insitutoserrapilheira

 

Em 3 de outubro, o Instituto Serrapilheira lançou sua segunda chamada pública de apoio à pesquisa científica. O objetivo é apoiar projetos de excelência de jovens cientistas do Brasil nas áreas das Ciências Naturais (Ciências da Vida, Física, Geociências e Química), Matemática e Ciência da Computação. Os projetos receberão até R$ 2,4 milhões, no total, na primeira fase. As inscrições serão abertas em 5 de novembro no site do Serrapilheira.

Na primeira etapa, 24 pesquisadores serão selecionados para receber até R$ 100 mil por um ano. Em seguida, até três deles serão contemplados com um financiamento de até R$ 1 milhão ao longo de três anos. Após este período, o apoio pode ser renovado anualmente, com até R$ 300 mil por ano. Parte dos recursos é condicionada à promoção de iniciativas de diversidade pelos escolhidos.

"Queremos oferecer aos pesquisadores espaço para produzirem um conhecimento novo", afirmou o diretor-presidente do Serrapilheira, Hugo Aguilaniu. "Desenvolver ciência competitiva é um processo demorado, então permitimos a renovação do grant para que o tempo da pesquisa seja respeitado. Nosso princípio é concentrar os recursos em bons projetos em vez de pulverizá-los. Por isso, esperamos que os pesquisadores façam perguntas ousadas, capazes de criar uma ciência nova no Brasil", disse Aguilaniu.

A chamada será repetida anualmente e fará parte de uma iniciativa maior, o Programa de Apoio a Jovens Cientistas de Excelência do Serrapilheira. Informações mais detalhadas serão divulgadas em breve pelo instituto.

"Esta chamada, tanto na escolha de áreas quanto no formato, é um resultado do mapeamento realizado na primeira, em que procuramos entender o ambiente de pesquisa nacional", explicou a diretora de Pesquisa Científica do Serrapilheira, Cristina Caldas. "Decidimos apoiar pesquisa fundamental, a produção do conhecimento pelo conhecimento, sem o compromisso com a aplicação. Além disso, oferecemos flexibilidade no uso de recursos".

Inscrições

As inscrições da segunda chamada pública ficarão abertas de 5 de novembro a 14 de dezembro no site do Serrapilheira. Para se candidatar, os pesquisadores devem ter concluído doutorado entre 1º de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2016 – prazo que pode ser estendido em um ano para mulheres com um filho e em dois anos para mulheres com dois ou mais filhos. Os selecionados receberão o financiamento a partir de junho de 2019.

 

 

Debate Nova Lei da Biodiversidade Cartaz Divulgacao

 

Em 10 de outubro, o Auditório Quinhentão, no CCS, sediará o evento “Debate sobre a Nova Lei da Biodiversidade: Implicações para a Pesquisa Científica e Tecnológica no seu Laboratório”. De acordo com o professor Danilo de Oliveira, que, além de lecionar na Faculdade de Farmácia, também integra a Câmara Técnica de Ética em Pesquisa da UFRJ, “o evento é especialmente relevante para quem realiza pesquisa científica na área das Ciências Biológicas ou atua em projetos de Biotecnologia baseados em fungos, plantas, animais brasileiros ou com comunidades tradicionais". O debate tem início às 9h.

Data: 10/10 (quarta-feira)

Abertura (09:00-09:15): Profa. Leila Rodrigues (Pró-reitora de Pesquisa e Pós-graduação/PR2), Prof. Marcelo Byrro (Superintendente de Pesquisa da PR2), Prof. Danilo R. Oliveira (Câmara Técnica de Ética em Pesquisa- CTEP/PR2/UFRJ)

Palestra (09:15-10:30): Como funciona a Nova Lei da Biodiversidade? Ana Claudia Dias de Oliveira (Consultora Abifina)

Intervalo (10:30-11:00)

Mesa redonda (11:00-13:00): As visões socioambiental, acadêmica e empresarial sobre o acesso à biodiversidade

1. Cláudia de Pinho (Rede Pantaneira) - Patrimônio genético e conhecimento tradicional associado

2. Prof. Paulo Buckup (Museu Nacional – UFRJ) - Pesquisa científica em biodiversidade e o acesso ao patrimônio genético

3. Prof. Daniel Weingart Barreto (Escola de Química/UFRJ) - Relação universidade empresa no aproveitamento da biodiversidade

Moderador: Prof. Marcelo Weskler (Museu Nacional)

Local: Auditório Quinhentão/CCS

Horário: 09:00-13:00

Realização: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação-PR2/UFRJ e Câmara Técnica de Ética em Pesquisa-CTEP/PR2/UFRJ

Apoio: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação-PR2/UFRJ e Centro de Ciências da Saúde-CCS/UFRJ

 

 

maratonamanserv2018

Com o objetivo de estimular o espírito empreendedor na comunidade UFRJ, a Manserv, empresa residente do Parque Tecnológico da UFRJ, está lançando um concurso de soluções inovadoras para a área de Comunicação. Organizado pela Incubadora de Empresas da Coppe, o “Desafio Manserv: como se comunicar com um universo de 30.000 colaboradores?” é aberto a todos os alunos de graduação e pós-graduação da Universidade. A equipe vencedora receberá como prêmio a participação na Campus Party, um dos principais eventos de inovação do Brasil (entrada no evento, passagens aéreas, hospedagem, e diárias para refeição e transporte).

Como participar

Cada candidatura deve ser formada por um grupo de 3 ou 4 participantes, sendo pelo menos um deles aluno da UFRJ. O critério será classificatório, mas não eliminatório, sendo permitida a formação de equipes multidisciplinares, com integrantes de cada um dos cursos: Administração; Design ou Comunicação Social; e Tecnologia da Informação ou Engenharia. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 19 de outubro através do site da Incubadora. É preciso realizar um vídeo-pitch com duração máxima de 3 minutos, que deverá estar postado no Youtube (Para se inscrever configurações de privacidade: opção “não listado”). O vídeo deverá apresentar os membros da equipe e suas competências e apresentar a proposta de solução relacionada ao desafio, descrito no regulamento. O link do Youtube deverá ser enviado na própria ficha de inscrição online.

Serão selecionadas até 15 equipes finalistas para uma etapa de imersão que será realizada entre os dias 5 e 8 de novembro, no auditório da Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ. Nesta fase, os participantes terão acesso às informações relacionadas ao desafio e ao negócio da Manserv, além de receberem suporte para a elaboração da proposta de solução. A orientação será feita por especialistas, empreendedores e profissionais de mercado e cada equipe contará ainda com o apoio de um executivo da Manserv como mentor.

Ao final do período de imersão, os finalistas irão se apresentar para uma banca composta por especialistas, que vai escolher a equipe vencedora.

Em caso de dúvidas, entre em contato com a organização do desafio através do email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

 

 

 

ufrjreitoria

Em 01 de outubro a Folha de São Paulo divulgou os resultados do Ranking Universitário Folha 2018. A UFRJ foi considerada a universidade mais inovadora do país, obtendo a maior pontuação no indicador de inovação. No ranking geral, a UFRJ figura em segundo lugar, atrás apenas da USP.

Os resultados da UFRJ foram:

Ensino - 3º lugar

Pesquisa - 5º lugar

Mercado - 2º lugar

Inovação - 1º lugar

Internacionalização - 2º lugar

O RUF (Ranking Universitário Folha) é uma avaliação anual do ensino superior do Brasil feita pela Folha desde 2012. Há dois produtos principais: o ranking de universidades e os rankings de cursos. No ranking de universidades estão classificadas as 196 universidades brasileiras, públicas e privadas, a partir de cinco indicadores: pesquisa, internacionalização, inovação, ensino e mercado. No ranking de cursos é possível encontrar a avaliação de cada um dos 40 cursos de graduação com mais ingressantes no Brasil de acordo com o último Censo da Educação Superior disponível, como administração, direito e medicina, a partir de dois indicadores: ensino e mercado. Nos rankings de cursos são avaliadas universidades, centros universitários e faculdades. Os dados que compõem os indicadores de avaliação do RUF são coletados pela Folha nas bases do Censo da Educação Superior Superior do Inep-MEC, Enade, SciELO, Web of Science, Inpi, Capes, CNPq, fundações estaduais de fomento à ciência e em duas pesquisas anuais feitas pelo Datafolha.

A matéria pode ser lida integralmente em: http://ruf.folha.uol.com.br/noticias/2018/10/1982683-parceria-com-empresas-coloca-ufrj-a-frente-em-inovacao-no-ruf.shtml

 

 

I Feira de Inovacao Biotecnologica do IMPG2

O evento aconteceu no dia 21 de setembro no Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Rio de Janeiro e contou com a presença de grandes nomes da pesquisa científica nacional, em palestras sobre variados temas, na parte da manhã. No espaço de exposição, a I Feira de Inovação recebeu empresas convidadas, pesquisadores do Instituto de Microbiologia e representantes de startups que demonstraram sua produção científica, organizados em 17 estandes.

O pioneirismo da proposta consolidou a parceira promissora entre a Merck Life Science e Fiocruz com o Instituto de Microbiologia. O evento recebeu um público de cerca de 250 pessoas, eentre estudantes do ensino médio da Escola Técnica IFRJ, estudantes dos diferentes cursos de graduação e pós-graduação do Centro de Ciências da Saúde e pesquisadores convidados.

Parceiros internos como a Agência UFRJ de Inovação e o Parque Tecnológico da UFRJ foram fundamentais para que o evento alcançasse a estrutura organizacional e o reconhecimento como lócus privilegiado de compartilhamento e discussão sobre o cenário nacional de inovação.

Pela manhã, as palestras contaram com a presença do vice-presidente de produção e inovação em saúde da Fiocruz, Marco Krieger, que ressaltou a importância da instituição como referência mundial na exportação de vacinas e antirretrovirais, chegando a uma produção anual de dois milhões de vacinas. Especialista em células-tronco, o pesquisador Stevens Rehen apresentou o trabalho de desenvolvimento de “minicérebros” a partir de células-tronco, com o objetivo de entender melhor seu funcionamento e buscar a cura para doenças como esquizofrenia,
depressão e estresse pós-traumático.

O SEBRAE foi representado por Miriam Ferraz, diretora do Programa Prointer Bio cujo objetivo é apoiar o crescimento de empresas que desenvolvem produtos voltados para a saúde humana, alimentos e cosméticos.

A MERCK e a Fiocruz assinaram o evento com o Instituto de Microbiologia. Presente em 66 países a Merck investe anualmente 13% de seu faturamento em inovação. Dentro da categoria "Life Science", mais de 300 mil ferramentas de alta tecnologia estão disponíveis para pesquisas.

No foyer do auditório Rodolpho Paulo Rocco, 17 estandes estavam abertos à visitação e apresentaram o que há de mais moderno em tecnologia, como impressoras 3D, drones e até cerveja produzida a partir de uma nova levedura. Dentre os participantes, havia as startups Biotecam, LeishNano, Hana Biocosmética, geradas na Fiocruz e na UFRJ.

A Biotecam desenvolve biotecido composto de celulose bacteriana, que pode ser usado na confecção de roupas, acessórios, bolsas e outros itens. Fundada em 2016, a LeishNano produz tecnologias terapêuticas inovadoras, se dedicando ao tratamento e prevenção da leishmaniose, doença parasitária endêmica em nosso país. A Hana Biocosmética é uma spin-off voltada para a produção de matérias-primas de origem microbiana para a indústria de cosmético.

A equipe do Laboratório de Ecologia Molecular Microbiana (LEMM), em parceria com o AquaRio, expôs o projeto pioneiro, sob a coordenação da bióloga professora Raquel Peixoto, de recuperação de corais destruídos pelo aquecimento global ao redor do mundo. O método, desenvolvido no Brasil, será implementado na Grande Barreira de Corais da Austrália, que já teve 30% da sua área de dois mil quilômetros devastada pelo aumento da temperatura da água marinha.

Com a exposição de métodos e produtos de alta tecnologia, a 1ª Feira de Inovação Biotecnológica do IMPG promoveu um grande encontro entre os setores acadêmico e produtivo, demonstrando a importante contribuição das pesquisas para a sociedade.

 

(FONTE: Andréa Pestana e Daniela Pontes; FOTOS: Luciana Vermelho)

 

 

brasilsuica

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Nacional de Ciência da Suíça (SNSF) publicaram recentemente uma chamada que tem por objetivo apoiar projetos conjuntos de pesquisa que visem a contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico e para a inovação no Brasil.

Os projetos deverão estar inseridos nas seguintes linhas de pesquisa: Tecnologia da Informação e Comunicação; ou Recursos Hídricos relacionados a questões ambientais.

As propostas aprovadas serão financiadas pelo lado brasileiro com recursos no valor global de R$3.000.000,00, a serem liberados de acordo com a disponibilidade orçamentária e financeira no CNPq. A data limite para submissão das pré-propostas é 23 de novembro.

Maiores informações neste link.

 

 

adsiscolo

O câncer de colo de útero é um tipo de tumor maligno, de evolução lenta, que acomete, sobretudo, mulheres acima de 25 anos. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), este é o terceiro tipo de câncer de maior incidência na população feminina, ficando atrás apenas dos cânceres de mama e colorretal. Felizmente, hoje em dia, é possível evitar a doença se a lesão precursora for identificada e tratada, ou mesmo curá-la caso diagnosticada em fase precoce e tratada.

Após dez anos de trabalho na melhoria de indicadores para avaliar o programa de rastreamento desse câncer, a professora Rosimary Terezinha de Almeida, do Programa de Engenharia Biomédica da COPPE-UFRJ, e o professor Sergio Miranda Freire, da Faculdade de Ciências Médicas-UERJ, orientaram a doutoranda Sulafa Yacoub Mohammed Ahmed (bolsista do convênio CNPq/TWAS GD-2012 # 190023/2012-0) na elaboração de um programa de computador cuja proteção acaba de ser solicitada pela Agência UFRJ de Inovação junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Trata-se do AD-SISCOLO.

Para entender as funcionalidades do novo software, é necessário voltar a 1999, ano em que o Inca, em parceria com o Departamento de Informática do SUS (Datasus) desenvolveu o Sistema de Informação do Câncer do Colo do Útero (SISCOLO), uma ferramenta destinada ao gerenciamento das ações do programa de prevenção à doença. Os dados gerados pelo sistema permitem avaliar a produção de exames realizados no SUS em dada região, período, unidade de coleta e laboratório, dentre outras informações relevantes ao acompanhamento e melhoria das ações de rastreamento, diagnóstico e tratamento desse tipo de câncer.

Por sua vez, o novo software desenvolvido na UFRJ (o AD-SISCOLO) gera uma série de indicadores e de relatórios a partir dos registros que integram o SISCOLO, tendo como unidade de observação tanto o exame como a mulher, compondo um armazém de dados com grande potencial para avaliar as ações do Programa Nacional de Rastreamento do Câncer de Colo de Útero. Assim, o software permite que o gestor tenha informação quanto à trajetória da mulher no SISCOLO e possa com isso identificar as perdas de seguimento e tempo médio de realização dos exames, além de estimar a cobertura real do programa na região. Com o AD-SISCOLO, os indicadores podem ser facilmente visualizados e manipulados por usuários com pouca experiência em informática.

Mais informações sobre o software podem ser obtidas entrando em contato com a Agência UFRJ de Inovação.

 

 

inpilogo2Até o dia 10 de outubro, ficam abertas as inscrições para o Curso Geral de Propriedade Intelectual à Distância (DL 101P BR), oferecido pelo INPI em parceria com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). O curso é online, gratuito, possui carga horária de 75 horas e apresenta uma visão geral sobre diversos temas relativos à propriedade intelectual, com enfoque na legislação brasileira.

Dentre os temas a serem abordados estão: direitos autorais, patentes, marcas, indicações geográficas, desenhos industriais, proteção de novas variedades vegetais/cultivares, concorrência desleal, informação tecnológica, contratos de tecnologia e tratados internacionais.

Através do link a seguir é possível se inscrever e obter mais informações: http://www.inpi.gov.br/academia/cursos-de-extensao/agenda-de-cursos

 

 

feiradeinovacaoimpg2018

 

A I Feira de Inovação Biotecnológica do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes (IMPG) é uma oportunidade de apresentar a inovação dos projetos, produtos e métodos de pesquisa desenvolvidos no Instituto, na UFRJ e na FIOCRUZ, contribuindo para sua divulgação e aplicabilidade. A Merck e o Parque Tecnológico irão ressaltar a importância da aproximação academia com o setor produtivo.

O evento será realizado pelo IMPG em parceria com a MERCK Life Science, FIOCRUZ e Parque Tecnológico e reunirá pesquisas inovadoras em plataformas biotecnológicas. O público terá a oportunidade de conhecer startups geradas na FIOCRUZ e na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O evento apresentará, pela manhã do dia 21/09, cinco palestras de renomados profissionais da área de inovação. E às 13h, o espaço expositivo da I Feira contará com 17 stands, incluindo os laboratórios do IMPG com pesquisas inovadoras, NIT, SEBRAE, FIOCRUZ e Startups, que serão abertos ao público e convidados, dentre eles os estudantes do IFRJ.

Todos os detalhes estão disponíveis em www.microbiologia.ufrj.br/feirainovacao.

 

 

petroleo

O que significa a descoberta e exploração das reservas de petróleo do pré-sal para o desenvolvimento do país e de nosso povo? Os recursos advindos dessa riqueza descoberta por brasileiros, com tecnologia brasileira precisam ser entregues para empresas estrangeiras?

O que significa cessão onerosa? Contrato de partilha? Os recursos do pré-sal serão mesmo alocados para as áreas de Educação, Saúde, Ciência e Tecnologia? Qual o real montante desses recursos? Como dar continuidade ao papel da Petrobras como instrumento estratégico do desenvolvimento brasileiro?

Qual é a política de petróleo que realmente interessa ao Brasil?
A Universidade não pode se omitir e precisamos discutir com urgência a política nacional do petróleo e a destinação dos seus recursos.

Mais do que convidar, estamos convocando e mobilizando todo o corpo social da UFRJ para discutir, conhecer e, se for necessário, resistir aos rumos atuais que estão impondo à nossa política do petróleo e à Petrobras.

Vamos todos, professores, funcionários técnico-administrativos em educação, estudantes de graduação e pós-graduação, organizações da sociedade civil, sindicatos, associações de classe e o público em geral debater, questionar e encontrar respostas.

PROGRAMAÇÃO

8:00 as 8:30 – Recepção com café da manhã
8:30 às 10:05 – Mesa de abertura – Estado e política do petróleo. O papel da Universidade.
Presidente da mesa – Professor Roberto Leher (Reitor da UFRJ)
Arthur Raguso – Diretor de Formação da Federação Única dos Petroleiros
Prof. Luiz Pinguelli Rosa (COPPE/UFRJ).
Guilherme Estrela – Geólogo, Ex diretor de Exploração e Produção da Petrobrás.

10:05 às 10:35 – Debate com os participantes

10:35 às 10:45 – Intervalo para troca da mesa

10:45- as 12:05 – Mesa Redonda: Política do Petróleo e Orçamento Federal. Recursos para Educação, Ciência, Tecnologia e Saúde. Royalties, Fundo Social e Pré-sal, Fundos Setoriais, Dívida Pública.
Presidente da Mesa – Prof. Carlos Levi da Conceição (Ex-Reitor da UFRJ)
Prof. Eduardo Costa Pinto(I.E./UFRJ)
Prof. Roberto Leher (Reitor / UFRJ)
Profa. Esther Dweck (I.E./UFRJ)

12:05 às 12:35 – Debate com a plateia

12:35 – Encerramento

Realização:
Reitoria da UFRJ
Fórum de Ciência e Cultura – FCC

Apoio: DCE Mário Prata, ADUFRJ, SINTUFRJ
Detalhes do evento:

Dia(s): 18/09/2018
Horário: 8:30 - 13:00

Local: Auditório CGTEC-CT2
R. Moniz de Aragão, 360 - Cidade Universitária/ Ilha do Fundão
Rio de Janeiro - CEP 23058-440

Evento gratuito
Sem inscrição

 

 

museu nacional 01

A UFRJ e o Museu Nacional (MN) pensaram em iniciativas a fim de preservar a memória e resgatar a história da instituição após o incêndio do dia 2/9. Entre essas iniciativas estão canais para o recebimento de fotos do acervo e de doações de peças, além de voluntariado.

Como parte da vida dos brasileiros, o MN está presente em diversas fotografias dos visitantes. A UFRJ pede àqueles que possuírem imagens do acervo e das salas de exposição que as enviem pelo site do Museu.

O Museu Nacional pede também que todos os interessados que tenham peças ou cópias virtuais e queiram doá-las ao acervo entrem em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. com o assunto “Doação”. Já os interessados em participar de ações voluntárias devem se inscrever pelo mesmo e-mail, mas com o assunto “Voluntariado”. As manifestações de apoio organizadas pela comunidade podem ser enviadas com o assunto “Manifestação”.

O MN está organizando, ainda, doações por meio de uma conta disponibilizada pelo Fundo de Apoio ao Museu Nacional. Os dados cadastrais e uma imagem do comprovante de depósito deverão ser enviados para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Os recibos de doação para pessoas físicas e jurídicas serão emitidos pela Associação Amigos do Museu Nacional (Samn), entidade de utilidade pública, reconhecida nos termos do Estatuto dos Museus e que, há mais de 80 anos, apoia ações e projetos do MN.

Mais informações estão disponíveis na página da instituição.

 

 

museubesouros

 

Moradores de bairros próximos à Quinta da Boa Vista vêm relatando a descoberta de objetos, em suas casas, que podem ter sido levados pelo vento após o incêndio no Museu Nacional, como páginas e fragmentos de livros.

Para recolher esse material, o Museu montou uma força-tarefa e pede que os objetos sejam entregues na portaria da Biblioteca Central, no Horto Botânico, das 10h às 16h. A equipe pede que os fragmentos não sejam entregues em outro local para que assim a memória do Museu Nacional possa ser preservada.

A UFRJ agradece a ajuda de toda a população neste momento difícil.

 

 

parqueyoutube

A MJV, tradicional consultoria em tecnologia e inovação que, há mais de 20 anos, se dedica a transformar negócios digitalmente, no Brasil e no mundo, escolheu o Parque Tecnológico da UFRJ para a instalação de seu laboratório de inovação. O projeto terá como foco a inovação aberta, por meio da conexão com a UFRJ, para desenvolver projetos nas áreas de Design Thinking, Gamificação, Big Data/Analytics, Metodologia Ágil, Estratégia Digital e Internet das Coisas. “Estar no Parque Tecnológico da UFRJ é um passo em direção ao futuro. Apostar na inovação passa a ser um processos de inter-relacionar pessoas pra produzir algo e, no Parque, iremos aprender fazendo”, diz Ysmar Vianna, presidente da empresa.

 

 

saboresesaberes2018foto

Nos dias 29 e 30 de agosto, foi realizada na UFRJ a décima edição do Encontro Sabores e Saberes. Fruto de uma parceria que envolve a Agência UFRJ de Inovação e o Instituto de Nutrição Josué de Castro, desde 2009 o encontro integra o calendário de eventos da Universidade. A edição deste ano teve como tema central “Alimentação e Meio Ambiente em Foco”.

A mesa de abertura do evento contou com Ricardo Pereira, coordenador da Agência UFRJ de Inovação e com a profª. Avany Fernandes Pereira, diretora do Instituto de Nutrição. Ambos ressaltaram que recentemente o curso de Nutrição da UFRJ foi avaliado com nota 6 pela Capes, logrando o êxito de ficar entre os três melhores do Brasil.

Também estava presente o decano do CCS, prof. Luiz Eurico Nasciutti, que reforçou que em 2018 se comemora os 110 anos do nascimento do patrono do Instituto de Nutrição da UFRJ, professor Josué de Castro, que teve um papel muito importante não só na sua criação, mas no estudo da alimentação e da fome no Brasil. A mesa também contou com a profª Rogéria Moreira, da Pró-reitoria de Extensão, e com um representante do Capim Limão, projeto de extensão universitária relacionado às temáticas da Educação e Agroecologia.

Em seguida foi exibido o documentário Histórias da Fome no Brasil, com roteiro e direção de Camilo Galli Tavares – mesmo diretor de O Dia Que Durou 21 Anos. O filme apresenta uma cronologia da fome no país, perpassando períodos históricos desde o Brasil Colônia até a atualidade.

A ideia do documentário surgiu em 2014, quando a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) anunciou que o Brasil havia deixado de compor o Mapa da Fome mundial. Integram esta relação aqueles países que contam com mais de 5% da população ingerindo menos calorias que o recomendável. Em 2014, ao registrar uma porcentagem de 3%, pela primeira vez, o país deixou de estar nesta lista vexatória.

Os motivos foram uma série de políticas públicas macroeconômicas adotadas a partir de 2003, como a geração de empregos, a formalização do trabalho e a correção do salário mínimo acima da inflação (que irradia seus efeitos para o fortalecimento de economias locais), aliadas a programas importantes como a instalação de cisternas no semiárido e a aquisição de alimentos da agricultura familiar por parte do governo para o abastecimento de escolas públicas, por exemplo.

No entanto, um relatório elaborado por cerca de 20 entidades da sociedade civil no ano passado trouxe o alerta de que o Brasil, infelizmente, periga voltar a figurar no Mapa da Fome num futuro próximo. Um dos especialistas responsáveis pela elaboração do relatório é o economista e pesquisador do Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) Francisco Menezes, que integrou a mesa de debates que se iniciou logo após a exibição do documentário.

Segundo ele, este risco se deve a uma combinação de fatores que se colocaram de 2015 a 2017, como alta do desemprego, o avanço da pobreza, o corte de beneficiários do Bolsa Família e principalmente o congelamento dos gastos públicos por até 20 anos, frutos da Emenda Constitucional 95.

A mesa também contou com a participação do principal idealizador do filme, Daniel de Souza, que atua como presidente da ONG Ação da Cidadania, organização criada em 1993 com o objetivo de formar uma rede de mobilização nacional para ajudar 32 milhões de brasileiros que, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), estavam abaixo da linha da pobreza naquela época. Daniel, por sinal, é filho de um importante personagem no combate à fome no Brasil, o sociólogo e ativista dos Direitos Humanos Herbert José de Souza (Betinho).

Ele contextualizou o documentário com a própria obra de Josué de Castro, que atribuía este mal a motivos sociais específicos tais qual a falta de vontade política, por exemplo. Aliás, a tônica do produtivo debate que se seguiu foi justamente a desmistificação da naturalização da fome, que não pode e não deve ser concebida como fruto da vontade divina ou de forças da natureza.

“É a sociedade que cria a fome, e o filme mostra isso", concluiu.

O evento também contou com oficinas temáticas que tratavam sobre PANCs (plantas alimentícias não convencionais) e sobre as cozinhas regionais brasileiras, rodas de conversa, com exposições de trabalhos científicos e pôsteres, além da já tradicional Feira Agroecológica da UFRJ.

 

 

tecnologiaslimpas

A Coppe/UFRJ, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV (FGVces), a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), e a EDP, estão realizando um mapeamento das startups que atuam no mercado de tecnologias limpas (chamadas cleantech). O projeto é coordenado pelo professor Marcus Vinicius Fonseca, da Coppe, e o levantamento prévio das empresas do setor está sendo feito por meio de um questionário online, que pode ser respondido até o dia 13 de setembro.

O mapeamento é aberto para startups em todos os níveis de maturidade, desde aquelas que estão em fase de concepção até as que já estão em operação e em fase de crescimento. O projeto é financiado pela multinacional portuguesa EDP, empresa que opera em toda a cadeia de valor do setor elétrico, por meio do Programa de P&D da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O objetivo do projeto é analisar o impacto do ecossistema de startups no setor elétrico brasileiro, identificando as principais tecnologias, perfil dos empreendedores, modelos de financiamento, redes de colaboração e desafios enfrentados por essa categoria de negócio. Também busca identificar possíveis tecnologias e modelos de negócios desenvolvidos por startups que tenham potencial de provocar ou alavancar mudanças no setor elétrico brasileiro, incluindo o desenvolvimento de um modelo de cooperação entre startups, grandes empresas, e distribuidoras de energia, além da criação do Observatório de Tecnologias Limpas.

O papel das instituições e dos pesquisadores no projeto

A Coppe desempenhará duas atividades no âmbito do projeto: a análise tecnológica das startups, cujo objetivo é avaliar se estas desenvolvem inovações mantenedoras, incrementais, ruptivas, disruptivas, dentre outras. Este trabalho será realizado pela equipe do LabirinTOS, laboratório coordenado pelo professor Marcus Vinicius Fonseca, do Programa de Engenharia de Produção da Coppe. A segunda atividade é a análise da tecnologia (células combustíveis, turbinas eólicas, motores para geração maremotriz) e da regulação do setor elétrico. Este trabalho ficará a cargo de pesquisadores de uma equipe liderada pelos professores Amaro Pereira e David Branco, do Programa de Planejamento Energético da Coppe.

O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV) fará a análise do potencial de mercado destas empresas. Os resultados poderão servir como subsídio para o desenvolvimento de políticas públicas para o fomento do setor no Brasil.

Predomina na comunidade científica a percepção de que o mundo viverá uma transição energética nos próximos anos, de uma matriz predominantemente fóssil para uma matriz mais renovável. Na avaliação das instituições participantes do projeto, as startups poderão desempenhar um papel importante dentro do ecossistema, durante e após esta transição. Neste contexto, terão papel fundamental empresas de cleantech que podem ser definidas como as que comercializam produtos, serviços, processos, ou modelos de negócios que utilizem menos recursos naturais ou reduzam a emissão de poluentes. Qualquer inovação que resulte em melhoria ambiental pode ser considerada cleantech.

A parceria com as grandes empresas em iniciativas, genericamente chamadas de corporate venturing, são capazes de criar mecanismos que unem a agilidade e flexibilidade das startups para inovar com acesso amplo e recursos financeiros e materiais das grandes empresas em torno de novos negócios.

 

 

biominas2018

A Biominas Brasil apresenta três iniciativas para o segundo semestre de 2018, as quais beneficiarão pesquisadores, professores, estudantes e empreendedores com atuação nos cenários nacional e internacional. Essas iniciativas representam diferentes oportunidades e que vão desde um programa de modelagem de negócios até o acesso a um laboratório compartilhado para a produção em diagnóstico in vitro.

 

Assim, diversos profissionais interessados em inovação, tecnologia e negócios em Ciências da Vida terão a oportunidade de desenvolver novas soluções, projetos e startups com o apoio da Biominas; seja participando do Biostartup Lab Rodada 06 ou utilizando o Laboratório de Produção Compartilhado Habitat. Além disso, a Bio Latin America será um evento para a conexão com executivos de alto nível, líderes do setor, formuladores de políticas, empresários, empreendedores, acadêmicos e investidores nacionais e internacionais; e, no qual serão realizados debates de tendências e reuniões de negócios.

 

As iniciativas acontecerão nos próximos meses e em duas capitais brasileiras (Belo Horizonte - MG e São Paulo - SP). O mesmo profissional pode participar de uma ou mais iniciativas.

 

A seguir encontram-se informações mais detalhadas de cada uma destas iniciativas: 

 

BioStartup Lab - 06

 

Trata-se do primeiro programa nacional de pré-aceleração de startups com foco em Ciências da Vida no Brasil. O Biostartup Lab surgiu para diversificar o ecossistema de inovação e startups nas áreas de saúde humana, digital health, agronegócio, saúde animal e meio ambiente.

Local: Belo Horizonte, MG

Data: 17/09 a 22/11

Período de Inscrição: 28/06 - 26/08

Info: biostartuplab.org.br

 

Bio Latin America

 

A Bio Latin America é uma conferência do setor de Ciências da Vida sobre inovação e colaboração em One Health, na América Latina. A conferência reúne executivos de alto nível, líderes do setor, formuladores de políticas, empresários, acadêmicos e investidores de todo o mundo para debater tendências, superar desafios do setor, acessar empresas inovadoras, realizar reuniões de negócios e descobrir novas oportunidades de conexão.

Local: São Paulo, SP

Data: 04 e 05 de setembro

Inscrições abertas

Info: biolatinamerica.com

 

Laboratório compartilhado de produção Habitat

 

Trata-se de um laboratório de desenvolvimento e produção em escala piloto de novos produtos para diagnósticos in vitro. O laboratório dispõe de certificação local de Boas Práticas de Fabricação e acompanhamento de uma equipe de profissionais qualificados. Este já se encontra disponível para pesquisadores e empresas interessadas em finalizar seu P&D, e iniciar sua produção

Local: Belo Horizonte, MG

Seleção contínua

Info: biominas.org.br

 

 

 

dosvox2018

 

O Instituto Tércio Pacitti (NCE/UFRJ) promove em parceria com a Associação Fluminense de Amparo ao Cego (AFAC), mais uma edição do ENCONTRO BRASILEIRO DE USUÁRIOS DOSVOX, que em 2018 acontecerá em Niterói, Rio de Janeiro, no período de 12 a 14 de outubro.

Todos os anos o Projeto DOSVOX, do NCE/UFRJ, promove o evento sem fins lucrativos, com o objetivo de mostrar que pessoas cegas e de baixa visão têm, como todas as outras, capacidades e limitações e, quando lhes são dadas oportunidades, podem concorrer aos espaços de trabalho, estudo e lazer com as demais pessoas, compondo efetivamente a real inclusão na sociedade brasileira.

A cada ano, uma cidade se candidata para sediar o evento. Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, Goiânia, Belém, Fortaleza, Joinville, Caxias do Sul, Uberaba e Salvador já sediaram eventos anteriores. Este ano, o Encontro DOSVOX, em sua 21ª edição, está sendo organizado pela AFAC, uma das mais importantes entidades de atendimento à saúde ocular e ao suporte ao desenvolvimento social das pessoas com deficiência visual.

Em 2018, o evento ganha apoio técnico-científico da Universidade Federal Fluminense, que possui um grupo estudando a questão da deficiência e propondo soluções e políticas educacionais que vêm modificando as perspectivas de desenvolvimento social e educacional no Estado do Rio de Janeiro.

O ganho em qualidade acadêmica trazido pela UFF ao 21º Encontro DOSVOX vai somar-se ao tradicional espaço que o evento dá para que usuários
compartilhem e troquem suas experiências pessoais.

O DOSVOX foi criado em 1993 para atender aos alunos cegos da Universidade Federal do Rio de Janeiro e é um dos softwares para pessoas com deficiência visual mais utilizados no Brasil. Totalmente gratuito, o sistema executa em computadores muito simples e é distribuído pela Internet. Estima-se que existam cerca de 100.000 pessoas de todas as classes sociais e em todo Brasil que façam ou tenham feito uso do DOSVOX.

Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://intervox.nce.ufrj.br/encontro2018 ou pelo telefone (21) 3938-3198.

A AFAC fica na Rua Padre Leandro, 18 - Fonseca - Niterói – RJ.

 

 

creativestartupsanprotec2018

Com o objetivo de estimular e apoiar o desenvolvimento e a aceleração de empreendimentos de base tecnológica, a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), a Samsung e o Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação (CCEI) abriram em maio as inscrições para a 4ª Rodada do Programa Creative Startups, que permanecem disponíveis até o dia 2 de setembro. 

De acordo com o presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, a chamada irá selecionar até 20 empreendimentos, sendo 10 especificamente da região Norte do país, com projetos sinérgicos aos setores de interesse do programa, como saúde digital, bem-estar, fitness, segurança, privacidade e furto, inteligência artificial, VR/AR e Iot. “Os selecionados receberão apoio financeiro e um pacote de serviços, de até seis meses, que visa o aprimoramento tecnológico e mercadológico dos seus produtos e serviços”, explica Aranha.

“As startups irão receber até R$200 mil reais, livres de equity. Esses valores serão utilizados única e exclusivamente para as atividades de desenvolvimento e aprimoramento de produtos e serviços conforme regras estabelecidas pela Lei de Informática”, ressalta o coordenador nacional do programa Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung, Paulo Quirino. “Além do aporte financeiro, estão incluídos no pacote de benefícios treinamentos, assessorias, mentorias técnicas e de mercado”, complementa.

Ao final da Rodada, o Programa Creative Startups ainda pode indicar startups para um programa de intercâmbio na Coréia do Sul. “Na ocasião, os empreendimentos selecionados terão a oportunidade de receber treinamento, mentorias e apresentar seu produto ou serviço para uma banca de investidores internacionais”, acrescenta Luís Gustavo Peles, consultor de projetos da Anprotec.

 

Sobre a Anprotec

Criada em 1987, a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) reúne cerca de 400 associados, entre incubadoras de empresas, parques tecnológicos, instituições de ensino e pesquisa, órgãos públicos, aceleradoras de negócios e outras entidades ligadas ao empreendedorismo e à inovação. Líder do movimento no Brasil, a Associação atua por meio da promoção de atividades de capacitação, articulação de políticas públicas, geração e disseminação de conhecimentos. Atualmente, o Brasil conta com 400 incubadoras de empresas e cerca de 90 iniciativas de parques tecnológicos.

 

Regulamento Chamada Nacional

Inscreva-se na Chamada Nacional

Regulamento para a região Norte

Inscreva-se na seleção da região Norte

 

 

Kit e metodo para deteccao de agrotoxicos contaminantes

 

Em 1948 o químico suíço Paul Muller ganhava um prêmio Nobel de Medicina. Sua descoberta: a utilidade do DDT enquanto inseticida, além de sua eficácia contra o tifo e a malária. Rotulado como um produto eficiente e de baixo custo, o sucesso do DDT foi, em grande parte, responsável pela popularização dos agrotóxicos após a Segunda Guerra Mundial, época em que seus efeitos nocivos ainda não haviam sido devidamente pesquisados. De lá para cá, uma infinidade de novos compostos organossintéticos foram descobertos.

O vasto aumento observado na produção agrícola durante as décadas de 1960 e 1970 nos países em desenvolvimento por conta do uso destes insumos químicos, somados a outras ferramentas tecnológicas, ficou conhecido como a "revolução verde". Uma das formas de avaliar a eficiência deste modelo de agricultura era mensurar o número de pessoas que um agricultor seria capaz de alimentar, além de si próprio. Em 1950, esta relação era de 1 para 10. No início dos anos 1990, já era superada a marca de 1 para 70. Deste modo, a principal bandeira da utilização dos agrotóxicos foi um aumento sem precedentes da oferta de alimentos, ainda que fatores como o melhoramento genético das plantas e a crescente mecanização no campo também devam ser levados em conta.

Este aumento da produtividade muito serviu para camuflar os efeitos da degradação do solo em função do uso de agrotóxicos na agricultura moderna, desviando os olhares críticos e retardando a introdução de práticas ecologicamente mais adequadas. Mascararam-se assim outros impactos negativos deste modelo, em especial os danos associados à saúde dos trabalhadores rurais, que podem ser afetados pela manipulação direta ou por meio de armazenamento inadequado, reaproveitamento de embalagens, roupas contaminadas ou contaminação da água.

Recentemente, uma decisão inédita da Justiça americana condenou a multinacional de agricultura e biotecnologia Monsanto a indenizar o jardineiro Dewayne Johnson em US$ 289 milhões pelo aparecimento de um câncer, que estaria relacionado ao uso do herbicida Roundup, que tem como princípio ativo o controverso glifosato. A empresa, adquirida recentemente pela gigante Bayer por US$ 63 bilhões, é alvo de mais de cinco mil processos semelhantes.

No Brasil, uma decisão da 7ª Vara da Justiça Federal em Brasília determinou a suspensão do registro de todos os produtos com o ingrediente até que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conclua os procedimentos de reavaliação toxicológica. Tais questões ganham dimensões especiais por aqui, já que o Brasil ocupa o primeiro lugar no ranking mundial de consumo de agrotóxicos desde 2008. Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados 13.982 casos de intoxicação ano passado, aumento de 12% em relação ao ano anterior.

Para se ter ideia de como nossa legislação é complacente em relação ao assunto, no Brasil, a quantidade residual de glifosato permitida no café é 10 vezes maior do que aquela permitida na União Europeia. Na cana-de-açúcar, é 20 vezes maior. Na soja, 200 vezes maior. No feijão, 400 vezes maior. Já na água potável, o limite aqui permitido é 5000 vezes maior que na Europa. E isto levando-se em consideração apenas o glifosato. Mas, no Brasil, para o cultivo de café, por exemplo, são permitidos 121 diferentes agrotóxicos (30 dos quais são proibidos pela União Europeia). Quanto à soja, a legislação permite o uso de 150 agrotóxicos (inclusive 35 proibidos pela UE). Os dados são do livro Geografia do uso do agrotóxico no Brasil e conexões com a União Europeia, da pesquisadora Larissa Bombardi, do Laboratório de Geografia Agrária da USP.

Refletindo sobre esta assimetria, a própria autora levanta a pergunta: "Com qual parâmetro se estabele que a quantidade de resíduo tolerável à saúde humana em um país possa ser 250 ou 400 vezes maior do que em outros?". A conclusão à qual chega é a de que existe "uma parcela da humanidade que literalmente, no cotidiano de suas vidas, vale menos, está alijada do Direito Humano mais essencial que é o próprio direito á vida".

 

Monitoramento e detecção de agrotóxicos contaminantes no meio ambiente

A detecção da presença de agrotóxicos se faz necessária em casos como o da certificação de produtores orgânicos, na busca por pesticidas com utilização proibida ou restrita em lavouras e no acompanhamento dos níveis de pesticidas como fator de determinação da qualidade do solo, por exemplo.

Tendo este cenário em vista, um grupo de professores da UFRJ desenvolveu um novo método que permite a detecção e a quantificação da concentração de agrotóxicos contaminantes em amostras ambientais. Além do método em si, a pesquisa também culminou com a elaboração de um kit que possibilita tal análise.

De acordo com os inventores, já existiam outros protocolos de detecção de agrotóxicos no solo. Contudo, os métodos mais antigos apresentam como revés o fato de serem muito demorados e demandarem grandes quantidades de solventes orgânicos e outros equipamentos de alto valor de aquisição. Alguns, inclusive, por fazerem uso de solventes como a soda cáustica, por exemplo, acabam produzindo danosos rejeitos ambientais.

Reconhecendo o potencial da invenção, a Agência UFRJ de Inovação requereu a respectiva proteção intelectual junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão que expediu recentemente a patente deste invento. Atualmente o núcleo de inovação tecnológica da UFRJ está em busca de parcerias para viabilizar a inserção desta nova tecnologia em nossa cadeia produtiva.

Veja mais detalhes na carta patente.

 

 

bancointeramericanodedesenvolvimento

 

A Finep e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) assinaram, no dia 1/8, a primeira operação de US$ 703,6 milhões para o programa “Inovar para Crescer”, que será executado pela Finep, vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Do montante total da operação inicial, o BID financiará US$ 600 milhões e a Finep entrará com US$ 103,6 milhões.

O empréstimo faz parte da linha de crédito condicional para projetos de investimento (CCLIP na sigla em inglês) de US$ 1,5 bilhão para o Brasil, destinado a aumentar a produtividade das empresas brasileiras por meio de mais investimentos privados em inovação – essa é a primeira vez em que ocorre o aporte nesses moldes.

Esses recursos serão disponibilizados para empresas de diferentes setores na área de inovação - projetos incluídos no Plano de Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química (Padiq) e no Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação do Setor de Mineração e Transformação Mineral (Inova Mineral). Setores como os de biocombustíveis avançados, saúde, agronegócios e tecnologia da informação e comunicação também serão beneficiados. A operação aprovada pelo Senado era negociada desde 2017 é a maior que a Finep já captou no exterior. No caso de as diferentes parcelas do total de US$ 1,5 bilhão serem executadas antes dos períodos pré-estabelecidos, a Finep será autorizada a adiantar a aplicação do restante dos recursos previstos para os anos seguintes.

Segundo o BID, o banco pretende acompanhar o governo do Brasil “na construção de um caminho sólido para níveis de desenvolvimento sustentáveis e inclusivos no longo prazo”. O programa “Inovar para Crescer” aposta em uma estratégia de crescimento baseada na inovação e no fortalecimento de setores estratégicos para impulsionar seu desenvolvimento econômico e melhorar a produtividade empresarial.

 

Conselho Nacional e Ordem do Mérito Científico

No mesmo dia, também aconteceu a reunião do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT), entidade vinculada ao MCTIC que reúne representantes de entidades científicas e de pesquisa, empresas públicas, universidades e órgãos de fomento à pesquisa e inovação. A reunião do CCT, que não mantinha encontros regulares nos últimos anos e foi reativado na atual gestão, debate temas como incentivo à pesquisa científica, interface entre governo e entidades que promovem ciência e inovação no país.

No evento, foram também anunciados os indicados para a Ordem Nacional do Mérito Científico, premiação que reconhece personalidades de destaque na ciência e tecnologia. Entre grãos-mestres e comendadores, são oitenta cientistas, pesquisadores e profissionais atuantes na gestão da ciência brasileira. Também foram indicadas cinco entidades de relevo para o desenvolvimento científico do país. A Ordem do Mérito Científico não era entregue desde 2013.

 

 

Predio CETIC

 

O Parque Tecnológico da UFRJ está recebendo 11 novas startups de tecnologia. As empresas fazem parte do Telefónica Open Future – programa global de inovação aberta e apoio ao empreendedorismo do Grupo Telefónica, que conta com parceria do Parque no Rio de Janeiro. O programa é destinado ao empreendedorismo digital e tem como foco impulsionar o talento local e incentivar jovens com vocação empreendedora a colocar em prática suas iniciativas, fornecendo infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentoria. As 11 startups selecionadas passarão por um período de até 12 meses de pré-aceleração.

 

Sobre o Parque

O Parque Tecnológico da UFRJ é um ambiente de inovação dentro da UFRJ que permite a interação entre a universidade – alunos e corpo técnico-acadêmico – e as empresas, transformando conhecimento em emprego e renda e oferecendo produtos e serviços inovadores para a sociedade. O Parque abriga, atualmente, 62 instituições. Hoje estão instalados centros de pesquisa de 16 empresas de grande porte nacionais e multinacionais, 10 pequenas e médias, além de 10 laboratórios da própria UFRJ e 26 startups. Das 16 grandes companhias, duas delas – a GE e a L´Oréal – estão localizadas na Ilha de Bom Jesus, também na Ilha da Cidade Universitária. No último ano, foram anunciadas as chegadas de dois novos centros de inovação no Parque: o Centro de Referência Nacional em Farmoquímica, do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz) e o Instituto de Inovação em Biossintéticos, do SENAI CETIQT.

No Parque, está instalada também a Incubadora de Empresas da Coppe/UFRJ, que, atualmente, abriga 26 startups. Em seus mais de 20 anos de atividade, a Incubadora já apoiou a geração de 101 empresas, responsáveis pela geração de mais de 1380 postos de trabalho altamente qualificados. 

Atualmente o Parque abriga o Hub UFRJ – Laboratório em rede para projetos experimentais da UFRJ. Mais que a estrutura física, o Parque auxilia o Hub e demais atividades voltadas para o empreendedorismo por meio de atividades de gestão e integração com públicos de interesse.  Nos últimos anos, o Parque Tecnológico da UFRJ vem investindo fortemente em duas frentes de trabalho: atração de novas empresas dos mais variados setores da economia e o transbordamento de suas atividades para além das fronteiras físicas.

Para tanto, vem firmando parcerias com outros ambientes de inovação nacionais e internacionais. Entre elas a realizada com o Parque Científico e Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Tecnopuc) e o Porto Digital, em Recife (PE) para intercâmbio de organizações residentes e a firmada com o TusPark (Tsinghua University Science Park) da Universidade de Tinsinghua, China, que permitirá ao Parque ter uma base física permanente naquele país.

 

 

ixsipid

 

Já estão abertas as inscrições para a nona edição do Seminário Internacional de Patentes, Inovação e Desenvolvimento - IX SIPID, que este ano terá como tema "A Propriedade Intelectual no Brasil - perspectivas e estratégias”. Realizado pela ABIFINA, o evento acontece no dia 18 de setembro, no Centro de Convenções da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Quando bem aplicada, a proteção à Propriedade Intelectual é fundamental para o desenvolvimento de um país, especialmente no que diz respeito ao fortalecimento do Complexo Industrial da Química Fina. O Brasil vem avançando nesse tema nos últimos anos, com esforços conjuntos da ABIFINA, do INPI e da Anvisa. Os desafios, entretanto, ainda são imensos, especialmente em um mundo altamente globalizado e competitivo. Somam-se a isso as incertezas quanto à política brasileira para os próximos anos, devido ao ano eleitoral bastante indefinido. É nesse cenário que acontecem as discussões do IX SIPID. “Diante das mudanças que poderão acontecer no ano de 2018, o SIPID deste ano terá um enfoque mais técnico e industrial”, explica Ana Claudia Oliveira, consultora da ABIFINA.

Entre os convidados, estão profissionais e pesquisadores com amplo conhecimento sobre PI. O destaque da programação é a conferência inaugural do pesquisador Federico De Masi, do Departamento de Saúde e Bioinformática (DTU Bioinformatics) da Technical University of Denmark (Universidade Técnica da Dinamarca). O convidado abordará a relação entre a academia e a indústria, principalmente na área de biotecnologia. Também está prevista a participação de Daniel Pinto, conselheiro da Divisão de Propriedade Intelectual (DIPI) do Itamaraty, que traçará um panorama dos acordos internacionais atualmente em discussão.

Ainda na parte da manhã, o IX SIPID abrigará a 3ª edição do Prêmio Denis Barbosa de Propriedade Intelectual, que este ano homenageia o presidente do INPI e o diretor-presidente da Anvisa. A premiação é um reconhecimento aos esforços das duas instituições em se fazer avançar a política brasileira de Propriedade Intelectual, que resultou na publicação da portaria que instituiu o Grupo de Articulação Interministerial (GAI), em 2017. O prêmio é entregue anualmente, como um incentivo às ações que busquem aprimorar o ambiente brasileiro de PI.

O programa inclui ainda mesas técnicas e jurídicas para debater a visão da propriedade intelectual nos diferentes fóruns, além da discussão de casos concretos de inovação de empresas associadas ganhadoras de prêmios de inovação e PI. Entre os demais convidados, estão Mauro Sodré Maia, diretor-executivo do INPI, Pedro Marcos Barbosa, advogado da DBB e consultor da ABIFINA, e Loris Baena, Procurador Federal.

A nona edição do Seminário Internacional Patentes, Inovação e Desenvolvimento - IX SIPID tem o patrocínio do BNDES e apoio da Firjan.

 

Local: Centro de Convenções da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Av. Graça Aranha nº 1 – Centro – Rio de Janeiro/ RJ

Data: 18/09/2018 (das 8h30min às 18h00min)

Veja a programação completa do evento.

Link para inscrição.

Mais informações: (21) 31251400 – email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

cnpq

 

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) recebe até 17 de setembro deste ano propostas de pesquisadores para Bolsas de Produtividade em Desenvolvimento Tecnológico e Extensão Inovadora (DT). Essa modalidade é destinada a pesquisadores que se destaquem no desenvolvimento tecnológico, indução e disseminação de inovação e empreendedorismo de base tecnológica.

As bolsas DT são concedidas em duas categorias:

Categoria 2: Para pesquisadores com título de doutor até o ano de 2015, inclusive, ou pelo menos 5 anos de experiência em atividades de desenvolvimento tecnológico e em atividades de extensão inovadora e de transferência de tecnologia.

Categoria 1: Para pesquisadores com título de doutor até o ano de 2010, inclusive, ou possuir experiência de pelo menos 10 anos em atividades de desenvolvimento tecnológico, extensão inovadora ou transferência de tecnologia.

Mais informações sobre submissão e critérios de julgamento constam aqui.

 

 

minervarockets

 

Aurora é o nome do foguete que a equipe Minerva Rockets, formada por estudantes do Centro de Tecnologia (CT) da UFRJ, projeta para este ano. O equipamento terá cerca de 30 quilos e capacidade para alcançar três mil metros de apogeu. Sua função será transportar um satélite de sondagem das condições atmosféricas.

O aparato será lançado na Competição Brasileira Universitária de Foguetes (Cobruf), marcada para novembro, na cidade de Natal (RN). Na ocasião, a equipe ainda apresentará projetos teóricos de traje espacial, submarino, veículo aéreo não tripulado (drone), veículo de exploração espacial (rover) e satélite em miniatura (cubesat).

Em 2017, na primeira edição desse campeonato, a Minerva Rockets conquistou quatro prêmios e seis menções honrosas, tornando-se, em cooperação com o Projeto Júpiter da Universidade de São Paulo (USP), a campeã geral. “A ideia é repetir o feito”, afirma Jonas Degrave, presidente da equipe e estudante de Engenharia Eletrônica e de Computação.

Trabalho

O grupo lançou, em 2017, foguetes com apogeus de, respectivamente, 200 e 500 metros, além de um minifoguete com satélite. No primeiro semestre de 2018, a equipe apresentou em Curitiba, no V Festival Brasileiro de Minifoguetes, o Sidera, com possibilidade de voar um quilômetro. “Aos poucos, vamos estudando e nos aperfeiçoando para, quem sabe um dia, colaborar com o Programa Aeroespacial Brasileiro”, almeja Arthur Silva Ramos, estudante de Engenharia Mecânica e gerente de operações da Minerva.

O foguete é um meio de transporte construído a partir da integração de sistemas. Sua construção exige estudo minucioso, além de dezenas de testes. Por isso, a equipe segue um modelo de trabalho organizado, com funções divididas entre todos os integrantes. “A cada semestre testamos uma forma diferente de atuar, buscando respeitar uma estrutura organizacional e atribuir as funções conforme as afinidades de cada um”, explica Degrave.

Trajetória

A equipe Minerva Rockets foi criada em maio de 2016 por seis estudantes do CT. Atualmente, conta com 52 discentes de cursos como Engenharia Química, Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Materiais, Física, Química e Biotecnologia. Sob a orientação dos professores Otto Rotunno e Alexandre Landesmann, respectivamente, dos Laboratórios de Recursos Hídricos e Meio Ambiente (LabH2O) e de Estruturas (LabEst), o grupo trabalha com todas as etapas de um projeto aeroespacial: concepção, levantamento de fundos e materiais, construção, realização e participação em competições. Interessados em conhecer a equipe podem entrar em contato pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

FONTE: CoordCOM

 

 

Em 2018 o Encontro Sabores e Saberes comemorará sua 10ª edição. Sob a organização, em parceria, do Instituto de Nutrição Josué de Castro e a Agência UFRJ de Inovação, o evento foi lançado em 2009 e, desde então, faz parte do calendário de eventos da UFRJ.

Nessa edição comemorativa dos 10 anos de realização do evento, o tema central será Alimentação e Meio Ambiente em Foco, no intuito de resgatar os principais assuntos discutidos nas 9 edições anteriores, entendendo-se que alimentação e meio ambiente são temas atuais e que devem integrar as agendas governamentais da nação e do mundo.

O Encontro integra, no INJC, o calendário institucional de atividades em homenagem à passagem dos 110 anos do nascimento do patrono e 1º diretor da unidade, o prof Josué de Castro, celebrada no ano em curso. O evento ocorrerá entre os dias 29 e 30 de agosto no auditório do bloco N do Centro de Ciências da Saúde, campus Ilha do Fundão da UFRJ.

Estão programadas atividades científicas em torno do tema Alimentação, em suas perspectivas culturais, ambientais, sociais e culturais e da saúde e sua relação com o meio ambiente, integrando atividades acadêmicas dos cursos de Nutrição e Gastronomia, incluindo exposição e apresentação de trabalhos científicos, debates e atividades acadêmicas coordenadas por docentes do INJC, além de atividades culturais.

À programação se integra a feira agroecológica da UFRJ, com a participação de agricultores familiares do interior do estado do RJ, com exposição e comercialização de hortifrutis e produtos alimentícios artesanais.

A participação é gratuita. As fichas de inscrições de trabalhos científicos e as normas para submissão estão aqui. Para participação no evento, as inscrições podem ser feitas aqui.

Comissão organizadora :

Profa Cristiana Pedrosa de M. Porto– INJC

Profa. Elizabeth Accioly – INJC

Íris Mara Guardatti Souza– Agência UFRJ de Inovação

Profa Joyce Cafiero – INJC

Profa. Lucia Andrade – INJC

Profa Maria Eliza Assis Passos – INJC

Dra. Renata Santos Pereira Machado – SIA/PR6/UFRJ

Profa Tatiana Cardoso Feijó- INJC

 

saboresesaberes2018a

saboresesaberes2018b

 

 

AGÊNCIA UFRJ DE INOVAÇÃO
Rua Hélio de Almeida, s/n - Incubadora de Empresas - Prédio 2 (2º andar)
Cidade Universitária | Ilha do Fundão | Rio de Janeiro - RJ | 21941614
agenciadeinovacao@inovacao.ufrj.br | 21 3733-1788 | 21 3733-1797

              facebook       instagram   pr2 
 
 
UFRJ Agência UFRJ de Inovação - PR2 - UFRJ
Desenvolvido por: TIC/UFRJ