pesquisacorona

O Governo do Brasil vai financiar pesquisas sobre novos métodos de diagnóstico, tratamento e interrupção da transmissão no país do coronavírus (Convid-19). Serão destinados R$ 50 milhões pelos ministérios da Saúde e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Podem participar pesquisadores vinculados a instituições científicas, tecnológicas ou de inovação tanto públicas quanto privadas. A Chamada Pública Nacional de Pesquisa em Saúde sobre o Coronavírus será lançada até a próxima semana pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A iniciativa englobará pesquisas relacionadas à história natural da doença; desenvolvimento e avaliação de testes, de alternativas terapêuticas e de vacinas contra à Covid-19; avaliação da atenção à saúde nos três níveis de complexidade frente à epidemia; uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) nas ações de prevenção, controle e manejo; adesão e cumprimento das medidas de prevenção e controle, entre outros temas relacionados à doença.

As linhas de pesquisa foram definidas a partir de diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), alinhadas às prioridades nacionais em discussão entre o Ministério da Saúde e especialistas de todo o país, considerando a necessidade de resposta rápida e investimentos em estudos mais promissores.

Dada a urgência do assunto, a Chamada terá um período de submissão mais curto que o tradicional. Serão 20 dias de prazo, a contar da data de publicação.

Além disso, o Ministério da Saúde criou e-mail para receber contribuições externas de pesquisa e inovação por meio do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Nesta quarta-feira (1º) serão definidos os fluxos de funcionamento deste canal.

Desde o final de janeiro, após declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os protocolos de pesquisas relacionados ao coronavírus submetidos à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) estão sendo analisados em caráter de urgência. Desde então, foram submetidos na Plataforma Brasil aproximadamente 100 projetos de pesquisa no Brasil relacionados ao coronavírus.

 

 

site senai lanca edital para projetos que apresentem solucoes de combate ao coronavirus lacen saul schramm 6 1024x536

Para encontrar soluções diante de problemas causados pela pandemia do Coronavírus, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) abriu o Edital de Inovação para a Indústria para receber propostas de soluções que tenham aplicação imediata e com resultados em até 40 dias. O investimento para projetos que ajudem na prevenção, diagnóstico e tratamento da doença será de R$ 10 milhões.

Segundo o diretor geral do SENAI, Rafael Lucchesi, a iniciativa deve amenizar a falta de itens como respiradores, álcool em gel e máscaras, além de manutenção de equipamentos necessários no combate à doença.

A instituição vai investir até R$ 2 milhões por projeto, não necessitando de contrapartida financeira ou econômica.

As inscrições podem ser feitas no portal até 30 de abril ou até que haja recurso disponível. Podem se inscrever empresas industriais brasileiras de qualquer porte ou startups, com CNPJ ativo e com pelo menos cinco anos de existência.

Os 27 institutos de Inovação e os 60 de Tecnologia do SENAI serão colocados à disposição durante o período.

Mais informações: https://tinyurl.com/editalsenaicorona

 

 

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Apesar do desmonte econômico do qual tem sido alvo, a UFRJ segue, de forma inovadora, superando obstáculos e dando continuidade a sua missão de ajudar a sociedade brasileira. Os novos vídeos da série "Desafios da Inovação" abordarão com mais detalhes esta questão ao longo de 2020. Neste episódio, a Dra. Ana Frota, médica coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Instituto de Puericultura e Pediatria Martão Gesteira fala sobre o funcionamento do IPPMG em meio ao surto do novo coronavírus. Assista no Youtube.

 

 

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A 31ª edição do Packaging Innovation Award, premiação realizada anualmente pela Dow, companhia estadunidense de produtos químicos, plásticos e agropecuários, que reúne as principais novidades na indústria de embalagens, foi marcada pelo reconhecimento de empresas brasileiras entre as finalistas e vencedoras. As três companhias nacionais – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), Incom Packing e Unilever – se destacaram na avaliação dos jurados por conta do caráter inovador em seus projetos dentro das categorias Diamond, Gold e Silver award, além de menções honrosas nas categorias Collaboration e Sustainability.

O Packaging Innovation Award é uma premiação que ocupa um lugar de destaque na indústria global graças à curadoria cuidadosamente realizada por parte da Dow ao longo de anos, combinada com um rigoroso escrutínio feito por um júri altamente especializado, o que dá a exata dimensão de como o cenário mundial de embalagens está evoluindo mundialmente.

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) teve uma participação notória nesta edição. Finalista na principal categoria da premiação (Diamond Award), e reconhecida com uma menção honrosa na categoria Collaboration, a companhia concorreu, em parceria com o Instituto Nacional de Tecnologia e o IMA (Instituto de Macromoléculas da Universidade Federal do Rio de Janeiro) com uma embalagem que mantém as frutas frescas e sem marcas por mais tempo.

O produto foi desenvolvido como um sistema de duas peças. A primeira serve como um estojo para substituir a caixa de madeira tradicional e é feita de polietileno de alta densidade (HDPE). Já a segunda, onde as frutas são embaladas, é feita de PET formado e é colocada sobre a caixa HDPE formada, ao seu redor. As bordas superiores desta peça se ligam à parte superior da caixa de HDPE e as frutas são guardadas na camada PET dentro da caixa circundante. Graças a tais peças, a embalagem tem como um dos seus principais diferenciais a personalização de formato e tamanho de acordo com cada fruta, o que reduz substancialmente lesões mecânicas durante o transporte até o varejo. Outro atributo importante é que o recipiente, por ser um sistema fechado, otimiza o uso de refrigeração, diminui o gasto com energia e mantém a qualidade das frutas, reduzindo as perdas pós-colheita para menos de 5%.

Segundo dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU), cerca de um terço da produção de alimentos no mundo é perdido na distribuição ou desperdiçado no consumo. Mais da metade dessas perdas e desperdícios ocorre na manipulação, armazenamento e comercialização. O desenvolvimento de embalagens anatômicas para frutas foi uma das estratégias estudadas por uma equipe composta por cerca de 30 pesquisadores da Embrapa, INT e UFRJ para reduzir esses dados.

Esta não é a primeira vez que as embalagens foram reconhecidas com premiações. Em 2013 elas ganharam o Prêmio Brasil Design Award 2013 na categoria Embalagens para Alimentos. Internacionalmente, a primeira condecoração veio na Alemanha, também em 2013, através do International Forum Design Award, um dos mais prestigiados prêmios de excelência em desenho industrial.

O projeto já resultou também em 39 depósitos de patentes, sendo dois pedidos de patente de invenção, três pedidos de modelo de utilidade e 34 registros de desenho industrial junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI).

 

 

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Diante da pandemia causada pelo novo coronavírus, o INPI criou o projeto “Observatório de Tecnologias Relacionadas ao COVID-19”, com o objetivo de divulgar as tecnologias que possam contribuir no enfrentamento da situação dessa emergência global.

Além das inovações relativas ao combate ao novo coronavírus, também estão sendo divulgadas notícias sobre iniciativas ligadas ao tema e financiamentos para pesquisa e produção de inovações e para projetos com viés socioeconômico.

O INPI destaca ainda a possibilidade de utilização do trâmite prioritário de exame de pedidos de patentes de médias e pequenas empresas e de instituições de ciência e tecnologia, com destaque para aqueles pedidos feitos pelo Ministério da Saúde para processos e produtos farmacêuticos, equipamentos e/ou materiais de uso em saúde considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Acesse aqui a página do projeto.

 

 

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Pesquisadores do Programa de Engenharia Biomédica da Coppe/UFRJ estão desenvolvendo um protótipo de ventilador pulmonar mecânico para ser reproduzido em massa, de forma simples, rápida e barata, com recursos disponíveis no mercado nacional. Desenvolvido no Laboratório de Engenharia Pulmonar e Cardiovascular da Coppe, o equipamento poderá contribuir para suprir, emergencialmente, a crescente demanda dos hospitais por esses aparelhos, em decorrência da pandemia causada pelo novo Coronavírus.

A estimativa é que o Brasil necessitará, nas próximas semanas, de mais de 20 mil ventiladores pulmonares mecânicos para atender as pessoas que chegarão aos hospitais, principalmente os casos mais graves de falta de ar e dificuldades respiratórias. A produção atual de ventiladores por empresas brasileiras é da ordem de dois mil por mês, e mesmo com a produção acelerada, ao máximo, tais empresas não conseguirão atender à demanda.

No intuito de reduzir essa lacuna, pesquisadores do laboratório da Coppe iniciaram uma campanha para obter financiamento e parcerias com empresas, instituições privadas e públicas. O objetivo é viabilizar a produção do protótipo, com rapidez e em larga escala. A iniciativa conta agora com a colaboração de pesquisadores de cinco programas de pós-graduação da Coppe, além de outras unidades da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e outras instituições de pesquisa do país. Várias empresas de grande porte têm se prontificado a ajudar no desenvolvimento, na distribuição e no financiamento dessa iniciativa.

Segundo o professor Jurandir Nadal, chefe do Laboratório de Engenharia Pulmonar e Cardiovascular da Coppe, a proposta é possibilitar a ventilação mecânica com diferentes concentrações de oxigênio e pressões compatíveis com pacientes com angústia respiratória. Ao mesmo tempo, válvulas de segurança protegem o paciente de pressão excessiva e filtros especiais evitam que o ar expirado espalhe coronavírus no ambiente e possa contaminar os profissionais de assistência intensiva.

Uma versão preliminar do ventilador foi realizada com recursos disponíveis no laboratório, envolvendo o emprego de válvulas solenoides e outras, apresentou um bom resultado em um modelo físico de pulmão configurado em condições semelhantes aos pacientes com insuficiência respiratória. No momento, adaptações vêm sendo feitas para a construção de um protótipo mais adequado à produção em escala industrial, o qual deverá ser testado em pacientes, até a próxima semana, de acordo com a aprovação prévia de um comitê de ética em pesquisa com seres humanos.

“A exemplo do Reino Unido, que lançou um edital mundial para a submissão de propostas de ventiladores já existentes e aprovados para uso clínico em pelo menos um país, que seja factível na Inglaterra, considero oportuno adotarmos um esforço coletivo semelhante, visando salvar vidas”, ressaltou o professor Nadal.

 

Como funciona o ventilador

A ventilação mecânica é aplicada a pacientes em UTI, sedados ou em coma induzido, por meio de um tubo inserido na traqueia. O ventilador proposto, classificado como ventilador de pressão, fornece a mistura de ar rico em oxigênio com pressão suficiente para vencer a resistência do pulmão doente. As válvulas oferecem ao paciente uma mistura de ar e oxigênio medicinais, durante a inspiração, e são fechadas na expiração.  O ventilador não deixa a pressão cair abaixo de um valor mínimo para evitar que as partes do pulmão que absorvem o oxigênio se colapsem, prevenindo lesões provocadas pela ventilação artificial. O ar expirado passa, então, por um filtro especial que retém as gotículas de água com vírus, mantendo a umidade do sistema respiratório.

“O ventilador pulmonar em desenvolvimento não pretende ser mais completo e versátil que os ventiladores de última geração disponíveis nas UTIs. Pelo contrário, é um recurso simples e seguro, porém emergencial, que deve ser utilizado somente quando não houver um equipamento padrão disponível, como pode acontecer em alguns locais durante a pandemia global”, explica o professor Nadal.

Hoje, os principais desafios dos pesquisadores para conseguir produzir esses ventiladores são as peças envolvidas. “Pelo fato do ventilador ser usado continuamente por vários dias e invadir o corpo do paciente, essas peças precisam ser muito resistentes, esterilizáveis e feitas com material biocompatível, para não liberar gases tóxicos e atingir o paciente. Por isso, a confecção em plástico com impressoras 3D comuns não é uma solução viável. Imagine, por exemplo, uma pessoa que precisa ser ventilada por 23 dias, respirando 30 vezes por minuto. Nesse caso, todas as peças têm que suportar um milhão de ciclos respiratórios. Algumas partes móveis precisam ser substituídas, como os filtros, que são trocados diariamente. O monitor e os controles precisam de baterias, pois não podem falhar em casos de falta de energia elétrica e não necessariamente todas as UTIs contam com geradores de reserva”, relata o professor da Coppe.

 

Parcerias firmadas e em negociação: próximos passos

Uma rede de empresas está sendo montada para iniciar a produção imediata, após a aprovação dos testes com pacientes e adequação às normas de segurança. Uma empresa de grande porte, ou mais de uma, cuidará da produção do ventilador, mas algumas partes serão produzidas por vários fornecedores de forma distribuída.

“Graças à extensa repercussão conseguida a partir das redes sociais, aliada à rede de contatos da direção da Coppe/UFRJ e voluntários, muitas empresas se apresentaram e algumas já vêm colaborando,” ressalta o professor da Coppe sinalizando que receberam muitas ofertas e já estão em negociação com várias empresas e instituições.

“Algumas estão entre as maiores empresas do país. A Petrobras vem ajudando no desenvolvimento do modelo experimental, com a participação presencial de engenheiros de seu Centro de Pesquisas, o Cenpes, na Ilha do Fundão. A Whirlpool (Brastemp/Consul) tem acompanhado dia a dia o desenvolvimento e teste de peças e prestado uma preciosa ajuda no contato e seleção de potenciais fornecedores. Vale e Firjan se dispuseram a apoiar financeiramente o projeto, assim como o BNDES, o Ministério da Saúde, o Ministério de Ciência e Tecnologia e o CNPq. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro já aprovou e liberou recursos para o projeto”, relata o professor.

Dentre as que se dispuseram a ajudar na fabricação, encontram-se grandes empresas nacionais de eletrodomésticos; indústrias automobilísticas do Estado do Rio de Janeiro; Embraer, Bosch, Weg e outras. As forças armadas também vêm se organizando com antecedência para apoiar na organização da fabricação, no transporte e entrega dos ventiladores, e mesmo na manutenção.

“Em relação a custos estimados, até o momento, o maior deles seria o pagamento de dezenas de pessoas por hora de trabalho, no entanto elas vêm trabalhando voluntariamente até o momento. As peças envolvidas são poucas e não é possível ainda avaliar com precisão o custo de cada uma na fase de produção em quantidade, mas espera-se ter um produto muito mais barato que um monitor médico comercial, cujo valor é cerca de 50 mil reais. Isso porque esse produto não pretende ter o mesmo nível de sofisticação dos demais. Além disso, seu custo final pode ainda ser reduzido se as intenções de apoio financeiro se concretizarem.

 

Como acompanhar e contribuir

Uma apresentação mais detalhada do projeto está disponível em um site especificamente desenvolvido para o projeto (http://sites.google.com/peb.ufrj.br/ventiladorcoppe), no qual é possível saber detalhes do projeto, necessidades futuras, colaboradores atuais e outras informações. O site disponibiliza também uma ficha de cadastro para potenciais colaboradores.

 

 

 

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A direção da FAPERJ anunciou, no dia 26 de março, o lançamento de chamada emergencial destinada apoiar a pesquisa de Covid-19. A iniciativa é uma parceria da Secretaria de Estado da Saúde (SES) com a FAPERJ. Poderão participar instituições de Ensino, Pesquisa no Estado do Rio de Janeiro, startups, micro, pequenas e médias empresas. Intitulada Ação Emergencial Projetos para Combater os Efeitos da Covid-19 – Parceria FAPERJ/SES – 2020, a iniciativa lança simultaneamente (no mesmo documento), três chamadas: Apoio a Rede de Pesquisa em Vírus Emergentes e Reemergentes (Chamada A); Apoio a Projetos já concedidos e contratados em Editais da FAPERJ (Chamada B): e Apoio a Projetos em rede a serem financiados com recursos da FAPERJ em parceria com a SES (Chamada C). No total, serão disponibilizados R$ 30 milhões para os projetos aprovados.

De acordo com o presidente da FAPERJ, Jerson Lima Silva, o objetivo é dar continuidade aos trabalhos das redes de viroses emergentes e reemergentes, e financiar o estudo da Covid-19 e seu agente etiológico, o vírus da SARS-CoV-2 (síndrome respiratória aguda grave 2), abrangendo diversos aspectos: genômica do vírus, fisiopatologia da doença, aspectos clínicos, diagnóstico da doença,  epidemiologia, interação vírus-hospedeiro, desenvolvimento de kits-diagnóstico, controle e enfrentamento da doença, soluções inovadoras para ampliar a obtenção de insumos como máscaras, álcool em gel, respiradores, entre outros.

Os recursos financeiros poderão ser utilizados para o estabelecimento e melhoria de infraestrutura e despesas de custeio previstas em projetos de pesquisa apresentados por pesquisadores com vínculo empregatício ou estatutário em instituições de ensino e pesquisa do Rio de Janeiro e para desenvolvimento de novos equipamentos e insumos por startups, micro, pequenas e médias empresas sediadas no Estado do Rio de Janeiro.

Chamadas contemplam três modalidades de apoio

As chamadas A e B darão continuidade ao financiamento de redes em viroses emergentes e reemergentes, através de projetos em andamento, científicos ou tecnológicos, projetos de startups, micro, pequena e média empresas. A Chamada A contemplará a rede de Arboviroses (que passará a estudar vírus emergentes e reemergentes, como o COVID-19); a Chamada B, para projetos já concedidos, e para o qual poderão ser solicitados novos recursos com a inclusão de novas linhas de pesquisa.

A Chamada C se destinará à formação de até seis redes de pesquisa: 1) Controle da Epidemia no Estado do Rio de Janeiro e Brasil; 2) Diagnóstico molecular e sorológico do SARS-CoV-2/desenvolvimentos de testes; 3) Apoio a adequação e melhoria das instalações de laboratórios nível 3 (NB3) no Estado do Rio de Janeiro; 4) Estudos clínicos prospectivos colaborativos em COVID-19; 5) Epidemiologia da infecção do SARS-CoV-2 no Estado do Rio de Janeiro; e 6) Projetos de startups, micro, pequenas e médias empresas sediadas no Estado do Rio de Janeiro.

São elegíveis como proponentes pesquisadores e/ou equipes formadas por um conjunto de pesquisadores com vínculo empregatício ou estatutário com Instituições de Ensino e Pesquisa e empresas sediadas no Estado do Rio de Janeiro. No caso de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME), os proponentes elegíveis são pessoas físicas, e deverão ser o responsável legal formalmente designado em seu estatuto ou algum outro funcionário da empresa designado pelo responsável legal da MPME ao qual o projeto esteja vinculado. Já no caso de startups que não tenham constituída sua personalidade jurídica, os proponentes elegíveis são pessoas físicas responsáveis pelo projeto.

Serão alocados R$ 25 milhões, assim divididos: R$ 6 milhões para a CHAMADA A; R$ 9 milhões para a CHAMADA B; e R$ 9,8 milhões para a CHAMADA C. R$ 5 milhões são provenientes da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e o restante é proveniente da FAPERJ. Os recursos serão pagos em única parcela na CHAMADA B e 2 (duas) parcelas na CHAMADA C.  A critério da diretoria da Fundação, o total concedido pode chegar a R$ 32 milhões.

Prazos:
Lançamento da chamada: 26/03/2020
Submissão de propostas on-line
CHAMADA A – a partir de 26/03/2020 em fluxo contínuo
CHAMADA B – a partir de 26/03/2020 em fluxo contínuo
CHAMADA C – de 26/03/2020 a 14/04/2020
Divulgação dos resultados: a partir de 02/05/2020

Confira a íntegra da chamada aqui.

 

 

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A Agência UFRJ de Inovação está com uma vaga de estágio aberta para alunos interessados em trabalhar em projetos relacionados à área de Propriedade Intelectual. O estagiário(a) deve ter 20 horas por semana disponíveis (presenciais e não presenciais), estar cursando graduação em Farmácia ou Biologia na UFRJ, ter CRA maior ou igual a 6 e gostar da temática da inovação.

O estagiário receberá uma bolsa auxílio no valor de R$400. Os interessados devem enviar e-mail com currículo, valor do CRA e motivo do interesse na vaga para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 03/04/2020. A vaga é para início imediato.

 

 

face shield

A Universidade está produzindo, juntamente com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e membros da sociedade civil, máscaras de plástico não descartáveis para uso hospitalar.

Os protótipos de protetores faciais desenvolvidos pela UFRJ foram validados pelo Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) e seguem as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Os modelos oferecidos têm sido desenvolvidos seguindo um protocolo de avaliação com base em recomendações e requisitos da Anvisa. A obtenção de um modelo particular implica concordância e comprometimento em sua utilização, conforme os termos de licença  – usualmente seguindo os princípios de inovação aberta com base em Creative Commons. Esses termos identificam, modelo a modelo, as instituições responsáveis por oferecê-los em prol do bem-estar de nossa sociedade e da evolução do conhecimento técnico-científico.

Clique aqui para fazer o download com as instruções para impressão em 3D.

 

 

 

MAPEAMENTO COVID-19 - UFRJ

A Agência UFRJ de Inovação está mapeando iniciativas, tecnologias e projetos da UFRJ que guardem relação com o enfrentamento da covid-19. As iniciativas devem envolver de alguma forma a prevenção, diagnóstico ou combate ao novo coronavírus e/ou aos seus efeitos durante e após a epidemia, e podem se tratar de pesquisas, protótipos, ensaios, produtos, fármacos, análises estatísticas, aplicativos, softwares, estudos qualitativos, serviços, equipamentos, aparelhos, diagnósticos etc. Já os projetos e tecnologias podem enfocar prevenção, diagnóstico, tratamento, comunicação eficaz, gestão de dados, mitigação de efeitos, prognósticos, testes, gestão de demanda etc.

Neste sentido, solicitamos que nossos pesquisadores preencham nosso formulário online disponibilizado exclusivamente para esta finalidade.

Acesse o formulário aqui.

 

Seguem abaixo as tecnologias, projetos ou iniciativas relacionadas à pandemia de covid-19 que foram reportados pela comunidade acadêmica à Agência UFRJ de Inovação. OBS: As informações listadas foram repassadas pelos próprios pesquisadores.

 

App Minha Saúde

Pesquisador responsável: Sérgio Rodrigues

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Unidade: CT: Incubadora de Empresas da Coppe

Laboratório envolvido: Laboratório do Futuro da Saúde

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: Aplicativo integrador de dados de saúde do cidadão que permite identificar e acompanhar sintomas, doenças pré-existentes, sinais de alarme e alergias através de uma autoavaliação para o Coronavírus, além de diversos outros dados de saúde. Oferece também serviços como armazenamento de documentos, laudos e fotos de exames, agendamento de testes e em breve vacinas, teleatendimento e notícias atualizadas sobre a saúde local. Para a tomada de decisão dos gestores, são desenvolvidos painéis (Analytics/BI) integrados com os dados imputados.


 

Aprender a lavar as mãos previne doenças

Pesquisador responsável: Marinella Silva Laport, Bernadete Carvalho, Rosana Ferreira e Leonardo Rocchetto

Unidade: CCS: Instituto de Microbiologia Paulo de Góes (IMPG)

Laboratório envolvido: Departamento de Microbiologia Médica, IMPPG

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: Este projeto acontece desde 2017 e tem por finalidade divulgar a técnica correta de lavagem das mãos e a importância desse hábito no dia a dia de pacientes do ambulatório do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG) da UFRJ e de seus responsáveis e, consequentemente, estimular a educação sanitária da população para melhoria de sua qualidade de vida e a difusão de conhecimentos sobre Microbiologia.  Como o projeto físico não pôde acontecer neste ano, as alunas extensionistas estão organizando vídeos para divulgação: https://youtu.be/MMtDoHbTpbQ


 

E-book "Como cuidar do seu coração na pandemia do covid-19: recomendações para a prática de exercícios físicos e respiratórios"

Pesquisador responsável: Michel Silva Reis

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Unidade: CCS: Faculdade de Medicina (FM)

Laboratório envolvido: Laboratório do Grupo de Pesquisa em Avaliação e Reabilitação Cardiorrespiratória (GECARE) / Departamento de Fisioterapia

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: Trata-se de um e-book de orientação para profissionais da saúde, pacientes e pessoas em geral para a prática de exercício físico durante a quarentena para enfrentamento do covid-19. Este material foi publicado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia no site coronavirus.cardiol.online


 

Estudo da especificidade de reconhecimento de RNA pela proteína Nucleocapsídica (N) de SARS-CoV2 e descrição de potenciais antivirais inibidores da proteína N

Pesquisador responsável: Fabio C L Almeida

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Laboratório envolvido: Laboratório de RMN de Biomoléculas - IBqM; RMN-Rio

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: Estrutura dinâmica da proteína nucleocapsidica do Sars-CoV2 e interação com regiões regulatórias do genoma viral: triagem de compostos biológicamente ativos que inibam a ação regulatória da proteína nucleocapsidica. O projeto é parte do consórcio internacional Covid-19 NMR (https://covid19-nmr.de).


 

Estudos da Quimioteca do LASSBio em alvos do covid-19

Pesquisador responsável: Eliezer J Barreiro

Unidade: CCS: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB)

Laboratório envolvido: LASSBio

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: O projeto está sendo desenvolvido no LASSBio com a colaboração de docente, doutorando e pós-doutor e visa identificar in silico eventuais ligantes da Quimioteca do LASSBio/ICB-UFRJ.


 

Farmalimentos

Pesquisador responsável: Jéssica Chaves Rivas

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Unidade: UFRJ Campus Macaé

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: O projeto consiste na criação de mídia social, que atualmente é vista como um dos maiores meios de comunicação, capaz de alcançar milhares de pessoas ao mesmo tempo e disseminar informações úteis aos internautas. Logo é possível levar informação de confiança de forma a alertar pessoas sobre o que de fato estão consumindo no que diz respeito à alimentação e ao mesmo tempo adquirirem conhecimentos técnicos e científicos.

Mais informações:

Projeto de extensão Farmalimentos, do Campus UFRJ-Macaé, elabora manual "Higienização de alimentos em tempos de covid-19"


 

Hospitais seguros frente aos desastres: estratégias para a prevenção e gerenciamento de risco frente à pandemia de Covid-19 no estado do Rio de Janeiro

Pesquisador responsável: Alexandre Barbosa de Oliveira

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Unidade: CCS: Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN)

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: O objetivo geral é sintetizar evidências voltadas à prevenção e gerenciamento de risco em estabelecimentos de saúde, nas situações de emergências e desastres de origem natural e tecnológica, com ênfase nos efeitos diretos e indiretos da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Objetivos específicos: identificar as condições de vulnerabilidade estrutural, não estrutural e funcional de estabelecimentos de saúde frente à pandemia; analisar as implicações de tais condições para a prevenção e gerenciamento de riscos em estabelecimentos de saúde; desenvolver planos de resposta e contingência direcionados à prevenção e gerenciamento de riscos em cenário hospitalar para a preparação para situações de emergências e desastres; e conhecer a percepção de risco e o padrão de preparação para enfrentamento de tais situações, antes e após intervenção educativa construída e implementada nos estabelecimentos de saúde estudados.


 

Influência do distanciamento social por covid-19 sobre o consumo de alimentos ultraprocessados relacionados à experiência afetiva

Pesquisador responsável: Ana Luisa Kremer Faller

Unidade: CCS: Instituto de Nutrição Josué de Castro (INJC)

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: Evidências sugerem que o comportamento alimentar pode ser alterado em função da experiência afetiva do indivíduo, e a preferência por alimentos ultra processados, ricos em gordura e açúcar, podem estar relacionados com uma compensação do estado emocional. Períodos de isolamento social podem desencadear alterações no estágio emocional dos indivíduos, impactando suas escolhas alimentares. Nesse sentido, esse estudo tem como objetivo avaliar o consumo de alimentos ultra processados e sua relação com a experiência afetiva na presença e na ausência do isolamento social.


 

Pessoas com doença de Parkinson e covid-19

Pesquisador responsável: Clynton Lourenço Correa

Unidade: CCS: Faculdade de Medicina (FM)

Laboratório envolvido: GEDOPA (Grupo de Estudos na Doença de Parkinson)

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: As pessoas com doença de Parkinson, geralmente idosas, estão no grupo de risco da covid-19. Os atendimentos de reabilitação física foram suspensos devido à pandemia da covid-19. Para que as pessoas om doença de Parkinson possam saber sobre suas condições de saúde, desenvolvemos um formulario que possibilita os usuarios receberem, no email cadastrado, resultados sobre a qualidade de vida e o fenômeno de congelamento da marcha no período de isolamento físico. Link do formulario https://docs.google.com/forms/d/1olvP2gGTu6oj03DVTWO7gh0XhioinM04EwjfF1hgVic/edit#responses


 

Prolac UFRJ

Pesquisador responsável: Ingrid Annes Pereira Pereira 

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Unidade: UFRJ Campus Macaé

Laboratório envolvido: Laboratório de Microbiologia de Alimentos

Nome da iniciativa, projeto ou tecnologia: Prolac UFRJ

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: Ações educativas para prevenção da pandemia de covid-19 aplicadas a manipuladores de alimentos.


 

Site Farmacologia Informa

Pesquisador responsável: Juliana Montani Raimundo

Email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Unidade: UFRJ Campus Macaé

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: O site Farmacologia Informa foi criado com o objetivo de informar à sociedade sobre as atualizações no tratamento farmacológico da COVID-19. Serão publicados no site textos informativos em linguagem acessível ao público não especializado, além de artigos científicos, diretrizes/posicionamentos oficiais sobre o tratamento da COVID-19 e informações sobre os estudos clínicos em andamento. O site está sendo desenvolvido pelos docentes da área de farmacologia do Campus UFRJ-Macaé.

Mais informações:

Docentes de Farmacologia do Campus UFRJ-Macaé lançam o site “Farmacologia Informa”, sobre os possíveis tratamentos medicamentosos da covid-19


 

Ventilador de Exceção para Covid-19 - UFRJ - VExCO

Pesquisador responsável: Jurandir Nadal

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Unidade: CT: Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe)

Laboratório envolvido: Laboratório de Engenharia Pulmonar

Resumo da iniciativa, projeto ou tecnologia: O projeto visa ao desenvolvimento de um ventilador pulmonar microcontrolado de exceção destinado à ventilação de suporte de pacientes com manifestações respiratórias graves da covid-19. Por ser de exceção, o equipamento não pode ser comercializado, devendo ser produzido por meio de doações e distribuído gratuitamente para o Sistema Único de Saúde utilizar apenas durante a pandemia. O desenvolvimento do protótipo recebeu apoio financeiro da FAPERJ e da Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas, e vem sendo realizado em parceria com a Petrobras e a Whirlpool, contando com mais de uma dezena de empresas e instituições colaboradoras.

Mais informações:

UFRJ faz campanha para produzir ventiladores de baixo custo para o SUS

Coppe e Petrobras firmam parceria para a produção de ventiladores pulmonares

Pesquisadores da Coppe promovem campanha para a produção em massa de ventilador pulmonar emergencial

Professor da UFRJ propõe esforço conjunto para viabilizar a produção de ventiladores mecânicos

 

 

 

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O professor Jurandir Nadal, da UFRJ, está propondo um esforço coletivo visando à produção rápida de ventiladores mecânicos para o combate ao Covid-19. Aqueles que puderem colaborar de alguma maneira devem fazê-lo através do grupo a seguir: https://www.facebook.com/groups/235476464265909/

Segue abaixo, ipsis litteris, a postagem feita pelo professor em seu perfil no Facebook:

"Caros Colegas,
Eu sou professor titular do Programa de Engenharia Biomédica da COPPE/UFRJ e há pouco tempo assumi a chefia do Laboratório de Engenharia Pulmonar e Cardiovascular do Programa.
Como os mais informados de vocês já sabem, estamos vivendo uma pandemia mundial de efeitos avassaladores e desafiadores para todo e qualquer sistema de saúde, em particular se o pico local da epidemia não for atenuado com medidas periféricas como o controle social.
Independente das ações ora em curso, a evolução de casos no Brasil (São Paulo e Rio em particular) se assemelha muito mais às da Itália e Espanha do que dos países orientais. Em breve aqui, como já acontece na Itália, as equipes de emergência terão que eleger quais pacientes ocuparão os leitos disponíveis de UTI e terão acesso a um ventilador mecânico, e quais serão deixados à própria sorte ou a cuidados paliativos. A gravidade dessa epidemia, por sua evolução, somente é comparável à gripe espanhola (H1-N1) havida há 100 anos.
Em nosso laboratório estamos estudando a viabilidade de desenvolver um modelo de ventilador mecânico de baixo custo e complexidade, que possa ser construído em massa, em pouco tempo e com os recursos disponíveis no mercado nacional, dadas as atuais dificuldades de importação. O equipamento tem que permitir a ventilação mecânica com diferentes concentrações de O2, e não causar barotrauma. Testamos uma versão, que aparentemente funciona, envolvendo o emprego de uma válvula Boussignac e válvulas solenoides, mas não atinge (ainda?) as condições ideais de ventilação invasiva.
Há dois dias tomamos conhecimento de que o Reino Unido lançou um edital mundial para a submissão de propostas de ventiladores já existentes e aprovados para uso clínico em pelo menos um país, que seja factível na Inglaterra. Creio que é oportuno pensarmos em adotar um esforço coletivo semelhante, visando salvar vidas de nossas comunidades. Assim como na grande guerra, “em que fábricas de penicos passaram a produzir capacetes”, imagino particularmente que um fabricante de eletrodomésticos possa redirecionar uma linha de produção para atender a essa demanda capital.
Enquanto isso não se faz possível, outras medidas mais ágeis podem ser realizadas. Por exemplo, imagino que apenas nos hospitais públicos haja centenas de ventiladores necessitando manutenção, mas que vêm sendo deixados de lado em troca de novos aparelhos. Afinal, como muitos sabem, muitas vezes é mais fácil a gente comprar um equipamento de alto custo do que consertar um!

No momento, precisamos de voluntário para tratar de:
A- fabricação da válvula Boussignac
B- fabricação da válvula de PEEP (mola - membrana)
C- contato com os fabricantes que possam se associar ao projeto em domínio público
D- Contato com fabricantes e distribuidores de oxigênio medicinal para instalar bicos em hospitais
E- contato com fornecedores de circuitos ventilatórios e conexões
F- Instrumental de monitorização da ventilação no leito, dado que nosso ventilador é cego
G- contato com produtores, distribuidores de HELMETs e máscaras
H- etc”
Voluntários devem entrar no grupo público
COVID-19 Air BRASIL - Fast production of assisted ventilation devices
Lá espero que vocês consigam se aglutinar grupos menores específicos, skipe, email, whatsapp etc. para cuidar desses diferentes pontos ou outros que surgirem."

 

 

faperj2

Em decorrência dos últimos acontecimentos, a FAPERJ prorrogou até o dia 30 de abril o prazo para submissões de propostas para o edital Doutor Empreendedor: Transformando Conhecimento em Inovação. O principal objetivo do programa é fomentar a aplicação de resultados de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação conduzidos por doutores residentes no Estado do Rio de Janeiro em empreendimentos baseados em conhecimento científico e tecnológico.

Pretende-se com esse edital apoiar pesquisadores com grau de doutor mediante a concessão de bolsa e auxílio financeiro para a criação de empreendimentos a partir do capital intelectual acumulado ao longo de suas trajetórias acadêmicas.

Os Doutores Empreendedores receberão uma bolsa de subsistência no valor de R$ 4.100,00 por 24 meses, além de um auxílio de até R$ 50 mil para a execução do projeto. Além disso, poderão também ter um bolsista de Iniciação Tecnológica FAPERJ para atuar em sua equipe. 

O diretor de Tecnologia da FAPERJ, Mauricio Guedes destaca que, com o lançamento desse edital, a FAPERJ sinaliza para a comunidade acadêmica que existe um enorme potencial ainda pouco explorado no Rio de Janeiro para que os conhecimentos gerados nos programas de pós-graduação cheguem à sociedade também na forma de novos produtos e serviços inovadores. Segundo ele, "o Estado do Rio de Janeiro tem hoje mais de 15 mil estudantes de doutorado e pode incrementar a geração de emprego e renda com atividades econômicas baseadas no conhecimento. Ao lançar o programa Doutor Empreendedor, a FAPERJ está atendendo à sua missão institucional naquilo que se refere ao desenvolvimento econômico baseado na inovação”.

Além do apoio aos Doutores Empreendedores, esse edital ainda beneficiará os mecanismos de geração de iniciativas que vierem a abrigar o pesquisador e o seu empreendimento, por meio de um auxílio financeiro de R$ 20 mil. O valor total previsto para este edital é de até R$ 7.200.000,00, podendo beneficiar até 40 pesquisadores.

Confira abaixo a íntegra do edital:

Doutor Empreendedor: Transformando Conhecimento em Inovação

 

 

coronavirus

Em virtude do agravamento do surto de COVID-19 no Rio de Janeiro e seguindo as diretrizes de contingência adotadas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o uso de e-mails deverá ser o canal preferencial de comunicação com todos os setores da Agência UFRJ de Inovação. Os funcionários estarão disponíveis em regime de home office no horário comercial. Durante este período, qualquer demanda, dúvida ou auxílio serão prontamente atendidos através do nosso formulário de contato: https://inovacao.ufrj.br/index.php/contato/contato.

 

 

finep

O Programa de Aceleração Espaço Finep foi criado para agregar conhecimento e articulação com foco em marketing e vendas a startups, auxiliando-as na revisão e/ou adequação de sua proposta de valor e de seu modelo de negócios, e na identificação de oportunidades de mercado com fornecedores, parceiros e clientes, alinhadas a um processo de capacitação com objetivo de construir uma estratégia de comercialização de seus produtos e serviços.

Serão selecionadas para serem aceleradas no Espaço Finep, ambiente físico localizado na sede da Finep, até 6 (seis) empresas residentes, com direito à posição fixa no local, e até 3 (três) empresas não residentes, sem direito à posição fixa. As empresas que passarem por todo o processo de aceleração e realizarem as atividades previstas a contento, terão direito a um prêmio no valor de 100 mil reais.

 

Edital no link: http://www.finep.gov.br/chamadas-publicas/chamadapublica/639

Inscrições no link: https://forms.finep.gov.br/forms/externo/

Mais informações: http://www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/programas-e-linhas/programa-espaco-finep

 

 

 

inovamprj

O Laboratório de Inovação do Ministério Público do Rio de Janeiro (Inova_MPRJ) lançou, em 3 de março, a primeira edição do Impacta, o programa de inovação aberta do MPRJ. O objetivo é contratar serviços de incubação e aceleração de startups para solucionar desafios do MPRJ e dos Executivos estadual e municipal. A proposta inicial do programa está disponível para comentários, críticas e sugestões até 20 de março, no site oficial do Impacta

A construção do programa será colaborativa e totalmente transparente. Acreditando na inteligência coletiva, o Laboratório convida agentes de startups, da Academia, de empresas e demais interessados para participar. O Inova_MPRJ espera que o Impacta seja o primeiro exemplo no Brasil de contratação pública em conformidade com os padrões de dados abertos definidos pela Open Contracting Partnership (OCP). 

Como resultado da parceria com o Conexão Inovação Pública RJ - rede dedicada a fomentar a inovação no setor público no estado -, quem deixar suas sugestões na proposta inicial do programa ganhará 30 “pontos Conexão” (Cx). Os pontos poderão ser trocados tanto no leilão exclusivo de colaboradores do Impacta, quanto nos leilões mensais do programa de recompensas do Conexão Inovação Pública RJ. 

Coordenador do Laboratório, o promotor de Justiça Daniel Lima Ribeiro defende que o programa marca o início de uma série de experimentações sobre novas formas de contratar inovação. “Há muito o que aprender e testar, a partir do que está sendo feito no Brasil e no exterior, adaptando para a nossa posição institucional e a nossa legislação. Tenho certeza que os aprendizados serão determinantes para uma atuação mais custo-efetiva do MP brasileiro”, afirma Ribeiro. 

Para contribuir, acesse https://www.mprj.mp.br/inova/impacta e comente diretamente no documento ou envie suas sugestões para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

doutorempreendedorparque

Já estão abertas as inscrições para o programa Doutor Empreendedor da FAPERJ e o Parque Tecnológico da UFRJ apoia os candidatos no desenvolvimento dos seus negócios.

Para participar do programa, os doutores precisarão se instalar em algum ambiente promotor de empreendimentos inovadores do Estado do Rio de Janeiro, ou seja, organizações, programas ou iniciativas de apoio ao desenvolvimento de empresas nascentes de base tecnológica. O Parque Tecnológico da UFRJ é um desses ambientes e está aberto para receber os candidatos que submeterão seus projetos ao Edital e necessitam obter a carta de intenção do mecanismo.

O principal objetivo do programa é fomentar a aplicação de resultados de projetos de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação conduzidos por doutores residentes no Estado do Rio de Janeiro em empreendimentos baseados no conhecimento científico e tecnológico. Os Doutores Empreendedores receberão uma bolsa de subsistência no valor de R$ 4.100,00 por 24 meses, além de um auxílio de até R$ 50 mil para a execução do projeto. Também poderão contar com um bolsista de Iniciação Tecnológica FAPERJ para atuar em sua equipe.

Para inscrições e mais informações sobre os serviços disponíveis pelo Parque para apoiar o desenvolvimento desses negócios de base científica e tecnológica, acesse:

– Chamada de apoio do Parque: link

– Formulário de inscrição no programa de apoio do Parque: link

– Edital Faperj: link

 

 

vigilancia

Uma nova publicação, que trata sobre a vigilância nas redes sociais de internet, foi disponibilizada na seção de "indicações úteis" do site. Trata-se do artigo "Rastros Digitais: entre a Superexposição e a Vigilância", de autoria do servidor Julio Longo, que atua na Agência UFRJ de Inovação. O material pode ser acessado aqui. Segue abaixo um breve resumo do artigo.

"A quadra inicial do século XXI está marcada por um fenômeno social que encontra ancoragem nas novas modalidades de mídia: a superexposição. Não mais basta ter. É preciso mostrar que se tem. Não mais basta ser. É preciso mostrar que se é. A afirmação dos sujeitos decorre menos daquilo que é vivenciado e mais daquilo que se pode provar a terceiros que foi experienciado.

Neste sentido, as redes sociais de internet despontam como novas arenas para a busca dos “quinze minutos de fama” tão difundidos no imaginário coletivo moderno. Riquíssimas fontes de informação, estes sites transformam agora o sem-número de detalhes cotidianos e pessoais de seus usuários, antes perdidos no fundo de memórias falhas, em dados potencialmente perenes e indefinidamente estocáveis.

Nossos universos particulares nunca foram tão amplamente visíveis e deliberadamente publicizados. E tudo é prontamente aceito com pouca ou nenhuma hesitação. A cada acesso às nossas contas de Facebook, sem vacilarmos, respondemos a invasiva pergunta: “No que você está pensando?”. O totalitarismo orwelliano torna-se praticamente obsoleto frente às novas técnicas de domínio das autonomias da vontade. Para o bem ou para o mal, submetemo-nos. E esta é uma submissão a algo que, por conta da própria novidade, ainda não se sabe ao certo o que significa e o que implicará.

O certo é que a midiatização da vida pessoal também acarreta efeitos indesejáveis como o aviltamento do direito à privacidade. Não faltam exemplos de relações sociais e profissionais estremecidas evidenciando uma dinâmica em que o controle e a vigilância de pessoas no ciberespaço se configuram como possibilidades reais. Não por acaso, a instrução de processos judiciais também já passa a levar em consideração aquilo que é exposto nestes ambientes.

Este artigo enumera diversos casos que ilustram como o Judiciário brasileiro tem se valido destas informações para em seguida debruçar-se filosoficamente sobre este fascinante cenário de considerável ineditismo".

 

 

inteligenciaartificial

 

A UFRJ apresentou, em 6/2, o Centro de Excelência em Transformação Digital e Inteligência Artificial do Estado do Rio de Janeiro (Hub.Rio). A iniciativa é liderada pelo Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe/UFRJ) e pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), entidades que abrigam os mais potentes computadores de alto desempenho do país. O evento contou com a presença de docentes, pesquisadores de diversas instituições de ensino e pesquisa fluminenses, além de órgãos públicos e empresas sediadas no estado.

O Hub.Rio tem como proposta reunir e alavancar ativos do estado para ofertar soluções tecnológicas contemporâneas ancoradas em inteligência artificial. O objetivo é reunir a comunidade científica, técnica e empresarial do Rio de Janeiro para enfrentar desafios tecnológicos que envolvam transformação digital e inteligência artificial em várias áreas como: saúde; energias renováveis e mudanças climáticas; óleo e gás; indústria 4.0; educação; agronegócio; cidades inteligentes; segurança pública e cibernética; administração pública; comércio eletrônico, comunicações, turismo, jogos, e entretenimento, entre outras.

Guilherme Travassos, professor do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação da Coppe, acredita que o diferencial do Hub.Rio em relação a iniciativas semelhantes adotadas no passado é a estrutura federada e com governança multistakeholder [envolvendo os muitos atores do processo]. “Precisamos melhorar a sinergia na tripla hélice [academia, setor produtivo privado e poder público], para ampliar a transferência de tecnologia”, analisa.

O professor destacou, ainda, que o estado do Rio de Janeiro reúne os elementos necessários para seguir o exemplo de outras localidades no mundo que construíram sólidos ecossistemas de inovação tecnológica. “As cidades que criaram hubs de inovação bem-sucedidos contavam com fatores críticos de sucesso: instituições educacionais fortes; empresas pioneiras; investidores que apoiam a inovação; e tradição e relevância histórica”, ressaltou Travassos.

O diretor de Tecnologia da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), Maurício Guedes, antecipou que a fundação prepara um edital, de cerca de R$ 45 milhões (mas que ainda pode chegar a R$ 50 ou 60 milhões), para apoiar ações integradas de inovação em instituições de Ciência e Tecnologia, com autonomia para que decidam o que fazer no campo da inovação e do empreendedorismo. “Queremos dar às universidades um volume de recursos considerável por um prazo de três a cinco anos para que elas possam desenvolver uma política de inovação”, explicou o diretor, que também foi fundador do Parque Tecnológico da UFRJ.

Guedes também reiterou o interesse da Faperj em apoiar essa iniciativa de articulação das competências que existem no Rio de Janeiro, mas com a presença de empresas que apostem na inovação como um fator importante aos seus negócios. “Precisamos de empresas que estejam motivadas a inovar e a oferecer soluções tecnológicas, porque isso significa renda, significa arrecadação de impostos, e, mais importante, significa geração de emprego.”, concluiu.

O evento contou com a presença do vice-reitor da UFRJ, Carlos Frederico Rocha; da diretora de Tecnologia e Inovação da Coppe/UFRJ, Angela Uller; e do diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, Vicente Ferreira, entre outras autoridades.

 

 

startup

A Apex-Brasil e o Ministério de Relações Exteriores (MRE) abriram as inscrições para startups brasileiras interessadas em participar dos eventos Viva Technology em Paris, França, e The New Web Conference, em Amsterdã, Países Baixos.

As missões de internacionalização fazem parte do Programa de Diplomacia da Inovação (PDI), implementado pelo MRE, que visa elevar o perfil do Brasil junto aos ecossistemas estrangeiros de inovação, com vistas a identificar parcerias e atrair investimentos para apoiar a internacionalização das startups.

O programa selecionará startups brasileiras para participar de alguns dos principais eventos mundiais de tecnologia nas cidades de Dubai, Amsterdã, Madri, Paris e Lisboa, em espaços para apresentação de suas soluções. Veja a relação dos eventos com inscrições previstas para o primeiro semestre de 2020 logo a seguir.

Missão de Internacionalização Viva Technology

Local: Paris, França

Data: 10 a 13 de junho de 2020

Vagas: 7 startups brasileiras

Sobre o evento: O Viva Technology é um evento internacional realizado em Paris que recebeu 124 mil visitantes em 2019, e pretende reunir CEOs de grandes empresas, startups em rápido crescimento e investidores para debater e apresentar soluções tecnológicas.

Acesse aqui o link de inscrição para a Missão Viva Technology.

Acesse aqui o Regulamento para a Missão Viva Technology.

 

Missão de Internacionalização TNW Conference (The New Web)

Local: Amsterdã, Países Baixos

Data: 17 a 19 de junho de 2020

Vagas: 8 startups brasileiras

Sobre o evento: O TNW Conference (The New Web) é um festival internacional a céu aberto para debater questões de tecnologia e economia criativa. Em franco crescimento, espera receber 20.000 visitantes em 2020, reunindo grandes empresas do setor de tecnologia e comunicação, startups em rápido crescimento, investidores, e outros tomadores de decisão. Nessa missão a Apex-Brasil e o MRE oferecerão um dia de agenda exclusiva de apresentação do ecossistema local, desafios e oportunidades para soft landing e programa dematchmaking com atores locais e empreendedores brasileiros nos Países Baixos.

Acesse aqui o link de inscrição para a Missão TNW Conference.

Acesse aqui o Regulamento para a Missão TNW Conference.

 

Próximas Missões de Internacionalização em evento de inovação

Escolha o mercado mais alinhado com a sua estratégia de expansão internacional e reserve estes compromissos na sua agenda!  Em breve serão divulgados o regulamento e os links de inscrições para os eventos listados abaixo.

 

Missão de Internacionalização Startup Olé, Salamanca, Espanha – 05 a 07 de maio de 2020

Vagas: 15 startups brasileiras

Sobre o evento: O evento espera receber em 2020 mais de 30.000 visitantes de 120 países, 850 startups e mais de 250 investidores. A iniciativa contará com apoio para hospedagem e passagens aéreas para as duas startups melhores colocadas no ranking de aprovação da missão.

 

Missão de Internacionalização GITEX Future Stars, Dubai, Emirados Árabes Unidos – 27 a 30 de setembro de 2020

Vagas: 5 startups brasileiras

Sobre o evento: O GITEX Future Stars é a porta de entrada das startups para os mercados de tecnologia do Oriente Médio, do norte da África e do sul da Ásia, sendo o evento a maior plataforma de matchmaking da região. O evento também conta com painéis sobre as novas tendências nesses mercados, aliando conhecimento de ponta e contatos de alto nível.

 

Missão de Internacionalização South Summit, Madri, Espanha – 6 a 8 de outubro de 2020

Vagas: 12 startups brasileiras

Sobre o evento: O South Summit é uma plataforma que busca conectar investidores e startups por meio de sessões de pitch e apresentação de projetos. Na edição de 2019 foram apresentados mais de 3.800 projetos e teve a presença de mais de 1000 investidores. O evento já revelou nomes como Cabify, Typeform, Drivy, Glovo e Spotahome.

 

Missão de Internacionalização Web Summit, Lisboa, Portugal – 2 a 5 de novembro de 2020

Vagas: 30 startups brasileiras

Sobre o evento: O Web Summit é um evento internacional que congrega CEOs de empresas de tecnologia, startups em rápido crescimento, investidores e outros tomadores de decisão para debater quais os próximos passos e desafios tecnológicos na indústria mundial. O evento congrega exposição, apresentações, pitch sessions e mentorias e tem o Brasil bastante presente, sendo a 6ª maior presença. Nos últimos anos tem se mostrado uma excelente oportunidade para empresas que pretendem abrir operações na Europa.

 

MAIS INFORMAÇÕES:
Apex-Brasil
Relacionamento com Clientes
Tel.: (61) 2027-0202
www.apexbrasil.com.br
Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

estagio

A Agência UFRJ de Inovação está com uma vaga de estágio aberta para alunos interessados em trabalhar em projetos de fomento da cultura da inovação e do empreendedorismo na Universidade. O estagiário(a) deve ter 20 horas por semana disponíveis (presenciais e não presenciais), estar cursando graduação na UFRJ, ter CRA maior ou igual a 6, gostar da temática da inovação e ter muita disposição para circular por toda a UFRJ e participar de vários projetos e eventos.

Temos 6 projetos planejados para desenvolvimento no ano de 2020. O estagiário poderá trabalhar em todos ou naqueles com os quais tiver mais afinidade. São eles:

1. Levantamento das empresas-filhas da UFRJ e o evento I Encontro das empresas-filhas da UFRJ

2. Fomento à Inovação no serviço público

3. Inova CCS - “braço” da Agência de Inovação no Centro de Ciências da Saúde, focado em fomentar a inovação na área das ciências da vida

4. Mapa de Inovação da UFRJ - mapeamento dos atores, estruturas e iniciativas relacionadas à inovação e empreendedorismo na universidade

5. Startup Acelera UFRJ - programa piloto de aceleração de startups da UFRJ

6. Inovando na divulgação da ciência/ inovação da UFRJ

 

A. Desenvolvimento de um toolkit replicável para divulgação dos eventos científicos, visando aumentar os seus impactos e o número de pessoas impactadas.

B. Mídia de divulgação (revista, blog etc) semestral das pesquisas de alto impacto científico e inovador da UFRJ, mostrando para a sociedade que na UFRJ fazemos ciência de ponta comparável a qualquer lugar do mundo.

 

O estagiário receberá uma bolsa auxílio no valor de R$400. Os interessados devem enviar e-mail com currículo, valor do CRA e motivo do interesse na vaga para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até o dia 21/02/2020. A vaga é para início imediato.

 

 

mulheresinovadoras

A Finep acaba de lançar o primeiro edital do Programa Mulheres Inovadoras, criado para estimular startups lideradas por mulheres, de forma a contribuir para o aumento da representatividade feminina no cenário empreendedor nacional, por meio da capacitação e do reconhecimento de empreendimentos que possam favorecer o incremento da competitividade brasileira.

O programa é uma atividade decorrente do Acordo de Cooperação Técnica firmado entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Telecomunicações (MCTIC), a Finep e a prefeitura do município de São Paulo, que tem como finalidade apoiar o empreendedorismo feminino, procurando utilizar a experiência das instituições na formulação de políticas, coordenação de programas e aporte de recursos para o apoio a empresas nascentes inovadoras e de base tecnológica.

O Programa contará inicialmente com um evento imersivo, a ser realizado no dia 12 de março, com conteúdo relacionado ao empreendedorismo feminino apresentado por palestrantes, executivas e especialistas no tema. Após o término do período de submissão de propostas, que se encerra em 16 de março, a Finep selecionará 20 startups lideradas por mulheres para receberem um programa de aceleração durante 30 dias, após o qual serão selecionadas até cinco startups para recebimento de uma premiação de R$ 100 mil cada, conforme critérios estabelecidos no edital.

Podem se candidatar ao Prêmio as empresas brasileiras – ou seja, com sede no Brasil e instituídas conforme a legislação nacional, que atendam, aos requisitos detalhes no edital.

O programa contará, ainda, com o apoio de parcerias engajadas em alavancar a participação feminina no empreendedorismo, como Sebrae Nacional e RME - Rede Mulher Empreendedora

Prazos

As inscrições estão abertas até 16 de março e os resultados finais, após a seleção, duas etapas (1- Elegibilidade e Plano de Negócios; 2-Aceleração, Relatório Técnico Final e Banca Avaliadora Presencial) e recursos, está previsto para 17/7.

As inscrições podem ser feitas no link.

 

 

consultapublicapr2a

A Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PR-2) prorrogou até 15/03, o prazo para recebimento de colaborações para a proposta da política de inovação da UFRJ.

A ideia é que ela se constitua abrangendo a inovação de produtos e processos em tecnologias sociais, economia solidária, políticas públicas e serviços de atendimento à população.

A proposta apresentada pela PR-2 inclui o estabelecimento de diretrizes básicas para a gestão da política, bem como a criação do Conselho de Coordenação do Ecossistema de Inovação (CCI) da UFRJ, que seria vinculado ao Gabinete da Reitoria.

Com a política de inovação, quatro objetivos centrais são desejados:

  1. - Fortalecer o ecossistema de inovação da Universidade, de modo que as unidades possam dialogar melhor e desenvolver atividades conjuntas, aumentando a eficiência e eficácia de suas ações; 
  2. - Estimular o desenvolvimento de estruturas descentralizadas de inovação na UFRJ organizadas pelos centros, a fim de que se possa disseminar melhor as ações e articulá-las nessa área;
  3. - Incentivar a disseminação da cultura da inovação na Universidade por meio de projetos de ensino, pesquisa e extensão que permitam maior interação entre a Universidade e a sociedade nas diferentes áreas do saber;
  4. - Apoiar projetos de mentoria para o desenvolvimento e suporte às iniciativas em inovação e empreendedorismo de discentes, docentes e de servidores técnico-administrativos.

Clique aqui para participar da consulta pública.

 

 

 

 

finepstartup2020

 

A Finep acaba de lançar o terceiro edital do Programa Finep Startup. O programa está indo para a sua quinta rodada de investimentos, uma vez que cada edital conta com a previsão de duas rodadas. O programa tem por objetivo alavancar empresas de base tecnológica em fase final de desenvolvimento de produto ou que precisem ganhar escala de produção, com viabilidade comercial comprovada. O limite de recursos totais desta rodada é de R$ 30 milhões para 25 startups. O período para envio de propostas fica aberto até o dia 15 de março.

Para o presidente da Finep, General Waldemar Barroso, “mais do que nunca, o fomento ao empreendedorismo no Brasil se mostra crucial. Nosso programa estimula a consolidação de empresas como startups. Isso nos orgulha e nos motiva”.

Novidades

Neste edital, o valor do investimento da financiadora poderá chegar até R$ 1.2 milhão em cada uma das empresas selecionadas, um aumento de 20% em relação ao investimento máximo das edições anteriores. Para concorrer, as startups precisam ter protótipo MVP (Minimum Viable Product, em português, Produto Viável Mínimo), prova de conceito ou, preferencialmente, já estarem realizando as primeiras vendas. Assim, não se enquadram propostas em fase de ideia ou pesquisa.

"Além do aumento do aporte, o edital traz outra novidade. Nesta edição, terão pontuação diferenciada temas prioritários associados a soluções de problemas da sociedade, alinhados às diretrizes do MCTIC – ministério ao qual a Finep é vinculada”, explica o diretor Financeiro, de Crédito e Captação da Finep, Adriano Lattarulo. São temas prioritários do terceiro edital do Finep Startup: Autismo, TDAH, Déficit de Atenção, Bioeconomia, Cidades Inteligentes para Comunidades Carentes, Divulgação de Ciência nas Escolas, Queimadas e Desmatamento, Seca e Estiagens, Segurança Pública e Privada e Realidade Virtual e Aumentada para Healthtech.

Outra novidade nesta chamada pública é a parceria com o Programa Rota 2030. As startups que submeterem propostas aderentes ao programa – Setor Automotivo, Máquinas Agrícolas e Rodoviárias Autopropulsoras, poderão receber um investimento de até R$2.2 milhões, graças à cooperação técnica firmada com o Programa Rota 2030.

Além dos temas prioritários e daquelas vinculados ao Programa Rota 2030, também serão passíveis de investimento por meio do edital Finep Startup os seguintes temas estratégicos: Agritech, Saúde Animal e Foodtech; Biotecnologia; Cidades Inteligentes e Sustentáveis; Defesa; Economia Circular; Edutech; Energia Renovável e Eficiência Energética; Healthtech; Indústria 4.0 (Manufatura Avançada; Internet das Coisas (IoT); 5G; Materiais Avançados e Nanotecnologia.

Otimização

Até o momento, o programa atraiu um total de 1.686 propostas com uma demanda de capital de R$ 1.6 bilhões, sendo mais de R$ 70 milhões de investimento privado. Atualmente, a Finep tem 15 startups investidas e 19 startups em contratação, somando um valor de até R$ 40 milhões em investimentos.

“A despeito da grande repercussão e do alcance que programa possui no ecossistema de startups, temos trabalhado para otimizar os processos internos e tornar o programa cada vez mais aderente às necessidades das startups, seja investindo valores adequados à necessidade de capital das inovações que apoiamos, seja por meio da construção de processos de análise e contratação mais ágeis, como já será possível observar neste edital”, afirma o superintendente da Área de Empreendedorismo e Investimento da Finep, Raphael Braga.

Investimento público-privado

A Finep, no entanto, não pretende tornar as startups brasileiras dependentes de recursos públicos. Por isso, criou um mecanismo pioneiro para estimular o empreendedor a buscar investimento privado: serão priorizadas empresas que forem aportadas por investidores-anjo. O processo funcionará da seguinte forma: a startup que se inscrever no edital com uma carta de compromisso de um investidor-anjo ganhará pontos na seleção. A quantidade de pontos obtidos dependerá do valor do investimento privado, cujo valor mínimo é de R$ 50 mil. Com o aporte mínimo para o seu negócio, a proponente garante 1 ponto, podendo chegar a 5 pontos no máximo. Ao todo, são 20 pontos possíveis: 15 da avaliação da proposta de valor da startup e 5 obtidos caso ela receba investimentos privados de R$ 250 mil ou mais.

 

 

ideationweek

 

Estão abertas, até o dia 28 de fevereiro, as inscrições para startups participarem do Ideation Week, da L’Oréal. O evento será realizado na Fábrica de Startups, no bairro Santo Cristo, na região central do Rio, dos dias 9 a 13 de março. Durante uma semana de workshops, mentoria e metodologias de inovação da Fábrica de Startups, as empresas receberão suporte para criar soluções para diferentes desafios reais da L'Oréal. Os participantes devem ter perfil alinhado às áreas de Business (Administração, Economia, Gestão); Tecnologia (Desenvolvedores, Programadores, Cientistas de Dados, Engenheiros de Software) e Criativo (Design, Marketing, Publicidade, Artes).

Mais detalhes aqui.

 

 

carlos eduardo pedreira2

Tecnologia de Inteligência Artificial e modelagem matemática desenvolvida sob a coordenação do professor Carlos Pedreira, da Coppe/UFRJ, tornou-se referência mundial para o diagnóstico de leucemias e linfomas. A tecnologia se encontra embarcada em um software, batizado como Infinicyt, que já é utilizado em mais de 50 países, em cerca de três mil laboratórios. A técnica propicia diagnósticos mais precisos e menos dependentes de especialistas altamente treinados, além de ampliar o acesso ao uso da tecnologia.

Este projeto é realizado no âmbito do consórcio EuroFlow, constituído por 12 universidades e liderado pelos professores Alberto Orfao, da Universidade de Salamanca (Espanha), e Jacques Van Dongen, da Universiteit Leiden (Holanda). Ambos comandaram os estudos biológicos e os testes em pacientes já realizados em diversos hospitais, em vários países. Na UFRJ, única universidade fora da Europa a fazer parte do consórcio, a área médica é coordenada pela professora Elaine Sobral, do Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), que contribui com Carlos Pedreira desde o início dos estudos.

Para gerar diagnósticos mais precisos, os modelos matemáticos desenvolvidos na Coppe utilizam técnicas de mineração de dados obtidos por meio dos citômetros de fluxo, um equipamento utilizado para diagnosticar casos de leucemias e linfomas. "Trata-se de uma aplicação de big data na área médica. O citômetro provê algumas dezenas de informações de cada uma das milhões de células de cada paciente colhidas para exame. Antes da concepção desses modelos matemáticos, os diagnósticos por citometria dependiam da análise de profissionais muito especializados. Ao embarcar esses resultados em um software possibilitamos o uso da tecnologia em larga escala mundo a fora", ressaltou Pedreira, professor do Programa de Engenharia de Sistemas e Computação da Coppe.

O trabalho já rendeu vários artigos e depósitos de patentes. Hoje, o Infinicyt está sendo distribuído por uma empresa espanhola Cytognos e pela multinacional BD (Becton Dickinson).  Todos os royalties provenientes da comercialização do software são revertidos para o avanço das próprias pesquisas.

Tecnologia é aplicada no tratamento de crianças

No Brasil, a tecnologia que começou a ser aplicada no tratamento de crianças no próprio IPPMG, da UFRJ, teve o seu uso estendido para os hospitais da Lagoa, da Criança e dos Servidores do Estado, no Rio de Janeiro; universidades federais da Bahia, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, e Hospital Amaral de Carvalho, em Jaú, São Paulo, entre outros.

Segundo o professor Carlos Pedreira, só no Rio de Janeiro foram concluídos mais de três mil exames em crianças, cujos resultados também dão suporte à formulação de novos modelos matemáticos e aperfeiçoamento contínuo da tecnologia.

De acordo com Carlos Pedreira, não existe no Brasil outro grupo que se dedique à análise de dados de citometria para fins de diagnósticos utilizando modelos matemáticos. O projeto conta com apoio da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj), desde 2005. "O apoio da Faperj foi essencial para a compra de um moderno citômetro de fluxo. A aquisição possibilitou que crianças tratadas em hospitais públicos no Rio de Janeiro tenham acesso ao que há de mais avançado no mundo em diagnóstico de leucemias. O uso desse instrumento contribuiu para o aumento, de forma exponencial, da capacidade de gerar dados para diagnóstico e prognóstico de leucemias e linfomas", explicou o professor da Coppe.

A inteligência artificial aplicada neste projeto está sendo utilizada em um novo ramo da pesquisa que visa estender a tecnologia para diagnostico de tumores sólidos pediátricos. Segundo Pedreira, mesmo em fase inicial, mais de 350 casos já foram estudados por citometria, e o grande impacto do trabalho é diminuir o tempo de espera pelo diagnóstico. "Com a aplicação de técnica, resultados de exames que demoravam até 15 dias podem ser obtidos em algumas horas", afirmou.

 

 

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