finep

O Programa de Aceleração Espaço Finep foi criado para agregar conhecimento e articulação com foco em marketing e vendas a startups, auxiliando-as na revisão e/ou adequação de sua proposta de valor e de seu modelo de negócios, e na identificação de oportunidades de mercado com fornecedores, parceiros e clientes, alinhadas a um processo de capacitação com objetivo de construir uma estratégia de comercialização de seus produtos e serviços.

Serão selecionadas para serem aceleradas no Espaço Finep, ambiente físico localizado na sede da Finep, até 6 (seis) empresas residentes, com direito à posição fixa no local, e até 3 (três) empresas não residentes, sem direito à posição fixa. As empresas que passarem por todo o processo de aceleração e realizarem as atividades previstas a contento, terão direito a um prêmio no valor de 100 mil reais.

 

Edital no link: http://www.finep.gov.br/chamadas-publicas/chamadapublica/639

Inscrições no link: https://forms.finep.gov.br/forms/externo/

Mais informações: http://www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/programas-e-linhas/programa-espaco-finep

 

 

 

inovamprj

O Laboratório de Inovação do Ministério Público do Rio de Janeiro (Inova_MPRJ) lançou, em 3 de março, a primeira edição do Impacta, o programa de inovação aberta do MPRJ. O objetivo é contratar serviços de incubação e aceleração de startups para solucionar desafios do MPRJ e dos Executivos estadual e municipal. A proposta inicial do programa está disponível para comentários, críticas e sugestões até 20 de março, no site oficial do Impacta

A construção do programa será colaborativa e totalmente transparente. Acreditando na inteligência coletiva, o Laboratório convida agentes de startups, da Academia, de empresas e demais interessados para participar. O Inova_MPRJ espera que o Impacta seja o primeiro exemplo no Brasil de contratação pública em conformidade com os padrões de dados abertos definidos pela Open Contracting Partnership (OCP). 

Como resultado da parceria com o Conexão Inovação Pública RJ - rede dedicada a fomentar a inovação no setor público no estado -, quem deixar suas sugestões na proposta inicial do programa ganhará 30 “pontos Conexão” (Cx). Os pontos poderão ser trocados tanto no leilão exclusivo de colaboradores do Impacta, quanto nos leilões mensais do programa de recompensas do Conexão Inovação Pública RJ. 

Coordenador do Laboratório, o promotor de Justiça Daniel Lima Ribeiro defende que o programa marca o início de uma série de experimentações sobre novas formas de contratar inovação. “Há muito o que aprender e testar, a partir do que está sendo feito no Brasil e no exterior, adaptando para a nossa posição institucional e a nossa legislação. Tenho certeza que os aprendizados serão determinantes para uma atuação mais custo-efetiva do MP brasileiro”, afirma Ribeiro. 

Para contribuir, acesse https://www.mprj.mp.br/inova/impacta e comente diretamente no documento ou envie suas sugestões para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

doutorempreendedorparque

Já estão abertas as inscrições para o programa Doutor Empreendedor da FAPERJ e o Parque Tecnológico da UFRJ apoia os candidatos no desenvolvimento dos seus negócios.

Para participar do programa, os doutores precisarão se instalar em algum ambiente promotor de empreendimentos inovadores do Estado do Rio de Janeiro, ou seja, organizações, programas ou iniciativas de apoio ao desenvolvimento de empresas nascentes de base tecnológica. O Parque Tecnológico da UFRJ é um desses ambientes e está aberto para receber os candidatos que submeterão seus projetos ao Edital e necessitam obter a carta de intenção do mecanismo.

O principal objetivo do programa é fomentar a aplicação de resultados de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação conduzidos por doutores residentes no Estado do Rio de Janeiro em empreendimentos baseados no conhecimento científico e tecnológico. Os Doutores Empreendedores receberão uma bolsa de subsistência no valor de R$ 4.100,00 por 24 meses, além de um auxílio de até R$ 50 mil para a execução do projeto. Também poderão contar com um bolsista de Iniciação Tecnológica FAPERJ para atuar em sua equipe.

Para inscrições e mais informações sobre os serviços disponíveis pelo Parque para apoiar o desenvolvimento desses negócios de base científica e tecnológica, acesse:

– Chamada de apoio do Parque: link

– Formulário de inscrição no programa de apoio do Parque: link

– Edital Faperj: link

 

 

vigilancia

Uma nova publicação, que trata sobre a vigilância nas redes sociais de internet, foi disponibilizada na seção de "indicações úteis" do site. Trata-se do artigo "Rastros Digitais: entre a Superexposição e a Vigilância", de autoria do servidor Julio Longo, que atua na Agência UFRJ de Inovação. O material pode ser acessado aqui. Segue abaixo um breve resumo do artigo.

"A quadra inicial do século XXI está marcada por um fenômeno social que encontra ancoragem nas novas modalidades de mídia: a superexposição. Não mais basta ter. É preciso mostrar que se tem. Não mais basta ser. É preciso mostrar que se é. A afirmação dos sujeitos decorre menos daquilo que é vivenciado e mais daquilo que se pode provar a terceiros que foi experienciado.

Neste sentido, as redes sociais de internet despontam como novas arenas para a busca dos “quinze minutos de fama” tão difundidos no imaginário coletivo moderno. Riquíssimas fontes de informação, estes sites transformam agora o sem-número de detalhes cotidianos e pessoais de seus usuários, antes perdidos no fundo de memórias falhas, em dados potencialmente perenes e indefinidamente estocáveis.

Nossos universos particulares nunca foram tão amplamente visíveis e deliberadamente publicizados. E tudo é prontamente aceito com pouca ou nenhuma hesitação. A cada acesso às nossas contas de Facebook, sem vacilarmos, respondemos a invasiva pergunta: “No que você está pensando?”. O totalitarismo orwelliano torna-se praticamente obsoleto frente às novas técnicas de domínio das autonomias da vontade. Para o bem ou para o mal, submetemo-nos. E esta é uma submissão a algo que, por conta da própria novidade, ainda não se sabe ao certo o que significa e o que implicará.

O certo é que a midiatização da vida pessoal também acarreta efeitos indesejáveis como o aviltamento do direito à privacidade. Não faltam exemplos de relações sociais e profissionais estremecidas evidenciando uma dinâmica em que o controle e a vigilância de pessoas no ciberespaço se configuram como possibilidades reais. Não por acaso, a instrução de processos judiciais também já passa a levar em consideração aquilo que é exposto nestes ambientes.

Este artigo enumera diversos casos que ilustram como o Judiciário brasileiro tem se valido destas informações para em seguida debruçar-se filosoficamente sobre este fascinante cenário de considerável ineditismo".

 

 

inteligenciaartificial

 

A UFRJ apresentou, em 6/2, o Centro de Excelência em Transformação Digital e Inteligência Artificial do Estado do Rio de Janeiro (Hub.Rio). A iniciativa é liderada pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) e pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), entidades que abrigam os mais potentes computadores de alto desempenho do país. O evento contou com a presença de docentes, pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa fluminenses, além de órgãos públicos e empresas sediadas no estado.

O Hub.Rio tem como proposta reunir e alavancar ativos do estado para ofertar soluções tecnológicas contemporâneas ancoradas em inteligência artificial. O objetivo é reunir a comunidade científica, técnica e empresarial do Rio de Janeiro para enfrentar desafios tecnológicos que envolvam transformação digital e inteligência artificial em várias áreas como: saúde; energias renováveis e mudanças climáticas; óleo e gás; indústria 4.0; educação; agronegócio; cidades inteligentes; segurança pública e cibernética; administração pública; comércio eletrônico, comunicações, turismo, jogos, e entretenimento, entre outras.

Guilherme Travassos, professor do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação da Coppe, acredita que o diferencial do Hub.Rio em relação a iniciativas semelhantes adotadas no passado é a estrutura federada e com governança multistakeholder [envolvendo os muitos atores do processo]. “Precisamos melhorar a sinergia na tripla hélice [academia, setor produtivo privado e poder público], para ampliar a transferência de tecnologia”, analisa.

O professor destacou, ainda, que o estado do Rio de Janeiro reúne os elementos necessários para seguir o exemplo de outras localidades no mundo que construíram sólidos ecossistemas de inovação tecnológica. “As cidades que criaram hubs de inovação bem-sucedidos contavam com fatores críticos de sucesso: instituições educacionais fortes; empresas pioneiras; investidores que apoiam a inovação; e tradição e relevância histórica”, ressaltou Travassos.

O diretor de Tecnologia da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Maurício Guedes, antecipou que a fundação prepara um edital, de cerca de R$ 45 milhões (mas que ainda pode chegar a R$ 50 ou 60 milhões), para apoiar ações integradas de inovação em instituições de Ciência e Tecnologia, com autonomia para que decidam o que fazer no campo da inovação e do empreendedorismo. “Queremos dar às universidades um volume de recursos considerável por um prazo de três a cinco anos para que elas possam desenvolver uma política de inovação”, explicou o diretor, que também foi fundador do Parque Tecnológico da UFRJ.

Guedes também reiterou o interesse da Faperj em apoiar essa iniciativa de articulação das competências que existem no Rio de Janeiro, mas com a presença de empresas que apostem na inovação como um fator importante aos seus negócios. “Precisamos de empresas que estejam motivadas a inovar e a oferecer soluções tecnológicas, porque isso significa renda, significa arrecadação de impostos, e, mais importante, significa geração de emprego.”, concluiu.

O evento contou com a presença do vice-reitor da UFRJ, Carlos Frederico Rocha; da diretora de Tecnologia e Inovação da Coppe/UFRJ, Angela Uller; e do diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, Vicente Ferreira, entre outras autoridades.

 

 

startup

A Apex-Brasil e o Ministério de Relações Exteriores (MRE) abriram as inscrições para startups brasileiras interessadas em participar dos eventos Viva Technology em Paris, França, e The New Web Conference, em Amsterdã, Países Baixos.

As missões de internacionalização fazem parte do Programa de Diplomacia da Inovação (PDI), implementado pelo MRE, que visa elevar o perfil do Brasil junto aos ecossistemas estrangeiros de inovação, com vistas a identificar parcerias e atrair investimentos para apoiar a internacionalização das startups.

O programa selecionará startups brasileiras para participar de alguns dos principais eventos mundiais de tecnologia nas cidades de Dubai, Amsterdã, Madri, Paris e Lisboa, em espaços para apresentação de suas soluções. Veja a relação dos eventos com inscrições previstas para o primeiro semestre de 2020 logo a seguir.

Missão de Internacionalização Viva Technology

Local: Paris, França

Data: 10 a 13 de junho de 2020

Vagas: 7 startups brasileiras

Sobre o evento: O Viva Technology é um evento internacional realizado em Paris que recebeu 124 mil visitantes em 2019, e pretende reunir CEOs de grandes empresas, startups em rápido crescimento e investidores para debater e apresentar soluções tecnológicas.

Acesse aqui o link de inscrição para a Missão Viva Technology.

Acesse aqui o Regulamento para a Missão Viva Technology.

 

Missão de Internacionalização TNW Conference (The New Web)

Local: Amsterdã, Países Baixos

Data: 17 a 19 de junho de 2020

Vagas: 8 startups brasileiras

Sobre o evento: O TNW Conference (The New Web) é um festival internacional a céu aberto para debater questões de tecnologia e economia criativa. Em franco crescimento, espera receber 20.000 visitantes em 2020, reunindo grandes empresas do setor de tecnologia e comunicação, startups em rápido crescimento, investidores, e outros tomadores de decisão. Nessa missão a Apex-Brasil e o MRE oferecerão um dia de agenda exclusiva de apresentação do ecossistema local, desafios e oportunidades para soft landing e programa dematchmaking com atores locais e empreendedores brasileiros nos Países Baixos.

Acesse aqui o link de inscrição para a Missão TNW Conference.

Acesse aqui o Regulamento para a Missão TNW Conference.

 

Próximas Missões de Internacionalização em evento de inovação

Escolha o mercado mais alinhado com a sua estratégia de expansão internacional e reserve estes compromissos na sua agenda!  Em breve serão divulgados o regulamento e os links de inscrições para os eventos listados abaixo.

 

Missão de Internacionalização Startup Olé, Salamanca, Espanha – 05 a 07 de maio de 2020

Vagas: 15 startups brasileiras

Sobre o evento: O evento espera receber em 2020 mais de 30.000 visitantes de 120 países, 850 startups e mais de 250 investidores. A iniciativa contará com apoio para hospedagem e passagens aéreas para as duas startups melhores colocadas no ranking de aprovação da missão.

 

Missão de Internacionalização GITEX Future Stars, Dubai, Emirados Árabes Unidos – 27 a 30 de setembro de 2020

Vagas: 5 startups brasileiras

Sobre o evento: O GITEX Future Stars é a porta de entrada das startups para os mercados de tecnologia do Oriente Médio, do norte da África e do sul da Ásia, sendo o evento a maior plataforma de matchmaking da região. O evento também conta com painéis sobre as novas tendências nesses mercados, aliando conhecimento de ponta e contatos de alto nível.

 

Missão de Internacionalização South Summit, Madri, Espanha – 6 a 8 de outubro de 2020

Vagas: 12 startups brasileiras

Sobre o evento: O South Summit é uma plataforma que busca conectar investidores e startups por meio de sessões de pitch e apresentação de projetos. Na edição de 2019 foram apresentados mais de 3.800 projetos e teve a presença de mais de 1000 investidores. O evento já revelou nomes como Cabify, Typeform, Drivy, Glovo e Spotahome.

 

Missão de Internacionalização Web Summit, Lisboa, Portugal – 2 a 5 de novembro de 2020

Vagas: 30 startups brasileiras

Sobre o evento: O Web Summit é um evento internacional que congrega CEOs de empresas de tecnologia, startups em rápido crescimento, investidores e outros tomadores de decisão para debater quais os próximos passos e desafios tecnológicos na indústria mundial. O evento congrega exposição, apresentações, pitch sessions e mentorias e tem o Brasil bastante presente, sendo a 6ª maior presença. Nos últimos anos tem se mostrado uma excelente oportunidade para empresas que pretendem abrir operações na Europa.

 

MAIS INFORMAÇÕES:
Apex-Brasil
Relacionamento com Clientes
Tel.: (61) 2027-0202
www.apexbrasil.com.br
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

estagio

A Agência UFRJ de Inovação está com uma vaga de estágio aberta para alunos interessados em trabalhar em projetos de fomento da cultura da inovação e do empreendedorismo na Universidade. O estagiário(a) deve ter 20 horas por semana disponíveis (presenciais e não presenciais), estar cursando graduação na UFRJ, ter CRA maior ou igual a 6, gostar da temática da inovação e ter muita disposição para circular por toda a UFRJ e participar de vários projetos e eventos.

Temos 6 projetos planejados para desenvolvimento no ano de 2020. O estagiário poderá trabalhar em todos ou naqueles com os quais tiver mais afinidade. São eles:

1. Levantamento das empresas-filhas da UFRJ e o evento I Encontro das empresas-filhas da UFRJ

2. Fomento à Inovação no serviço público

3. Inova CCS - “braço” da Agência de Inovação no Centro de Ciências da Saúde, focado em fomentar a inovação na área das ciências da vida

4. Mapa de Inovação da UFRJ - mapeamento dos atores, estruturas e iniciativas relacionadas à inovação e empreendedorismo na universidade

5. Startup Acelera UFRJ - programa piloto de aceleração de startups da UFRJ

6. Inovando na divulgação da ciência/ inovação da UFRJ

 

A. Desenvolvimento de um toolkit replicável para divulgação dos eventos científicos, visando aumentar os seus impactos e o número de pessoas impactadas.

B. Mídia de divulgação (revista, blog etc) semestral das pesquisas de alto impacto científico e inovador da UFRJ, mostrando para a sociedade que na UFRJ fazemos ciência de ponta comparável a qualquer lugar do mundo.

 

O estagiário receberá uma bolsa auxílio no valor de R$400. Os interessados devem enviar e-mail com currículo, valor do CRA e motivo do interesse na vaga para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 21/02/2020. A vaga é para início imediato.

 

 

mulheresinovadoras

A Finep acaba de lançar o primeiro edital do Programa Mulheres Inovadoras, criado para estimular startups lideradas por mulheres, de forma a contribuir para o aumento da representatividade feminina no cenário empreendedor nacional, por meio da capacitação e do reconhecimento de empreendimentos que possam favorecer o incremento da competitividade brasileira.

O programa é uma atividade decorrente do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC), a Finep e a prefeitura do município de São Paulo, que tem como finalidade apoiar o empreendedorismo feminino, procurando utilizar a experiência das instituições na formulação de políticas, coordenação de programas e aporte de recursos para o apoio a empresas nascentes inovadoras e de base tecnológica.

O Programa contará inicialmente com um evento imersivo, a ser realizado no dia 12 de março, com conteúdo relacionado ao empreendedorismo feminino apresentado por palestrantes, executivas e especialistas no tema. Após o término do período de submissão de propostas, que se encerra em 16 de março, a Finep selecionará 20 startups lideradas por mulheres para receberem um programa de aceleração durante 30 dias, após o qual serão selecionadas até cinco startups para recebimento de uma premiação de R$ 100 mil cada, conforme critérios estabelecidos no edital.

Podem se candidatar ao Prêmio as empresas brasileiras – ou seja, com sede no Brasil e instituídas conforme a legislação nacional, que atendam, aos requisitos detalhes no edital.

O programa contará, ainda, com o apoio de parcerias engajadas em alavancar a participação feminina no empreendedorismo, como Sebrae Nacional e RME - Rede Mulher Empreendedora

Prazos

As inscrições estão abertas até 16 de março e os resultados finais, após a seleção, duas etapas (1- Elegibilidade e Plano de Negócios; 2-Aceleração, Relatório Técnico Final e Banca Avaliadora Presencial) e recursos, está previsto para 17/7.

As inscrições podem ser feitas no link.

 

 

consultapublicapr2a

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR-2) prorrogou até 15/03, o prazo para recebimento de colaborações para a proposta da política de inovação da UFRJ.

A ideia é que ela se constitua abrangendo a inovação de produtos e processos em tecnologias sociais, economia solidária, políticas públicas e serviços de atendimento à população.

A proposta apresentada pela PR-2 inclui o estabelecimento de diretrizes básicas para a gestão da política, bem como a criação do Conselho de Coordenação do Ecossistema de Inovação (CCI) da UFRJ, que seria vinculado ao Gabinete da Reitoria.

Com a política de inovação, quatro objetivos centrais são desejados:

  1. - Fortalecer o ecossistema de inovação da Universidade, de modo que as unidades possam dialogar melhor e desenvolver atividades conjuntas, aumentando a eficiência e eficácia de suas ações; 
  2. - Estimular o desenvolvimento de estruturas descentralizadas de inovação na UFRJ organizadas pelos centros, a fim de que se possa disseminar melhor as ações e articulá-las nessa área;
  3. - Incentivar a disseminação da cultura da inovação na Universidade por meio de projetos de ensino, pesquisa e extensão que permitam maior interação entre a Universidade e a sociedade nas diferentes áreas do saber;
  4. - Apoiar projetos de mentoria para o desenvolvimento e suporte às iniciativas em inovação e empreendedorismo de discentes, docentes e de servidores técnico-administrativos.

Clique aqui para participar da consulta pública.

 

 

 

 

finepstartup2020

 

A Finep acaba de lançar o terceiro edital do Programa Finep Startup. O programa está indo para a sua quinta rodada de investimentos, uma vez que cada edital conta com a previsão de duas rodadas. O programa tem por objetivo alavancar empresas de base tecnológica em fase final de desenvolvimento de produto ou que precisem ganhar escala de produção, com viabilidade comercial comprovada. O limite de recursos totais desta rodada é de R$ 30 milhões para 25 startups. O período para envio de propostas fica aberto até o dia 15 de março.

Para o presidente da Finep, General Waldemar Barroso, “mais do que nunca, o fomento ao empreendedorismo no Brasil se mostra crucial. Nosso programa estimula a consolidação de empresas como startups. Isso nos orgulha e nos motiva”.

Novidades

Neste edital, o valor do investimento da financiadora poderá chegar até R$ 1.2 milhão em cada uma das empresas selecionadas, um aumento de 20% em relação ao investimento máximo das edições anteriores. Para concorrer, as startups precisam ter protótipo MVP (Minimum Viable Product, em português, Produto Viável Mínimo), prova de conceito ou, preferencialmente, já estarem realizando as primeiras vendas. Assim, não se enquadram propostas em fase de ideia ou pesquisa.

"Além do aumento do aporte, o edital traz outra novidade. Nesta edição, terão pontuação diferenciada temas prioritários associados a soluções de problemas da sociedade, alinhados às diretrizes do MCTIC – ministério ao qual a Finep é vinculada”, explica o diretor Financeiro, de Crédito e Captação da Finep, Adriano Lattarulo. São temas prioritários do terceiro edital do Finep Startup: Autismo, TDAH, Déficit de Atenção, Bioeconomia, Cidades Inteligentes para Comunidades Carentes, Divulgação de Ciência nas Escolas, Queimadas e Desmatamento, Seca e Estiagens, Segurança Pública e Privada e Realidade Virtual e Aumentada para Healthtech.

Outra novidade nesta chamada pública é a parceria com o Programa Rota 2030. As startups que submeterem propostas aderentes ao programa – Setor Automotivo, Máquinas Agrícolas e Rodoviárias Autopropulsoras, poderão receber um investimento de até R$2.2 milhões, graças à cooperação técnica firmada com o Programa Rota 2030.

Além dos temas prioritários e daquelas vinculados ao Programa Rota 2030, também serão passíveis de investimento por meio do edital Finep Startup os seguintes temas estratégicos: Agritech, Saúde Animal e Foodtech; Biotecnologia; Cidades Inteligentes e Sustentáveis; Defesa; Economia Circular; Edutech; Energia Renovável e Eficiência Energética; Healthtech; Indústria 4.0 (Manufatura Avançada; Internet das Coisas (IoT); 5G; Materiais Avançados e Nanotecnologia.

Otimização

Até o momento, o programa atraiu um total de 1.686 propostas com uma demanda de capital de R$ 1.6 bilhões, sendo mais de R$ 70 milhões de investimento privado. Atualmente, a Finep tem 15 startups investidas e 19 startups em contratação, somando um valor de até R$ 40 milhões em investimentos.

“A despeito da grande repercussão e do alcance que programa possui no ecossistema de startups, temos trabalhado para otimizar os processos internos e tornar o programa cada vez mais aderente às necessidades das startups, seja investindo valores adequados à necessidade de capital das inovações que apoiamos, seja por meio da construção de processos de análise e contratação mais ágeis, como já será possível observar neste edital”, afirma o superintendente da Área de Empreendedorismo e Investimento da Finep, Raphael Braga.

Investimento público-privado

A Finep, no entanto, não pretende tornar as startups brasileiras dependentes de recursos públicos. Por isso, criou um mecanismo pioneiro para estimular o empreendedor a buscar investimento privado: serão priorizadas empresas que forem aportadas por investidores-anjo. O processo funcionará da seguinte forma: a startup que se inscrever no edital com uma carta de compromisso de um investidor-anjo ganhará pontos na seleção. A quantidade de pontos obtidos dependerá do valor do investimento privado, cujo valor mínimo é de R$ 50 mil. Com o aporte mínimo para o seu negócio, a proponente garante 1 ponto, podendo chegar a 5 pontos no máximo. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

 

 

ideationweek

 

Estão abertas, até o dia 28 de fevereiro, as inscrições para startups participarem do Ideation Week, da L’Oréal. O evento será realizado na Fábrica de Startups, no bairro Santo Cristo, na região central do Rio, dos dias 9 a 13 de março. Durante uma semana de workshops, mentoria e metodologias de inovação da Fábrica de Startups, as empresas receberão suporte para criar soluções para diferentes desafios reais da L'Oréal. Os participantes devem ter perfil alinhado às áreas de Business (Administração, Economia, Gestão); Tecnologia (Desenvolvedores, Programadores, Cientistas de Dados, Engenheiros de Software) e Criativo (Design, Marketing, Publicidade, Artes).

Mais detalhes aqui.

 

 

carlos eduardo pedreira2

Tecnologia de Inteligência Artificial e modelagem matemática desenvolvida sob a coordenação do professor Carlos Pedreira, da Coppe/UFRJ, tornou-se referência mundial para o diagnóstico de leucemias e linfomas. A tecnologia se encontra embarcada em um software, batizado como Infinicyt, que já é utilizado em mais de 50 países, em cerca de três mil laboratórios. A técnica propicia diagnósticos mais precisos e menos dependentes de especialistas altamente treinados, além de ampliar o acesso ao uso da tecnologia.

Este projeto é realizado no âmbito do consórcio EuroFlow, constituído por 12 universidades e liderado pelos professores Alberto Orfao, da Universidade de Salamanca (Espanha), e Jacques Van Dongen, da Universiteit Leiden (Holanda). Ambos comandaram os estudos biológicos e os testes em pacientes já realizados em diversos hospitais, em vários países. Na UFRJ, única universidade fora da Europa a fazer parte do consórcio, a área médica é coordenada pela professora Elaine Sobral, do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), que contribui com Carlos Pedreira desde o início dos estudos.

Para gerar diagnósticos mais precisos, os modelos matemáticos desenvolvidos na Coppe utilizam técnicas de mineração de dados obtidos por meio dos citômetros de fluxo, um equipamento utilizado para diagnosticar casos de leucemias e linfomas. "Trata-se de uma aplicação de big data na área médica. O citômetro provê algumas dezenas de informações de cada uma das milhões de células de cada paciente colhidas para exame. Antes da concepção desses modelos matemáticos, os diagnósticos por citometria dependiam da análise de profissionais muito especializados. Ao embarcar esses resultados em um software possibilitamos o uso da tecnologia em larga escala mundo a fora", ressaltou Pedreira, professor do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação da Coppe.

O trabalho já rendeu vários artigos e depósitos de patentes. Hoje, o Infinicyt está sendo distribuído por uma empresa espanhola Cytognos e pela multinacional BD (Becton Dickinson).  Todos os royalties provenientes da comercialização do software são revertidos para o avanço das próprias pesquisas.

Tecnologia é aplicada no tratamento de crianças

No Brasil, a tecnologia que começou a ser aplicada no tratamento de crianças no próprio IPPMG, da UFRJ, teve o seu uso estendido para os hospitais da Lagoa, da Criança e dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro; universidades federais da Bahia, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, e Hospital Amaral de Carvalho, em Jaú, São Paulo, entre outros.

Segundo o professor Carlos Pedreira, só no Rio de Janeiro foram concluídos mais de três mil exames em crianças, cujos resultados também dão suporte à formulação de novos modelos matemáticos e aperfeiçoamento contínuo da tecnologia.

De acordo com Carlos Pedreira, não existe no Brasil outro grupo que se dedique à análise de dados de citometria para fins de diagnósticos utilizando modelos matemáticos. O projeto conta com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), desde 2005. "O apoio da Faperj foi essencial para a compra de um moderno citômetro de fluxo. A aquisição possibilitou que crianças tratadas em hospitais públicos no Rio de Janeiro tenham acesso ao que há de mais avançado no mundo em diagnóstico de leucemias. O uso desse instrumento contribuiu para o aumento, de forma exponencial, da capacidade de gerar dados para diagnóstico e prognóstico de leucemias e linfomas", explicou o professor da Coppe.

A inteligência artificial aplicada neste projeto está sendo utilizada em um novo ramo da pesquisa que visa estender a tecnologia para diagnostico de tumores sólidos pediátricos. Segundo Pedreira, mesmo em fase inicial, mais de 350 casos já foram estudados por citometria, e o grande impacto do trabalho é diminuir o tempo de espera pelo diagnóstico. "Com a aplicação de técnica, resultados de exames que demoravam até 15 dias podem ser obtidos em algumas horas", afirmou.

 

 

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Em 14 de novembro, a FAPERJ lançou, em parceria com a AGERIO, o Edital de Apoio à Inovação em Micro, Pequenas e Médias Empresas no Estado do Rio de Janeiro – InovAÇÃO Rio. O principal objetivo desse edital é apoiar MPMEs fluminenses através do aporte de recursos financeiros de fomento e financiamento disponibilizados por ambas as agências, visando o fortalecimento de suas atividades inovadoras. Enquanto os recursos provenientes da FAPERJ são do tipo subvenção econômica e destinados exclusivamente a despesas de custeio, os recursos da AGERIO são na modalidade crédito, oriundos da linha INOVACRED da Finep, e direcionados a despesas de capital e/ou custeio.

São elegíveis neste programa Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs) instaladas no estado do Rio de Janeiro com faturamento anual de até R$ 90.000.000,00 (noventa milhões de reais). O foco dos projetos a serem apoiados é o da inovação para a competitividade, incluindo inovações de produto, inovações de processo, inovações organizacionais e inovações de marketing.

A Diretoria de Tecnologia da FAPERJ espera por meio desse programa, inédito no estado, aumentar a articulação entre os atores do ecossistema de inovação fluminense, estimular a criação de área de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação nas MPMEs fluminenses. Além disso, busca-se ampliar a capacidade inovativa das empresas instaladas no estado e incentivar a geração de novos produtos e processos que possam aumentar a competitividade da economia do Estado do Rio de Janeiro. Segundo o Diretor de Tecnologia da Fundação, Maurício Guedes, essa iniciativa reforça o compromisso da Faperj com o desenvolvimento socioeconômico do estado, conforme estabelece o seu estatuto.

O Programa InovAÇÃO Rio terá três faixas de atuação:

- A Faixa A abrange projetos de até R$ 200.000,00 para despesas de custeio, oriundos da FAPERJ na modalidade subvenção econômica e destina-se a MPMEs com faturamento até R$ 90.000.000,00 e que comprovem faturamento nos 12 meses anteriores à data de lançamento do edital;

- A Faixa B permite apoiar projetos de até R$ 600.000,00, sendo metade com recursos de subvenção da FAPERJ e metade com recursos de financiamento da AGERIO com juros de TJLP + 1% a.a. , e está disponível apenas para micro e pequenas empresas com faturamento até R$ 4.800.000,00 e que comprovem faturamento ininterrupto nos 24 meses anteriores ao lançamento do edital; e

- A Faixa C possibilita apoiar projetos de até R$ 3.000.000,00, sendo até R$ 1,5 milhão da FAPERJ em recursos de subvenção e até R$ 1,5 milhão da AGERIO em forma de crédito com juros de TJLP + 1% a.a. ou TJLP + 2% a.a. (a depender do porte da empresa), e está disponível para MPMEs com faturamento até R$ 90.000.000,00 e que comprovem faturamento ininterrupto nos 24 meses anteriores à data de lançamento do edital.

“Esse edital inédito é uma importante ação de estado para catalisar a grande vocação do Rio de Janeiro que é a economia do conhecimento, com destaques para as áreas de tecnologia da informação, inteligência artificial, energia, nanotecnologia, meio ambiente, medicamentos e vacinas, agronegócio, entre outras. O Rio de Janeiro, por ser um farol do país, tem todas as condições de se projetar internacionalmente como um Estado 4.0 de produção de produtos com alta intensidade tecnológica”, disse o presidente da FAPERJ, Jerson Lima Silva.

Cada empresa poderá submeter ao edital apenas um projeto, com prazo de execução de no máximo 24 meses. O processo de inscrição para as três faixas será feito através do SisFAPERJ em chamada específica para cada uma delas e estará aberto até o dia 15 de fevereiro de 2020. Nas Faixas B e C as empresas receberão os recursos solicitados apenas se forem aprovadas por ambas as agências e não poderão acessar os recursos da FAPERJ caso sejam reprovadas na análise de crédito da AGERIO.

As propostas poderão ser submetidas no sisFaperj até 28/02/2020.

Edital de Apoio à Inovação em Micro, Pequenas e Médias Empresas no Estado do Rio de Janeiro – InovAÇÃO Rio

 

 

 

 

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Estão abertas até 30 de janeiro as inscrições para a primeira edição de 2020 do Curso Geral de Propriedade Intelectual a Distância – DL101P BR. Oferecido pelo INPI em parceria com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o curso acontece de 4 de fevereiro a 3 de abril e apresenta uma visão geral sobre diversos temas relativos à propriedade intelectual, com enfoque na legislação brasileira.

Com tutoria de especialistas nacionais e totalmente na modalidade ensino a distância, o DL101P BR é gratuito e possui carga horária de 75 horas/aula.

Inscreva-se em: https://bit.ly/30jkZ5G

Saiba mais na agenda de cursos do INPI: https://bit.ly/2FLdon5

 

 

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Larissa Santiago Ormay, doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação (PPGCI), desenvolvido por meio de convênio entre a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), sob a orientação do professor Marcos Dantas, ganhou o Prêmio Valério Brittos. A honraria é concedida pela União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura (Ulepicc) à melhor tese defendida anualmente no campo da Economia Política da Informação, Comunicação e Cultura.

A tese de Larissa, "Propriedade Intelectual e Renda no Capital-Informação", foi premiada em Sevilha, na Espanha, durante o congresso da Ulepicc, em novembro de 2019. “Trata-se do reconhecimento internacional de uma pesquisa realizada em instituições públicas brasileiras, contando, inclusive, com apoio parcial do CNPq. Nenhuma conquista é individual e sou grata a todos os envolvidos no processo”, explica Larissa.

Além de doutora em Ciência da Informação, Larissa é mestre em Ciência Política pela Universidade Federal Fluminense (2013) e graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2008). A pesquisadora atua na Divisão de Relações Multilaterais da Coordenação de Relações Internacionais do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e estuda relações entre a liberdade de expressão e a propriedade privada, principalmente nos temas acesso ao conhecimento e propriedade intelectual e informação e democracia.

Em entrevista, Larissa detalha como teve a ideia de escrever a tese e contextualiza o assunto.

Comunicação Social do Ibict/UFRJ - Como surgiu a ideia de escrever o tema da tese?

Larissa Ormay - Eu estava muito empolgada com a disciplina do doutorado no PPGCI, chamada “Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura”, ministrada pelo professor Marcos Dantas, que se tornou meu orientador. Fui percebendo que as abordagens teóricas dessa disciplina poderiam explicar aspectos de uma situação que eu observava em minha experiência de trabalho com gestão de ciência e tecnologia no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas: a “corrida quântica”.

Trata-se de uma competição mundial entre grandes empresas aliadas a Estados em busca de novas tecnologias quânticas, como o computador, a criptografia e o laser quânticos. Estima-se que essas tecnologias representam um novo marco para a área de processamento, transmissão, organização e recuperação da informação, com relevantes impactos sociais, políticos, econômicos e culturais.

Por isso, existe forte concorrência global para o domínio do conhecimento no campo, o que se reflete na escalada da propriedade intelectual relacionada a uma disciplina da Física denominada “Informação Quântica”, que estuda os fenômenos da informação que tais tecnologias visam explorar. Meu objetivo foi procurar entender principalmente o papel das patentes e dos direitos autorais nessa disputa global que, no fundo, é uma disputa de poder.

Comunicação Social do Ibict/UFRJ - Poderia explicar sobre o que versa sua tese?

Larissa Ormay - A propriedade intelectual é um artifício jurídico que autoriza uma apropriação de bens que, a princípio, não teriam capacidade em si de serem apropriados, por conta de sua natureza intangível – como a cognição, o pensamento, a informação, a cultura e o conhecimento. Por exemplo, podemos demarcar um bem material, cercá-lo com grades e garantir sua posse e propriedade exclusivas.

Quando se trata de conhecimento, fica mais difícil “amarrá-lo” de modo a excluir sua aquisição por terceiros. Um livro pode pertencer a alguém, mas a princípio nada impediria que o conhecimento que está nesse livro seja retransmitido à vontade. A expansão da propriedade intelectual tem servido para colocar “cercas” onde inicialmente haveria caráter de livre compartilhamento.

Minha tese realiza um desenvolvimento teórico sobre o mecanismo que representa esse “cercamento”, que teria origem no cercamento de terras que possibilitou o estabelecimento do capitalismo. De maneira análoga à remuneração de um proprietário fundiário a partir do arrendamento de sua terra a quem nela produz mercadorias, vislumbramos o possível caráter rentista do enriquecimento via propriedade intelectual.

É como se o conhecimento desempenhasse o mesmo papel que a terra representou nos primórdios do capitalismo, quando ocorreram os primeiros cercamentos. Trata-se de um modelo cuja intensificação gera um cenário em que muitos trabalham para sustentar o modo improdutivo de quem vive de renda – tudo justificado pela propriedade privada, contemporaneamente cada vez mais sob a versão “intelectual”.

A pesquisa mostrou a relação entre a renda da terra e a “renda informacional”, que seria a renda da propriedade intelectual. Esse desenvolvimento teórico foi aplicado à situação concreta da “corrida quântica” com um estudo de caso. Os monopólios de conhecimento representados pelos títulos de propriedade intelectual acumulados por gigantes corporações tecnológicas parecem favorecer uma acumulação predominantemente rentista, em que aos “donos” da propriedade intelectual se paga o preço pela utilização de tecnologias e saberes tornados indispensáveis ao desenvolvimento econômico e social. 

Os países em desenvolvimento que não investem na criação e titularidade desse tipo de domínio permanecem no papel de pagadores, em vez de se tornarem credores e diminuírem o abismo que os separa dos países desenvolvidos. Em resumo, foi nessa direção que procurei reunir teoria e realidade prática contemporânea a fim de contribuir para estratégias brasileiras de posicionamento sobre o assunto, seja perante novos acordos de propriedade intelectual ou futuras políticas de acesso ao conhecimento científico.

Comunicação Social do Ibict/UFRJ - Considerando o tema da sua tese, por que devemos pensar a informação como trabalho?

Larissa Ormay - Existem diversos conceitos associados à palavra informação. Eu utilizo uma abordagem teórica segundo a qual o que gera valor econômico é o trabalho. Considerando a informação como um processo de produção de signos, essa produção se expressa como trabalho quando inserida em uma relação economicamente produtiva. 

Sujeitos produzem significado partindo de conhecimento para gerar novo conhecimento. Isso é um trabalho imprescindível no contexto atual, quando mais do que nunca a informação parece ser o grande alvo de exploração econômica. A informação nesse sentido não é simplesmente um recurso, mas tempo de nossas vidas gasto como atividade produtiva, como trabalho semiótico.

Trata-se de uma concepção que procura enxergar a informação não como algo que existe em si, como tendo algum tipo de substância. Em vez disso, a informação seria um processo que necessariamente passaria pela nossa atividade mental de criação a partir de determinada materialidade.

Comunicação Social do Ibict/UFRJ - Qual a importância do PPGCI Ibict/UFRJ para a realização do seu trabalho?

Larissa Ormay - O programa me ofereceu contato com uma interdisciplinaridade ímpar, o ambiente acadêmico ideal para quem pretende abordar questões complexas que envolvem o cruzamento de diversas áreas do conhecimento relacionadas à questão da informação. Tive ótimos professores e acesso à alta qualidade de ensino e pesquisa.
 

Acesse a tese "Propriedade Intelectual e Renda no Capital-Informação".

 

FONTE: Núcleo de Comunicação Social do Ibict/UFRJ

 

 

reaproveitamento de vieiras

A cena é de filme: um mergulhador com uma bela concha nas mãos, que traz à tona, abre, e encontra o tesouro, uma pérola preciosa. Mas para cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Universidade do Estado do Rio de Janeiro, o tesouro não está dentro, mas na própria concha. É que um projeto de pesquisa trabalha no desenvolvimento de um medicamento antimetastático desenvolvido a partir de uma substância encontrada nas vieiras, um molusco muito apreciado na culinária, e facilmente encontrado na costa brasileira.

O composto antimetastático é análogo à heparina, uma substância unicamente encontrada no intestino de porcos, e utilizada para combater a trombose. Mauro Pavão, coordenador do projeto, pesquisador da UFRJ e apaixonado pelo mar, trabalha há anos estudando substâncias encontradas em animais marinhos como o pepino-do-mar, ouriço e ascídia. Ele percebeu que a estrutura química de muitas dessas substâncias é semelhante à heparina.

E o câncer? "Trabalhos feitos por outros pesquisadores mostraram que a heparina inibe várias moléculas de adesão celular que estavam envolvidas na progressão do câncer. Mais especificamente, quando a célula tumoral entra na corrente sanguínea, ela é protegida por um cinturão de plaquetas, e a heparina atua justamente removendo essa proteção e fazendo com que as células tumorais sejam atacadas pelas células do sistema imune que circulam no sangue", afirma Mauro Pavão.

Os pesquisadores então fizeram uma série de testes in vitro que confirmaram que as substâncias análogas à heparina, encontradas em moluscos como a vieira, também atuavam destruindo o complexo célula tumoral-plaquetas, mas com um grande e importante diferencial. "Nós observamos que várias dessas substâncias análogas não tinham efeito anticoagulante, não causavam sangramento, que é um dos efeitos colaterais da heparina que limita drasticamente seu uso clínico", diz Mauro. Os testes foram feitos em animais com câncer de mama, melanoma e carcinoma de colon, e confirmaram a ação antimetastática da substância nos três modelos de câncer - sem que o sangramento fosse observado.

O projeto de pesquisa coordenado por Mauro é financiado pelo Ministério da Saúde, e também reúne pesquisadores da Faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), que pesquisam e desenvolvem o cultivo da vieira junto a pescadores e produtores da Ilha Grande, na costa verde do estado do RJ. "A vieira é uma potencial fonte de substância para produção desses remédios antimetastáticos porque é cultivável, e a heparina está alocada justamente em um tecido que é descartado pelos produtores. São vários aspectos positivos no ponto de vista ecológico e social", afirma Mauro.

Graças ao financiamento destinado ao projeto, os pesquisadores estão montando um laboratório no Hospital Universitário da UFRJ para a produção em larga escala dos compostos destinados aos testes pré-clínicos, que precisam ser realizados em animais antes de chegar aos testes em seres humanos. Por enquanto, os pesquisadores trabalham com a ideia de produzir um medicamento que possa ser usado na prevenção da metástase do câncer. "Por exemplo, se células tumorais caírem na corrente sanguínea, o sistema imune vai estar mais capacitado para remover essas células, por causa da ação intravascular que esse composto tem. Essa seria uma abordagem. Uma outra abordagem seria ministrar o medicamento antes do paciente fazer uma cirurgia de remoção de um tumor primário, já que é comum que células cancerígenas caiam na corrente sanguínea durante esses procedimentos", afirma Mauro.

O novo laboratório está em fase de montagem e poderá também purificar e estudar outros compostos de origem marinha. Além disso, o projeto inclui investimento a longo prazo na produção em larga escala da substância e prevê a construção de um laboratório de reprodução das vieiras, em Ilha Grande, e a ampliação da fazenda marinha onde os moluscos são cultivados, etapas que ainda aguardam os recursos previstos do Ministério da Saúde.

Um vídeo institucional sobre o projeto está disponível aqui.

Recentemente, as vieiras foram tema do programa Rio em Foco da TV Alerj, em dezembro de 2019, que pode ser assistido aqui.

 

 

 

instagram

A Agência UFRJ de Inovação também está no Instagram. Convidamos todos a seguirem o perfil @agenciaufrjdeinovacao para acompanharem as notícias do núcleo de inovação tecnológica da UFRJ também neste canal. O endereço é www.instagram.com/agenciaufrjdeinovacao.

 

 

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2018 e 2019. Dois anos de efervescência sócio-político-econômica no Brasil e, em meio à instabilidade do país, um feito: a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) conquistou, nos dois anos seguidos, o topo absoluto em inovação no Ranking Universitário Folha (RUF), mostrando que a primeira universidade criada pelo Governo Federal (em 1920) também se espraia para a liderança na inventividade em novos conhecimentos. 

Com metodologia inspirada em rankings internacionais, o quesito inovação do RUF levou em conta dois critérios: patentes depositadas junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e artigos em colaboração com empresas. Em 2019, 197 universidades foram ranqueadas. Das 20 primeiras posições do ranking de inovação, 15 são ocupadas por universidades públicas, sendo 11 federais. Atrás da UFRJ, figuram a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Federal do Paraná (UFPR), em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Denise Freire, pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa, aponta possíveis motivações para a Federal do Rio ter atingido o primeiro lugar no Brasil. “A UFRJ teve, nos últimos anos, um enorme crescimento da qualificação docente, o que repercutiu positivamente na expansão da oferta de programas de pós-graduação e, consequentemente, na produção científica e de inovação da Universidade. Inovação somente é possível com geração de conhecimento científico de qualidade. Somos líderes nesse quesito porque a UFRJ já possui um excelente ecossistema de inovação com vários componentes maduros e produtivos, como o  Parque Tecnológico, uma incubadora de empresas, uma incubadora tecnológica de cooperativas populares, a Agência de Inovação e diversas outras microestruturas, tais como os laboratórios de pesquisa e as atividades de fomento à inovação e ao empreendedorismo”, afirma.

“A inovação, que trata da transformação de ciência em algo de valor para a sociedade, é um conceito que acompanha a UFRJ desde sua criação. As inovações tecnológica e social são componentes cruciais para a complexificação das cadeias produtivas do país, uma vez que os agentes econômicos e sociais se tornam mais interdependentes econômica, política, social e tecnologicamente. Diferentemente do que acontecia em sociedades industriais tradicionais, a atual lógica da inovação se apoia muito mais em produção e aprendizagem do conhecimento. Essa dependência da produção em relação à aprendizagem gera, por sua vez, uma forte interação entre agentes produtivos e agentes produtores de saber. E as universidades e os centros de pesquisa são os agentes produtores do saber”, diz.

O papel da Agência de Inovação

Em 12 anos, a UFRJ, com a Agência de Inovação, acumulou 371 depósitos de pedido de patente, 687 notificações de invenção, de 2016 a 2019, 42 registros de software, 16 contratos de licenciamento e 214 acordos de parceria que geraram R$ 1,8 milhão em comercialização da propriedade intelectual. 

Para Flavia Lima, coordenadora da Agência UFRJ de Inovação, o órgão ocupa posição de relevância na Universidade. “Nossos principais objetivos são proteger, por meio de patentes e registros, as criações intelectuais decorrentes das pesquisas acadêmicas da UFRJ e buscar sua transferência, por meio de licenciamentos, para o setor produtor de bens e serviços”, afirma. 

“A Agência foi criada em 2007 e, ao longo dos últimos 12 anos, veio desenvolvendo uma série de atividades, que vão desde a questão da proteção intelectual em si até o estímulo de iniciativas empreendedoras e socialmente inovadoras geradas na UFRJ, além da realização de atividades de difusão da cultura de inovação e empreendedorismo por meio de cursos, palestras, workshops etc. É muito importante que haja na UFRJ um somatório de esforços com esse objetivo, e a Agência de Inovação tem um papel fundamental, nesse sentido, ao promover a articulação do ecossistema de inovação da UFRJ”, completa Flavia.

A pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa acrescenta: “Esse ecossistema gera produção científica de qualidade, que se traduz num grande número de artigos científicos publicados em cooperação com empresas, evidenciando o fato de que os investimentos em ciência e tecnologia garantem o retorno para a sociedade, não apenas com as novas descobertas e produtos desenvolvidos, mas também com a interação universidade-empresa”, conclui.

(FONTE: Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitora)

 

 

premioanp

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entregou, na última quinta-feira, 28/11, o Prêmio ANP de Inovação Tecnológica 2019. Distribuídos em cinco categorias, concorreram, ao todo, 147 resultados de projetos de mais de cinco empresas petrolíferas, 20 empresas brasileiras de tecnologia e 40 instituições credenciadas com diversas unidades laboratoriais. A UFRJ venceu em duas categorias, ambas inéditas: “Segurança, Meio Ambiente e Saúde – SMS” e “Indústria 4.0”.

Na primeira categoria, o vencedor foi o projeto “Tecnologias verdes para a reciclagem de polímeros da indústria do petróleo: transformando resíduos em matérias-primas de valor para a cadeia produtiva”, organizado a partir de uma parceria entre o Instituto de Macromoléculas Professora Eloisa Mano (IMA), da UFRJ, e o Laboratório de Tecnologias Limpas (Lateclim), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O estudo versa sobre o processo de despolimerização e a posterior reciclagem de embalagens e demais materiais a base de poli(tereftalato de etileno) ou, como mais conhecido pela sigla em inglês, PET — polímero ambientalmente amigável e aderente aos princípios de engenharia verde. Nas configurações desenvolvidas, a despolimerização é catalisada por enzimas, catalisadores químicos ou mesmo pela combinação destes — o que leva a uma conversão do polímero em monômeros. Os processos consistem em reações em batelada, em que o polímero moído entra em contato com o catalisador, em fase aquosa (reação de hidrólise) ou orgânica (reação de glicólise). A partir daí, há, no caso da hidrólise, a liberação de monômeros, ácido tereftálico (TPA) e monoetileno glicol (MEG); já no caso da glicólise, o composto obtido é o tereftalato de bis (2-hidroxietila). O uso de um catalisador de origem biológica (enzima), biodegradável e capaz de promover a despolimerização do PET em condições brandas de temperatura e pressão, torna o processo totalmente sustentável, de condução segura e sem gerar resíduos tóxicos ao meio ambiente e ao ser humano. Os catalisadores químicos, por sua vez, agregam eficiência e rapidez ao experimento, ao passo que foi possível alcançar conversões da ordem de 96% em apenas 15 minutos de reação.

Já na segunda categoria, foi contemplado o projeto “OtimRota – Ferramenta computacional para projeto conceitual e otimização de sistemas submarinos”. A concepção foi produzida pelo Laboratório de Métodos Computacionais e Sistemas Offshore (LAMCSO), da UFRJ; o Núcleo de Dinâmica e Fluidos (NDF), da Universidade de São Paulo (USP); e o Instituto Tecgraf de Desenvolvimento de Software Técnico-Científico (Tecgraf), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Alinhado à inclusão da transformação digital nos projetos na área submarina, o OtimRota surge como uma ferramenta computacional para auxiliar o engenheiro na elaboração, avaliação e comparação de projetos conceituais otimizados de sistemas submarinos. A ferramenta gera automaticamente alternativas para a locação da plataforma e para a arquitetura e disposição espacial dos diversos tipos de equipamentos submarinos (árvores de natal, manifolds, unidades de tratamento de ar, entre outros). Em suma, o OtimRota engloba novas metodologias para automatizar a síntese de sistemas submarinos, proporcionando a maximização do valor gerado pelo sistema de produção e obtendo arranjos otimizados, avaliados por critérios de engenharia e de custos (Capex, Opex e Abex). Isso fornece benefícios importantes em termos de projetos mais eficientes e significativa redução dos custos associados.

Originalidade, relevância, aplicabilidade e funcionalidade da tecnologia foram os critérios utilizados na avaliação dos projetos. A produção científica e tecnológica foi usada, ainda, como critério de desempate.

Criado em 2014, o Prêmio ANP tem como objetivo reconhecer e premiar os resultados associados a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) que representem inovação tecnológica para o setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis. As iniciativas devem ter sido desenvolvidas no Brasil por instituições de pesquisa credenciadas pela ANP, empresas brasileiras e empresas petrolíferas, com recursos provenientes da cláusula de PD&I presente nos contratos de Exploração e Produção.

(FONTE: Assessoria de Imprensa do Gabinete da Reitora)

 

 

desafiosdainovacao11

"Desafios da Inovação" é uma série de vídeos desenvolvida pela Agência UFRJ de Inovação que busca contribuir com um maior entendimento sobre as questões relacionadas ao tema. Ela está disponível em nosso canal no Youtube. Neste novo episódio, conversamos com o Professor Cláudio Cerqueira Lopes, do Instituto de Química, para conhecer mais sobre o LUMINOL, cujo registro de patente foi realizado pela Agência UFRJ de Inovação. Neste vídeo aprenderemos como funciona e quais as possibilidades de uso do referido produto.

 

 

 

 

ecodesafio

Parceria formada pela PepsiCo, Young Americas Business Trust (YABT) e a Organização dos Estados Americanos (OEA) busca promover o empreendedorismo ao incentivar jovens a atuarem como agentes transformadores para a sustentabilidade. Participantes irão concorrera prêmios de US$ 5.000 em diferentes categorias.

 

Com o objetivo de incentivar jovens na América Latina e no Caribe a apresentar ideias para a redução de resíduos plásticos, a PepsiCo, em parceria com a Young Americas Business Trust (YABT) e a Organização dos Estados Americanos (OEA),está lançando a 11ª edição do Eco-Desafio. O foco na identificação de soluções sustentáveis, com alto potencial de implementação, permitirá à PepsiCo avançar em direção à sua visão de ajudar a construir um mundo onde os plásticos nunca precisem se tornar lixo. Jovens entre 18 e 34 anos podem se inscrever até o dia 29 de fevereiro de 2020 por meio do site https://ticamericas.net/eco-desafio.

O Eco-Desafio tem como objetivo promover o empreendedorismo através do empoderamento dos jovens, capazes de contribuir com soluções criativas e de alto impacto. No Brasil, o programa considera as seguintes categorias:

1. Além da Garrafa e do Pacote: Soluções inovadoras e novas tecnologias focadas na criação de alternativas para os materiais das garrafas e dos pacotes e/ou na sua substituição. Soluções para pós-uso do consumidor de material PET também serão consideradas nesta categoria.

2. Reciclagem e uso Pós-Consumo do BOPP: Soluções inovadoras para reciclar BOPP (material usado em embalagens flexíveis, como as de salgadinhos), bem como soluções para pós-uso do material pelo consumidor.

“A PepsiCo vem trabalhando ativamente há alguns anos em programas de reciclagem, apoiando a educação, o empreendedorismo e capacitando cooperativas de reciclagem. Reconhecemos que não podemos criar mudanças sustentáveis sozinhos, por isso trabalhamos para ampliar nossas estratégias por meio de parcerias e assim aumentar seu impacto. Convidamos os jovens a serem nossos aliados nesse processo e contamos com a grande criatividade que os diferenciam para encontrar soluções inovadoras que nos permitam continuar avançando nessa visão”, afirma João Campos, CEO da PepsiCo Brasil Alimentos.

“O Eco-Desafio e nossa aliança de mais de onze anos com um parceiro de primeiro nível, como a YABT, é uma grande oportunidade para expandir nossos esforços pela redução do desperdício de plástico e reinvenção de nossas embalagens. É incrível ver o nível de compromisso que os jovens têm para ter um impacto positivo e apresentar inovações que combinam seus conhecimentos e habilidades, juntamente com sua experiência e entendimento de ciência, tecnologia e desenvolvimento sustentável”, reforça Ricardo Maldonado, general manager de Bebidas da PepsiCo Brasil.

O Eco-Desafio é a categoria especial de inovação sustentável da Competição de Talento e Inovação das Américas (TIC Americas). O programa está em vigor desde 2009 e, ao longo de suas dez edições, já recebeu 17.448 propostas de negócios entregues por 22.920 jovens em mais de 33 países. O programa oferece treinamento gratuito a todos os participantes, além de patrocínio para asequipes que chegarem às inais e prêmios de US$ 5.000 para os vencedores de cada categoria, entre outros benefícios.

Para mais informações sobre o Eco-Desafio e sobre como se inscrever, acesse https://ticamericas.net/eco-desafio.

 

 

edital

 

A UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – UFRJ torna público e comunica aos interessados em apresentar propostas para cumprimento do objeto deste Edital que em até 30 dias após a publicação no sítio eletrônico oficial da UFRJ (publicação realizada em 02/12/2019), receberá através dos Correios os envelopes dos interessados contendo a documentação prevista nos itens 4 e 5 do presente Edital. O endereço para a entrega dos respectivos envelopes é: Agência UFRJ de Inovação, Rua Hélio de Almeida, s/n, Incubadora de Empresas da COPPE/UFRJ, Prédio 2, Sala 26a, CEP 21941-614, Cidade Universitária, Ilha do Fundão, Rio de Janeiro - RJ.

O edital tem por objetivo estabelecer condições destinadas à seleção de proposta mais vantajosa para contratação de empresa ou consórcio de empresas, para o licenciamento em caráter exclusivo dos direitos e obrigações para uso, exploração, desenvolvimento, industrialização e comercialização das criações intituladas “BIOCONJUGADOS NÃO AGLOMERANTES DE AMILINOMIMÉTICOS COM POLIETILENOGLICOL USO DE BIOCONJUGADOS NÃO AGLOMERANTES DE AMILINOMIMÉTICOS COM POLIETILENOGLICOL, COMPOSIÇÕES FARMACÊUTICAS DE BAIXA TOXICIDADE, ADJUVANTE PARA A PREVENÇÃO OU TRATAMENTO DAS DOENÇAS, MEDICAMENTO, MÉTODO DE TRATAMENTO OU PREVENÇÃO DE DOENÇAS” (BR 102013017626-5) e “BIOCONJUGADO DE AMILINA HUMANA OU DE ANÁLOGOS DE AMILINA NÃO AGREGANTES, COMPOSIÇÃO, MÉTODOS PARA A PREPARAÇÃO DE UMA COMPOSIÇÃO, PARA O TRATAMENTO DE UMA DOENÇA OU CONDIÇÃO E PARA ESTABILIZAR UM COMPOSTO AMILINO-MIMÉTICO, E, MEDICAMENTO” (BR 102015031283-0), depositadas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

O pedido de patente BR 102013017626-5, prioridade interna dos pedidos internacionais listados acima, intitulado “Bioconjugados não aglomerantes de amilinomiméticos com polietilenoglicol, uso de bioconjugados não aglomerantes de amilinomiméticos com polietilenoglicol, composições farmacêuticas de baixa toxicidade, adjuvante para a prevenção ou tratamento das doenças, medicamento, método de tratamento ou prevenção de doenças dentro de sua generalidade”, refere-se a novos bioconjugados não aglomerantes de amilinomiméticos com polietilenoglicol e sua utilização principalmente em tratamentos de doenças associadas à deposição ou acúmulo amilóide extracelular, o que favorece a disfunção ou falha de órgãos sistêmicos como o pâncreas. A presente invenção pertence à área farmacêutica, referindo-se aos novos compostos bioconjugados não aglomerantes de amilinomiméticos com polietilenoglicol, incluindo a própria amilina humana, natural ou sintetizada. Dentre os objetivos desta invenção destacam-se os novos bioconjugados não aglomerante de amilinomiméticos de polietilenoglicol de fórmula (I) (R1-COX)m-R2 e fórmula (II) (R1X)m-R2. Tais compostos são utilizados na prevenção e tratamento de doenças causadas pela deposição amiloide, levando a disfunção ou falha de órgãos sistêmicos. Os mesmos bioconjugados de fórmula (I) e (II) são utilizados na preparação de uma composição farmacêutica de baixa toxicidade. 

Já o pedido de patente de invenção BR 102015031283-0, prioridade dos pedidos internacionais listados acima, intitulado, “Bioconjugado de amilina humana ou de análogos de amilina não agregantes, composição, métodos para a preparação de uma composição, para o tratamento de uma doença ou condição e para estabilizar um composto amilino-mimético, e, medicamento” refere-se a novos bioconjugados não agregantes de amilina, compostos amilino-miméticos, e combinações compreendendo os mesmos. A metodologia para preparar e utilizar os mesmos é também fornecida. Em algumas modalidades os presentes bioconjugados não agregantes de amilina podem ser utilizados para o tratamento de uma doença associada com a falta de produção natural de amilina e/ou deposição ou acúmulo de fibras amiloides extracelulares, as quais contribuem com a disfunção ou falha de órgãos sistêmicos tais como o pâncreas e o cérebro.

Constam a seguir os link do edital e da respectiva minuta.

 

 

 

 

FeiraGastronomica2019

Nos dias 3, 4 e 5 de dezembro, o Parque Tecnológico da UFRJ vai realizar a 10ª edição da sua Feira Gastronômica e Cultural. O evento é fruto de uma parceria com o curso de Gastronomia do Instituto de Nutrição Josué de Castro, da UFRJ, e reúne empreendimentos culinários de alunos de toda universidade e de ex-alunos de Gastronomia, que vão oferecer refeições, lanches, doces e bebidas. A Feira Gastronômica acontece das 11h às 20h, no Parque Tecnológico, e contará com karaokê todos os dias a partir de 16h, durante o happy hour.

 

 

premiocasafirjan2019

A gerente de novos negócios, Luciana Carvalho, 31 anos, está eufórica. É porque foi uma das contempladas pelo Prêmio Casa Firjan, iniciativa que visa valorizar pesquisas científicas com os temas A reinvenção das empresas e O futuro do trabalho. O estudo desenvolvido como mestranda do Coppead, Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração da UFRJ, foi um dos oito premiados pelo projeto que teve cerimônia de premiação no dia 22/11. Todas as pesquisas são oriundas de universidades públicas e 90% delas, elaboradas por mulheres pesquisadoras.

“Faço parte de uma geração que vive uma transformação muito expressiva no ambiente corporativo. Antigamente as empresas tradicionais tinham o poder do mercado. Hoje, uma startup pode chegar e “chacoalhar” com as “grandes”, disse Luciana. 
Para minimizar a distância entre a academia e o mercado de trabalho, ela também propôs uma lista de boas práticas a fim de tornar a pesquisa útil e aplicável aos gestores que consideram implementar estratégias de inovação por meio do engajamento com startups.

“Os efeitos positivos dessas ações são a flexibilização de estruturas corporativas engessadas, o aumento no nível de agilidade e uma oxigenação da cultura corporativa tradicional”, complementou.

Conforme a gerente de Ambientes de Inovação da Casa Firjan, Julia Zardo, a universidade tem muito a agregar nesse momento de reinvenção das empresas e de desafios da transformação. “É por isso que organizamos essa iniciativa: para levantar quais linhas de pesquisa existem sobre inovação na indústria e quais dessas práticas inovadores podem ser adaptadas à realidade do Rio.”

Trata-se, na visão da Firjan, do primeiro passo para aproximar a universidade da indústria fluminense. “Comemoramos  hoje não só a qualidade dessas pesquisas, mas uma possível continuidade deste projeto que fala de futuro e estimula a relação academia e empresa”, frisou o presidente do Conselho Estratégico da Casa Firjan, Joaquim Falcão.

“A ideia, agora, é disseminar as soluções e as reflexões proposta. Só assim a gente sai do “achismo” e prova, com dados, que a inovação é, sim, essencial para o desenvolvimento do estado”, finalizou Julia.

Mulheres na pesquisa

Na visão da professora orientadora do Coppead, UFRJ, Elaine Tavares, o resultado do Prêmio Casa Firjan reflete a capacidade das mulheres pesquisadoras e a presença massiva delas na universidade.  “A academia é um dos espaços mais diversos e, apesar de apresentar certos entraves em determinadas áreas, abre cada vez mais espaço para a mulher e para a diversidade.” Segundo a docente, a presença da mulher na universidade tem pautado os debates da UFRJ, principalmente após Denise Pires de Carvalho ter sido nomeada a primeira reitora da instituição.

Nesse contexto, emociona-se a doutora em Engenharia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) Adriane Quelhas que, durante o doutorado, intercalou o desafio de largar uma profissão para seguir o sonho da academia e, ainda, aliar a criação da filha. “Na vida de uma mulher nada é simples. Os primeiros anos do meu doutorado foram muito puxados, pois além de deixar o emprego para me dedicar à academia, tive que amamentar, acordar de madrugada e dar conta de ser mãe”, lembrou.

Os desafios, porém, foram superados pelo propósito de Adriane: educar e desenvolver pessoas. “Recebi muito apoio nessa trajetória, mas é fato que a mulher cria uma “musculatura” mais forte ao encarar tantas montanhas no meio do caminho. Agora só tenho a agradecer”, finaliza.

“Reduzir o abismo entre universidade e organizações”

A doutora pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Adriane Quelhas, avalia o Prêmio Casa Firjan como uma injeção de ânimo para os pesquisadores do Rio. “Esse prêmio significa um reconhecimento da dedicação, amor pela pesquisa acadêmica e a certeza de que é possível reduzir o abismo que existe hoje no Brasil entre as universidades e as organizações, criando uma nova relação entre a teoria e pratica na reinvenção das empresas.”

Nesse contexto, Luciana Carvalho complementa: “Além de contribuir para o fomento de pesquisa sobre assuntos relevantes, esta iniciativa também ajuda a propagar as pesquisas para empresas e gestores que podem aplicar esse novo conhecimento e trazer benefícios para as suas empresas.”

Nesse contexto, o presidente e um dos jurados do prêmio, Antônio Carlos Vilela complementou que o Prêmio Casa Firjan é uma iniciativa que colabora para inovar a relação entre universidade e empresa. “Se não revermos nossos processos dentro das empresas, dificilmente iremos avançar. Nós, empresários, conseguimos enxergar melhor o mundo através do olhar desses pesquisadores”, finalizou o empresário.

O Prêmio Casa Firjan recebeu 117 inscritos e, dos oito vencedores, sete foram mulheres. Além da UFRJ e UFF, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) também marcou presença entre a lista de vencedores. Os orientadores também serão contemplados com o prêmio que varia de R$ 2 a R$ 20 mil. O prêmio integra o programa “Pensamento”, que provoca o diálogo e a troca com diferentes públicos e ecossistemas sobre os principais temas da Casa Firjan: o futuro do trabalho, a reinvenção das empresas e o novo papel da representação empresarial.

Veja quem são os vencedores

Tema: A reinvenção das empresas

MESTRADO

1° lugar:
Luciana Lima Meik de Carvalho (pesquisadora) e Elaine Tavares (orientadora)
CORPORATE INNOVATION THROUGH ENGAGEMENT WITH STARTUPS: searching for sustained competitive advantage?
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

2º lugar:
Bruno Montandon Noronha Barros (pesquisador) e Elaine Tavares (orientadora)
Intangíveis na Análise de Projetos Tecnológicos para Institutos Públicos de Pesquisa
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

DOUTORADO

1° lugar:
Amanda Fernandes Xavier Pedrosa (pesquisadora) e Ricardo Manfredi Naveiro (orientador)
Proposta de um Modelo de Maturidade para Avaliação das Práticas de Eco-Inovação nas Organizações: ECO-MI
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

2° lugar:
Daniella Fartes dos Santos e Silva (pesquisadora) e José Vitor Bomtempo (orientador)
Ecossistemas de Inovação: 2 estudos de caso na Bioeconomia
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Tema: O Futuro do Trabalho

MESTRADO

1° lugar:
Antonella Bruna da Silva Melo Roriz (pesquisadora) e Sérgio Medeiros Paulino de Carvalho (orientador):
Experiência-piloto de teletrabalho para os Tecnologistas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial: impactos na produtividade, desempenho institucional e qualidade de vida no trabalho.
Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi)

2° lugar:
Cristine Clemente de Carvalho (pesquisadora) e Roberto dos Santos Bartholo Junior (orientador)
Modelo de Negócio Virtual e Operação Real. Estudo de Caso da empresa Uber Technologies Inc no Rio de Janeiro.
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

DOUTORADO

1° lugar:
Simone Metello de Mattos Castro (pesquisadora) e Fernando Toledo Ferraz (orientador)
Reflexos do teletrabalho no comprometimento organizacional, intenção de sair, satisfação e exaustão no trabalho.
Universidade Federal Fluminense (UFF)

2° lugar:
Adriane D. Quelhas (pesquisadora) e José Rodrigues de Farias Filho (orientador)
Modelo para medir a aderência da cultura, clima, e comportamento organizacional em uma empresa de construção civil estado do Rio de Janeiro
Universidade Federal Fluminense (UFF)

O PRÊMIO CASA FIRJAN EM NÚMEROS

•         56% dos inscritos foram mulheres (Dos 117 inscritos, 66 foram mulheres);
•         64% dos inscritos foram de universidades públicas (Dos 117 inscritos, 73 foram mulheres);
•         320% dos inscritos foram da área de engenharia (Dos 117 inscritos, 24 foram de área de engenharia);
•         100% dos vencedores são de universidades públicos (Os 8 vencedores são de universidades públicas: 5 da UFRJ, 2 da UFF e 1 do INPI);
•         62,5% dos vencedores são da área da engenharia (Dos 8 vencedores, 5 são da área da engenharia (2 da administração e 1 de uma área multidisciplinar).

Saiba mais sobre o Prêmio Casa Firjan.

 

(FONTE: FIRJAN)

 

 

producaodeplantastransgenicas

Recentemente o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu à UFRJ a carta-patente "PI 1015903-7", relativa à tecnologia "Utilização do gene homeobox de café CAHB12 na produção de plantas transgênicas mais tolerantes ao déficit hídrico e estresse salino". A tecnologia já está disponível para licenciamento para o setor produtivo. Os interessados em obter mais informações devem entrar em contato com a Agência UFRJ de Inovação.

 

Resumo

Os estresses abióticos, causados pela falta de água, ou por altas concentrações de sais são responsáveis por grandes perdas na agricultura. Diante de tais circunstancias, a presente invenção baseia-se no melhoramento biotecnológico vegetal de espécies de interesse comercial, através da produção de plantas transgênicas mais tolerantes ao déficit hídrico e estresse salino, utilizando-se da expressão de um novo gene de café (sp. Coffea arabica), pertencente à família HD-Zip.

Desafios

A invenção objetiva a utilização do gene CAHB12 de café, ou um fragmento dele originado, para a produção de plantas transgênicas em cultivos de importância sócio econômica, que sejam mais tolerantes ao déficit hídrico e estresse salino, evitando assim possíveis perdas de produtividade em meio a condições de estresse abiótico.

Solução

As buscas por genes homeobox que apresentassem sua expressão modulada em condições de déficit hídrico e testes em uma planta modelo permitiu o isolamento e caracterização do gene CAHB12 em café, pertencente à família HD-Zip (homodomínio associado a um zíper de leucina).

A aplicação dessa invenção está, portanto, na produção de plantas transgênicas sobre-expressando o gene CAHB12 que apresentem uma maior tolerância, tanto a diferentes níveis de seca, quanto a elevadas concentrações de sal em relação a plantas não transgênicas, que mostraram-se mais sensíveis a tais estresses abióticos.

A presente patente, depositada no Brasil, Argentina e PCT tem como público alvo as agroindústrias ligadas à cadeia produtiva do café que se interessem pelo aumento de produtividade e resistência das lavouras utilizando-se da biotecnologia.

Oportunidades

A Universidade Federal do Rio de Janeiro busca interessados no licenciamento da tecnologia ou em parcerias para o desenvolvimento da tecnologia em escala industrial.

Contato

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Agência UFRJ de Inovação

Sabrina Dias: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Tels: (55) 21 3733.1788/1793

 

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