PROJETOS APOIADOS

 

alunoscontadoresAlunos Contadores de Histórias: Era uma vez um grupo de alunos incríveis da UFRJ. Num belo dia esses alunos foram convidados para participar de um super projeto que salvaria o dia de muitas crianças. Com seus jalecos coloridos e suas sacolas repletas de livros infantis, esses super-heróis chegam diariamente no hospital para transformar as fábulas e os contos de fadas em realidade. Desde 2008 o Projeto Alunos Contadores de Histórias tem ajudado a desenvolver um espaço que promove alegria e conhecimento, incentivando o hábito da leitura e ajudando a amenizar o sofrimento das crianças e adolescentes atendidas pelo IPPMG/UFRJ. O projeto aceita em caráter permanente a doação de livros infantis em estado novo. Basta entrar em contato através deste Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Saiba mais acessando o site do projeto ou através deste vídeo.



Clube da Esquina: Uma iniciativa socialmente inovadora na inclusão social de pessoas com transtornos mentais por meio de atividades de lazer e na luta por uma sociedade sem manicômios que objetiva auxiliar na construção da cidadania em detrimento do estigma de “doente mental”. Parceria com o Instituto de Psiquiatria da UFRJ.



Concha: Proposta de criação de um recurso compartilhado de pesquisa, criação e difusão das ciências e artes do som. Um projeto que vem sendo construído em articulação com docentes e técnicos de diversas unidades da universidade (em construção).



Encontro de Sabores & Saberes: Evento anual que tem por objetivo promover o encontro de experiências e de saberes tradicionais e científicos em torno da alimentação nas perspectivas culturais, ambientais, sociais e da saúde. Uma iniciativa em parceria com o Instituto de Nutrição e o Sistema de Alimentação da UFRJ.



Feira Agroecológica da UFRJ: Organizada semanalmente na Cidade Universitária, esta parceria com o Restaurante Universitário e o Instituto de Nutrição Josué de Castro reúne agricultores e cooperativas do estado do Rio de Janeiro que comercializam produtos agroecológicos cultivados pelo sistema de agricultura familiar. (http://youtu.be/-KGyXQTsblc)



Fórum UFRJ Acessível e Inclusiva: Considerando a necessidade de tornar o espaço educacional um local não excludente por meio de ações que permitam acessibilidade física, comunicacional, atitudinal, acadêmica, produtiva e cultural de todas as pessoas, foi criado o Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva, que é um espaço regular de discussão, elaboração e suporte ao desenvolvimento e implementação da política institucional em acessibilidade da UFRJ. (https://ufrj.br/acessibilidade)



hubufrjHub UFRJ: O Hub UFRJ é um laboratório em rede de projetos experimentais montado com a intenção de se tornar uma referência para a comunidade acadêmica da UFRJ que tem interesse em empreender e impactar a sociedade através de descobertas científicas e tecnológicas. Acumulando características de um makerspace (oficina de uso coletivo), um fablab (oficina de projetos digitais) e um medialab (laboratório para projetos interdisciplinares em diversas áreas como design, artes, comunicação etc), este espaço físico permite o compartilhamento de recursos, equipamentos e serviços para transformar o conhecimento adquirido na Universidade em inovações e atividades empreendedoras. Assim, o espaço busca ser referência para aqueles que queiram inovar em suas áreas e precisam de suporte para o desenvolvimento das atividades, promovendo uma rede de apoio a projetos sociais, startups e projetos colaborativos.



Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares: Criada em 1995, a Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares (ITCP) da Coppe é um programa de extensão universitária. Concebido de forma inovadora, trabalha para tirar da invisibilidade grupos sociais excluídos econômica e socialmente, tornando-os capazes de melhorar a própria qualidade de vida, por meio de inclusão produtiva. São catadores de materiais recicláveis, usuários do sistema de saúde mental, camponeses, pequenos prestadores de serviços, egressos do sistema penitenciário, entre outros. Eles são organizados em cooperativas e apoiados com treinamento e qualificação. Utilizando técnicas de gestão e engenharia de produção, e combinando-as com os conhecimentos de outras áreas e parceiros, a ITCP cria metodologias e desenvolve ações de inclusão e valorização do trabalho desses grupos que estão nas bordas da economia informal e, por isso, não são enxergados pelos agentes da economia formal. A ITCP ajudou a construir a Rede Universitária de Incubadoras de Cooperativas Populares, da qual fazem parte, hoje, cerca de 60 universidades de quase todos os estados brasileiros. Projetos desenvolvidos diretamente pela incubadora, em convênio com órgãos governamentais, resultaram na criação de programas nacionais oficiais, com ações disseminadas por todo o país. (http://www.itcp.coppe.ufrj.br)


 

LASIN: Financiado pela Comissão Europeia e coordenado pela Universidade Caledônia de Glasgow, o projeto envolve um consórcio de treze parceiros, incluindo onze universidades, dentre as quais está a Universidade Federal do Rio de Janeiro. As atividades do projeto estão baseadas em quatro regiões da América Latina: Mercosul (com sede no Chile), Comunidade Andina (com sede na Colômbia), Brasil e América Central (com sede no Panamá). A ideia é que através de unidades especializadas de apoio à inovação social, as universidades possam desenvolver novas iniciativas e ações sustentáveis que contribuam diretamente para a coesão social, a igualdade e o desenvolvimento socioeconômico em cada região. (http://lasin-eu.org)


 

Mercado Vivo: O Mercado Vivo é um espaço de experimentação de novas formas de convívio, produção e consumo colaborativos. Trata-se de um mercado popular e itinerante que disponibiliza saberes, serviços, afeto, objetos, experiências e arte de forma cooperativa e sem o uso do dinheiro, contribuindo com a construção de uma cultura de trocas como forma efetiva de consumo e com a segurança alimentar dos envolvidos. O Mercado Vivo funciona regularmente na Faculdade de Letras da UFRJ, no Fundão; na Escola Municipal Bahia, na Maré; e no Centro Municipal de Saúde Madre Tereza, na Ilha do Governador. (www.facebook.com/MercadoVIVOalternativo). As trocas são mediadas pelo Irreal, moeda social do Banco dos Irreais,  uma plataforma on line que estimula trocas sociais de tempo e promove conexões entre projetos e redes colaborativas (www.bancodosirreais.org.br). O Banco dos Irreiais foi idealizado pelo artista plástico José Miguel Casanova.



Projeto de Letramento de Jovens e Adultos COPPE: O objetivo da iniciativa é alfabetizar servidores e prestadores de serviço da Coppe e da UFRJ que não tiveram oportunidade de estudar e dar uma base mais sólida àquelas pessoas que, por algum motivo, interromperam seus estudos, dando a elas mais segurança para que possam retornar ao ensino formal. Criado em 2005, o projeto passou por uma série de mudanças e hoje tem a duração de três anos. O curso é dividido nos níveis básico, intermediário e avançado, de forma a nivelar o conhecimento dos alunos. Atualmente as aulas são ministradas por alunas da Faculdade de Letras da UFRJ e por alunos da Coppe voluntários.



Rede de Agroecologia da UFRJ: ​A agroecologia abrange, além das técnicas ecológicas de plantio e cuidado com a terra, o caráter social e cultural das comunidades, com o objetivo de orientar a agricultura à sustentabilidade, no seu caráter  multidimensional. Historicamente, a abordagem do tema nos cursos de graduação da UFRJ é praticamente nula. Um marco para esse assunto na UFRJ foi a I Semana de Agroecologia, realizada em setembro de 2009. Este evento suscitou a discussão e envolvimento da temática dentro do espaço universitário, estimulando a criação da Feira Agroecológica da UFRJ e da disciplina de Agroecologia no Instituto de Biologia, em 2010. Em novembro de 2012, foi realizada a II Semana de Agroecologia da UFRJ - “Fortalecendo o diálogo entre os saberes acadêmicos e populares”. Essa Semana promoveu a divulgação da temática e fortalecimento das articulações dentro e fora da Universidade, estimulando a criação da disciplina de extensão MUDA: Agroecologia e Permacultura, na Escola Politécnica, em 2013. Em novembro de 2015, foi realizada a III Semana de Agroecologia e I Semana de Agricultura Urbana da UFRJ - “Roçando a cidade, resgatando o rural”. O evento contribuiu para o fortalecimento do debate, trazendo estímulos para a criação da Rede de Agroecologia da UFRJ. A Rede de Agroecologia da UFRJ teve como marco inicial uma reunião realizada no dia 17 de dezembro de 2015, onde estiveram presentes os coletivos Capim Limão, Muda Maré, MUDA - Mutirão De Agroecologia e EAPEB - Educação Ambiental com Professores da Escola Básica, que fundaram a Rede. Foi criado um canal de comunicação por e-mail e uma agenda comum, contemplando reuniões mensais, mutirões, grupos de estudo, seminário interno semestral e está sendo planejado um evento aberto ao público para o segundo semestre de 2016. Desde sua criação, foram realizadas reuniões mensais e atividades articuladas entre os grupos, com a incorporação de outros coletivos da UFRJ à Rede. No dia 04 de junho foi realizado o I Seminário da Rede de Agroecologia da UFRJ, contando com a participação de 16 pessoas de 7 coletivos, os quatro já citados mais os coletivos Plantando na Moradia, Geomata e Feira Agroecológica da UFRJ. O seminário teve como objetivos o reconhecimento e aproximação dos grupos, compartilhamento de experiências e o planejamento de ações coletivas. A Rede de Agroecologia da UFRJ tem como perspectivas criar uma plataforma online para melhor apresentação, mapeamento e integração das diversas iniciativas, consolidar a articulação com demais grupos de agroecologia no Brasil, agregar mais pessoas e dar suporte para a manutenção e a criação de disciplinas e projetos relacionados à temática. (https://youtu.be/HU7w2Pnrhmo)



Seminário NIDES: ​​O Seminário do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social (NIDES) é um evento anual que teve como tema, em sua 3ª edição (2016), a Tecnologia e o Desenvolvimento Social. Na ocasião debateu-se sobre o conceito de desenvolvimento social, aprofundamdo os principais teóricos do desenvolvimento de nosso país. Outro eixo importante para discutir estratégias de desenvolvimento foi abordado ao problematizar os conceitos de tecnologia e inovação, de modo a ajudar a pensar tecnologias para voltadas para o alcance do desenvolvimento social. O evento também  abriu espaço para que os alunos da primeira turma do mestrado profissional em Tecnologia para o Desenvolvimento Social apresentassem seus projetos de dissertação.​



Universidade das Quebradas: O Projeto de extensão Universidade das Quebradas é uma experiência acadêmica na área da cultura que pretende consolidar um ambiente de troca entre saberes e práticas de criação e produção de conhecimento, articulando experiências culturais e intelectuais produzidas dentro e fora da academia. Este projeto pretende ser de duas vias: para as comunidades que estão produzindo cultura mas não têm acesso à produção intelectual das Universidades, e também para a comunidade acadêmica que denuncia carência similar em relação ao acesso a outros saberes e formações culturais fora da Universidade. (www.universidadedasquebradas.pacc.ufrj.br)



USIS: Unidade de Suporte à Inovação Social é parte do projeto de pesquisa LASIN (Latin American Social Innovation Network), co-financiado pela Comissão Europeia, com o propósito de implementar um modelo de envolvimento Universidade/comunidade, baseado na combinação de atividades curriculares e extra-curriculares, materiais e instrumentos de aprendizagem, treino prático, oficinas e mentoring para reforçar as ligações da universidade com o ambiente social mais amplo. A atividade apoia inovações sociais como chave para o desenvolvimento e envolve um consórcio de treze parceiros, incluindo onze universidades, com a Glasgow Caledonian University coordenando como o parceiro principal. Com metodologia própria, desenvolvida previamente no projeto de pesquisa, a comunidade interna à UFRJ (professores, técnicos administrativos e estudantes) trabalhará com a comunidade externa (Grupos comunitários, ONGs e/ou OSCIPS, Organizações governamentais e empresas), apoiando o desenvolvimento de inovações sociais.

 

 

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