faperj2O governo do estado do Rio de Janeiro, a Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia e a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) divulgaram em setembro o resultado da edição 2016 de dois de seus editais mais concorridos: Cientista do Nosso Estado (CNE) e Jovem Cientista do Nosso Estado (JCNE), ou bolsas de bancada para projetos (BBP). Foram concedidas 149 bolsas para CNE e 130 bolsas para o JCNE.

Flávia Lima do Carmo, professora do Instituto de Microbiologia Paulo de Góes (UFRJ), coordenadora adjunta da Agência UFRJ de Inovação e coordenadora do Ponto Focal Profnit na UFRJ, foi uma das contempladas na categoria "Jovem Cientista do Nosso Estado" com o projeto intitulado "Estudo Prospectivo da Nanotecnologia: avanços e potencialidades para o meio ambiente".

Juntos, os dois editais somam um investimento de cerca de R$ 25 milhões para os próximos três anos. Ambos os programas apoiam projetos coordenados por pesquisadores vinculados a instituições de ensino e pesquisa sediadas no estado do Rio de Janeiro. Os pesquisadores aprovados tiveram que comprovar vínculo empregatício em instituições de ensino e pesquisa fluminenses, projetos meritórios, produção científica qualificada, histórico de formação de recursos humanos e comprovação de atividades em escolas públicas do estado do Rio de Janeiro. No caso do JCNE, os pesquisadores proponentes deviam comprovar estar em uma fase intermediária de sua carreira acadêmica, e, no caso do CNE, deveriam manter reconhecida liderança em sua área.

“Os programas CNE e JCNE têm colocado uma quantidade considerável de recursos nos laboratórios de pesquisas dos mais conceituados cientistas e jovens cientistas do nosso estado. Sob forma de taxa de bancada, esses recursos são muito úteis na manutenção diária dos laboratórios. É um programa que se expandiu desde a sua criação e continua a crescer. É a forma mais perene de financiamento, sem burocracia e direto ao pesquisador, para a comunidade cientifica fluminense”, declarou o diretor Científico da FAPERJ, Jerson Lima.  Ele ainda acrescentou que “são programas bastante competitivos, com um grande número de submissões. E, para evitar qualquer tipo de conflito de interesses, sua avaliação tem sido realizada por um comitê de pesquisadores de fora do Rio de Janeiro”. Segundo Jerson Lima, a obrigatoriedade de realização de atividades científicas ou tecnológicas em escolas públicas também torna esses programas ainda de maior destaque para a divulgação científica.

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