Sensibilização e inclusão na Universidade

eventoacessibilidadeO auditório Professor Rodolpho Paulo Rocco (Quinhentão) foi sede, nos dias 16/8 e 17/8, de uma sensível mobilização em prol do aprendizado e da inclusão de pessoas com deficiência na UFRJ. A primeira edição do Encontro de Sensibilização UFRJ pela Acessibilidade reuniu membros de toda a comunidade universitária em diversos momentos para sensibilizar e informar sobre como tornar a Universidade mais acessível.

O evento, organizado pelo Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva, teve presentes na mesa de abertura o reitor, Roberto Leher; a decana do Centro de Ciências da Saúde (CCS), Maria Fernanda Quintela; e a presidente do Fórum e docente da Faculdade de Educação (FE), Mônica Santos. Durante a fala inicial, Santos lembrou que mais do que educar é preciso reeducar a sociedade para promover uma inclusão mais plena e ressaltou que a Universidade vem abrindo espaços para tanto. “Oportunidade de firmarmos politicamente um acordo coletivo do que podemos fazer e acolhermos os candidatos. Mais do que receber as diferenças, celebrá-las.”

Leher, por sua vez, enfatizou que, com o contexto difícil em que o país e o mundo vivem, promover a inclusão é de extrema importância. Para ele, o endurecimento dos discursos de ódio contra negros, mulheres, portadores de deficiência, entre outros, é um sinal de que tais grupos sociais têm conquistado cada vez mais seus direitos, fruto de muita luta. “A Universidade é o espaço onde podemos construir conhecimento científico, cultural e artístico para promover a análise dolorosa de nós mesmos para reconhecermos em todos os outros a nossa face” disse.

Na segunda etapa do evento, foram apresentadas as leis que embasam as políticas de acessibilidade, além de um grande momento de sensibilização e educação sobre como lidar com cada deficiência específica, enfatizando que cada pessoa apresenta necessidades diferentes. O professor do Instituto Tércio Pacitti de Aplicações e Pesquisas Computacionais, José Antônio Borges, abordou a importância das tecnologias assistivas na inclusão e como a entrada de pessoas com deficiência pode influenciar no crescimento da ciência, tecnologia e da própria UFRJ. “Com uma universidade mais plural, podemos criar novas tecnologias que possam auxilar na inclusão. Assim podemos usar tecnologia brasileira dentro do país.”

O evento foi encerrado por mais uma edição da plenária do Fórum Permanente UFRJ Acessível e Inclusiva.

Foto: Raphael Pizzino/ CoordCOM UFRJ

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