos últimos anos, tendo como base quatro perspectivas: tecnológica, do cliente, da organização e do ecossistema.

De acordo com o Comitê Técnico do evento - composto por integrantes da Anpei, especialistas do Sistema Nacional de Inovação e representantes de grandes empresas, instituições científicas e tecnológicas, consultorias e agências do governo - há um leque de desafios e oportunidades nas novas formas de criação de valor.

“Está prevista uma grande transformação na formação e no perfil dos profissionais, no ecossistema empreendedor, no ambiente das empresas e por meio de novas tecnologias. Novos conhecimentos e habilidades precisarão ser desenvolvidos em um curto espaço de tempo, assim como a capacidade das organizações de entender, acompanhar e se adaptar a essas mudanças. Além disso, a “voz do cliente” será mais forte do que nunca”, explicou o Comitê Técnico da Conferência Anpei 2018.

O evento contará com palestras de especialistas, apresentações de cases de inovação de grandes empresas e instituições científicas e tecnológicas, debates, networking, rodadas de negócios e visitas técnicas.

Sobre a Conferência Anpei de Inovação

Realizada desde 2001, a Conferência Anpei tem se consolidado como um fórum privilegiado para o encontro de representantes de empresas, agências do governo e instituições de C,T&I para discussão e encaminhamentos de políticas e práticas voltadas à inovação nas empresas e no país.

Em sua última edição, ocorrida nos dias 31 de outubro e 1o de novembro de 2017 em Belo Horizonte - MG, o tema trabalhado foi “Inovação em um Mundo em Transformação”. O evento contou com 78 sessões, 199 palestrantes e reuniu 1592 participantes em dois dias.

A missão da Anpei

A Anpei atua há mais de 30 anos com o ecossistema de inovação e possui expertise nesta nova dinâmica mundial de modelos de interação entre os principais atores, destacando-se como uma rica fonte de aprendizado, networking e articulação. Dentre suas ações, estão o estímulo a debates com a iniciativa privada, o governo e instituições científicas e tecnológicas para traçar melhores políticas e práticas para fomentar a inovação no país. Saiba mais: anpei.org.br

 

 

No dia 20 de junho, a Faculdade Nacional de Direito (FND) sediará a Feira do Empreendedorismo Social.

Fruto de uma parceria com o Sebrae, o evento será voltado aos MEIs (microempreendedores individuais) e contará com três atividades:

10h - Exposição de produtos de diferentes gêneros produzidos pelos microempreendedores

11h - Roda de conversa sobre a importância das enzimas e probióticos para a saúde plena (palestrante Janete Pereira da Silva, MEI participante do projeto)

14h - Consultoria jurídica gratuita para MEIs

Feira do empreendedorismo social FND.UFRJ

 

 

 

gastronomiaparque

A partir da próxima segunda, dia 11 de junho, o Parque Tecnológico da UFRJ passará a contar com empreendimentos de alunos do curso de Gastronomia. A ação “Gastronomia do Parque” acontecerá sempre às segundas-feiras, das 11h às 15h, no prédio do MP, local de realização da feira gastronômica do Parque.

 

 

acoesafirmativas2018

No dia 12 de junho, o Parque Tecnológico da UFRJ sedia o evento de premiação dos cinco melhores trabalhos desenvolvidos nos programas de pós-graduação da Universidade que tratam de questões relacionadas à inclusão de grupos marginalizados ou propostas de ações que visam a melhorar a qualidade de vida desses grupos. O Ações Afirmativas da UFRJ, uma parceria da Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa (PR 2) com o Parque, irá conceder prêmios em dinheiro nos valores de R$ 7 mil, R$ 3 mil e R$ 2 mil, respectivamente, para os três primeiros colocados e R$ 1 mil a dois trabalhos merecedores de menções honrosas. Os critérios para a premiação foram originalidade e o caráter inovador, bem como a profundidade de suas análises e potencial de aplicabilidade prática.

Para José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, o prêmio é de grande importância pois incentiva a produção científica e reforça o compromisso do Parque com a Universidade. “É muito importante participar e ser um ator nesse tipo de ação, já que um dos compromissos do Parque é justamente o fortalecimento da temática 'diversidade' e por isso a interação com as diversas áreas de conhecimento de UFRJ é absolutamente estratégica para nós. Incentivar e premiar a produção de pesquisa comprometida com a redução de desigualdades é muito gratificante”, afirma.

O evento de premiação é aberto ao público e contará com presença de especialistas no tema, além de uma mesa redonda com a apresentação dos trabalhos premiados. O Auditório do Parque fica na rua Paulo Emídio Barbosa 485, prédio da Administração, na Ilha da Cidade Universitária.

 

 

Em 26 de junho, o Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF) receberá a terceira edição do Ciclo de Cinema, Cultura e Direitos Intelectuais. Na ocasião, será exibido o documentário Guerra das Patentes (Alemanha, 2014, Dir. Hannah Leonie Prinzler), filme que investiga o sistema contemporâneo de patentes, as empresas que lucram com seu funcionamento, as batalhas jurídicas e as formas de resistência que surgem pelo mundo. Após a exibição, haverá debate com o coordenador da Agência UFRJ de Inovação, Ricardo Pereira, e também com o advogado de propriedade intelectual, Gabriel di Blasi.

Será a estreia carioca desse filme que foi vencedor do prêmio de júri de melhor documentário na 38ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O evento é produzido pela Comissão de Direitos Autorais, Imateriais e Entretenimento (CDADIE) da OAB/RJ em parceria com o CCJF e conta com o apoio da Agência UFRJ de Inovação. Essa edição também contará com o apoio da Comissão de Propriedade Industrial (CPIP) da OAB/RJ.

O evento é gratuito e começa às 18h. O CCJF fica na Avenida Rio Branco, 241, no Centro do Rio.


Mais informações: https://www.facebook.com/ciclocinemaculturaedireitosintelectuais

 

 guerradaspatentes

 

 

mercadovivo2

 

Mostrar, na prática, que é possível criar novas formas de produção e consumo mais solidárias. Este é o objetivo principal do Mercado VIVO, uma ação que busca alimentar uma microeconomia de trocas onde os bens e serviços circulam em prol do bem comum e não tão somente da mera acumulação de capital.

A iniciativa consiste em um mercado popular e itinerante que disponibiliza saberes, serviços, objetos, afeto, experiências e arte de forma cooperativa e sem o uso do dinheiro, contribuindo com a construção de uma cultura de trocas como forma efetiva de consumo. No Mercado VIVO cada um participa como quiser, disponibilizando o recurso que tiver, mas sem uso de dinheiro. As trocas de bens e serviços são mediadas pelo “irreal”, moeda social do Banco dos Irreais.

Idealizado pelo artista plástico José Miguel Casanova, o Banco dos Irreais consiste em um banco de tempo, prática intimamente relacionada com a economia solidária. A moeda utilizada nesse banco, o “irreal”, equivale a uma hora na qual se realiza uma atividade qualquer. Assim, os investidores do banco se comprometem a dar momentos significativos de seu tempo e recebem em troca o número equivalente de irreais, que podem ser trocados pelo que é oferecido pelos demais investidores. Mas como essa economia se baseia mais na qualidade do que na quantidade, no Mercado VIVO, as partes podem negociar diretamente caso a caso.

Para entender melhor esta iniciativa, a Agência UFRJ de Inovação realizou uma entrevista com Valeska Xavier, coordenadora do Mercado VIVO que acaba de retornar da Espanha, onde apresentou o projeto em um encontro da rede LASIN (Latin American Social Innovation Network) na Universidade de Alicante.

Confira a seguir:

 

1) Poderia explicar melhor como funciona o Mercado VIVO?

O Mercado VIVO é mercado popular e itinerante que disponibiliza saberes, serviços, afeto,objetos e arte de forma colaborativa e sem o uso do dinheiro, contribuindo com a construção de uma cultura de trocas como forma efetiva de consumo e com a segurança alimentar dos envolvidos.

Nesse Mercado VIVO cada um participa como quiser, disponibilizando seu tempo, habilidade, serviço, objetos, etc. Esses recursos são trocados pela moeda social Irreal, que, por sua vez, é usada para adquirir bens e serviços no Mercado. Para facilitar a interação e as trocas, foram criadas cinco instalações.

A Ecoloja de Trocas Solidárias disponibiliza para a troca produtos usados em bom estado como roupas, livros, artesanatos, CDs, obras de arte, produtos artesanais. Na Troca de Saberes, acontecem oficinas, rodas de conversa, serviços e apresentações artísticas. Aqui cada participante, ao oferecer sua atividade, recebe o equivalente em irreais. O Ateliê Livre disponibiliza materiais para fazer artesanatos, artigos de cama e mesa, obras de arte, etc. Os produtos finais vão para a Ecoloja de Trocas e os participantes recebem o pagamento em irreais. O Mutirão de Produção e Consumo reúne um grupo de mulheres em vulnerabilidade social, pequenos produtores, educadores e universitários para produzir coletiva e solidariamente produtos artesanais de primeira necessidade (higiene, limpeza e preparações alimentícias) que serão compartilhados entre os participantes. E na Agência dos Irreais são emitidas as notas de irreais e compartilhados tempo em serviço.

O lastro do Irreal é o tempo compartilhado, e o tempo de todos têm igual valor. Ou seja, no Mercado VIVO todos têm igual poder aquisitivo, pois todos têm o potencial de compartilhar seu tempo e habilidades produzindo bens materiais e culturais úteis à vida em sociedade.

O Mercado VIVO afirma os valores da solidariedade e da cooperação como forma de organização social, alimentando uma microeconomia colaborativa baseada em trocas, onde os bens e serviços circulam em prol do bem comum e não da acumulação de capital.

 

mercadovivo2) Quem são os responsáveis por esta iniciativa?

A iniciativa do projeto é do Instituto Unitas, ONG que atua no Rio de Janeiro criando espaços populares de discussão, construção de conhecimento e convivência cooperativa.

 

3) Como surgiu este projeto?

Surgiu da crescente necessidade de se criar novos arranjos de convívio, produção e consumo baseados na colaboração e não na competição, como alternativa para a resolução de problemáticas socioambientais.

Se pensarmos no cerne das mazelas sociais que nos atingem (desigualdade, desemprego, educação de má qualidade, desequilíbrio ambiental, insegurança alimentar), vamos encontrar uma causa original: uma sociedade construída em cima de uma economia baseada na acumulação de capital e no consumo. Nesta economia de mercado, a riqueza é produzida por muitos e concentrada nas mãos de muito poucos, e os recursos são colocados como escassos, pois impera a lógica da competição e da acumulação. É considerada riqueza o que gera capital, incluindo as epidemias e as guerras, e o dinheiro e o mercado são os intermediários entre a produção e o consumo, distanciando o produtor do consumidor e determinando o poder aquisitivo das pessoas.

Percebendo a importância e potência de contribuir com a construção de novos arranjos produtivos, o Instituto Unitas cria, em 2014, a Feira de Trocas Solidárias, que foi se expandindo como espaço democrático de trocas até se consolidar como Mercado VIVO.

Nessa empreitada muitos foram os parceiros que compartilharam recursos conosco fortalecendo este microssistema colaborativo, como o Banco dos Irreais, trazendo a plataforma online de troca de tempo; a Universidade das Quebradas, acolhendo as instalações do Mercado e configurando arranjos de trocas de bens culturais; a Agência de Inovação da UFRJ, colaborando com métodos e estimulando o empreendedorismo social; o CIEP João Mangabeira e a E.M. Bahia, onde exercitamos o consumo colaborativo com os alunos; o MUDA, com a expertise na produção de hortas caseiras e o Ecentex da COPPE/UFRJ, com consultoria na área da gestão de redes.

Ao final de 2017, o projeto foi selecionado para a mentoria da Unidade de Suporte à Inovação Social - USIS/ UFRJ.  A USIS é parte do projeto de pesquisa LASIN, cofinanciado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade. Com metodologia própria, desenvolvida previamente no projeto de pesquisa, a comunidade interna à UFRJ (professores, técnicos administrativos e estudantes) trabalha com a comunidade externa (grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, organizações governamentais e empresas), apoiando o desenvolvimento de inovações sociais. Esta mentoria forneceu importantes instrumentos de aprimoramento da gestão e comunicação do Mercado VIVO, bem como estimulou conexões e parcerias dentro da UFRJ.

Outra vitória foi a parceria com o Instituto de Nutrição da UFRJ que contribui na construção de conhecimento científico, formação de alunos e avaliação do projeto. Esta ação conjunta fortalece a proposta de promoção da Segurança Alimentar, que é definida como o direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base práticas alimentares promotoras de saúde, que respeitem  a diversidade cultural e que sejam social, econômica e ambientalmente sustentáveis.

O principal fator de risco da insegurança alimentar é a falta de acesso aos alimentos devido ao baixo poder aquisitivo. Outro fator importante é o modelo agrícola brasileiro, que favorece o agronegócio em detrimento da agroecologia, o que faz com que os brasileiros sejam o povo que mais consome agrotóxicos no mundo.

A contribuição do Mercado VIVO se dá na medida em que disponibiliza democraticamente aos participantes preparações alimentícias e produtos de higiene e limpeza feitos artesanalmente, com matéria prima natural e livre de  toxinas  e agrotóxicos, bem como serviços e oficinas, sem o uso do dinheiro. Este acesso se dá não como uma doação, mas como resultado de um novo arranjo de produção e consumo, onde os participantes passam para o patamar de pequenos produtores, experimentando formas de produção e consumo alternativas ao grande mercado que os excluiu. 

 

4) Por que o Mercado VIVO optou por fazer uso da moeda “irreal”?

Porque a proposta do Banco dos Irreais é fundamentada na economia solidária e busca contribuir com um sistema econômico mais justo e que beneficie a todos. O lastro da moeda é o tempo e, portanto, promove inclusão democrática. A plataforma online dos irreais facilita trocas de tempo sem o uso do dinheiro e promove conexão entre instituições e pessoas que vem exercendo o consumo colaborativo e ajudando a construir uma nova economia.

 

5) O Banco dos Irreais é um banco de tempo em que cada irreal equivale a uma hora de determinada atividade. É fácil entender a troca de serviços mediada por esta moeda. Mas como funciona a troca de produtos por irreais?

Cada recurso que circula no Mercado VIVO é valorado de forma igualitária, um saber, uma experiência, uma intervenção artística, valem um irreal. Da mesma forma, nos espaços produtivos do Mercado VIVO, o tempo de trabalho, somado a recursos materiais doados ou reutilizados, se transformam em um produto (uma peça de arte, um produto natural de higiene, uma roupa customizada etc) que também vale um irreal.  

O Mercado VIVO produz seus produtos a partir do tempo em serviço dos participantes. Sendo assim, o lastro da moeda continua sendo o tempo, que é usado na produção e também na articulação e promoção de campanhas de arrecadação de objetos usados, sólidos reutilizáveis, material orgânico, sobras de alimentos e insumos que serão transformados nos bens e serviços que estarão disponíveis nas instalações do Mercado VIVO, bem como na captação de recursos públicos para o custeio das despesas em dinheiro.

 

6) O Mercado VIVO hoje é um projeto de extensão universitária da UFRJ em parceria com o Instituto de Nutrição e Mutirão de Agroecologia. Existe alguma diferença entre o Mercado VIVO e o “Mercado Vivo na promoção de Segurança Alimentar e Nutricional”? Qual a importância da obtenção deste reconhecimento institucional?

Existe diferença enquanto local e metas de atuação. O Mercado VIVO atua em 3 espaços: Escola Municipal Bahia no complexo da Maré, CMS Madre Tereza de Calcutá, na favela do Bancários e Faculdade de Letras, na Cidade Unversitária. No âmbito do “Mercado Vivo na promoção de Segurança Alimentar e Nutricional”, a atuação se dá no CMS Madre Tereza.

Há que se ressaltar que o objetivo do projeto é o mesmo em todos os locais de atuação: contribuir com a construção de uma cultura de trocas como forma efetiva de consumo e com a segurança alimentar dos envolvidos.

 

7) Como têm sido as reações da comunidade acadêmica e externa?

O Mercado VIVO atua em espaços e com públicos dos mais diversificados, como o Museu de Arte do Rio (MAR), a Colônia de Pescadores Z10, escolas e creches públicas e postos de saúde de comunidades em vulnerabilidade e em vários espaços da UFRJ. Estivemos também, na última quinzena de maio, na Universidade de Alicante na Espanha a convite da LASIN e da USIS (Unidade de Suporte em Inovação Social da UFRJ). Em todos os lugares que estivemos a proposta do Mercado VIVO é muito bem acolhida pela imensa maioria dos participantes. As pessoas se mostram muito curiosas e receptivas às atividades propostas.

Nos locais onde o Mercado VIVO fica por um tempo maior, como no CMS Madre Tereza e na Faculdade de Letras da UFRJ, já podem ser percebidos resultados positivos no orçamento familiar dos participantes mais assíduos.

Com o Mercado VIVO cria-se oportunidades de vivências colaborativas de produção e consumo. Ao produzirem o que vão consumir e ao adquirirem produtos e serviços sem usar dinheiro, os participantes criam conexões  entre si e alcançam autonomia de produção e acesso a produtos de primeira necessidade, arte e conhecimento.

Este exercício colaborativo é muito importante para mostrar outras possibilidade de convívio e consumo, ampliando as estratégias de sobrevivência e bem-viver.

 

8) Onde os interessados podem conhecer o Mercado VIVO?

O Mercado VIVO funciona todas as terças, das 8h às 12h, no CMS Madre Tereza de Calcutá, no Bancários (Av. Ilha das Enxadas, 100). As atividades do Mutirão de Produção e Consumo voltadas a alunos, comunidade acadêmica e inovadores sociais acontecem quinzenalmente no bandejão da Faculdade de Letras da UFRJ (datas na fanpage do MercadoVIVO).

 

 

crowdrio

O Parque Tecnológico da UFRJ e o Telefónica Open Future, programa global de inovação aberta e empreendedorismo do Grupo Telefónica (controlador da Vivo), prorrogaram para o dia 17 de junho as inscrições para a seleção de 16 startups com projetos de base tecnológica para participar do programa de aceleração Crowd Rio. O programa tem como objetivo impulsionar o talento local e incentivar jovens com vocação empreendedora a colocar em prática suas iniciativas, fornecendo infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentoria.

O processo seletivo é aberto a todos que tenham interesse em desenvolver e acelerar projetos inovadores em áreas como IoT (Internet das Coisas), Soluções Digitais em Telecom, Agtech (Agronegócio Inteligente), Big Data, Inteligência Artificial, E2E (End to End), Smart City e Cloud.  As inscrições devem ser feitas por meio da plataforma Open Future, no link http://bit.ly/crowdcall01.

 

 

galeriacircuito

O Parque Tecnológico da UFRJ inaugura no dia 6 junho a segunda etapa da Galeria Curto Circuito de Arte Pública, uma parceria da instituição com a Escola de Belas Artes (EBA/UFRJ) que vem transformando os 350 mil metros quadrados do Parque em uma área de experimentação da arte, tecnologia e inovação.

Serão quatro novas obras no espaço, totalizando, neste momento, 10 trabalhos de alunos e professores da Escola de Belas Artes. A maior parte das peças é interativa e pode ser usada como mobiliário urbano pelos visitantes e funcionários do Parque e de suas empresas. Nesta nova fase, os artistas Bruno Life, Cristiano Nogueira, Jandir Leite Moreira e Thales Valoura apresentam seus projetos com inspirações que vão desde memórias da infância a escolhas e dualidades da vida.

Além disso, o ambiente conta com 24 esculturas da exposição “Memórias do Boto” e um pavilhão com intervenções desenvolvidas pelo Laboratório de Modelos e Fabricação Digital (LAMO) e pelo Laboratório de Intervenções Temporárias e Urbanismo Tático (LabIT) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU/UFRJ).

Na primeira etapa do projeto, patrocinada pela empresa Vallourec, o Parque abrigou 16 obras de alunos e professores da EBA e de artistas reconhecidos nacional e internacionalmente.

Evento de inauguração

Dia 6 de junho, às 10h, no auditório do Parque Tecnológico da UFRJ. Na data, haverá uma mesa redonda sobre arte, tecnologia e inovação com especialistas e artistas participantes da nota etapa da Galeria. Entre eles, a diretora da Escola de Belas Artes, Madalena Grimaldi, e o professor Jorge Soledar, que falará sobre arte pública e contemporânea.  

Sobre o Parque Tecnológico da UFRJ

O Parque Tecnológico da UFRJ é um ambiente de inovação dentro da UFRJ que permite a interação entre a universidade e as empresas, transformando conhecimento em emprego e renda e oferecendo produtos e serviços inovadores para a sociedade. O Parque abriga, atualmente, 66 instituições. Hoje estão instalados centros de pesquisa de 16 empresas de grande porte nacionais e multinacionais, 9 pequenas e médias, 6 startups do programa CrowdRio, além de 9 laboratórios da própria UFRJ. No Parque, está instalada também a Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, que, atualmente, abriga 27 start ups. Em seus mais de 20 anos de atividade, a Incubadora já apoiou a geração de 110 empresas, responsáveis pela geração de mais de 1380 postos de trabalho altamente qualificados.

 

 

aviso

 

Temos todos acompanhado com atenção e preocupação o movimento de paralisação dos caminhoneiros pelo Brasil e suas consequências mais imediatas tanto em relação aos transportes quanto ao abastecimento. Nesta quinta-feira (24/05), vários funcionários da UFRJ já tiveram dificuldades em chegar ao Fundão. Assim, seguindo instrução da Reitoria, e, ainda mais, diante da informação de que a rede de internet será suspensa à tarde para manutenção, a coordenação da Agência UFRJ de Inovação optou por suspender o expediente desta sexta-feira (25/05).

Contamos com a compreensão de todos.

 

 

esua2018

A UFRJ realizou, nos dias 16/5 e 17/5, a segunda edição do Encontro de Sensibilização UFRJ pela Acessibilidade (II Esua). O evento reuniu alunos, servidores e terceirizados para sensibilizar e discutir a importância da inclusão e da acessibilidade na vida universitária no auditório Quinhentão, no Centro de Ciências da Saúde (CCS).

A mesa de abertura contou com o pró-reitor de Pessoal, Agnaldo Fernandes; o pró-reitor de Políticas Estudantis, Luiz Felipe Cavalcanti; a vice-diretora da Diretoria de Acessibilidade (Dirac), Cláudia Martins; a coordenadora da Agência de Inovação, Iris Mara Guardatti; e a decana do CCS, Maria Fernanda Quintella.

Cavalcanti celebrou a importância de se construírem espaços formais e informais para discutir áreas sensíveis como a acessibilidade. “Precisamos de espaços democráticos como esse, plurais e com participação efetiva de todos, como com a criação da PR-7, do Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva e da Dirac. Garantir a acessibilidade é garantir a permanência dos alunos.”

Já Agnaldo Fernandes destacou que a Universidade é uma voz que não pode se calar e precisa resistir diante das dificuldades enfrentadas. “Realizar um evento como este é, também, ser um polo de resistência e de afirmação da UFRJ como um polo de conhecimento”, afirmou lembrando que ainda existe um caminho longo para sensibilizar a comunidade para a inclusão.

Após a mesa de abertura, o evento contou com a apresentação de servidores da UFRJ com deficiência que explicaram as particularidades de cada caso, como dos surdos, cegos, disléxicos e pessoas com deficiência física. Como o professor da Microbiologia, Leonardo Rochetto, que ressaltou suas dificuldades enquanto aluno, pesquisador e, posteriormente, docente da Universidade. Para ele, mais do que as dificuldades de acessibilidade física, uma das maiores mudanças precisa ser atitudinal. “Muitas vezes não encontrei vaga na iniciação científica, enquanto outros colegas que buscavam depois de mim conseguiam”, contou ressaltando a importância de sensibilizar a comunidade.

Em seguida, foram apresentados programas realizados atualmente pela Universidade que visam a uma maior inclusão e à produção de conhecimento por meio de ferramentas de acessibilidade, como o Dosvox, produzido pelo Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais, que produz programas de computadores para cegos, e o Projeto Surdos, desenvolvido pelo Instituto de Bioquímica Médica, que desenvolve um glossário científico em libras.

Para encerrar o evento, aconteceu mais uma edição da Plenária do Fórum.

 

FONTE: CoordCOM

 

 

embalagemmorangos

 

Otimizar a logística de transporte, manuseio e distribuição de frutas e hortaliças, diminuindo custos e evitando o desperdício. São estes os objetivos de um bem-sucedido projeto desenvolvido a partir de uma parceria envolvendo a UFRJ que acaba de resultar na concessão de uma patente de modelo de utilidade pelo INPI.

Os esforços conjuntos entre o Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IMA - UFRJ), o Instituto Nacional de Tecnologia (INT) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) culminaram com o desenvolvimento de um sistema de embalagens para frutas e hortaliças desenhado de modo a acomodar e proteger anatomicamente vegetais como manga, mamão, caqui, morango e palmito, entre outros. O projeto resultou em 39 depósitos de patentes, sendo dois pedidos de patente de invenção, três pedidos de modelo de utilidade e 34 registros de desenho industrial junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). Destas patentes, a mais recente a ser concedida é a de uma embalagem para morangos e similares.

A embalagem mais utilizada hoje em dia para o transporte e comercialização de morangos consiste em uma barca funda sem tampa, que é complementada por uma cobertura de filme plástico. Este formato induz ao empilhamento de frutos uns sobre os outros. Já a utilização de filme plástico para lacrá-la causa-lhes injúrias mecânicas, além de impedir seu perfeito processo de respiração.

Outro modelo muito utilizado são as embalagens do tipo barca com tampa acoplada, contendo furos para melhor arejamento das frutas. Todavia, esses furos muitas vezes são superdimensionados e distribuídos de forma inadequada, permitindo que insetos e sujeira entrem em contato com os frutos. Além disso, a embalagem também permite formar uma dupla camada de frutos, o que aumenta a possibilidade de injúrias mecânicas e redução de vida útil.

Em suma, as atuais embalagens não satisfazem todos os requisitos necessários ao perfeito acondicionamento, armazenamento, transporte, comercialização e exposição de morangos e similares. Os espaços que sobram ainda permitem o deslocamento dos frutos dentro dos nichos, promovendo seu choque e provocando danos e nódoas nos mesmos, o que reduz seu valor de mercado.

Já as novas embalagens, por conta de uma geometria otimizada, evitam a compressão e injúrias mecânicas dos frutos e, por consequência, aumentam sua vida útil ao manter suas propriedades. Finalmente, o perfeito acondicionamento também valoriza sua exposição para venda.

A iniciativa visa principalmente a solucionar parte do desperdício de alimentos que acontece por questões de inadequação e ineficiência logística. Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), aproximadamente 40% dos vegetais produzidos em todo o mundo para a alimentação acabam não chegando ao prato do consumidor final por conta de sua deterioração. Curiosamente, esta porcentagem é observada tanto em países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento. A diferença é que nos primeiros o desperdício ocorre durante a fase de comercialização, enquanto nos países em desenvolvimento isso acontece durante os processos de transporte e armazenamento. Esse dado alarmante pode ser atribuído, em grande parte, à utilização de embalagens inadequadas. Daí a importância deste produto inovador.

 “Num país como o Brasil, em que muitas pessoas ainda não têm acesso à alimentação, jogar de 30% a 35% do que produzimos fora é um desperdício muito grande. Fala-se muito em aumento de produtividade, mas ao diminuir o desperdício, é possível aumentar a oferta, sem necessidade de aumentar a área plantada”, explica Antonio Soares Gomes, pesquisador da Embrapa que é um dos responsáveis pelo desenvolvimento do produto.

Este vídeo produzido pela Embrapa ilustra bem todo o potencial das novas embalagens.

Detalhes mais específicos sobre a embalagens para morangos constam aqui.

 

 

tedufrj2018

No próximo dia 04 de junho, o auditório do Centro de Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) vai sediar a terceira edição do TEDxUFRJ. O encontro, cujo tema central é “como (re)construir a universidade?", acontecerá em um hall de convivência de 600 m² e se dará em quatro vias: entre pessoas, ou seja, estudantes, professores, comunidade local e apaixonados por mudanças; entre disciplinas, design, saúde, tecnologia e comportamento; entre lugares, portanto, unidades acadêmicas, outras universidades, empresas e poder público; e entre tempos, isto é, entre o passado, presente e futuro.

O TED é uma organização, sem fins lucrativos, dedicada à difusão de ideias sob a forma de palestras, curtas e impactantes, com cerca de 18 minutos. Não por acaso, o slogan do evento é “ideias que merecem ser compartilhadas”.

A conferência, com entrada gratuita, já tem mais de 500 inscritos e contará com 11 palestrantes (egressos ou não da UFRJ). As palestras são pano de fundo para um ambiente intimista cheio de conexões que ajudarão a construir o clima de cooperação e criação colaborativa que deixem um legado não só para a universidade, mas também para a sociedade. Crise de financiamento, metodologia de ensino defasada, pouco diálogo com a sociedade, gestão precária, falta de acesso. Os problemas enfrentados pelas universidades brasileiras, sobretudo as públicas, são alardeados a todo momento pela imprensa, pela classe científica e pelos estudantes.

Esses são alguns dos temas que serão abordados nos quatros blocos do TEDxUFRJ 2018:

1. Apresentação do contexto universitário brasileiro atual

2. A saúde da universidade: aspectos que merecem atenção para a manutenção de uma universidade saudável

3. A cultura dos construtores: todos são responsáveis pela construção da universidade

4. O futuro: projeções para a universidade no Brasil do TEDxUFRJ 2018

Diferente da maioria dos eventos TEDx, o da UFRJ é organizado exclusivamente por alunos que se dividem em uma jornada no mínimo tripla, conciliando faculdade, estágio e evento. Há estudantes dos mais diversos cursos, como Engenharia, Artes Visuais, Arquitetura, Biblioteconomia, Letras, Biomedicina, entre outros.

O TEDXUFRJ é realizado com o apoio institucional do Parque Tecnológico e da Agência UFRJ de Inovação, além de contar com um time que reúne iniciativas de dentro e fora da universidade, como Centros Acadêmicos, o Diretório Central dos Estudantes, o Núcleo de Empresas Juniores da UFRJ (UFRJr), além de organizadores de outros eventos TEDx no Brasil e no mundo.

Sobre o evento

A iniciativa surgiu há mais de 30 anos, na Califórnia, e a ideia deu tão certo que, em 2009, criou-se o TEDx: uma espécie de TED que pode acontecer em qualquer lugar do mundo, organizado por qualquer pessoa, com entrada gratuita. De lá para cá, mais de 5 mil TEDx aconteceram pelo mundo, incluindo o Iraque, o Irã, o Iêmen, a Antártida, o Afeganistão, favelas, presídios, a muralha da China e num palco flutuante no Rio Negro, no Amazonas.

Serviço

TEDxUFRJ 2018 “Como (re)construir a universidade?”

14 de junho, das 10h às 18h

Auditório do Centro de Tecnologia da UFRJ - Bloco A - Cidade Universitária (Ilha do Fundão)

Mais informações

Matheus Leite
Telefone móvel: 21 98737-5173
Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
FB: https://www.facebook.com/TEDxUFRJ/

 

 

parquetecnológico

O Parque Tecnológico da UFRJ irá realizar o evento de lançamento do Programa Crowd Rio no dia 15 de maio, de 14h às 16h. O Crowd Rio é uma parceria entre o Parque e o Telefónica Open Future, programa global de inovação aberta e empreendedorismo do Grupo Telefônica, que tem como objetivo estimular o empreendedorismo local, aplicando a metodologia de pré-aceleração para desenvolver negócios inovadores. Serão selecionadas até 16 startups baseadas em IoT (Internet das Coisas) e tecnologias digitais. 

O evento de lançamento é aberto ao público e acontecerá no auditório do Parque Tecnológico da UFRJ. Durante o encontro, serão apresentados os requisitos de seleção para o CrowdRio, os benefícios de fazer parte de um programa global de inovação e de uma rede de startups presentes em 17 países onde o Telefónica Open Future opera. 

As inscrições para participar do programa de aceleração devem ser feitas por meio da plataforma Open Future, no http://bit.ly/crowdcall01 até o dia 05 de junho. Esta é a 2ª edição do programa em parceria com o Parque.

 

 

doencasnegligenciadas

Desde o dia 8 de maio, pedidos de patentes de produtos e processos farmacêuticos, além de equipamentos e materiais de uso na área da saúde, relacionados à Zika e Chikungunya, passaram a fazer parte da lista de doenças negligenciadas que se beneficiam do exame prioritário do INPI, conforme Resolução nº 217/2018, publicada na Revista da Propriedade Industrial (RPI) nº 2470.

De acordo com o novo normativo, também passam a ter o exame acelerado no Instituto os pedidos de patentes relacionadas às doenças raras, classificadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como aquelas que atingem 65 pessoas em cada 100.000 indivíduos.

Outra mudança é que também as patentes já concedidas poderão se beneficiar do exame prioritário na segunda instância administrativa.

É importante destacar que essa medida considera o alinhamento do INPI às políticas públicas de assistência à saúde, do Ministério da Saúde, e ao desenvolvimento do complexo industrial da área da Saúde.

Acesse aqui a página de exames prioritários do INPI.

 

FONTE: INPI

 

 

acessibilidade2018

A UFRJ realizará, nos dias 16 e 17/5, o II Encontro de Sensibilização UFRJ pela Acessibilidade. Organizado pela Reitoria por meio do Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva (II UFRJ Esua), o evento acontecerá no auditório Professor Rodolpho Paulo Rocco (Quinhentão), no CSS, com o objetivo de dialogar com alunos, professores, técnicos-administrativos e funcionários terceirizados.

O encontro quer mostrar à comunidade acadêmica a importância do tema da acessibilidade, promovendo a inclusão por meio da informação e do conhecimento. Serão quatro turnos distintos: na manhã, tarde e noite do dia 16/5 e na manhã do dia 17/5, com as mesmas atividades. No encerramento haverá a plenária mensal do Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva, durante a tarde de quinta-feira.

Entre as atividades planejadas, está o Módulo de Sensibilização, no qual pessoas com deficiência e que fazem parte do corpo social da Universidade possam compartilhar suas experiências e esclarecer toda a comunidade universitária sobre a relevância da acessibilidade e da quebra de barreiras comunicacionais e atitudinais.

As inscrições para podem ser feitas neste link.

 

 

aualcpiEntre os dias 8 e 10 de maio, ocorrerá, em São Caetano do Sul, a 10ª Cátedra de Integração Latino-Americana e Caribenha, uma iniciativa realizada desde 1999 pela Associação de Universidades da América Latina e o Caribe para a Integração AUALCPI. O tema desta edição será “A Educação Superior e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, abordado a partir da relação da Universidade e a agenda estratégica das 17 metas estabelecidas pelo pacto liderado Organização das Nações pela Unidas, componentes do debate definido pela III CRES – Conferência Regional de Ensino Superior da IESALC/UNESCO.

O evento reunirá instituições universitárias, professores, pesquisadores e estudantes a fim de gerar um debate sobre integração regional e promover a apresentação de trabalhos acadêmicos. A Agência UFRJ de Inovação estará presente representada por Sandra Korman, que participará do no painel de apresentação de experiências de educação vinculadas a temas de empreendedorismo e inovação.

Durante o primeiro dia, entre 10h e 16h, será realizado o 1o Encontro de Educação Empreendedora na América Latina, iniciativa da AUALCPI em aliança com o Grupo de Educação Empreendedora em Engenharia da Associação Brasileira de Educação em Engenharia, o Núcleo de Pesquisa de Dinâmicas Empreendedoras da Universidade Federal de Itajubá, o Observatório de Políticas Públicas, Empreendedorismo e Conjuntura da USCS, a Agência Inova UFABC, o Conselho Regional de Economia de São Paulo (Delegacia Regional ABC) e o Comitê dos Jovens Administradores do Conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo.

Esta iniciativa tem como objetivo iniciar uma articulação ao redor da educação empreendedora regional, tanto no tocante a práticas exitosas quanto a visões e linhas de atuação. A ideia é aproximar quem desenvolve ações neste campo, criando um espaço de diálogo permanente que possa colaborar com a consolidação desse tema na agenda prioritária das instituições de educação superior e instituições que trabalham com essa pauta em níveis nacional e internacional.

Informações através do link: http://www.aualcpi.net.

Inscrições através do link: http://www.goo.gl/k5AP47.

 

AGÊNCIA UFRJ DE INOVAÇÃO
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