Fechadura para portas de passagem acionada pelos pes

A principal forma de disseminação do coronavírus é contato com pessoas doentes através do toque de mão ou via gotículas de saliva presentes no espirro e na tosse. Mas, embora menor, também existe o risco de contágio através do contato com superfícies e objetos contaminados.

O estudo Aerosol and surface stability of HCoV-19 (SARS-CoV-2) compared to SARS-CoV-1, publicado no The New England Journal of Medicine, identifica a sobrevida do vírus em várias superfícies: aço inoxidável - 3 dias; plástico - 3 dias; papelão - 1 dia; cobre - 4 horas. Assim, a limpeza de utensílios e objetos deve abranger todos os possíveis locais que podem estar com o coronavírus presente, seja com água e sabão, com desinfectantes ou álcool gel a 70%. Deste modo, é importante não descuidar da higienização de celulares, mesas, teclados de computador, maçanetas etc.

Em 2018, Rafael Aguirre, então graduando do curso de Desenho Industrial da UFRJ, possivelmente não tinha este contexto de pandemia em vista enquanto desenvolvia seu projeto de conclusão de curso. Mas ao criar uma uma fechadura para portas acionada com os pés, talvez o ex-aluno da UFRJ tenha, como diz o ditado, “mirado no que viu e acertado o que não viu”.

Seguem mais informações técnicas desta tecnologia que já se encontra protegida por um pedido de patente realizado pela Agência UFRJ de Inovação junto ao INPI e que atualmente está disponível para licenciamento. Os interessados em obter mais informações devem contactar a Agência.

RESUMO: Nos centros urbanos o convívio com pessoas desconhecidas no cotidiano é inevitável e o contato com objetos de uso comum – como maçanetas – se tornou um risco para a saúde. O presente produto tem a função inovadora de atuar como uma fechadura para portas de passagem acionada pelos pés, sendo uma alternativa higiênica e funcional ao uso das mãos para abrir portas, direcionada para o público em geral e em especial para pessoas com deficiência nos membros superiores.

OBJETIVO: Tornar o dia a dia mais prático e higiênico, proporcionando uma alternativa para a abertura de portas de passagem que evite o contato das mãos com maçanetas. Proporcionar segurança sanitária para pessoas em locais de grande circulação, cortando um foco de contaminação por contato das mãos com superfícies contaminadas. Fornecer uma fechadura adequada para o uso por pessoas com deficiência nos membros superiores. Ser um produto de baixo custo e de alta capacidade de penetração no mercado, com mecanismos internos e processo de instalação similar ao de fechaduras internas convencionais.

SOLUÇÃO: Uma fechadura que é uma alternativa às fechaduras convencionais de acionamento manual, podendo ser instalada individualmente ou em conjunto com uma fechadura convencional, com processo de fabricação compatível com o parque fabril nacional e que dispense a integração de elementos eletrônicos, simplificando a sua fabricação e consequentemente reduzindo o seu custo de produção (tendo em vista o nível tecnológico atual).

TITULAR DO PEDIDO: Universidade Federal do Rio de Janeiro

INVENTOR: Rafael R. Pires Aguirre

NÚMERO DO PEDIDO: BR2020190035973

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